– Educar (e Sonhar) é Preciso!

NASA?
ONU?
INFINITO IMAGINÁRIO?
Não importa. O que vale é sempre manter-se sonhando e aprendendo!

Que minha Marininha não esqueça nunca desse momento tão marcante. Ela, e todas as crianças desse evento maravilhoso!

3a Mostra Cultural “Eu no Mundo”, Tato Ecolégio, 08.12.2018

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#Educação #Ciência #Conhecimento #Descoberta #Crianças #Escola #Sonho #Aprendizado

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– O Custo de um Menor na Fundação Casa

Sou do tempo em que se chamava “presídio de menor de idade” pela alcunha de FEBEM (Fundação Estadual do Bem Estar do Menor). Hoje, é a Fundação Casa.

Tal entidade deveria ser uma instituição recuperativa de menores, mas sabemos que a questão educacional, infelizmente, fica em segundo plano.

Nesses tempos de discussão, surgiu um número que é real: cada interno custa R$ 11.500,00 para os cofres públicos!

Não era melhor investir em escola? Com Educação, não precisaríamos de tanta “FEBEM”…

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– O Dogma de Nossa Senhora da Conceição

Por EVA, o pecado simbolicamente entrou no mundo.

Mas eis que o anjo disse AVE, CHEIA DE GRAÇA (…)! E Deus, pelas suas palavras angelicais, revela que uma virgem, concebida sem pecado, geraria o Salvador!

A Virgem? Maria, a Imaculada Conceição! E é a respeito desse dogma de fé que celebramos hoje: o de que Maria de Nazaré nasceu sem pecado para gerar Jesus Cristo.

Abaixo,

extraído de: https://formacao.cancaonova.com/igreja/doutrina/dogma-da-imaculada-conceicao-de-maria/

O DOGMA DA IMACULADA CONCEIÇÃO

O Papa Pio IX, no dia 08 de dezembro de 1854, juntamente com 54 cardeais, 43 Arcebispos, 100 Bispos e mais de 50 mil romeiros, que vieram do mundo todo, declarou a Bula “INEFFABILIS DEUS” , que traz o seguinte dogma:

“É de Deus revelada a Doutrina que sustenta que a Virgem, Bem-Aventurada Maria, no primeiro instante de sua conceição (nascimento), por singular Graça e privilégio do Deus Onipotente, em vistas dos méritos de Jesus Cristo, o Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, e dessa maneira deve ser crida por todos os fiéis”.

Desde este dia, os Católicos passaram a acreditar que Maria nasceu Imaculada, quer dizer, sem mácula, sem mancha, sem pecado, não tendo herdado o pecado de Adão, como todos os outros herdamos.

O Dogma ainda fala que a Bem-aventurada Virgem Maria, desde o primeiro instante de sua concepção, foi preservada do pecado original. Um privilégio dado por Deus por causa do seu divino Filho.

O dogma aponta para dois pontos importantes:

a) a Virgem Santíssima foi preservada do pecado original desde o princípio de sua concepção;
b) a Virgem Santíssima recebeu este privilégio, apesar de humana, por causa de Jesus Cristo, gerado em seu ventre.

Depois de 3 anos dessa solene proclamação, no dia 11 de agosto de 1858, Nossa Senhora apareceu, milagrosamente, quinze dias em seguida, perto da pequena cidade de Lourdes, na França, a uma menina pobre, de 13 anos de idade, chamada Bernadete.

No dia 25 de março, Bernadete suplicou que Nossa Senhora lhe revelasse seu nome. Após três pedidos seguidos, Nossa Senhora lhe respondeu: “Eu sou a Imaculada Conceição”.

A palavra concepção vem do latim. Não é o nascimento da criança. Concepção é o momento que o espermatozóide fecunda o óvulo. De bilhões e bilhões de espermatozóides, apenas um fecunda o óvulo. No momento que o espermatozóide entra no óvulo, temos a concepção de um bebê.

Imaculada significa sem mácula, sem pecado, como já vimos.

