– O Dr Felicidade e as dicas para ser feliz!

Já pensou existir um PhD em Felicidade, e que trabalha numa das principais universidades do mundo?

Ele existe e nos dá uma boa dica para evitar a infelicidade, os vícios! E alerta: “O maior vício do mundo atual não é o álcool, as drogas nem o jogo: é a tela do celular.”

Extraído de: https://www.metrojornal.com.br/colunistas/2018/12/17/tal-ben-shahar-o-professor-de-harvard-que-ensina-ser-feliz.html

TAL BEN-SHAHAR, O PROFESSOR DE HARVARD QUE ENSINA A SER FELIZ!

por Angélica Banhara

Ele se formou em Psicologia e Filosofia pela Universidade de Harvard (EUA) e lá conduziu seus estudos até se tornar PhD. Mas a fama veio mesmo quando seu curso de Psicologia Positiva passou a figurar entre os mais concorridos de Harvard. O israelense Tal Ben-Shahar esteve dias atrás no Brasil para palestrar no workshop Positive Experience, organizado pela Sociedade Brasileira de Coaching. Autor de vários livros sobre positividade e felicidade, inclusive o best-seller do The New York Times Seja Mais Feliz, Ben-Shahar dá algumas dicas para serem colocadas em prática hoje.

1. Deixe a infelicidade entrar

Se permita ser real, humano. Você não precisa estar feliz o tempo todo. “Quando negamos as emoções dolorosas e negativas — que são naturais, elas se intensificam”, diz Ben-Shahar. Os sentimentos — raiva, angústia, ansiedade — existem independentemente da nossa vontade. Aceitar esses sentimentos não significa se resignar, pois nós decidimos que atitude tomar a partir dessas emoções.

“Coragem não significa não ter medo. Significa ter medo e seguir em frente apesar disso”, conclui.

Dica de Ben-Sahar: “Precisamos ter uma espaço na nossa vida para sermos autênticos e realistas, deixando que as emoções ‘passem’. Do contrário, acabamos comprometendo nossa felicidade, saúde e corremos o risco de um ‘burnout’ (crise de esgotamento físico e mental)”.

2. Aprenda a lidar com o estresse

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), vivemos uma pandemia de estresse no mundo todo. O estresse prejudica a criatividade e a produtividade no trabalho e desencadeia doenças crônicas, como problemas cardíacos, hipertensão, diabetes e até câncer.

Por que o estresse está aumentando tanto? Estamos sobrecarregados, tentando fazer um malabarismo, acumulando muitas coisas ao mesmo tempo.
Ben-Shahar aponta que a descoberta mais relevante dos últimos 20 anos é que: o estresse não é o problema. Ele tem um potencial positivo e faz parte do sistema de defesa do nosso organismo.

O problema é a falta de tempo de recuperação entre os momentos de estresse — fundamental para o equilíbrio físico e mental.

O ser humano tem total capacidade de lidar com o estresse, desde que ele seja intercalado pelos momentos de recuperação.

“ As pessoas mais bem sucedidas, mais saudáveis e mais felizes experimentam o estresse como todos nós, mas encaixam momentos para recuperação na rotina estressante. Esses intervalos entre as situações estressantes têm a função de reenergizar a nossa vida”, afirma o professor.

Há 3 níveis de “recuperação” do estresse:

A – Nível micro

Tirar de 10 a 15 minutos para meditar, tomar um café ou apenas caminhar.

Ir à academia com regularidade.

Sair com amigos ou com a família. Nessas situações, o celular deve ficar na bolsa (nada de ficar olhando ou digitando).

(Dica: durante o expediente, a cada 2 horas, pare por um minuto e respire lenta e profundamente. Inspire contando até 5 e expire no mesmo tempo.)

B- Nível intermediário

Ter uma boa noite de sono. Para quem sofre com insônia: só o fato de estar na cama, deitado e relaxado, já tem efeito positivo na recuperação.

Aproveitar o fim de semana para descansar, viajar ou fazer programas com a família ou amigos.

Tirar um dia de folga de vez em quando.

     (“As pesquisas mostram que quem tira um dia de folga ou tem uma boa noite de sono fica mais criativo, produtivo e feliz”, diz Ben-Sahar).

C – Nível macro

Viajar de férias, pelo menos por uma semana.

      (“São nesses momentos de descanso que atingimos nosso potencial de saúde e felicidade.”)

3. Valorize os relacionamentos

“Este é o indicador número 1 da felicidade e da saúde: as pessoas que investem em seus relacionamentos são mais saudáveis e mais felizes”, declara Ben-Shahar.
E vale todo tipo relacionamento: romântico, familiar, de amizade, profissional…

O professor afirma que, com o surgimento das mídias sociais, o relacionamento entre as pessoas acabou prejudicado. O problema não são as mídias em si, mas seu uso excessivo.

