– Acabou bem o que durante o ano foi ruim: a vida em 2018!

A última postagem de 2018 é um desabafo e um agradecimento. E ambos vão para a… VIDA! Nunca pensei que seria tão difícil o ano que se encerra, mas foi! E se encerrou “diferente”.

Profissionalmente, meu ano foi péssimo! A situação politico-econômica do país foi trágica e me arrebentou. Como diriam os antigos, “salvei a firma” e nada mais. E devo agradecer a essa “façanha” particular graças à educação dada pelos meus pais, aos meus estudos / conhecimentos de trabalho e a ajuda de Deus.

Pessoalmente, idem. A saúde foi um problema muito sério ao longo do ano e que, bem ou mal, está sendo contornada. Mesmo em alguns momentos tudo parecendo sucumbir, o controle é retomado.

Espiritualmente, me senti como Jó (sim, o personagem bíblico da canção popular dos “escravos que jogavam caxangá” e que foi pivô de uma narrativa do demônio e de Iaveh), embora eu não tenha sido expurgado a tal ponto. Minha sorte é que Ele sabe até onde conseguimos carregar o peso do nosso fardo. Nunca é maior do que o suportável!

Dessa forma, há pouco comentei aqui em casa: dois anos trágicos da minha vida a esquecer: 1997 (por inúmeros motivos de desgosto) e 2018. Não tenho vergonha em dizer: QUE ACABE LOGO!

Porém, nos últimos 45 dias, um “revertério positivo”: consegui viajar com a minha família (e devia isso a ela) e curti com maior intensidade as pessoas que amo. Precisava desse espairecer, de sem pudor me divertir, de… viver, simplesmente.

No último dia de 2018, uma grata surpresa: resolvemos fazer um passeio no Parque Aquático Wet’n Wild, que estava vazio por conta da data ser 31 de dezembro. Praticamente, piscinas só pra nós! E lá, nesses quase 3 minutos registrados de alegria com as filhas e esposa maravilhosas, penso: o que vale a nossa vida, se não os momentos como esses?

Compartilho a saideira feliz do terrível ano que foi. Isso me fez bem, pois arejou a mente e a alma.

Feliz 2019 – QUE HÁ DE SER MELHOR.

Vídeo em: https://youtu.be/AcMY6gx2kZY

– Você é Multitasking?

Um mal dos tempos modernos: excesso de tarefas que não nos permite fazer uma coisa por vez. E, por isso, faz várias atividades ao mesmo tempo!

Você sofre disso?

Não é o único… Veja que interessante:

(extraído da Revista Galileu, Ed Outubro, pg 42-45, por Priscilla Santos, Daniela Arrais e Érika Kokay)

FAÇA UMA COISA DE CADA VEZ

Não dá pra ser multitarefa. Muita gente já descobriu isso. Conheça pessoas que conseguiram se concentrar em uma atividade por vez, diminuíram a angústia e ganharam tempo pra curtir a vida

Você começa a escrever um e-mail de trabalho, mas é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas mas, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã… E assim você vai, pulando de uma tarefa para outra. Ao final do dia, o desconforto de ter começado muitas coisas, concluído algumas e produzido bem menos do que gostaria. Vem a angústia de que sobrou muita coisa para o dia seguinte — e pouco tempo para aproveitar a vida.

Esse comportamento, comum no multitasking, estilo dos que desempenham várias tarefas ao mesmo tempo, começa aos poucos a ceder espaço a um estilo oposto: o monotasking. Ou seja: concentrar em uma coisa de cada vez com a intenção de fazer tudo bem feito, de preferência passando algum tempo longe das distrações da internet. “É uma contra-tendência, uma antítese ao excesso de informação e estímulos que vivemos”, diz Linda Stone. Para essa ex-executiva da Apple e Microsoft e uma das maiores estudiosas de atenção humana hoje, estamos deixando a era da Atenção Parcial Contínua (CPA, em inglês), em que prestamos um pouco de atenção a várias coisas o tempo inteiro, para entrar na era do unifoco, em que de fato nos concentraremos nos que estamos fazendo no momento. “Tudo que é escasso se torna valioso. A nova escassez é ter tempo para pensar e se concentrar”, afirma Henry Manson, chefe de pesquisa da agência de tendências de consumo Trendwatching, uma das maiores do mundo. “Vivemos uma aceleração do tempo: tudo tem que ser rápido, imediato. Mas não se pode ter inovação sem períodos de reflexão e preguiça”, diz a filósofa Olgária Matos, professora da USP.

O analista de sistemas Fabiano Morais, 40 anos, de Brasília, é um representante dessa tendência. Fabiano é obrigado a passar horas e horas à frente do computador por conta de seu trabalho — ele desenvolve sistemas para a web. E entende bem o significado da palavra dispersão: “É aquela fissura de saber se alguém te mencionou no Twitter ou fez um post novo no Facebook”. Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites, e criou espaço para folgas e diversão. “Quis comandar o ritmo da minha vida”, diz. Um exemplo: Fabiano passou a fechar o e-mail e sites tentadores enquanto executa uma tarefa. Virou adepto da yoga e de meditação para aumentar seu foco no presente.

Quando percebeu que os resultados eram positivos, acabou criando um projeto próprio em torno do tema: o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas, contatos e histórico de relacionamento entre uma equipe. Fabiano coordena ainda 15 pessoas em uma empresa de tecnologia da informação e aplica em grupo os benefícios do que aprendeu. “As noites e finais de semana, agora, se transformaram em tempo livre ao lado da família.”

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Red Bull (Rodada 01 da Copa São Paulo)

Muita coisa poderá mudar nas escalas de árbitros e nos rumos do apito na Copa São Paulo de Futebol Jr, já que José Henrique de Carvalho, o presidente da Comissão de Arbitragem da FPF, foi demitido do cargo horas antes do fechamento da FPF para os festejos de final de ano. O diretor da entidade, Dionísio Roberto Domingos, assumiu as funções dele (que muitos dizem, já era “bola cantada” tal fato).

A questão é: José Henrique já houvera deixado prontas as escalas das duas rodadas iniciais da Copa São Paulo, onde foram escalados árbitros com pouca experiência, evidenciando o trabalho de formação de juízes e renovação do quadro da FPF. A partir da rodada 3, teremos alguma mudança na filosofia de trabalho a ser implantada por Dionisio? Penso que sim.

Feito esse comentário inicial, vamos à ficha do confronto entre Galo x Toro Loko:

Árbitro: André Luiz Ribeiro Cozzi – 5 anos de carreira na arbitragem, trabalhou nas categorias Sub 20 e Sub 23 profissional. Será apenas o seu 2º ano de Copa SP. Vem de Praia Grande e é Professor de Educação Física (37 anos de idade).

Árbitro Assistente 1: Gilmar Alves da Silva – também com só 5 anos de carreira na arbitragem, é empresário, trabalhou em 2017 nos campeonatos profissionais da FPF, mas em 2018 caiu para divisões amadoras.

Árbitro Assistente 2: Felipe Camargo Moraes – 25 anos de idade, igualmente 5 anos de carreira apenas, não apitou jogos profissionais em 2018.

Quarto Árbitro: Cledson Gahio.

Desejo uma boa arbitragem e um grande jogo a todos!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Red Bull pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Vagner Alves; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Quarta-Feira às 17h15 – mas a jornada esportiva começa a partir das 16h15 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– Última 3a e último dia!

👊🏻Bom dia!
Última #corrida do ano. Vamos para o #cooper diário?
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde. Correndo a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina!
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #sport #esporte #running #Adidas

🙏🏻Correndo e Meditando:
Eu sou a #luz do mundo”, disse #Jesus. – Que possamos iluminar a vida de todos, hoje e sempre, para que estejamos cumprindo a vontade do #Salvador e fazendo uma sociedade melhor!
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora

🌺#NoFilter – Chega de atividade física hoje!
Suado, cansado e feliz, alongando pós-cooper e curtindo a beleza das #flores.
🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅Viva o #céu azul e o #sol brilhante no dia derradeiro de 2018!
🍃 #sun #sky #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

🐶 Enfim, minha cara esperando a virada do ano…
Por quê hoje tem que ser tão corrido e contraditoriamente divertido e estressante para alguns?
#TôNaMinha…
Boas Festas logo mais – mas sem neuroses ou excessos!
🍾 #dog #pet #cachorro #stress #festividades #moderação

Ótima 3a feira pra todos!

– Maragogi, o Caribe Brasileiro (em 12 fotos)

Um passeio muito bom e recomendável: ir para o Nordeste e conhecer a cidade de Maragogi, em Alagoas. Compartilho nossa experiência no texto abaixo e nas doze fotos que seguem:

Com 32.000 habitantes, a população vive basicamente do Turismo, trabalhando nos diversos resorts e pousadas. Como tínhamos duas crianças (uma delas é bebê), as economias guardadas com tanto sacrifício e por muito tempo foram para o Salinas Maragogi, um All Inclused maravilhoso – em beleza e em infraestrutura. Acertamos, pois a nenê ficou febril e com a garganta inflamada, e o hotel nos deu toda a ajuda possível – levou para o Pronto Socorro local e buscou um médico para atendimento a domicílio. Bem atendida, ela voltou a sorrir e parou de vomitar.

Algo que incomodou, mas segundo o pessoal de lá é uma coisa sazonal, são as algas e pedras em determinadas praias. Especialmente às crianças, andar com “enrosco no pé” é desagradável. Mas ressalto: não foram todos os dias nem em todas as praias. Ainda assim, caso não goste, curta o hotel pois também vale a pena!

O que realmente salta aos olhos é o verde turquesa do mar. É verde em alguns trechos e depois azul infinito em outros. Sempre limpíssimas – particularmente a Praia dos Antunes, onde passeamos de caiaque.

Ali, talvez o lugar mais bacana que fomos, pois o mar se torna uma piscina natural. Melhor do que isso: acompanhado com minha filha mais velha, não há como deixar de agradecer a Deus por tal momento. 

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O por do sol nessa localidade é maravilhoso também, mas mais bonito ainda é o amanhecer. Taí nossas fotos que não nos deixam mentir!

A “menina dos olhos” da região é o passeio onde se navega 5 km mar adentro e se chega até o arrecife que divide o mar: piscinas naturais com peixes coloridos estão lá. Mas com bebê, não vá! Dá trabalho e a criança cansa. 

Entre Porto de Galinhas – PE (que é espetacular e está próximo) e Maragogi – AL, ainda prefiro a Praia dos Carneiros, em Pernambuco, entre esses dois destinos. Mas é diferença de milésimos e em alto nível, pois tudo é muito bom e vale a pena. Taí o cenário que não me deixa mentir:

Ops: apesar de não ser jabá, viajamos de Azul. Do pouco que voamos (não é costume e nem temos grana para isso), é a melhor aérea (avaliando preço da passagem, atendimento, serviço de bordo e localidade) já que embarcamos em Viracopos (que deve ser o melhor aeroporto do Brasil atualmente). Aliás, de ruim na viagem só quando passamos perto de uma nuvem assustadoramente carregada e que víamos os raios brilhando:

Fora isso, nada a reclamar e somente a agradecer! Até pude relaxar em meu “bote”… Aqui foram poucos, mas eternos minutos em alto mar.

Sendo assim, que todos tenham a oportunidade de fazer um passeio desses! Bye-bye!

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Em tempo: qual o próximo destino? Sabemos lá onde e quando… tomara que em breve.

– Adriano Imperador não teria ainda alguma chance no futebol?

Poucas vezes li um texto tão perfeito quanto o que penso como o de Luiz Fernando Gomes, escrito no jornal Lance deste domingo (pg 24, 30/12/2018). Ele fala sobre o “fim de carreira” do Imperador que já não joga mais.

Pobre Adriano, o atacante que parou cedo e jogou sua carreira profissional fora. Vale a pena ler:

O IMPERADOR DA PENHA

Adriano mostrou que o futebol, definitivamente, não faz mais parte de sua vida

No campo havia três gerações de talentos. De Zico, Tita, Adílio, Mozer e Junior, heróis daquele espetacular Flamengo dos anos 80, à juventude de Vinicius Junior e Lucas Paquetá que começam a pavimentar na Europa trajetórias que têm tudo para se tornarem histórias de sucesso.

Mas, entre craques do passado, do presente e do futuro uma atuação em particular chamou a atenção no Jogo das Estrelas. Aos 36 anos, em uma idade que ainda poderia estar exibindo todo o seu talento em um grande clube daqui ou de fora, o imperador Adriano mostrou que o futebol, definitivamente, não faz mais parte de sua vida.

Por favor, vamos esquecer de vez essa história de que ele pode voltar a jogar. Vamos deixar de lado essas especulações que a cada início de temporada ressurgem na mídia. Adriano não dá mais, como ficou claro na quinta feira, nem para jogar pelada. O que dirá para vestir profissionalmente a camisa de algum time.O carinho da torcida por ele – especialmente dos rubro-negros – continua o mesmo. A cada vez que tocava na bola, nas poucas vezes em que o fez, era ruidosamente saudado pelas arquibancadas do Maracanã. Um reconhecimento nada mais justo para quem foi decisivo, ajudou o clube a conquistar seu último Brasileirão, em 2009 quando comandou a surpreendente arrancada final ao lado do genial Petkovic, outro aliás que abrilhantou, com seu toque refinado, a festa de Zico.

Mas a reverência da torcida foi só o que lembrou o passado vencedor do Imperador. As pernas não respondem mais, o gol perdido com a meta escancarada, a queda patética ao chão quando tentou dar um passe de letra foram os sinais mais evidentes do ocaso. Mas não os únicos: as mãos cobrindo o rosto a cada jogada errada e o mau humor com que recebeu a brincadeira do comentarista Alex Escobar que queria presenteá-lo com a camisa do Inacreditável FC mostram que mesmo num jogo de brincadeira, em que todos se divertiam, Adriano sofria com a bola e por causa da bola.

Adriano teve e tem tudo o que quis. Muito rapidamente conquistou na Europa a fama, a riqueza, carros, mulheres e todo tipo de luxos. Sobre ele, em defesa dele, em uma das inúmeras vezes em que chutou o balde na carreira, Pelé lembrou que era, naqueles tempos, apenas um menino de quem não se podia exigir a maturidade de um homem feito. O imperador ganhou em dois ou três anos na Itália o que o Rei levou anos suando a camisa para acumular. E isso lhe foi fatal, o fez, na prática, desistir muito cedo do futebol, perder a graça de jogar, se desestimular. Não foi o único, não será o último.

Adriano não joga desde 2014 quando o Athletico-PR fez a última aposta em sua recuperação. Não deu certo. Atuou apenas quatro vezes, três pela Libertadores e uma pelo campeonato Paranaense. Balançou a rede uma única vez. E nem vale tratar depois disso da experiência quase amadora no Miami United em 2016. Sua carreira de alto nível, na verdade, terminou bem antes, em 2010, quando deixou o Flamengo, As passagens que se sucederam, pela Roma e o Corinthians, onde chegou carregado de expectativas, foram pífias tanto nos números (oito jogos em cada um e apenas três gols marcados) quanto no desempenho físico e técnico.

Não consta que o mau estado de espírito que demonstrou no Jogo das Estrelas seja a tônica do comportamento cotidiano de Adriano. Ao contrário, muito já se falou da felicidade que ele exibe quando está descontraído e longe dos holofotes, no seu habitat de origem, a Vila Cruzeiro, cercado de amigos – e, convenhamos, também falsos amigos. Por mais que essas relações já lhe tenham trazido problemas, inclusive com a polícia.

O que fica claro é que o império de Adriano, onde ele quer reinar, não é mais o Maracanã, mas a comunidade da Penha. Os rolés de moto, as rodas de pagode, os bailes funks, as mesas das biroscas valem muito mais do que a rotina de treinos, concentrações, horas a bordo de aviões de um canto a outro do Brasil. E ele tem todo direito de pensar assim. Sempre, aliás, teve o direito de fazer suas escolhas e lidar com seu futuro. Esqueçam, portanto, de Adriano. Ou melhor, que se cultive na memória o que ele foi, sua técnica, sua força, seus gols, seus títulos. É muita coisa. É o que nos resta!

Feliz 2019, leitores.

Adriano participou do Jogos das Estrelas de Zico no Maracanã (Foto: Celso Pupo/Fotoarena)

Adriano participou do Jogos das Estrelas de Zico no Maracanã (Foto: Celso Pupo/Fotoarena)

Foto: Lance!

– E quando não existia a Internet em nossas vidas?

Ouço que em um levantamento da ONU registrou-se que no Brasil há 98 milhões de pessoas que não acessam a Internet. É mais ou menos a metade da população do país. A maioria por serem “analfabetos digitais”.

A comodidade da Internet nos ajuda (E MUITO), mas há 20 anos o acesso eram ínfimoHá 30 anos ela nem existia por aqui.

Criamos a necessidade de ter Internet, pois quando não a tínhamos, não sentíamos falta (ou achávamos isso). Idem ao telefone celular. Idem nossos antepassados com a energia elétrica. E é esse o ciclo das necessidades.

Enfim: precisamos da Internet no dia-a-dia, só que não podemos nos fazermos reféns dela!

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– Klopp e Guardiola: gênios!

No meu ranking “particular”, Pep Guardiola é o melhor treinador do mundo em atividade (pelos títulos e feitos acumulados). Mas neste momento, Jurgen Klopp está se saindo melhor do que ele. Não que Guardiola tenha perdido a mão, pois são dois Titãs em campo. Mas o que está jogando bola o Liverpool… o próprio Pep disse que o adversário é o melhor time do mundo na atualidade”.

Então ficamos assim: Guardiola é melhor do que Klopp no todo da história; Klopp está melhor do que Guardiola no atual estágio. O alemão terá superado o catalão quando ambos tiverem encerrado a carreira e fazerem um balanço de ambos?

Outra coisa: qual o segredo para o Roberto Firmino jogar tanta bola na Inglaterra e talvez não aparecer no mesmo ritmo na Seleção Brasileira?

Obs: Enquanto isso, Mourinho fica assistindo os dois treinadores vencerem enquanto está desempregado. O que aconteceu com o também genial (mas polêmico) Special One? Mas lembremo-nos: ele assiste os adversários sentado nos seus sacos de euros e dólares…

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– Exame de Consciência de Final de Ano

Um puxão de orelha necessário! É isso que penso ao ler esse texto escrito pelo Papa Bento XVI, em sua última homilia de Natal:

Estamos completamente repletos de nós mesmos, sem tempo e espaço suficientes para Deus, para as crianças e para os pobres”.

Tem ou não razão? Ótimo para refletirmos nesse final de ano…

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– Alexandre Frota e as transformações morais da vida!

Eu não votei nele, não tenho simpatia pelo seu trabalho ou interesse nas coisas que ele faz. Mas fiquei impressionado com o depoimento do agora deputado Alexandre Frota sobre o uso das DROGAS.

Recentemente, Frota foi perguntado sobre as críticas que seu filho (que mora na Bélgica e não tem bom relacionamento com ele) fez contra sua atividade de ator pornográfico e dependência química. E a resposta foi contundente! Disse que há 13 anos não usa narcóticos, não fuma cigarros ou bebe qualquer substância alcoólica, e testemunhou (aqui me deixou de olhos arregalados) como foi a luta para “conseguir estar limpo”.

Àqueles que defendem o uso das drogas, vale ouvir atentamente!

Assista o depoimento a partir do minuto 15’01” até o 20’09”em: https://www.youtube.com/watch?v=E5f6Sy2I5fY

– Um bom domingo que começa bonito!

Rapidinho, pois é final de ano: o que é mais bonito…

  • O amanhecer na Serra do Japi?

  • As roseiras clicadas sem filtro algum?

Não importa. O importante é a beleza da natureza inspirando nosso dia, fotografada logo cedo neste dia 30 nestes dois retratos.

Ótimo descanso a todos – ou ótimo trabalho, para quem ainda está na labuta em 2018 (E não esqueça: hoje é dia da Sagrada Família, celebração católica na qual pedimos a Deus as virtudes para que as nossas famílias sejam como a de Nazaré – Jesus, Maria e José)!

– A Bipolaridade do Mundo Organizacional

Compartilho um artigo extremamente oportuno de um fenômeno atual: a “Mudança de ‘Humor Organizacional’ das Empresas”, retratado pelo Prof José Renato Sátiro Santiago.

Abaixo, extraído de:

http://jrsantiago.com.br/blog/texto/A_Bipolaridade_no_Mundo_Corporativo_e_seu_uso_indevido

A BIPOLARIDADE NO MUNDO CORPORATIVO E SEU USO INDEVIDO

Distúrbio caracterizado pela repentina mudança de humor de seu paciente, a bipolaridade tem invadido o dia a dia de todos nós.

Diferentemente do que acontecia em um passado remoto, hoje em dia não é tão raro conhecermos alguém que sofra deste mal.

A questão aqui, no entanto, não diz respeito ao efetivo crescimento, mas sim ao seu diagnóstico.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a OMS, há cerca de 340 milhões de pessoas que sofrem de transtornos desta natureza (1 a cada 20).

Sim, sofrer é o termo certo, pois se trata de uma doença com a qual se deve ter um enorme cuidado.

Conforme alguns estudos, o índice de suicídio entre as pessoas bipolares é cerca de 30 vezes maior se comparado com aquelas que não possuem tal distúrbio.

Assustador.

Ainda assim, há um mal maior sofrido por uma pessoa bipolar, o preconceito.

Muitos, talvez por pura ignorância no assunto, costumam associar as características deste mal como sendo “pura frescura” ou “falta de uma boa surra quando criança”.

Como se fosse possível controlar seus efeitos.

No mundo corporativo, por exemplo, não é incomum confundirem a bipolaridade com questões bem diferentes sem qualquer relação de causa e feito.

Isto é péssimo e é o pior que pode ser feito.

Quantos de nós, ao longo de nossa vida profissional, já testemunhamos colegas que mudam radicalmente de postura e comportamento de um momento para o outro.

Tal tipo de situação costuma ser marcada por frases de tal estirpe “…ele (ou ela) só pode ser bipolar…”.

A verdade absoluta é que isto está longe de ser bipolaridade.

O que seria apenas uma estratégia de sobrevivência, mesmo que vil, passa a ser entendido como algo que é feito sem que haja a devida previsibilidade.

A pessoa bipolar age de acordo com o seu humor, e este, o humor, muda de forma muito rápida e extremada.

Trata-se de algo que pode ser controlado com tratamento, inclusive com medicação apropriada.

A mudança de posicionamento repentino, conforme conveniência, não possui qualquer relação com este tipo de transtorno.

O assunto sobre o qual se refere é outro.

Além disso, e justamente por se tratar de uma doença, é uma irresponsabilidade o uso indevido de um assunto tão sério para qualificar alguém.

Uma atitude preconceituosa, pois tende a associar uma doença como sendo uma característica pessoal.

“Ah mais eu não sabia disso”.

Ainda assim, o desconhecimento sobre as características desta, ou de qualquer outra, doença não serve de atenuante ao seu uso indevido.

Aliás, isto deveria servir para tudo, não é mesmo?

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– O Bom Dia de 6a feira veio do Centro!

A Esplanada Monte Castelo, que liga o trânsito de pedestres da parte alta do Centro da cidade de Jundiaí até a parte baixa rumo aos Bairros do Vianelo e Vila Arens, é a fotografia inspiradora de hoje para mais um bom dia de vida.

Ótima sexta-feira com essa imagem, amigos:

 

– Diferenças entre Educação Brasileira e a Coreana

Vejo uma edição antiga da Época Negócios (set/2011, pg 134-136), onde há uma interessante matéria de Débora Fortes, a respeito da Educação na Coréia do Sul. E me chamou muito a atenção. Veja só:

– 84% dos alunos estão na faculdade.

Nota 9 é uma nota ruim. A busca é pelo 10.

– Sábado não é dia de aula. Mas é dia de ir à faculdade por conta própria para estudar.

– Não pesquisam qualquer coisa, mas sim o que dá lucro!

20% das aulas são em inglês.

Outras curiosidades, abaixo:

O SEGREDO NÃO É OLHO PUXADO. É ENSINO PUXADO

O sofisticado sistema de educação montado pela Coreia foi também um elemento imprescindível para que o país ganhasse destaque na inovação. Currículos e livros didáticos mudam rapidamente, conforme a necessidade do mercado. “Se você não tiver uma educação capaz de fazer as pessoas mudarem depressa, não terá inovação. A cada quatro ou cinco anos, há um novo plano nacional de educação na Coreia, amplamente discutido”, diz Song Won Park, professor do Departamento de Engenharia Química da Poli/USP. 

Mercado virou uma palavra fundamental dentro das faculdades. “A cooperação com as empresas é intensa. Qualquer companhia pode usar a infraestrutura e os cérebros da universidade”, diz o professor Youngil Kim, da SKKU (Universidade Sungkyunkwan). Com isso, entra mais capital privado para pesquisas. Também na lista das universidades mais importantes do país, a SKKU tem um de seus campi na cidade de Suwon, onde está o Q.G. de pesquisas da Samsung Electronics. Não foi por acaso. Na década de 60, a empresa comprou a universidade, que tinha base em Seul. Hoje, a Samsung é a dona da Fundação da SKKU, com um orçamento anual de cerca de US$ 76 milhões. Além de ter acesso aos cérebros da faculdade durante os cursos, contrata muitos deles logo que se formam. 

Por olhar para o mercado, as universidades já não perseguem qualquer tipo de inovação. Querem as lucrativas. “A corrida por patentes não é tão rápida na Coreia quanto imaginávamos. Em muitos casos, eles preferem produzir primeiro e patentear depois. O mais importante é o tempo que uma invenção leva para chegar ao mercado”, diz o professor Guilherme Vaccaro, gerente de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos), localizada em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Ele esteve com outros quatro professores da Unisinos na Coreia, durante cinco meses, para estudar o modelo de educação e identificar o que o Brasil pode aproveitar. “Um divisor de águas para o Brasil seria termos um relacionamento universidade/empresa nos moldes do que existe na Coreia.” 

Durante a missão, a Unisinos assinou seis acordos de cooperação com instituições coreanas, um deles com a SKKU. A universidade também atraiu investimento privado para o país. A Unisinos vai cooperar e receber investimentos da HT Micron, uma joint venture formada entre a coreana Hana Micron e a brasileira Altus. A empresa está investindo US$ 10 milhões na construção de uma fábrica em São Leopoldo. Outros US$ 25 milhões devem ser injetados no instituto de pesquisas e desenvolvimento da Unisinos na área de semicondutores. “Se a companhia tiver sucesso, vamos investir mais”, diz Hyouk Lee, diretor do Instituto de P&D da Hana Micron. 

Com a mentalidade de gerar resultados já incorporada às universidades, a nova onda do ensino coreano é investir em currículos multidisciplinares. A fusão de disciplinas pode envolver, por exemplo, habilidades complementares como engenharia e administração. “Estamos fazendo uma grande mudança no sistema educacional. A ideia é produzir uma geração de trabalhadores mais criativa”, diz o professor Bong Joo Lee, da SNU. 

Outra mudança é a preocupação de ter cursos mais globalizados. Na SNU, 20% dos cursos de graduação estão sendo dados em inglês. Há ainda um investimento mais forte em pesquisa de base, uma etapa que a Coreia havia pulado. Antes, só se pensava em pesquisa aplicada. “Habilidades originais serão fundamentais. Não adianta ficar só copiando e aplicando”, diz Joo Lee. Neste momento, algumas das áreas promissoras são biotecnologia, ciências naturais e nanotecnologia. 

Além de dar aulas em inglês, as universidades têm importado professores. O plano é reforçar áreas que os coreanos consideram prioritárias, como o design. A professora Mary Kathryn Thompson veio do MIT para dar aulas no Kaist, em 2007. Todo aluno do primeiro ano, não importa a especialidade, tem de cursar Introdução ao Design e Comunicação. “Aqui, os estudantes têm praticamente as mesmas oportunidades dadas no MIT, incluindo pesquisas, estágios e atividades extracurriculares”, diz ela. Com os esforços feitos, a Coreia já conseguiu emplacar duas universidades no ranking das 100 melhores do mundo. A SNU e o Kaist estão no QS World University Rankings 2010-2011. Na lista, não há um único representante brasileiro.

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