Conceição significa concepção. Quer dizer que a Concepção de Maria foi sem mancha, sem pecado.

Agora imagine Maria.

O espermatozóide que fecundou o óvulo de Maria foi dado pelo Espírito Santo.
No momento que o espermatozóide divino penetrou no óvulo, Deus perdoou e apagou da vida de Maria todo o pecado, inclusive o original. Deus pode fazer isto, pois para Deus nada é impossível (cf. Lc 1,37; 18,27).

Jesus jamais poderia ter nascido de uma mulher pecadora. Caso contrário, Ele teria, no seu sangue, como por herança, como todos nós temos, o genes espiritual do pecado, aquele que faz com que qualquer ser humano também cometa pecado.

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– A Coxinha de Queijo (Patrimônio Imaterial de Jundiaí) e o seu “criador”!

Veja que bacana: o Jornal Tribuna de Jundiaí localizou o Sr Delbim, da Casa de Massas Padroeira, o inventor da Coxinha de Queijo, considerada hoje Patrimônio Imaterial de Jundiaí!

Abaixo, extraído de: https://tribunadejundiai.com.br/noticias/cidades/jundiai/5737-a-1-coxinha-de-queijo-foi-em-uma-lanchonete-no-centro-de-jundiai-que-tudo-comecou?fbclid=IwAR3bgvE6LUhbKaXiCKx7IE7ZrG2npZiqG4RXSylZHAlQRBVmcpYe_jmhhw4

A PRIMEIRA COXINHA DE QUEIJO

Há 36 anos nascia a primeira coxinha de queijo de Jundiaí. Invenção do comerciante José Carlos Delbim, dono da Casa de Massas Padroeira em 1982, ele jamais imaginava que a iguaria se tornaria um símbolo da cidade.

“Eu estava fazendo coxinha de frango, aí olhei para o queijo e pensei: ‘E se eu colocar de recheio?’, aí eu coloquei o queijo com o formato da coxinha e comecei a vender. O pessoal começou a pedir, gostar e espalhou nas outras lanchonetes da cidade”, contou o simpático comerciante de 72 anos ao Tribuna de Jundiaí.

Ele conta que tudo aconteceu sem ser premeditado. “Foi um acaso”, garantiu. Acaso este que criou uma receita que, hoje, é considerada até mesmo Patrimônio Imaterial de Jundiaí. Quem diria que um momento de invenção do seu José se tornaria um símbolo tão importante para a cidade, presente em todas as lanchonetes locais?

Aqui em Jundiaí não tem jeito: a gente sabe que a coxinha com palitinho é com queijo e a sem nada é a de frango. E, certamente, muito jundiaiense já foi alvo de olhares de estranheza fora da cidade, pedindo coxinha de queijo sem saber que isso é coisa só da Terra Querida’.

E a coxinha de queijo por aqui tem variadas receitas. Tem quem faça a massa com batata, como é o caso da coxinha da Casa de Massas Padroeira, tem quem use farinha de trigo e até mandioca. No recheio, podem ser utilizados queijos diferenciados. Nessas horas, é a critividade que conta.

A do seu José é feita, por exemplo, com batata. “Uso batata boa e um queijo apropriado. Mas o queijo que eu uso é segredo”, garantiu o comerciante.

O sucesso é grande: por dia, são vendidas cerca de 400 coxinhas de queijo. “Vende mais que a de frango, é o nosso carro-chefe”, pontuou, lembrando que o seu público é variado. “Todo mundo, sem distinção de classe social. Tem muita gente de São Paulo e Campinas também que encomenda a coxinha”.

E ele conta que já teve gente de tudo que é lugar do mundo experimentando a iguaria pora aqui. “O pessoal vem e traz eles aqui para experimentar. Eu passo a receita, para que possam levar a coxinha de queijo lá para fora”, disse. De Jundiaí para o mundo, já pensou?

Aqui não tem jeito: toda lanchonete vai ter a opção da coxinha com o palitinho em cima, recheada de queijo