– Experiência ou Estudo: o que vale mais para os profissionais?

Um dilema cada vez maior em nossos dias: a prática profissional ou a formação acadêmica – O que seria mais importante?

Vale a discussão, abaixo, extraído de FSP, 10/12/2017, Caderno Carreiras, C2.

O QUE VALE MAIS: HABILIDADE OU DIPLOMA?

Declaração de empresário embasa discussão sobre o peso da graduação e de especializações versus experiência e competência

Por Cris Olivette

Enquanto muitos profissionais consideram que ter uma coleção de diplomas garante sucesso na carreira, o dono da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, diz que as habilidades devem ser levadas mais em consideração do que os diplomas, na hora de contratar profissionais.

A afirmação de Musk, segundo o especialista em recuperação de empresas, Flávio Ítavo, é verdadeira quando se refere a necessidade de contratar pessoas experientes para exercer uma tarefa complexa.

“Não é verdadeira quando falamos em profissionais em início de carreira. Para esses, o diploma continua sendo importante. No meu caso, por exemplo, quando sou contratado como consultor, as empresas olham para aquilo que já realizei. Elas não vão se preocupar em olhar em qual faculdade me formei há 30 anos e quais especializações eu tenho”, diz.

Presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil), Elaine Saad concorda com ele. “Para contratar alguém no início de carreira, as companhias usam o diploma como parâmetro de avaliação. Os RHs partem do principio que a pessoa que tem aquele diploma passou por aulas e provas sobre o assunto. Isso não significa que alguém sem nível universitário não tenha o seu valor.”

Segundo ela, as pessoas escolhem as profissões e depois caminham na vida profissional não necessariamente dentro da carreira escolhida, e isso ocorre por dois motivos: ou porque o trabalho a direciona para outro lado, ou porque não encontram oportunidade na área.

Elaine diz que na maioria das vezes, o que se aprende na faculdade vai ficando para trás e passa a prevalecer a atividade que a pessoa faz no dia a dia.

“Para mim, o diploma não deixou de ser importante, porque o estudo na universidade tem duas funções: estimular a capacidade cognitiva e ajudar as pessoas a se manterem atualizadas. Porém, diploma não garante que o profissional permaneça em uma companhia, ou tenha sucesso no que faz. Só estudar não capacita para o sucesso no mundo corporativo.”

Ela considera que os dois aspectos são complementares. “Conforme o momento de carreira, é possível ao RH identificar as habilidades de um candidato por meio de uma série de metodologias, que buscam a evidência do que ele está falando.”

Diretora de RH e Marketing da Manpower Group Brasil, Márcia Almström diz que o mundo está muito mais prático do que teórico. “Hoje, ter um diploma de nível superior não é sinônimo de empregabilidade. Quando pesquisamos o mercado, observamos que as demandas surgem nas áreas muito mais técnicas e especialistas. Essas qualificações têm sido as que têm gerado mais empregos”, conta.

Segundo ela, a experiência prática passou a ser um fator de inserção do jovem no mercado de trabalho. “Participamos de discussões com o MEC e representantes de vários países sobre como inserir o jovem no mercado de trabalho. Nossa contribuição para essa discussão foi a pesquisa que fizemos sobre Escassez de Talento, que aponta que há falta de talento na área técnica. E aonde tem escassez tem oportunidade de trabalho. É um desafio para as empresas, mas uma oportunidade para as pessoas. Por isso, o MEC alterou o currículo do ensino médio para oferecer formação técnica”, conta.

Márcia diz que a pesquisa feita pela Manpower aponta que o terceiro fator de maior dificuldade das empresas em preencher as vagas é a falta de experiência prática. “O que mostra o peso de se ter experiência efetiva. É indiscutível o quanto a experiência prática tem valor no currículo e na competitividade das pessoas.”

Habilidades. Ela afirma que a habilidade significa desenvolver uma expertise, o que é oferecido pelo curso técnico. “Diferentemente do curso superior, que qualifica a pessoa como médico, advogado etc. Mas esse profissional não é especialista, é generalista. Habilidade é o fazer técnico. A formação superior oferece competência.”

Elaine diz que entre as habilidades mais valorizadas pelo mercado estão: capacidade de resolver problemas e transformar uma questão complexa em algo mais simples; facilidade de comunicação e de perceber como se comunica e como o outro compreende de maneira efetiva; iniciativa; ambição – saber aonde quer chegar; capacidade de se conhecer e de entender como funciona e o impacto que causa em outras pessoas; capacidade de compreender o contexto onde está inserido; e percepção dos diferentes perfis de pessoas.

“Tem uma série de habilidades com as quais algumas pessoas já nascem e outras podem ser aprendidas, como a autoestima, que é um atributo bastante importante”, diz Elaine.

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– A Moda é se drogar cheirando Cacau! Onde nossa sociedade chegará…

Há estúpidos para tudo neste mundo. Você sabia que a “droga da moda” no Hemisfério Norte é o Cacau em Pó?

Por que não se curte a vida de maneira sóbria? é muito mais proveitoso…

Extraído de: https://www.metropoles.com/mundo/cacau-em-po-e-a-droga-da-vez-nas-festas-de-musica-eletronica

CACAU EM PÓ É A DROGA DA VEZ NAS FESTAS DE MÚSICA ELETRÔNICA

Moda tem se espalhado por raves na Europa e nos EUA. Dois compostos químicos são responsáveis pela sensação de “barato”

Por Carolina Samorano

Um novo tipo de “barato” tem inebriado jovens nas baladas. A sensação de bem-estar não vem da cocaína, do ecstasy ou de outros alucinógenos sintéticos. A “droga” é natural e há tempos já vem sendo usada com sucesso para rebater sintomas mais amenos de desânimo e tristeza: cacau.

Segundo a revista Veja publicou na sua edição impressa, cheirar cacau em pó é uma modinha que tem se espalhado pelas festas de música eletrônica na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, começa agora a ganhar adeptos.

Embora seja natural, especialistas consultados pela publicação aconselham cautela no uso do cacau. A teobromina pode provocar queda de pressão arterial e a feniletilamina pode ter relação com transtornos de ansiedade. Como o consumo pelo nariz elimina o processo de digestão, o cacau cai diretamente na corrente sanguínea, o que potencializa os efeitos ruins do fruto.

Na Europa, os “usuários” do cacau já contam até com um aparato para facilitar a inalação. O chocolatier belga Dominique Persone criou um aparato que arremessa o pó nas narinas. Batizado de “chocolate shooter” (ou “atirador de chocolate”, em português), ele cabe no bolso e custa cerca de R$ 175. “Começou como uma brincadeira numa festa e hoje virou um sucesso”, ele disse à revista.

As sensações boas desencadeadas pelo pó marrom duram cerca de 30 minutos e têm explicação científica: o fruto moído tem dois compostos estimulantes. Um deles é a teobromina, que tem efeito semelhante ao da cafeína. O outro, chamado de feniletilamina, estimula o cérebro a produzir endorfina, hormônio ligado à sensação de prazer.

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– E que seja muito / big / super / hiper / mega / ótima semana!

Seja com o infinito do céu, a graça do Alto ou o encanto das flores, tenhamos todos nós uma ótima semana! Em 3 belos cliques, pois “fotografia é nosso hobby”:

1 – Curtindo a beleza do amanhecer:

2 – Rezando com a Virgem Maria:

3 – Contemplando as cores vibrantes das flores:

Uma segunda-feira maravilhosa para todos nós!