“O maior vício do mundo atual não é o álcool, as drogas nem o jogo: é a tela do celular.”

Os relacionamentos virtuais não substituem o olho no olho, os relacionamentos pessoais.
Quando não desgrudamos do celular, deixamos de aprimorar nosso foco, engajamento e empatia, qualidades fundamentais tanto na vida pessoal como na profissional.

E conclui citando um estudo realizado em parceria pelas universidades de Harvard e Columbia que mostra que, quando fazemos algo bom para o outro, isso traz benefícios para nós mesmos e para todos ao nosso redor.

No estudo foram selecionados dois grupos de participantes: ambos tiveram seus níveis de felicidade mensurados.

O grupo 1 recebeu uma quantia em dinheiro para ser gasto com qualquer coisa que desejassem: um presente para si mesmo. Depois das compras, os níveis de felicidade foram mensurados e tinham aumentado.
No dia seguinte, essas pessoas foram novamente avaliadas. Os níveis de felicidade voltaram para os anteriores à compra.

Na segunda parte da pesquisa, o grupo 2 recebeu a mesma quantia de dinheiro que o primeiro grupo, mas foi orientado a gastar com os outros doando para uma instituição de caridade, comprando presentes para amigos e familiares… Depois das compras, os níveis de felicidade foram mensurados e tinham aumentado tanto quanto os do primeiro grupo.

A diferença foi que, no dia seguinte, quando essas pessoas foram novamente avaliadas, os níveis de felicidade tinham diminuído um pouco, mas estavam significantemente maiores do que os do grupo 1. Conclusão: doar é receber…

Coluna AngélicaO professor Ben-Shahar e eu durante sua passagem por São Paulo
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– Experiência ou Estudo: o que vale mais para os profissionais?

Um dilema cada vez maior em nossos dias: a prática profissional ou a formação acadêmica – O que seria mais importante?

Vale a discussão, abaixo, extraído de FSP, 10/12/2017, Caderno Carreiras, C2.

O QUE VALE MAIS: HABILIDADE OU DIPLOMA?

Declaração de empresário embasa discussão sobre o peso da graduação e de especializações versus experiência e competência

Por Cris Olivette

Enquanto muitos profissionais consideram que ter uma coleção de diplomas garante sucesso na carreira, o dono da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, diz que as habilidades devem ser levadas mais em consideração do que os diplomas, na hora de contratar profissionais.

A afirmação de Musk, segundo o especialista em recuperação de empresas, Flávio Ítavo, é verdadeira quando se refere a necessidade de contratar pessoas experientes para exercer uma tarefa complexa.

“Não é verdadeira quando falamos em profissionais em início de carreira. Para esses, o diploma continua sendo importante. No meu caso, por exemplo, quando sou contratado como consultor, as empresas olham para aquilo que já realizei. Elas não vão se preocupar em olhar em qual faculdade me formei há 30 anos e quais especializações eu tenho”, diz.

Presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil), Elaine Saad concorda com ele. “Para contratar alguém no início de carreira, as companhias usam o diploma como parâmetro de avaliação. Os RHs partem do principio que a pessoa que tem aquele diploma passou por aulas e provas sobre o assunto. Isso não significa que alguém sem nível universitário não tenha o seu valor.”

Segundo ela, as pessoas escolhem as profissões e depois caminham na vida profissional não necessariamente dentro da carreira escolhida, e isso ocorre por dois motivos: ou porque o trabalho a direciona para outro lado, ou porque não encontram oportunidade na área.

Elaine diz que na maioria das vezes, o que se aprende na faculdade vai ficando para trás e passa a prevalecer a atividade que a pessoa faz no dia a dia.

“Para mim, o diploma não deixou de ser importante, porque o estudo na universidade tem duas funções: estimular a capacidade cognitiva e ajudar as pessoas a se manterem atualizadas. Porém, diploma não garante que o profissional permaneça em uma companhia, ou tenha sucesso no que faz. Só estudar não capacita para o sucesso no mundo corporativo.”

Ela considera que os dois aspectos são complementares. “Conforme o momento de carreira, é possível ao RH identificar as habilidades de um candidato por meio de uma série de metodologias, que buscam a evidência do que ele está falando.”

Diretora de RH e Marketing da Manpower Group Brasil, Márcia Almström diz que o mundo está muito mais prático do que teórico. “Hoje, ter um diploma de nível superior não é sinônimo de empregabilidade. Quando pesquisamos o mercado, observamos que as demandas surgem nas áreas muito mais técnicas e especialistas. Essas qualificações têm sido as que têm gerado mais empregos”, conta.

