– Viva a vida AGORA!

Esse recorte de jornal diz tudo:

– Maragogi, o Caribe Brasileiro (em 12 fotos)

Um passeio muito bom e recomendável: ir para o Nordeste e conhecer a cidade de Maragogi, em Alagoas. Compartilho nossa experiência no texto abaixo e nas doze fotos que seguem:

Com 32.000 habitantes, a população vive basicamente do Turismo, trabalhando nos diversos resorts e pousadas. Como tínhamos duas crianças (uma delas é bebê), as economias guardadas com tanto sacrifício e por muito tempo foram para o Salinas Maragogi, um All Inclused maravilhoso – em beleza e em infraestrutura. Acertamos, pois a nenê ficou febril e com a garganta inflamada, e o hotel nos deu toda a ajuda possível – levou para o Pronto Socorro local e buscou um médico para atendimento a domicílio. Bem atendida, ela voltou a sorrir e parou de vomitar.

Algo que incomodou, mas segundo o pessoal de lá é uma coisa sazonal, são as algas e pedras em determinadas praias. Especialmente às crianças, andar com “enrosco no pé” é desagradável. Mas ressalto: não foram todos os dias nem em todas as praias. Ainda assim, caso não goste, curta o hotel pois também vale a pena!

O que realmente salta aos olhos é o verde turquesa do mar. É verde em alguns trechos e depois azul infinito em outros. Sempre limpíssimas – particularmente a Praia dos Antunes, onde passeamos de caiaque.

Ali, talvez o lugar mais bacana que fomos, pois o mar se torna uma piscina natural. Melhor do que isso: acompanhado com minha filha mais velha, não há como deixar de agradecer a Deus por tal momento. 

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O por do sol nessa localidade é maravilhoso também, mas mais bonito ainda é o amanhecer. Taí nossas fotos que não nos deixam mentir!

A “menina dos olhos” da região é o passeio onde se navega 5 km mar adentro e se chega até o arrecife que divide o mar: piscinas naturais com peixes coloridos estão lá. Mas com bebê, não vá! Dá trabalho e a criança cansa. 

Entre Porto de Galinhas – PE (que é espetacular e está próximo) e Maragogi – AL, ainda prefiro a Praia dos Carneiros, em Pernambuco, entre esses dois destinos. Mas é diferença de milésimos e em alto nível, pois tudo é muito bom e vale a pena. Taí o cenário que não me deixa mentir:

Ops: apesar de não ser jabá, viajamos de Azul. Do pouco que voamos (não é costume e nem temos grana para isso), é a melhor aérea (avaliando preço da passagem, atendimento, serviço de bordo e localidade) já que embarcamos em Viracopos (que deve ser o melhor aeroporto do Brasil atualmente). Aliás, de ruim na viagem só quando passamos perto de uma nuvem assustadoramente carregada e que víamos os raios brilhando:

Fora isso, nada a reclamar e somente a agradecer! Até pude relaxar em meu “bote”… Aqui foram poucos, mas eternos minutos em alto mar.

Sendo assim, que todos tenham a oportunidade de fazer um passeio desses! Bye-bye!

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Em tempo: qual o próximo destino? Sabemos lá onde e quando… tomara que em breve.

– Adriano Imperador não teria ainda alguma chance no futebol?

Poucas vezes li um texto tão perfeito quanto o que penso como o de Luiz Fernando Gomes, escrito no jornal Lance deste domingo (pg 24, 30/12/2018). Ele fala sobre o “fim de carreira” do Imperador que já não joga mais.

Pobre Adriano, o atacante que parou cedo e jogou sua carreira profissional fora. Vale a pena ler:

O IMPERADOR DA PENHA

Adriano mostrou que o futebol, definitivamente, não faz mais parte de sua vida

No campo havia três gerações de talentos. De Zico, Tita, Adílio, Mozer e Junior, heróis daquele espetacular Flamengo dos anos 80, à juventude de Vinicius Junior e Lucas Paquetá que começam a pavimentar na Europa trajetórias que têm tudo para se tornarem histórias de sucesso.

