– Para os pais pensarem!

Saí há pouco de uma reunião escolar onde conversamos sobre Política e Cidadania para crianças. Fantástico o tema!

Não posso deixar de compartilhar essa reflexão: o que estamos plantando (ou ensinando a plantar) para as nossas crianças? Somos exemplos de cidadãos a elas?

Boa questão…

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– O propósito das feiras livres mudou?

Sou assíduo frequentador de feiras livres, em especial, nas barracas de pastéis… rsrs

Brincadeiras à parte, quando se fala em “Feira”, não deveria remeter à ideia de produtos de boa qualidade e preço baixo?

O propósito das feiras é permitir que o produtor venda seus produtos à baixo custo. Entretanto, veja o preço das verduras e legumes: apesar de ótima qualidade, estão bem mais caros que os de supermercados.

Aliás, algumas feiras tem mercadorias contrabandeadas, como sapatos e eletrônicos. Já viram isso?

Que voltem as feiras livres no seu sentido mais real.

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– Paulista e Rúcula: Discordar não é Desrespeitar. Respeitar não é fazer Apologia!

E tornou-se uso politiqueiro e demagogo a história da cessão do Estádio Jayme Cintra para um evento cultural. Uma pena que o debate saiu da razão e partiu para a emoção, novamente dividindo parcelas da população interessadas. Alguns obrigando a outros aceitarem o que não se quer, e outros atacando os que pensam diferente.

Sem delongas, vale refletir:

  1. O Paulista FC é um clube associativo. Consultado pelos organizadores do evento Rúcula, resolveu ceder generosa e gratuitamente o estádio para a realização da ação cultural na qual se realizariam 30 shows diversos. Creio que, durante a negociação, o pessoal interessado mais os envolvidos do clube tinham (ou deveriam ter) ciência do que ocorreria durante sua realização. Condições são estabelecidas e acordadas; portanto, devem ser cumpridas.
  2. Alguns clubes de futebol tomam para si o protagonismo de ações sociais de algumas causas. Em troca de divulgação, ganham respeito social e usam tais motes como marketing. Um dos exemplos é o Bahia, que movimentou uma campanha contra a transfobia, defendeu a presença maior de mulheres na arquibancada e protestou contra o vazamento de óleo na costa nordestina. Isso não quer dizer que seja obrigação de um clube ter tais atitudes. Ceder um espaço para manifestação cultural pode ser uma das ações simpáticas, sem levantar bandeiras mais difíceis de se tratar, que um clube pode fazer. Mas se quiser defender, tudo ok (desde que seja de interesse da associação, agradando a parcela social que é atingida).
  3. Se houve acordo do que poderia ou não realizar no encontro, e uma das partes não cumpriu (não estou afirmando se o Paulista ou o Rúcula são os culpados), não há o que reclamar! O que está combinado, deve ser cumprido.
  4. Sobre o motivo mais polêmico, a questão de existir um show de temática LGBTQ+ dentro do evento: se os organizadores omitiram a informação, há quebra de acordo. Se o Paulista resolveu cancelar a posterior por preconceito, aí errou o Galo.

É importante deixar claro que ninguém é obrigado a fazer apologia de alguma causa, nem desrespeitá-la. Erram aqueles que pejorativamente dizem que no estádio não entram “bixas” e que evento de “viado” não pode acontecer (isso é homofobia, além dos termos grosseiros e que têm sido redigidos por aí), mas erram também os defensores da causa gay que entendem a todo custo que o clube deve ceder sua praça esportiva, mesmo a contragosto.

Se o Paulista (ou qualquer outra entidade) não deseja estar atrelado a uma bandeira (mesmo que o Rúcula não seja um evento de homossexuais, mas que contém em um 1 dos 30 shows tal tema), é direito dele! Qual a imposição que existe? Evidentemente, que a recusa seja respeitosa não por repulsa ao homossexualismo dos seus membros, mas pela não intenção de uma ação política.

O duro é ver a coisa sendo politizada! Tome para si o seguinte exemplo: um cristão que vá a Missa / Culto (que pratique sua fé) deve conviver harmoniosamente com judeus, muçulmanos, xintoístas, umbandistas ou ateus. É da cidadania isso! Não quer dizer que ele deva fazer apologia à Maomé, Buda, Ogum ou a qualquer outro ente de uma religião. Também não pode desdenhar daqueles que crêem diferente.

De tal forma, os organizadores e defensores do Rúcula devem entender que discordar de algo que não se queira estar associado não é necessariamente desrespeitar; e que o Paulista e os torcedores entendam que respeitar uma causa não é fundamentalmente promovê-la.