Segundo ela, a experiência prática passou a ser um fator de inserção do jovem no mercado de trabalho. “Participamos de discussões com o MEC e representantes de vários países sobre como inserir o jovem no mercado de trabalho. Nossa contribuição para essa discussão foi a pesquisa que fizemos sobre Escassez de Talento, que aponta que há falta de talento na área técnica. E aonde tem escassez tem oportunidade de trabalho. É um desafio para as empresas, mas uma oportunidade para as pessoas. Por isso, o MEC alterou o currículo do ensino médio para oferecer formação técnica”, conta.

Márcia diz que a pesquisa feita pela Manpower aponta que o terceiro fator de maior dificuldade das empresas em preencher as vagas é a falta de experiência prática. “O que mostra o peso de se ter experiência efetiva. É indiscutível o quanto a experiência prática tem valor no currículo e na competitividade das pessoas.”

Habilidades. Ela afirma que a habilidade significa desenvolver uma expertise, o que é oferecido pelo curso técnico. “Diferentemente do curso superior, que qualifica a pessoa como médico, advogado etc. Mas esse profissional não é especialista, é generalista. Habilidade é o fazer técnico. A formação superior oferece competência.”

Elaine diz que entre as habilidades mais valorizadas pelo mercado estão: capacidade de resolver problemas e transformar uma questão complexa em algo mais simples; facilidade de comunicação e de perceber como se comunica e como o outro compreende de maneira efetiva; iniciativa; ambição – saber aonde quer chegar; capacidade de se conhecer e de entender como funciona e o impacto que causa em outras pessoas; capacidade de compreender o contexto onde está inserido; e percepção dos diferentes perfis de pessoas.

“Tem uma série de habilidades com as quais algumas pessoas já nascem e outras podem ser aprendidas, como a autoestima, que é um atributo bastante importante”, diz Elaine.

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– A Moda é se drogar cheirando Cacau! Onde nossa sociedade chegará…

Há estúpidos para tudo neste mundo. Você sabia que a “droga da moda” no Hemisfério Norte é o Cacau em Pó?

Por que não se curte a vida de maneira sóbria? é muito mais proveitoso…

Extraído de: https://www.metropoles.com/mundo/cacau-em-po-e-a-droga-da-vez-nas-festas-de-musica-eletronica

CACAU EM PÓ É A DROGA DA VEZ NAS FESTAS DE MÚSICA ELETRÔNICA

Moda tem se espalhado por raves na Europa e nos EUA. Dois compostos químicos são responsáveis pela sensação de “barato”

Por Carolina Samorano

Um novo tipo de “barato” tem inebriado jovens nas baladas. A sensação de bem-estar não vem da cocaína, do ecstasy ou de outros alucinógenos sintéticos. A “droga” é natural e há tempos já vem sendo usada com sucesso para rebater sintomas mais amenos de desânimo e tristeza: cacau.

Segundo a revista Veja publicou na sua edição impressa, cheirar cacau em pó é uma modinha que tem se espalhado pelas festas de música eletrônica na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, começa agora a ganhar adeptos.

Embora seja natural, especialistas consultados pela publicação aconselham cautela no uso do cacau. A teobromina pode provocar queda de pressão arterial e a feniletilamina pode ter relação com transtornos de ansiedade. Como o consumo pelo nariz elimina o processo de digestão, o cacau cai diretamente na corrente sanguínea, o que potencializa os efeitos ruins do fruto.

Na Europa, os “usuários” do cacau já contam até com um aparato para facilitar a inalação. O chocolatier belga Dominique Persone criou um aparato que arremessa o pó nas narinas. Batizado de “chocolate shooter” (ou “atirador de chocolate”, em português), ele cabe no bolso e custa cerca de R$ 175. “Começou como uma brincadeira numa festa e hoje virou um sucesso”, ele disse à revista.

As sensações boas desencadeadas pelo pó marrom duram cerca de 30 minutos e têm explicação científica: o fruto moído tem dois compostos estimulantes. Um deles é a teobromina, que tem efeito semelhante ao da cafeína. O outro, chamado de feniletilamina, estimula o cérebro a produzir endorfina, hormônio ligado à sensação de prazer.

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– Mulheres que vão à Luta!

Muito bacana: essa matéria que compartilho abaixo retrata o quanto as mulheres que chegam aos 40 anos podem (e devem) encarar novas conquistas profissionais e pessoais.

Extraído de: http://ow.ly/2PVs30du5pg

AOS 40 ANOS, ELAS SÃO JOVENS E TÊM PIQUE PARA ENCARAR OS DESAFIOS

“O motor é de um fusca 1974, mas a carcaça, de um Santana 1985, quatro portas e com vidros elétricos”. É desta maneira que Liliane Rossi se define. Cheia de bom humor, a jornalista de 42 anos é uma representante das mulheres que adotaram um novo comportamento social e hoje envelhecem com mais saúde, além de aparentarem ter menos idade do que realmente têm.

Lili, como é conhecida, treina muay thai de três a quatro vezes por semana e se preocupa com a alimentação. “Tenho meus cuidados com tudo o que como, principalmente durante a semana, mas sem ser radical (também tomo a minha cervejinha). E tudo isso, inclusive a atividade física, é muito importante para o meu futuro”, declara.

Casada com um homem 13 anos mais novo, Lili considera-se realizada em sua profissão e diz que, inicialmente, encontrou no esporte a solução para emagrecer. “A atividade física traz um prazer tão grande que me fez continuar, mesmo depois de chegar ao peso ideal. Meu objetivo mudou, quero qualidade de vida”, conta Lili, que acredita que o grande segredo para “superar a idade” é aceitar as mudanças.

Raquel Agnello, 40 anos, é casada e tem um casal de filhos. Psicóloga, ela tem uma alimentação moderada pela saúde e é vegetariana por opção. Raquel acha que hoje as mulheres têm escolha de vida. “Conheço mulheres que abrem mão de tudo para cuidar da casa e dos filhos e outras que seguem um caminho diferente. O mais importante, no entanto, é que podemos escolher qual tipo de vida queremos”, afirma Raquel, que quase todos os dias pratica pilates ou dança.

EQUILÍBRIO
O equilíbrio entre exercício físico, dieta e disciplina é a solução para a fisioterapeuta Ana Paula Pieroni suportar sua rotina “com sucesso e alegria”. Aos 41 anos, Ana atribui seu ganho de vigor e disposição a essa combinação. “Com certeza é devido ao meu estilo de vida ponderado, que é uma forma de ter atenção comigo mesma sem deixar de lado a família”, explica Ana que também é mãe de dois filhos. “Sinto-me com muito mais ânimo e mais bonita, se comparada aos meus 20 anos”, analisa.

FALTA DE TEMPO?
“Dá para conciliar tudo, sim. Acho que dizer que não tem tempo é uma desculpa”. É o que afirma Priscila Marchi, 40 anos. A microempresária é casada, tem filho de 20 anos e, desde os 12, pratica atividade física em academias. Com o passar dos anos, Priscila adequou sua alimentação e garante que melhorou em todos os aspectos.

“Academia traz melhorias para o corpo, mente e alma”, declara Priscila, acrescentando que o sono é fator para acordar muito mais disposta. Para ela, manter-se ativa é o caminho para não aparentar e, principalmente, não se sentir com a idade do documento.

“Levo uma vida totalmente diferente da minha mãe”, é o que diz Fernanda Gonçalves, 41 anos. Mãe de dois filhos, Fernanda optou por se cuidar logo depois que se formou como odontologista e teve que se adaptar com o nascimento do primeiro filho.

Segundo ela, é perfeitamente possível trabalhar fora, atualizar-se dentro da profissão (atualmente Fernanda estuda para se especializar, pela segunda vez, em mais um segmento da odontologia), dar atenção a si mesma e ter uma família, apesar de ser uma tarefa “pesada”, já que “as prioridades de momento acabam não deixando com que realize tudo da maneira como gostaria”.

Divorciada há pouco mais que um ano, Fernanda conta que o fato de se cuidar trouxe problemas ao casamento. “Gerava ciúme, sim. Todo homem gosta de ter uma mulher bonita, mas a quer só para si, não quer que os outros olhem etc.”, observa.

A psicóloga Luciana Minelli acredita, de um modo geral, que todos “nós vamos envelhecer com mais saúde e aparência jovial”, pelos avanços da medicina. Mas, para ela, é o acesso à informação que faz com que a mulher, hoje com 40 anos, diferencie-se.

“É dessa forma que as mulheres conseguem buscar qualidade de vida”, diz Luciana. Se, por um lado, a informação facilita, por outro, ela gera competitividade. “Uma mulher de 40, atualmente, está no ápice da carreira profissional e possui um sentimento de conquista, de busca por melhorias de função, e tudo isso gera o estresse, a pressão”, analisa.

A solução, então, pode ser encontrada numa atividade física ou em se valorizar de alguma maneira. Segundo Luciana, essas mulheres precisam, no entanto, adequar valores. “Elas entram em conflito entre o que aprenderam e o que a sociedade contemporânea estabeleceu. Entretanto, essa mulher é muito bem-sucedida em tudo o que se propõe a fazer até porque a idade, mesmo que pequena, traz segurança e um nível de experiência interessante”, finaliza.

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– E que seja muito / big / super / hiper / mega / ótima semana!

Seja com o infinito do céu, a graça do Alto ou o encanto das flores, tenhamos todos nós uma ótima semana! Em 3 belos cliques, pois “fotografia é nosso hobby”:

1 – Curtindo a beleza do amanhecer:

2 – Rezando com a Virgem Maria:

3 – Contemplando as cores vibrantes das flores:

Uma segunda-feira maravilhosa para todos nós!