Mas, entre craques do passado, do presente e do futuro uma atuação em particular chamou a atenção no Jogo das Estrelas. Aos 36 anos, em uma idade que ainda poderia estar exibindo todo o seu talento em um grande clube daqui ou de fora, o imperador Adriano mostrou que o futebol, definitivamente, não faz mais parte de sua vida.

Por favor, vamos esquecer de vez essa história de que ele pode voltar a jogar. Vamos deixar de lado essas especulações que a cada início de temporada ressurgem na mídia. Adriano não dá mais, como ficou claro na quinta feira, nem para jogar pelada. O que dirá para vestir profissionalmente a camisa de algum time.O carinho da torcida por ele – especialmente dos rubro-negros – continua o mesmo. A cada vez que tocava na bola, nas poucas vezes em que o fez, era ruidosamente saudado pelas arquibancadas do Maracanã. Um reconhecimento nada mais justo para quem foi decisivo, ajudou o clube a conquistar seu último Brasileirão, em 2009 quando comandou a surpreendente arrancada final ao lado do genial Petkovic, outro aliás que abrilhantou, com seu toque refinado, a festa de Zico.

Mas a reverência da torcida foi só o que lembrou o passado vencedor do Imperador. As pernas não respondem mais, o gol perdido com a meta escancarada, a queda patética ao chão quando tentou dar um passe de letra foram os sinais mais evidentes do ocaso. Mas não os únicos: as mãos cobrindo o rosto a cada jogada errada e o mau humor com que recebeu a brincadeira do comentarista Alex Escobar que queria presenteá-lo com a camisa do Inacreditável FC mostram que mesmo num jogo de brincadeira, em que todos se divertiam, Adriano sofria com a bola e por causa da bola.

Adriano teve e tem tudo o que quis. Muito rapidamente conquistou na Europa a fama, a riqueza, carros, mulheres e todo tipo de luxos. Sobre ele, em defesa dele, em uma das inúmeras vezes em que chutou o balde na carreira, Pelé lembrou que era, naqueles tempos, apenas um menino de quem não se podia exigir a maturidade de um homem feito. O imperador ganhou em dois ou três anos na Itália o que o Rei levou anos suando a camisa para acumular. E isso lhe foi fatal, o fez, na prática, desistir muito cedo do futebol, perder a graça de jogar, se desestimular. Não foi o único, não será o último.

Adriano não joga desde 2014 quando o Athletico-PR fez a última aposta em sua recuperação. Não deu certo. Atuou apenas quatro vezes, três pela Libertadores e uma pelo campeonato Paranaense. Balançou a rede uma única vez. E nem vale tratar depois disso da experiência quase amadora no Miami United em 2016. Sua carreira de alto nível, na verdade, terminou bem antes, em 2010, quando deixou o Flamengo, As passagens que se sucederam, pela Roma e o Corinthians, onde chegou carregado de expectativas, foram pífias tanto nos números (oito jogos em cada um e apenas três gols marcados) quanto no desempenho físico e técnico.

Não consta que o mau estado de espírito que demonstrou no Jogo das Estrelas seja a tônica do comportamento cotidiano de Adriano. Ao contrário, muito já se falou da felicidade que ele exibe quando está descontraído e longe dos holofotes, no seu habitat de origem, a Vila Cruzeiro, cercado de amigos – e, convenhamos, também falsos amigos. Por mais que essas relações já lhe tenham trazido problemas, inclusive com a polícia.

O que fica claro é que o império de Adriano, onde ele quer reinar, não é mais o Maracanã, mas a comunidade da Penha. Os rolés de moto, as rodas de pagode, os bailes funks, as mesas das biroscas valem muito mais do que a rotina de treinos, concentrações, horas a bordo de aviões de um canto a outro do Brasil. E ele tem todo direito de pensar assim. Sempre, aliás, teve o direito de fazer suas escolhas e lidar com seu futuro. Esqueçam, portanto, de Adriano. Ou melhor, que se cultive na memória o que ele foi, sua técnica, sua força, seus gols, seus títulos. É muita coisa. É o que nos resta!

Feliz 2019, leitores.

Adriano participou do Jogos das Estrelas de Zico no Maracanã (Foto: Celso Pupo/Fotoarena)

Adriano participou do Jogos das Estrelas de Zico no Maracanã (Foto: Celso Pupo/Fotoarena)

Foto: Lance!

– E quando não existia a Internet em nossas vidas?

Ouço que em um levantamento da ONU registrou-se que no Brasil há 98 milhões de pessoas que não acessam a Internet. É mais ou menos a metade da população do país. A maioria por serem “analfabetos digitais”.

A comodidade da Internet nos ajuda (E MUITO), mas há 20 anos o acesso eram ínfimoHá 30 anos ela nem existia por aqui.

Criamos a necessidade de ter Internet, pois quando não a tínhamos, não sentíamos falta (ou achávamos isso). Idem ao telefone celular. Idem nossos antepassados com a energia elétrica. E é esse o ciclo das necessidades.

Enfim: precisamos da Internet no dia-a-dia, só que não podemos nos fazermos reféns dela!

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– Klopp e Guardiola: gênios!

No meu ranking “particular”, Pep Guardiola é o melhor treinador do mundo em atividade (pelos títulos e feitos acumulados). Mas neste momento, Jurgen Klopp está se saindo melhor do que ele. Não que Guardiola tenha perdido a mão, pois são dois Titãs em campo. Mas o que está jogando bola o Liverpool… o próprio Pep disse que o adversário é o melhor time do mundo na atualidade”.

Então ficamos assim: Guardiola é melhor do que Klopp no todo da história; Klopp está melhor do que Guardiola no atual estágio. O alemão terá superado o catalão quando ambos tiverem encerrado a carreira e fazerem um balanço de ambos?

Outra coisa: qual o segredo para o Roberto Firmino jogar tanta bola na Inglaterra e talvez não aparecer no mesmo ritmo na Seleção Brasileira?

Obs: Enquanto isso, Mourinho fica assistindo os dois treinadores vencerem enquanto está desempregado. O que aconteceu com o também genial (mas polêmico) Special One? Mas lembremo-nos: ele assiste os adversários sentado nos seus sacos de euros e dólares…

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– Exame de Consciência de Final de Ano

Um puxão de orelha necessário! É isso que penso ao ler esse texto escrito pelo Papa Bento XVI, em sua última homilia de Natal:

Estamos completamente repletos de nós mesmos, sem tempo e espaço suficientes para Deus, para as crianças e para os pobres”.

Tem ou não razão? Ótimo para refletirmos nesse final de ano…

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– Alexandre Frota e as transformações morais da vida!

Eu não votei nele, não tenho simpatia pelo seu trabalho ou interesse nas coisas que ele faz. Mas fiquei impressionado com o depoimento do agora deputado Alexandre Frota sobre o uso das DROGAS.

Recentemente, Frota foi perguntado sobre as críticas que seu filho (que mora na Bélgica e não tem bom relacionamento com ele) fez contra sua atividade de ator pornográfico e dependência química. E a resposta foi contundente! Disse que há 13 anos não usa narcóticos, não fuma cigarros ou bebe qualquer substância alcoólica, e testemunhou (aqui me deixou de olhos arregalados) como foi a luta para “conseguir estar limpo”.

Àqueles que defendem o uso das drogas, vale ouvir atentamente!

Assista o depoimento a partir do minuto 15’01” até o 20’09”em: https://www.youtube.com/watch?v=E5f6Sy2I5fY

– Um bom domingo que começa bonito!

Rapidinho, pois é final de ano: o que é mais bonito…

  • O amanhecer na Serra do Japi?

  • As roseiras clicadas sem filtro algum?

Não importa. O importante é a beleza da natureza inspirando nosso dia, fotografada logo cedo neste dia 30 nestes dois retratos.

Ótimo descanso a todos – ou ótimo trabalho, para quem ainda está na labuta em 2018 (E não esqueça: hoje é dia da Sagrada Família, celebração católica na qual pedimos a Deus as virtudes para que as nossas famílias sejam como a de Nazaré – Jesus, Maria e José)!