Enfim: independente de cor, gênero, idade ou crença, todos somos iguais! Na democracia não se pode obrigar ninguém a fazer apologia do que não se quer, nem desrespeitar o que os outros querem.

A tolerância e o não uso político é tudo nos dias de hoje, pois as pessoas estão pilhadas e fanatizadas demais em grupos “prós e contra” qualquer coisa. Mais razão e menos emoção, respeitando a todos, pois confundem informação com opinião; opção com louvação; manifestação com obrigação. Respeitemo-nos mutuamente, pois hoje ataca-se qualquer pessoa que pensa diferente. Matéria jornalística isenta vira ataque a jornalista (ops: não sou jornalista), pensamento alternativo vira inimigo da causa e, um “A” ou “B” redigido que não contente que lê, torna-se uma grita muito grande.

Uma sociedade dividida, intolerante ou que obrigue a se defender o que não se quer, sempre é mais fraca.

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– Asilo Político onde, caro Evo Morales?

Nações que apoiaram publicamente Evo Morales quando foi reeleito pela 3a vez (mudando as leis do país) e o parabenizaram quando ocorreu o 4o pleito (anulado por fraude): Rússia, Irã, Coréia do Norte, China, Venezuela e Cuba, entre outras. Mas resolveu se abrigar no México, ao lado dos Estados Unidos.

Viver em Caracas ou em Havana, onde tanto se prega a qualidade de vida e Morales (assim como outros mais radicais do Brasil) defendem como modelo, não foi seu destino. Se é amado por lá, por quê o povo não o sustentou? Aliás, a Bolívia era uma nação democrática nesse período?

Precisa perguntar mesmo? 

Chega de intolerância política e demagogia, seja de Esquerda ou de Direita. Que exista respeito e direitos no nosso país vizinho, sem capitalismo selvagem ou comunismo doentio.

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– Contra a Intolerância Religiosa, rezemos pela intercessão de São Josafá!

Hoje é dia de São Josafá, um santo ucraniano, de origem bizantina e convertido ao Catolicismo. Ele é o precursor do Ecumenismo, tão necessário para a tolerância nos dias de hoje. Foi mártire por tanto lutar pela unidade dos cristãos no Leste Europeu.

Rezemos:

– São Josafá, rogai para que a humanidade respeite seus irmãos que acreditam de maneira diferente e que possam juntos rezar por uma mesma causa: a Paz que vem do Senhor, seja Ele em qual templo for invocado. Amém”.

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– Diniz virará 2020 no São Paulo FC?

Apesar do estilo ousado de armar os times, de buscar o gol e tentar promover o futebol ofensivo e agradável, está difícil a aceitação pela de Fernando Diniz no São Paulo Futebol Clube por parte de diretores e torcida.

Apitei dois jogos dele no Votoraty (e me impressionei, pois talvez lá ele colocou as ideias de futebol-ataque em plenitude), o acompanhei no Paulista de Jundiaí (quando venceu a Copa Paulista) e assisti o seu Audax chegar ao Vice-Campeonato Paulista e sua queda na A2. 

No Brasileirão, seus trabalhos no Athlético Paranaense e Fluminense foram amados e odiados. Mas e no São Paulo?

Sinceramente, se os jogadores não mostrarem mais personalidade, não adiantará Diniz ou Guardiola. Sabemos que é mais fácil trocar o treinador do que um elenco inteiro ou a diretoria…

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– Os Pré-Adolescentes Milionários

A Precocidade do sucesso assusta: Nos EUA, surge uma nova categoria de artistas: os Adolewood, graças à “Hannah Montana” e “Harry Porter“. Não são nem adolescentes, mas a conta bancária é bem adulta.

Esses artistas infantis, hoje consagrados, representaram bem os adolescentes endinherados daquela época. Veja que curioso o que foi publicado,

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2063/artigo139361-1.htm

O PODER DA ADOLEWOOD

Astros adolescentes faturam milhões de dólares e se tornam profissionais disputados em Hollywood

por Natália Rangel

A musa teen americana Miley Cyrus, 16 anos (foto), pode não ser conhecida dos adultos. Mas entre os pré-adolescentes é uma febre. Ela é Hannah Montana, a personagem de um seriado de tevê que durante o dia frequenta uma escola como qualquer criança, mas à noite se transforma em popstar.

O sucesso do programa é tanto que se estendeu às telas dos cinemas no filme “Hannah Montana”, com estreia prevista no Brasil para o dia 12 de junho. A ascensão meteórica da atriz e cantora, descrita como uma garota precoce, voluntariosa e que acompanha cada detalhe da própria carreira, lhe valeu também o rótulo de menina mimada. Recentemente, na cerimônia de entrega do Grammy, em Los Angeles, a moça quis porque quis que Thom Yorke, vocalista da banda britânica Radiohead e de quem é grande fã, fosse visitá-la em seu camarim. Ele não foi. E ela teve uma reação nada protocolar: disse a quem quisesse escutar que iria “destruir a banda”. Recebeu um pito do ídolo. O músico afirmou que “ao crescer ela aprenderia a não ser tão pretensiosa”.

