– Terraplanistas e seu Congresso!

É muito difícil levar a sério o pessoal que crê na ideia de um planeta Terra plano, não global!

Se você tentar dar atenção à eles, ficará louco. Compartilho uma entrevista que me surpreendeu como esse pessoal acredita piamente no que fala, ao ponto de promover um Congresso sobre o assunto. Mais ainda: eles duvidam que o homem chegou à Lua!

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=cHHxxcH_T6o

Anúncios

– Análise da Arbitragem de Paulista 3×3 Marília. Galo campeão da 2a Divisão!

Pela 1ª vez, não vou terminar minha publicação com a análise completa da arbitragem da decisão da 4ª divisão. O árbitro Douglas Marques das Flores se perdeu no 2º tempo, precisou de ajuda do policiamento para terminar o jogo sem a bola rolando e desagradou ambas as equipes.

A quem possa interessar, o rascunho até os 84 minutos de jogo (quando tivemos futebol). Lamento demais as situações de conflito vistos, espero que os jogadores e pessoal da Comissão Técnica que tumultuaram a partida sejam punidos na medida justa.
Uma arbitragem que começou boa e sucumbiu ao nervosismo no final do jogo. Abaixo:

Em tempo: no final da publicação, o apito final na voz de Rafael Mainini. Parabéns Paulista Futebol Clube e torcedores, pela bonita festa realizada!

REDIGINDO –
Tivemos duas arbitragens na partida: boa no 1º tempo e ruim no 2º. Vamos à análise?
Na primeira etapa, uma arbitragem intensa, conforme foi a partida. Douglas Marques das Flores precisou correr bastante e utilizar muito do auxílio dos bandeiras (especialmente do assistente 1, Gustavo Rodrigues de Oliveira) para ter o total controle da partida. Um trabalho de equipe, verdadeiramente.
Disciplinarmente, não há o que criticar – pois dois lances um pouco mais duros (cometidos por Pedro Demarchi, do PFC, e Mikaell, do MAC) ele usou o mesmo critério e não aplicou o cartão amarelo.
Tecnicamente, me chamou a atenção em dois lances de vantagens: não deu aos 2 minutos em Ednan (PFC), já que o adversário sentia uma contusão próxima a jogada e optou por parar (acertou também) aos 13m, quando deu vantagem em falta recebida por Jefferson (PFC) onde o lance virou um bom contra-ataque.
Uma situação que não gostei ocorreu aos 26m do 1º tempo, onde foi marcado de maneira duvidosa um tiro de meta ao Marília, e após uma dúvida entre bandeira 1 e árbitro, mudou-se a marcação para escanteio. Durante a cobrança, optou-se por marcar o famoso “perigo de gol”… ou seja: na falta de certeza e para evitar confusão, achou-se uma falta que ninguém viu.
A polêmica do jogo: o 2º gol do Paulista, aos 8 minutos do segundo tempo: Matheus Moraes se aproveitou da lambança do time de Marília (houve uma trombada de dois jogadores do mesmo time e se pediu falta). O árbitro e o bandeira não confirmaram com convicção o tento e a confusão se instaurou. O gol foi normal, mas foi nítido que Evandro de Melo Lima (o bandeira 2) e Douglas Flores sentiram. E aí, conforme a partida foi se desenrolando, claramente o juizão se perdeu por uma boa prte da segunda etapa. Tanto que aos 65 minutos Mikaell comete uma falta na mesma intensidade que Gabriel Terra (que foi amarelado) e nessa oportunidade não foi.
Mas no final da partida (tumulto, explicar, baderna)
Enfim, há de se falar sobre o excelente condicionamento físico, pois o jogo foi extremamente corrido e o árbitro se posicionou muito bem. Quanto a isso, não há o que questionar.
Obs: gostaria de relatar um lance de desconhecimento de regra: aos 6 minutos do segundo tempo, a bola bateu no árbitro e corretamente foi marcado o bola ao chão. Sem saber da mudança da regra (antes, o árbitro era neutro e o jogo seguia), nenhum atleta do Galo foi disputar o Bola ao Chão, dando a posse de bola “de graça” ao Tigre.
Cont:
Quarto Árbitro bobeou com o treinador Ricardo Costa. Até mesmo Agnaldo Vieira, que tem uma função burocrática, precisou segurar o banco do MAC (e não era função dele). Incluindo o jogador 17, que estava no banco.
Público 7.895
R$ 126.260,00

Em: https://youtu.be/93w4hbUMNVk

Títulos do Paulista no século 21 (vejam os treinadores)
2001 – Brasileiro Série C: Giba
2001 – Série A2: Giba
2005 – Copa do Brasil: Vagner Mancini
2010 – Copa Paulista: Fernando Diniz
2011 – Copa Paulista: Wagner Lopes
2019 – Segunda Divisão: Edison Fio
(por Rivelino Teixeira).

– Dia dos Santos Finados

Hoje, em especial, não deve ser um dia de tristeza. O dia de Finados é para relembrar das pessoas queridas que estão no Céu.

Abaixo, a origem, extraído do texto do Mons. Arnaldo Beltrami, vigário responsável pela comunicação da Arquiodiocese de SP:

(http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diafinados.html )

ORIGEM DO DIA DE FINADOS

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.

É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de “Todos os Santos”. O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

Resultado de imagem para santos finados