– Despertar a Criatividade por Conviver com Gente Diferente!

Compartilho sensacional texto de Howard Schultz – o presidente da Starbucks– sobre Inovação e Criatividade. Ele defende que conversemos com pessoas que não tenha nada a ver com a gente para aprender com as diferenças e inovar. Concordo!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270128-16284,00-UM+GOLE+DO+DESCONHECIDO.html

UM GOLE DO DESCONHECIDO

Que tal explorar novos segmentos, mudar o hábito de leitura ou conversar com gente que nada tem a ver com você? Isso pode fazer um grande bem ao seu negócio

Inspiração e ideias novas podem vir dos lugares mais inesperados. O segredo está na curiosidade de explorar o desconhecido. Muita gente esquece disso. Prefere fincar o pé no que já conhece porque se sente mais segura. Acontece que esse apego ao que é mais cômodo costuma ser perigoso para os negócios, principalmente porque aquilo que hoje funciona pode, facilmente, não funcionar mais amanhã. Há sempre algo a aprender, sobretudo numa época em que o comportamento do consumidor muda com a velocidade da luz, estimulado, em parte, pelas tecnologias em constante desenvolvimento.

Exatamente por isso entrei recentemente para a diretoria do Groupon, o site de compras coletivas. Aos 58 anos, acho que posso absorver muita coisa de uma geração mais jovem de empreendedores de internet, principalmente no que diz respeito às mudanças avassaladoras nos hábitos do consumidor.

Não é fácil sair de um segmento que você domina. É preciso se expor e estar disposto a admitir que existem coisas que você não sabe. Há algumas maneiras bem tranquilas de fazer isso. Ler artigos sobre empresas – ou biografias – que não fazem a sua cabeça é um bom exercício. Num jantar ou reunião, sente-se perto de um desconhecido e comece a conversar. Procure ouvir mais do que falar. Preste atenção nas ruas por onde você passa todos os dias e, ao viajar, não fique dentro do hotel. Saia. Mas, principalmente, esteja aberto ao inesperado.

Sempre procuro fazer esse tipo de coisa. Hoje, quando visito alguma cidade do mundo, deixo livre parte da minha agenda para conhecer os estabelecimentos que servem café, mas também as lojas de segmentos completamente diferentes.

Faz alguns anos, visitei uma lojinha despretensiosa em uma das ruas mais badaladas de Milão. A Coltelleria G.Lorenzi tinha um estoque espetacular de facas, navalhas e talheres artesanais. Na hora em que entrei, percebi que não era uma loja qualquer. Lembrava um museu. Um mostruário solene com iluminação suave exibia tesouras de todos os tipos, grande parte delas feita de aço forjado.

Milhares de itens dispostos meticulosamente atrás de uma lâmina de vidro chamaram minha atenção. Seria impossível a alguém que entrasse ali não perceber a paixão do proprietário por aqueles itens e seu desejo de compartilhá-los. A loja havia transformado ferramentas práticas de corte em obras de arte. Visitá-la foi uma experiência emocional semelhante à que se tem no teatro.

Eu precisava conhecer o homem por trás daquela façanha sutil. Um amigo me informou que a loja pertencia ao senhor Aldo Lorenzi. Demorou um pouco para que eu conseguisse marcar um encontro. Por fim, o sr. Lorenzi concordou em me receber. Quando voltei à loja (acompanhado de um amigo italiano que me serviu de intérprete), um senhor alto e elegante, de terno e gravata impecáveis, nos cumprimentou e, silenciosamente, nos conduziu ao escritório do dono. Agradeci ao sr. Lorenzi aqueles momentos que ele havia me concedido do seu tempo. Ele nunca tinha ouvido falar da Starbucks, e não era minha intenção tocar no assunto. Estava ali para ouvir a sua história. Os minutos transformaram-se em horas à medida que o senhor Lorenzi contava, com toda a humildade, a história da sua família, da sua arte, do comércio que o pai havia fundado em 1929, e o que significava para ele ser comerciante. Eu anotava tudo numa caderneta.

No final da visita, ele me deu um livro de capa cinza em que narrava a história da loja e sua filosofia de trabalho. Comecei a lê-lo no voo de volta para os Estados Unidos e fiquei encantado. Não parecia um livro de negócios, mas o diário de um amigo.

Em quase todos os capítulos, assim como durante o tempo em que conversamos, havia algo a aprender: um pensamento inspirador, uma lição que me levava a reconsiderar meus pressupostos pessoais, ou até mesmo a repensar como a Starbucks poderia continuar a melhorar. O mais importante de tudo, porém, foi que a paixão de Aldo Lorenzi ajudou a reacender em mim a chama da empolgação pelo meu trabalho.

A parte principal dessa história não foi o que o senhor Lorenzi me ensinou. O mais importante foi que eu estava aberto para ouvir o que ele tinha a dizer. Mentores não deveriam ser apenas pessoas iguais a você – ou indivíduos a quem você deseja imitar. Pode-se aprender muita coisa com gente de outras áreas, bem como com pessoas de culturas e gerações diferentes. Antes, porém, você precisa convidá-las a fazer parte da sua vida.

Aldo Lorenzi é dono de uma loja. A Starbucks tem milhares de lojas. Ele se especializou em instrumentos cortantes. Eu entendo de café. Somos de épocas diferentes e não falamos o mesmo idioma. Contudo, ele tinha um monte de coisas a me ensinar. Sempre há algo a aprender, desde que estejamos dispostos a ouvir.

Howard Schultz é fundador, presidente e executivo-chefe da Starbucks. Ele é autor do livro Onward: How Starbucks Fought For Its Life Without Losing Its Soul (Na tradução brasileira, Dedique-se de Coração – Starbucks Coffee)

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– Os 10 maiores salários de treinadores de futebol do mundo.

Certamente, os 10 maiores “salários de árbitros de futebol” do mundo estão longe dos de treinadores; afinal, eles são cada vez mais protagonistas, dividindo o estrelato com os atletas.

Segundo o “transfer markt”, especializado no assunto, Klopp, o atual campeão da Champions League, é “apenas” o 10o salário do planeta. O mais remunerado é Pep Guardiola, recebendo 23 milhões de euros por temporada! Depois dele, José Mourinho, que acertou com o Tottenham.

Interessante que, por lógica, nenhum treinador de Seleção consta nesta lista. O que mostra que em breve os campeonatos de clubes serão mais importantes do que os de Seleções (talvez já sejam!).

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– Coincidências, Providências, Acasos ou Condicionamentos?

A vida é cheia de coincidências corriqueiras ou providências divinas?

As oportunidades são casuais, são ofertadas por merecimento ou, ainda, são por generosidade, onde somos agraciados?

Um texto sensacional, abaixo, extraído de: https://is.gd/create.php

COINCIDÊNCIAS NÃO EXISTEM, SÃO TRUQUES QUE DEUS FAZ PARA NÃO TER QUE EXPLICAR MUITO

por José Renato Sátiro Santiago

Quantas vezes uma série de fatos ou situações acontecem em uma surpreendente sequência ou, até mesmo, simultaneamente, de forma a contribuir com que algo se concretize?

Por outro lado, quantas vezes outras tantas situações tendem a surgir em nossas vidas para fazer exatamente o oposto, dificultar que algo seja realizado?
Quer seja para o bem ou mal, não é raro que em certos momentos passe pelas nossas cabeças, que algumas vezes, o “universo” conspira para que isso ou aquilo ocorra.

Há uma palavra que pode sintetizar tudo isso, segundo a maioria de nossos dicionários, coincidência.

Se pensarmos com um pouco mais de atenção, não será difícil chegarmos à conclusão que não existe muito cabimento em se atribuir a ela, a coincidência, a responsabilidade por estes fatos ou situações.

Seja de qual natureza for, a verdade é que sempre há uma explicação para tudo que acontece em nossas vidas, quer seja individualmente, em nossos meios pessoais ou profissionais, ou junto aos grupos dos quais fazemos parte.

O fato de “nada acontecer por acaso” é muito mais que uma simples frase com viés conformista, e sim, às vezes, uma dura realidade com a qual temos que viver, por mais que, até mesmo, não consigamos entender os motivos que as proporcionaram.

Acreditar em coincidências, no entanto, é algo sobre o qual todos temos direito. Mesmo porque também é verdade que existem pessoas que creem em coisas tão mais inacreditáveis, que apenas a fé, algo muito pessoal, pode explicar. E quando a fé entra em campo, melhor não duvidar de nada, não é mesmo?

Por outro lado, o fato de acreditar ou não em certas coisas, costuma não ter grande relevância, tão pouco poder de mudar a veracidade dos fatos, e sequer servem de embasamento muitas questões que nos cercam.

Algumas décadas atrás, o imortal Albert Einstein chegou a desenvolver estudos que permitissem identificar evidências objetivas que explicassem cientificamente a coincidência.

Para tal, adotou como premissa básica a existência de pontos e/ou questões comum a cerca de um grupo de atividades que fazia parte do seu dia a dia. A partir daí passou a desdobrar cada uma delas, em subgrupos menores formados por elementos que, eventualmente, pudessem ter outros temas em comum entre eles, algumas vezes de forma unilateral.

A intenção inicial de definir os limites do estudo acabou não se tornando possível principalmente por conta do alto nível de complexidade em se estabelecer, minimamente, uma regra que subsidiasse sua existência, que permitisse a estruturação de um algoritmo.

Ainda assim Einstein não seu deu por vencido, e após anos de estudo passou a acreditar e explicitar junto aos seus, que “coincidência era a maneira que Deus tinha encontrado para permanecer no anonimato”.

Difícil acreditar que um cientista como Einstein tenha atribuído ao Divino a presença da coincidência em nossas vidas. Mas diante os resultados apresentados por suas pesquisas, o que realmente o teria levado a isso? Teria sido o caminho mais cômodo?

Cá entre nós, isto pouco importa, mesmo porque não contribui em nada para que acreditemos na existência da coincidência em nossas vidas. Ainda mais por uma questão simples de explicar: “o fato de não termos explicação sobre algo, não impede nem ajuda que este algo aconteça.”

Tudo que acontece em nossa vida, ocorre por conta de algum motivo e devido a algum esforço, ciente ou não.

Todo resultado obtido se origina de uma intenção, explicita ou não, de alcança-lo.

Nem sempre os resultados obtidos possuem uma estreita relação com os objetivos esperados em uma atividade, processo ou projeto do qual fazemos parte. Diante disso, sem querer desmentir Einstein, atribuir a Deus, algo que seja factível de acontecer, talvez não tivesse sido necessário. Tão pouco o universo tem tempo para conspirar ou não algo a nosso favor ou contra.

As coisas, todas elas, acontecem como resultado de esforços em prol delas, assim como o contrário também é fato. E sempre há um aprendizado embutido neste pacote.

Assim como é verdade que sempre temos ciência sobre porque cada coisa acontece, por mais que preferimos manter este entendimento, na maioria das vezes, restrito a nossa mente. Talvez mero mecanismo de autodefesa.

Sendo assim, que deixemos as coincidências para outro mundo, o das fábulas poderia ser um bom destino.

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– Um negócio da China? Talvez sim, talvez não…

Agora que se definiu a permanência de Hikmat Derbas, que representava a Kah Sports e que será um dos diretores do Paulista FC a convite do presidente Rogério Levada (devido ao seu importante trabalho na campanha de 2019), que também se tem apalavrada a permanência do treinador Edson Fio (Luís Müller era o plano B caso não se acertasse com o técnico), e que se sabe que a Fut-Talentos permanecerá até a Copa SP e realizará o trabalho na base, resta perguntar: de onde poderão vir os recursos financeiros para o time profissional da A3?

É claro que a expertise da nova diretoria contará muito, seja na contratação de atletas ou na vinda de patrocinadores para alavancar as receitas. Mas uma das possibilidades ventiladas nos últimos dias era (ou ainda é) a do Grupo Figer assumir o departamento profissional, em regime de parceria.

Mas quem é ele?

O Grupo esteve no Londrina no começo do Brasileirão da Série B, mas devido a desavenças com os parceiros locais “tirou o pé” (e, como visto, a campanha do time paranaense degringolou).

A título de curiosidade, quem seria (ou será, pois ainda poderá ser uma possibilidade – levantada anteriormente por Rivelino Teixeira, Adilson Freddo e Thiago Batista Olim) a pessoa responsável dos Figer, o elo entre eles e o Paulista?

É uma jovem, extremamente respeitada no meio: Stephanie Figer, que pode ajudar a definir o futuro do Galo em 2020.

Conheça a competente negociadora e agente de atletas, neta daquele que foi um dos maiores empresários de jogadores do Brasil durante os anos 90 (se não o maior) Juan Figer, que especulava-se (ou ainda especula-se) até mesmo trazer para Jundiaí recursos do Shangai SIPG (o time de Hulk, Oscar e Elkeson) através do Grupo Figer.

(Acima: destaco que está no CONDICIONAL, pois um negócio, para ser bom, deve agradar a todos)

Em: https://www.espn.com.br/espnw/artigo/_/id/5591720/mulheres-no-futebol-a-agente-stephanie-figer-revela-como-enfrenta-os-olhares-de-desconfian%C3%A7a-em-um-dos-meios-mais-masculinos-do-esporte

MULHERES NO FUTEBOL

Por Tathiana Diniz

O futebol sempre esteve presente na vida de Stephanie Figer, mas de uma forma diferente. Enquanto outras meninas comemoravam gols do time de coração, ela vibrava quando o pai e o avô negociavam a venda de um craque para um clube europeu.

Neta de Juan Figer e filha de Marcel Figer, dois dos agentes de futebol mais influentes da América do Sul, Stephanie nunca torceu por um time, mas pelos bons negócios fora de campo. Com 21 anos, deixou de ser a menina que admirava o trabalho do pai e do avô para se juntar a eles.

Hoje, aos 29, é Diretora Executiva de Operações do Grupo Figer, uma das principais empresas de agenciamento de jogadores do país.

Em entrevista ao espnW, ela contou como é gerenciar a carreira (e um pouco da vida) de grandes ídolos do futebol e falou sobre a singularidade de ser mulher em um universo historicamente masculino.

O futebol como trabalho

Desde menina, Stephanie convivia com atletas e diretores. Por ver o futebol inserido na rotina da casa, ela não mensurava a grandiosidade do que a família fazia.

“Na adolescência eu ouvia meus amigos falando ‘você é parente do Juan Figer? Nossa, ele levou um jogador do meu time’. Então eu comecei a perceber que o que eles faziam era uma coisa reconhecida e relevante”, conta.

Quando relata a sua trajetória, Stephanie demonstra que os ídolos que teve (e ainda tem) no esporte são mesmo o pai e o avô. “Nunca fui incentivada a torcer para um clube. Eu enxergava o futebol como um trabalho, o negócio da vida da minha família”.

Valsa com Kaká

Um episódio da adolescência da executiva ilustra bem esse distanciamento. Quando fez 12 anos e passou pelo bar-mitzvá (cerimônia judaica que marca a transição de meninos e meninas para a vida adulta), Stephanie ganhou do pai uma festa e um presente especial: ele levou Kaká – ídolo de 10 entre 10 adolescentes da época – para dançar com a filha.

Ao relembrar a história, ela não dá nenhum sinal de deslumbramento. Aliás, deixa transparecer até um certo constrangimento. “Admiro muito o Kaká, mas hoje eu penso ‘nossa, acho que eu não teria dançado. Muito fanzinha, é engraçado’”, diz, aos risos.

Paixão por negociar

Quem pensa que o trabalho de um agente se resume a negociar contratos para os jogadores está enganado. A lista de tarefas do dia a dia de Stephanie é longa. Ela não só faz a intermediação entre atletas e clubes como dá suporte ao jogador e à família dele, antes e depois da assinatura do contrato.

O trabalho inclui atender a pedidos dos clubes por novos talentos, analisar valores dos contratos, acompanhar a evolução dos atletas, buscar patrocínios e até ajudar a resolver problemas da vida pessoal do atleta.

“Muitas vezes, representamos jogadores que nunca saíram do Brasil. Quando ele é negociado para um clube de outro país, ou mesmo de outro estado, isso gera insegurança e ansiedade na família”, conta Stephanie.

“Uma das minhas tarefas é conversar e explicar como vai funcionar a mudança, o suporte que a gente vai dar e que o clube vai dar e como a gente projeta a evolução do jogador de acordo com aquela oportunidade”, completa a executiva.

Stephanie ama negociar. Lidar com a disputa entre clubes por um jogador e com a expectativa do atleta pelo desfecho da disputa é o que faz os olhos dela brilharem. No entanto, ela admite que, às vezes, atua mais como “babá” do que como negociadora.

“Eu ajudo o irmão que precisa tirar visto para ir morar com o jogador, converso com a mãe quando precisamos reestruturar uma oportunidade que deu errado, acompanho em viagens, cuido de muitos detalhes”.

‘Quero gerir a carreira de grandes atletas femininas’

Stephanie representa atletas como Junior Urso (Corinthians), Marlos (Shakhtar) e Gabriel Brazão (Parma Calcio), mas nunca trabalhou com atletas mulheres. Ela explica por que.

“Estamos em um momento de observação e captação. Financeiramente, ainda não compensa, mas hoje encaro como uma obrigação. Com certeza vou dedicar meu tempo para gerir a carreira de grandes atletas femininas”, garante.

Ela pretende ainda usar a experiência adquirida com os jogadores para ajudar as atletas do feminino a evitar problemas relacionados à regulamentação da profissão. A executiva avalia que o futebol feminino vai crescer depois da Copa do Mundo da França e vê com bons olhos a lei que obriga os clubes brasileiros a manterem times femininos.

“Não tenho dúvida de que daqui a poucos anos vamos ter muitas jogadoras para trabalhar”, prevê.

“Dúvida e sarcasmo não me afetam”

Uma das poucas mulheres a ocupar a função de agente no Brasil, Stephanie usa o jogo de cintura que desenvolveu negociando contratos para driblar o machismo ainda presente no meio.

“Já enfrentei muitos olhares de dúvida e sarcasmo, como se quisessem me testar. Aquela cara de ‘é sério que vou ter que falar com você sobre isso?’. Mas meu avô me ensinou muito a negociar e é isso que eu faço. Ignoro, começo a conversar e mostro que entendo do que eu faço”, diz.

Stephanie conta que já perdeu jogadores porque as famílias preferiam ver um homem comandando a negociação. Por outro lado, fechou negócios por conquistar a confiança das mães dos atletas.

“Prefiro reconhecer o melhor de ser mulher nesse momento do que ficar dando volume excessivo para coisas pequenas. A gente tem o nosso espaço e vão ter que falar com a gente”.

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Lugano, Stephanie e Thiago Ribeiro

– A Origem do Jogo da Velha?

Jogo da Velha? Por quê esse nome?

Saiba: esse tradicional jogo só leva esse nome no Brasil, e ele surgiu dos… bordados!

Abaixo, extraído de: https://super.abril.com.br/blog/oraculo/por-que-o-jogo-da-velha-tem-esse-nome/

POR QUÊ O JOGO DA VELHA TEM ESSE NOME?

Essa é mais velha que suas avós Lourdes e Maria José.

Os primórdios do jogo remontam à Antiguidade, embora esse não fosse o nome usado naquela época. A expressão brasileira deriva de um costume de idosas britânicas.

No século 19, era comum as senhoras se reunirem para jogar noughts and crosses (zeros e cruzes) enquanto bordavam e conversavam. Foi assim que o passatempo virou “jogo das velhas” e depois simplificado para “jogo da velha”. Mas também pode chamar de cerquilha, jogo do galo ou tic-tac-toe.

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– Ótima 3a feira para todos nós!

👊🏻 Bom dia!
Verticalizando o esqueleto para começar muito bem a jornada.
Va’mbora correr?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

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🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #SãoLeonardoDePortoMaurício (celebrado hoje), protetor dos padres missionários, rogai por nós. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores.
🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

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🌅 06h00 – Desperte, #Jundiaí.
Que a #TerçaFeira possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

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Ótima jornada a todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby