– O Honesto Morador de Rua e a Honesta Voluntária com 17 mil dólares achados!

Rodou o mundo a notícia, e deveria ser exemplo a todos nós: Kevin Booth, um morador de rua dos EUA, achou 17 mil dólares em espécie dentro de um saco em frente a uma ONG. Chamou a voluntária que trabalhava nela, perguntou se não era alguma doação da instituição e, com a negativa, entregaram juntos todo o dinheiro para a Polícia procurar o dono.

E se você achasse na rua todo esse valor? O mendigo não ficou para ele; afinal, não era dele.

Para as pessoas extremamente honestas, não vale o ditado “achado não é roubado”.

Extraído de: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/12/05/morador-rua-acha-r-65-mil-devolve-homenageado/

MORADOR DE RUA ACHA R$ 65 MIL, DEVOLVE E É HOMENAGEADO

Um morador de rua foi homenageado por sua honestidade e solidariedade. Ele entregou à polícia um saco com US$ 17 mil – mais de R$ 65 mil – que encontrou do lado de fora de um banco de alimentos.

Kevin Booth, tem 32 anos e vive há mais de 7 anos nas ruas de Sumner, em Washington, EUA. Ele costuma ir com frequência ao local, que recebe doações e distribui a pessoas que passam por necessidades.

À noite, quando está fechado, o estabelecimento deixa alguns itens em uma grande caixa de madeira do lado de fora, para que os moradores de rua possam pegar, caso sintam fome.

Foi perto dessa caixa que Booth achou um saco marrom de papel no chão, há três meses.

Pensando ser uma doação que tinha caído, ou sido deixada fora do local correto, ele abriu e viu algumas cédulas.

Ele conta que chegou a tirar uma nota de US$ 20 para observar direito e se certificar de que era verdadeira. Então Kevin chamou uma voluntária e mostrou sua descoberta.

Ela decidiu chamar a polícia, para tentar descobrir a origem do dinheiro.

NUNCA VIU TANTO DINHEIRO

Câmeras de segurança foram checadas, mas não foi possível ver quem tinha deixado o pacote, apenas imagens de Kevin Booth o recolhendo e entrando no banco de alimentos em seguida.

“Fui parado mais tarde [por policiais] e eles me disseram o que estava lá e eu quase desmaiei”, disse ele ao jornal “The News Tribune”. “Eu nunca toquei tanto dinheiro e acho que nunca mais vou fazer isso”, afirmou.

Mesmo sabendo que teve uma quantia tão grande em mãos, ele diz que não se arrepende de ter entregue tudo sem retirar nada para si.

“Há muitas pessoas que teriam pegado”, disse, “mas eu não sou dessas pessoas”.

SOLIDARIEDADE

Imaginando que poderia ser uma doação ao banco, ele acreditou que o correto seria beneficiar o maior número de pessoas possíveis, em vez de apenas ele mesmo, acrescentou.

A polícia aguardou 90 dias, prazo legal para que alguém reclamasse o valor, mas ninguém se manifestou. O valor foi então entregue ao banco, que usará a maior parte para ampliar suas instalações.

Kevin Booth, porém, não ficou de mãos abanando. Ele recebeu cupons de presente, comprados com parte da doação, e também uma homenagem da polícia.

“Nem todo cidadão seria tão honesto quanto você nessa situação”, disse a ele o chefe de polícia Brad Moericke.

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Kevin recebe homenagem – Foto: NBC

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– R$ 19.000,00 para a licença PRO na CBF Academy, com aulas do Professor Eutrópio!

A “Licença PRO” é uma exigência para se trabalhar como treinador de futebol na Europa e em muitos lugares do mundo. Vários técnicos brasileiros viajam para a Itália ou Portugal afim de obtê-la.

Recentemente, a CBF (através da “CBF Academy”) passou a realizar o curso no Rio de Janeiro. Entre os professores estão Carlos Alberto Parreira, Sebastião Lazaroni, Fábio Mahseredjian, Rogério Micale e Vinícius Eutrópio.

Os alunos? Tite, Mano Menezes, Dunga, Vagner Mancini, Jair Ventura, Zé Ricardo, Tiago Larghi, Maurício Barbieri, Renato Gaúcho (apesar das suas faltas), entre outros.

Curioso: me recordo da sequência absurda de derrotas que Eutrópio conseguiu no seu trabalho na Ponte Preta, quase levando o time campineiro ao rebaixamento no Campeonato Paulista. Respeitosamente, o que ele poderia ensinar a Tite, Campeão Mundial de Clubes ou a Renato Gaúcho, campeão da Libertadores como jogador e treinador?

Por R$ 19.000,00 “por cabeça”, está sendo muito produtivo para a CBF o curso…

Abertura do Curso de Licença PRO na Granja Comary - CBF Academy

 

– Maconha e Esquizofrenia

Dr Valentim Gentil é um dos maiores psiquiatras do mundo. E ele esteve no Programa Roda Viva da TV Cultura, recentemente. Sobre o uso de drogas ditas leves, ele não titubeou:

Estaremos criando uma fábrica de doentes caso se permita o consumo de Maconha. Quem usa Cannabis na adolescência, aumenta em 310% o risco de ter Esquizofrenia (…) Aqueles que pedem a liberação da droga não sabem o que dizem.”

Sem comentários. E há ainda aqueles que insistem no discurso de “liberar para extinguir o tráfico“… Como se o bandido só vendesse Maconha!

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– E seria ético se Carille escalar atletas de Bertolucci, caso se confirme o empréstimo ao Coringão?

Dias atrás, li que o empresário de atletas Giuliano Bertolucci já passou da casa BILIONÁRIA em valores de negociação de jogadores brasileiros. Um superagente, como chamou a matéria da ESPN que trouxe tal dado através dos demonstrativos do Transfermarket.

(o link pode ser acessado aqui: http://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/3855392/giuliano-bertolucci-o-superagente-brasileiro-que-ja-movimentou-bilhoes-em-vendas-de-jogadores).

Pois bem: diz-se à boca pequena que o pagamento da milionária multa que o Corinthians fará para o xeique que é dono do time árabe no qual Fábio Carille trabalha hoje, a fim de repatriá-lo, acontecerá graças a um empréstimo do próprio Bertolucci.

Aí fica o dilema ético: em dúvida na hora de escalar um jogador, o treinador tenderá a escalar o atleta agenciado por quem foi seu garantidor financeiro (mesmo que não seja a melhor opção)?

No mundo ideal, isso deveria ser altamente condenável, e o próprio clube deveria achar isso uma situação constrangedora e comprometedora. Mas no mundo do futebol brasileiro…

O que você pensa sobre isso?

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– Os EUA contra a Huawei!

Dias atrás, o Wall Street Journal publicou que autoridades americanas estavam convencendo países aliados, como Alemanha, Itália e Japão a não usarem produtos eletrônicos (celulares e computadores, especialmente) da chinesa Huawei.

No Brasil, o Estado de São Paulo (em 24/11/2018, por Bruno Romani no Caderno Link, pg B19), trouxe a informação de que os motivos seriam a facilitação para que hackers chineses acessassem os dados para ajudar a China a espionar informações sigilosas. O caso seria semelhante ao ocorrido com outra chinesa, a ZTE, acusada pelo Senado dos EUA de usarem o acesso dos aparelhos para bisbilhotar a vida do povo americano.

Hoje, Huawei e ZTE não podem se usadas por oficiais americanos e estão proibidas de participar de qualquer tipo de licitação governamental. E, há pouco, Meng Wanzhou, diretora comercial-financeira da Huawei (e herdeira de Ren Zhengfei, seu pai e fundador da empresa) foi presa no Canadá a pedido dos EUA por estar colaborando com o Irã, segundo a CIA!

Será que outras empresas poderosas, como Apple e Samsung, ou apps do Google, Facebook e tantos outros, não fazem o mesmo, a favor de outros Governos?

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