– Um mundo insensível que nada faz? Sobre Amal Hussain.

Vi (na verdade, revi) e me emocionei. Aliás, não tem como ser emocionalmente frio ao ler na Revista Veja (Ed 2608, pg 32 e 33, na reportagem de Duda Teixeira), a história da garotinha Amal, de 7 anos.

Nascida no Iêmen, a menina era refugiada e morava em um barraca de palha. Sua família fugia dos bombardeios da Arábia Saudita contra os hutis, rebeldes apoiados pelo Irã (inimigos seculares dos sauditas).

Amal morreu pois não conseguia segurar nada em seu estômago. Bebia leite para sobreviver de 2 em 2 horas e vomitava depois.

Infelizmente a pobrezinha faleceu dessa forma trágica. E, curiosamente, seu some “Amal” significa “ESPERANÇA” em árabe!

Quantas crianças nesse estado se encontram mundo afora, enquanto os poderosos governantes insensatos desprezam tal situação, habituando-se a guerras, ódio e corrupção…

Pobre mundo cão.

– A Série B e o surpreendente final!

Não é incrível que o Figueirense não tenha sido rebaixado para a Série C do Brasileirão, após WO e greve, sem contar o tempo que ficou na zona de rebaixamento e nas várias rodadas como lanterna?

Também não é impressionante a facilidade com que o Red Bull Bragantino conquistou o acesso para a série A?

Por fim, e a queda do São Bento e do Londrina? O Bentão parecia que reagiria e naufragou. Já o Londrina parecia tão bem e depois… desandou.

Num campeonato tão comprido e difícil, vence quem tem regularidade. E, embora pareça simples, não é.

Taí a graça do futebol.

Resultado de imagem para Série B do Brasileirao