Não fica bem a uma banda de rock trocar figurinhas com uma musa teen. Mas, se Miley não tem a atenção de seu ídolo, em contrapartida possui Hollywood a seus pés. Seu novo filme estreou batendo recordes nos EUA e no Canadá: arrecadou US$ 34 milhões no feriado da Páscoa, cravando o maior faturamento já obtido nessa data pelas bilheterias americanas. Os produtos licenciados pela artista também são atualmente o carro-chefe das vendas da Disney, que saltaram de US$ 400 milhões em 2007 para US$ 2,7 bilhões em 2008 – a popularidade de Miley pesou bastante nesses resultados. Hoje, o público chamado de tween (os pré-adolescentes entre 8 e 12 anos) tem se mostrado um consumidor voraz.

Segundo a revista americana Forbes, 20 milhões de préadolescentes gastam anualmente cerca de US$ 51 bilhões e influenciam parentes e amigos a gastarem outros US$ 150 bilhões em artigos produzidos por astros adolescentes. Diante dessas somas astronômicas, antigos astros mirins como Shirley Temple, nos anos 1930, ou Macaulay Culkin, na década de 1990, parecem realmente brincadeira de criança.

Na trilha do furacão Miley, como a descreveu uma reportagem da revista americana Time, estão outros jovens artistas de uma geração milionária que foi batizada pela imprensa francesa de adolewood (fusão das palavras adolescente e Hollywood). No topo da lista está o ator inglês Daniel Radcliffe, 19 anos – é ele mesmo, o intérprete do bruxinho Harry Potter, considerado hoje, ao lado de Miley Cyrus, o artista adolescente mais valioso. Radcliffe faturou no ano passado cerca de US$ 25 milhões e estreia em 17 de julho “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, sexto episódio da série. Outros dois jovens que viraram ídolos tweens são os americanos Zac Efron e Robert Pattinson.

O primeiro, que vem sendo chamado de “o novo Tom Cruise”, apareceu com o telefilme “High School Musical”, no qual formava um par romântico com outra garota que caiu nas graças do público, Vanessa Hudgens. Mas já alçou carreira solo no filme “17 Anos Outra Vez”, com estreia prevista para 10 de julho. Pattinson despontou como o bom vampiro no filme “Crepúsculo” e já atuou também no segundo filme da série, “Lua Nova”, que entra em circuito no final do ano – ambos são baseados nos best-sellers de Stephenie Meyer. Em apenas dois anos, o seu cachê passou de US$ 8 milhões para US$ 12 milhões.

Todos esses astros aparecem na mais recente lista da revista Forbes, elaborada justamente para avaliar a popularidade dessa nova casta hollywoodiana, feita de estrelas de até 19 anos. Os dois primeiros lugares ficaram, é claro, com Miley e Radcliffe, e na terceira posição está a novata Dakota Fanning, 14 anos, que em oito de carreira já atuou em 39 produções.

Ela ficou conhecida pelo filme “Guerra dos Mundos”, de Steven Spielberg, em que contracenou com Tom Cruise, e atualmente aparece em quatro trabalhos inéditos, entre eles, “Heróis” (estreia na sexta-feira 29) e “Lua Nova”. Ganha US$ 4 milhões para atuar. No caso dos meninos do grupo Jonas Brothers, a conta dos estúdios fica mais alta, já que eles são três: os irmãos Joe, Nick e Kevin. Criadores dos hits “S.O.S.” e “Burnin’ up”, cada um com mais de um milhão e meio de downloads na internet, eles estão em turnê e passam pelo Brasil neste fim de semana com shows em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Antes de lançarem o terceiro disco, “Lines, Vines and Trying Times”, em junho, invadem os cinemas brasileiros com o filme “Jonas Brothers 3D: o Show”. Como Miley Cyrus, o trio canta, dança e atua. Ou seja: com esses amiguinhos, os pais nem precisam se preocupar com os filhos. Eles não são rebeldes e se portam na linha do politicamente correto.

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– Boa 4a feira para nós!

👊🏻 Bom dia!
Sempre alerta, animado para correr, acordando bem cedo para suar.
Vam’bora para o #cooper?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #corrida #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraDeFátima, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #Fátima #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. Hoje, com as rosas delicadas.
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅 Desperte, #Jundiaí, com suas belas cores.
Que a #QuartaFeira possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

Ótima jornada para todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby