– As qualificações e aprendizados que nós devemos obter e nem as máquinas conseguem!

Não somos robôs feitos com perfeição e precisão indiscutíveis e/ou infalíveis. Somos seres humanos que precisamos aprender a viver com as adversidades inevitáveis na vida pessoal e profissional.

Compartilho esse ótimo artigo a respeito deste assunto:

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/competências-que-os-robôs-não-têm-milton-beck/?trk=eml-email_feed_ecosystem_digest_01-recommended_articles-4-Unknown&midToken=AQEuiQ98yJUGTQ&fromEmail=fromEmail&ut=1GN6o5fM9RY8s1

AS COMPETÊNCIAS QUE OS ROBÔS NÃO TÊM

Por Milton Beck

O avanço da tecnologia não dispensa as habilidades unicamente humanas – e nada melhor do que a vida real para nos preparar para um mundo mais integrado.

Há conversas que, mesmo informais, levam a reflexões sobre temas profundos, urgentes e complexos. Lembro-me de um diálogo descontraído em um almoço com dois amigos alguns anos atrás. Todos tínhamos trabalhado em empresas de tecnologia juntos e comentávamos episódios profissionais, quando um deles falou, orgulhoso:

“Nunca deixei de cumprir um orçamento na vida! Sempre atingi minhas metas.” 

O outro amigo, que ocupava um cargo mais alto do que nós dois, nos surpreendeu com sua resposta.

“Que pena. Se tivesse passado pela experiência de não atingir suas metas teria aprendido com isso e, certamente, seria um profissional ainda melhor.” 

Na hora, aquilo me fez pensar. Aquele almoço voltou à minha mente, enquanto assistia ao episódio Kintsugi, da série The Man in the High Castle. Eu não conhecia essa palavra japonesa, tampouco seu significado. Trata-se de uma técnica de reparação de peças de cerâmica quebradas, a partir da junção dos pedaços usando um verniz polvilhado com ouro, deixando à mostra as “cicatrizes” do objeto. Depois da reconstituição, muitas peças se tornam mais valiosas do que eram originalmente.

O Kintsugi é também uma filosofia de vida que parte do princípio de que erros e adversidades são inevitáveis. Diante delas, o que podemos fazer é recuperar a ordem interna e aprender a viver com suas marcas. Como diz uma das personagens no episódio: “Imperfeições podem ser belas”.

O que capturou a minha atenção naquelas cenas foi a reflexão sobre a valoração de algo a partir do erro. Da experiência. Em vez de tentarmos apagar os tombos de nosso currículo, o Kintsugi sugere que incorporemos os aprendizados e sigamos em frente melhores do que éramos antes da quebra.

A verdade é que, no ambiente corporativo, não costumamos lidar bem com erros. O orgulho do meu amigo sobre seu bom desempenho é compreensível. Nutrimos a crença de que quanto menos erramos, melhor somos. Mas isso não é a realidade. Cair e levantar pode nos ensinar, na prática, sobre resiliência e nos ajudar a desenvolver empatia pela situação de outras pessoas.

BIG DATA E OLHO NO OLHO

O tema voltou à minha mente pela terceira vez recentemente, quando vi os resultados de uma pesquisa conduzida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (IDB) em parceria com o LinkedIn. O estudo se baseou em pessoas que usam a nossa plataforma em dez países, incluindo o Brasil. O objetivo era identificar as mudanças no universo do trabalho – e como elas estão afetando as competências que se esperam dos profissionais de diferentes áreas. O estudo, que abrangeu 50 mil habilidades, trouxe algumas revelações que corroboram a tese do meu amigo sobre a importância do erro.

As profissões ligadas à tecnologia, como desenvolvedor de software, analista de segurança da informação e webdesign, aparecem como uma forte tendência de crescimento na pesquisa. Isso não significa que os robôs e softwares de inteligência artificial tomarão conta de todos os postos de trabalho – como teme uma parcela significativa dos trabalhadores brasileiros. Falado isso, os empregos serão sim transformados, mas o que deve direcionar essa transformação são as habilidades que só a experiência humana pode desenvolver.

As funções na área de TI que mais devem crescer são aquelas que demandam qualidades tipicamente humanas – entre elas, estão as habilidades transferíveis, isto é, que podem ser adaptadas de um setor para outro. Por exemplo, a capacidade de analisar um cenário complexo, de se adaptar, planejar e gerir uma estratégia de negócio, ainda que não se conheça profundamente a parte técnica do trabalho. As habilidades transferíveis ajudam os profissionais a encontrar soluções criativas para os desafios da empresa, e a identificar oportunidades de carreira fora de seu escopo tradicional.

Cruzar informações de diferentes fontes, fazer associações entre dados de diferentes mercados, ter a sensibilidade para reconhecer talentos e saber gerir grupos multidisciplinares são habilidades chamadas de soft skills (ou habilidades comportamentais). Elas são tão urgentes quanto as de automação de atividades. Não podemos subestimá-las por serem menos objetivas. É justamente sua natureza “fora da caixa” que as torna valiosas.

Isso não significa que as hard skills – habilidades técnicas – deixarão de ser importantes. Elas são (e continuarão sendo) básicas para a maior parte das profissões. Sem entender do negócio é difícil ser um bom profissional. O efeito colateral da supervalorização das soft skills é dar a impressão de que basta saber se relacionar para tomar as melhores decisões. Não é isso.

A tecnologia continuará a avançar pela maior parte das áreas corporativas, substituindo o ser humano em tarefas como pesquisa de dados e identificações de padrões. Mas, com mais informações na mesa, se torna ainda mais necessário ter uma cabeça pensante e um olhar sensível para tomar decisões. E para lapidar essas capacidades unicamente humanas, meu amigo tem razão: poucas coisas ensinam mais do que um tombo no mundo real.

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– Papais Noéis Policiados em SP?

Chegamos à beira do Fim do Mundo. Os limites e valores foram tão deturpados, que coisas bobas e irrelevantes se avolumaram devido a má índole de algumas pessoas.

Ouço que algumas Associações Comerciais e Shoppings orientam os Papais Noéis a não colocarem crianças no colo, evitando possíveis casos de pedofilia e assédio.

Brincadeira ou não? Se for assim, que não se tenha Papai Noel.

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– 88 anos do Homem do Baú!

Puxa, Sílvio Santos, faz 88 anos hoje!

Aparentemente está muito bem, não (apesar das polêmicas surgidas nos últimos tempos quanto a uma possível falta de bom senso do politicamente correto – o que discordo, imagino ser simples brincadeira de humor duvidoso)? Sem dúvida, um ícone da Televisão Brasileira e ídolo para muitos dos seus admiradores e imitadores.

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– Viva Nossa Senhora de Guadalupe!

Hoje é dia da Virgem de Guadalupe, padroeira da América Latina.
 Vamos arranjar um tempinho para pedir sua benção e agradecer sua intercessão?

Olha que história bonita, extraída do blog do Prof Felipe Aquino, da Comunidade Católica Canção Nova, sobre conversões e o significado das suas aparições aos povos indígenas: (NELA, FALA-SE ATÉ DA CONVERSÃO DE ÍNDIOS QUE COMIAM CARNE HUMANA COM CHILLI E TOMATES!)

NOSSA SENHORA DE  GUADALUPE

Em 1531, os missionários espanhóis franciscanos e dominicanos evangelizavam os índios maias e astecas no México, e tinham muita dificuldade nessa missão porque esses índios eram idólatras e ofereciam aos seus muitos deuses sacrifícios humanos de milhares de rapazes e de virgens, nos altos das muitas pirâmides que podem ser visitadas ainda hoje no México. Um sacerdote cortava fora o coração de vítima, com uma faca de pedra pouco afiada e o oferecia aos deuses.
Nesse ano a Virgem Mãe de Deus apareceu ao piedoso índio São João Diego, na colina de Tepeyac, perto da capital do México. Com muito carinho ela pediu que ele fosse ao bispo pedir-lhe que nesse lugar construísse um Santuário em sua honra. D.João de Zumárraga, primeiro bispo do México, franciscano, vindo da Espanha, retardou a resposta a fim de averiguar cuidadosamente o ocorrido. Quando o índio, movido por uma segunda aparição e nova insistência da Virgem, renovou suas súplicas entre lágrimas, ordenou-lhe o bispo que pedisse a Nossa Senhora um sinal de que a ordem vinha realmente da grande Mãe de Deus.
Então Nossa Senhora enviou ao Bispo o conhecido sinla milagroso das rosas. Ela disse ao índio: “Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade e a cumprirá. Você é o meu embaixador e merece a minha confiança… Quando chegar diante do Bispo, desdobre a sua tilma” (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém só na presença do bispo. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omitindo…”
Essas rosas só davam em Castela na Espanha, de onde era procedente o bispo. João Diego obedeceu e, ao despejar as flores perante o bispo, eis que surge no seu manto a linda pintura milagrosa de Nossa Senhora tal como ela lhe apareceu. O bispo acompanhou João ao local designado por Nossa Senhora.
O ícone de Nossa Senhora de Guadalupe é repleto de sinais milagrosos. Até hoje os cientistas não conseguem explicá-lo. Não sabem que produto tingiu o manto; não é deste mundo. A fama do milagre espalhou-se rapidamente por todo o território. Os cidadãos, profundamente impressionados por tão grande prodígio, procuraram guardar respeitosamente a santa Imagem na capela do paço episcopal. Mais tarde, após várias construções e ampliações, chegou-se ao templo atual.
Em 1754, escrevia o papa Bento XIV: “Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros; uma Imagem estampada numa tela tão rala que, através dela, pode-se enxergar o povo e a nave da Igreja tão facilmente como através de um filó; uma Imagem em nada deteriorada, nem no seu supremo encanto, nem no brilho de suas cores, pelas emanações do lago vizinho que, todavia, corroem a prata, o ouro e o bronze… Deus não agiu assim com nenhuma outra nação.”
A partir das aparições de Nossa Senhora de Guadalupe os missionários passaram a evangelizar os índios em massa; mais de sete milhões foram batizados em poucos anos e o México é hoje o país que mais católicos têm (94% da população).
Em 1910 o Papa S. Pio X proclamou Nossa Senhora de Guadalupe “Padroeira da América Latina”, e em 1945, o Papa Pio XII a proclamou “Imperatriz da América Latina”. Há hoje, infelizmente, uma mentalidade muito errada em nossos meios acadêmicos que quer ver na civilização asteca algo melhor que nossa atual civilização cristã; nada mais triste. A turma do “politicamente correto”, inclusive os adeptos da perigosa teologia da libertação, quer desprezar os missionários espanhóis, que “impuseram uma religião estrangeira sobre os inocentes nativos que encontraram.” Inocentes nativos?
As grandes sociedades asteca e maia foram construídas com base na conquista de povos não-astecas e não-maias, com a mão-de-obra escrava e o assassinato ritual daqueles escravos. Seus elogiados canais e magníficos templos foram construídos por escravos. Estas culturas se man­tiveram baseadas no medo. Quem se indispusesse com os sacerdotes, pagos pelo Estado; tinha seu coração arrancado fora. Numa única cerimônia os astecas cortaram fora os corações de 10 mil virgens obtidas com o seqüestro de moças e meninas dos povoados vizinhos. Esses corações eram oferecidos aos deuses. (cf. “Astecas eram escravocratas e genocidas”, William A. Hamilton, escritor e colunista, artigo para a “USA Today”). Nelson Ascher, jornalista Integrado à equipe de articulistas da “Folha de São Paulo”, no seu artigo Canibalismo dos Astecas”, diz entre outras coisas que:
“Sabe-se que o centro da religião asteca era a sacrifício humano, mas a escala em que era realizado aponta para urna realidade ainda mais sinistra. Segundo palavras do padre espanhol Sahgun, o mais minucioso historiador de então da civilização indígena do México, pode-se ver a descrição do sacrifício humano no topo das pirâmides: a vítima, segura por quatro sacerdotes, tinha o peito aberto por um quinto com uma faca de obsidiana, e seu coração pulsante arrancado -, após ser o cadáver arrojado escada abaixo culminava com um singelo: “Después, lo cocian Y lo comian’ (Depois cozinhavam-no e comiam)”.
“Carne humana era muito apreciada com tomate nativo da região, e provavelmente temperada com chili. Num festival de quatro dias, em finais do século 15, os astecas te­riam “abatido” vinte mil prisioneiros. Parece que este era também o consumo anual médio só na capital.”
“Os astecas inclusive promoviam suas numerosas guerras com a única finalidade de capturar prisioneiros para seus rituais sofisticados que incluíam, em um de seus meses, o esfolamento após a qual os sacerdotes se vestiam com as peles das vítimas.”
Podemos chamar isso de civilização?
Infelizmente essas cruentas práticas dos maias e astecas são acoberta­das, enquanto as práticas dos espanhóis são anunciadas aos quatro ventos. Mostram-se em planetários os feitos dos astecas e maias no campo da astronomia, mas as o assassi­nato ritual e rotineiro de milhões de pessoas é maliciosamente encoberto.
Como pode uma “civilização” desta ser melhor do que o Cristianismo, que prega amor até aos inimigos? É um contra senso; uma grande incoerência. Por isso a chegada de Fernando Cortez em 1521 no México e os esforços para converter os povos indígenas ao cristianismo são tratados com desdém.
(…).

– A grande jogada de marketing do Atlético Paranaense, que se chamará…

Quanta polêmica sobre a mudança visual do CAP, agora Clube Athlético Paranaense, para a sua nova identidade visual!

Diferenciou-se ainda mais do CAM – Clube Atlético Mineiro, deixará de ter uma marca parecida com a do Flamengo no peito e ninguém dirá que imita o uniforme do Milan.

Ótimo! Venderá mais camisas e teve uma sacada genial.

Aliás, quem disse que não pode mudar distintivo do time? Os escudos são sempre atualizados sim!

Veja: dos clubes brasileiros grandes e pequenos, passando aos internacionais, atualizar-se é necessário:

(pela ordem: Palmeiras, Corinthians, Real Madrid, Paulista, Milan, Juventus, Flamengo, Chelsea, Manchester City e o novo Athlético Paranaense)

– Além do assédio a pacientes pós-cura espiritual, João de Deus é acusado de estuprar a filha! Que maluquice…

Parece roteiro de filme de terror. O médium João de Deus, famoso por suas curas espirituais e admirado internacionalmente pelo seu “poder de fé”, a cada dia é denunciado por mais e mais crimes. Agora, até sua filha testemunhou violência sexual.

O religioso tão amado por alguns (beirando idolatria) começou a ruir sua reputação com os testemunhos de mulheres que o acusavam de assedio sexual travestido de “ritos de purificação”.

Relembre o caso aqui: https://professorrafaelporcari.com/2018/12/10/mais-um-lider-religioso-acusado-de-abuso-sexual-agora-joao-de-deus/

Que semana triste para os que tem fé (seja qual for ela): da queda do ícone espírita que atendia inocentes fiéis querendo curas ao atentado covarde à Igreja Católica em Campinas durante a Missa (sobre esse assunto, em: https://wp.me/p4RTuC-mCp).

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2018/12/12/filha-acusa-joao-de-deus-de-abusar-dela-quando-era-crianca.htm

FILHA ACUSA JOÃO DE DEUS DE TER ABUSADO SEXUALMENTE DELA QUANDO CRIANÇA

“Ele é manipulador. Ele é mau. Ele é estranho, é diferente. Eu já pedi muito a Deus que ele se arrependesse do que fez e faz”, afirmou Dalva Teixeira no vídeo. Segundo ela, sua mãe havia tido um relacionamento breve com o médium e ela só conheceu o pai quando tinha 10 anos. “[Quando o conheci], ele tirou minha roupa toda, tirou a dele e ficou a noite inteira me molestando”, afirmou.

De acordo com Dalva, os casos de abuso se repetiram por quatro anos. “Isso foi até os 14 anos, quando então eu me casei para sair de casa.” Ela conta que o pai reagiu com violência ao saber do casamento. “Me bateu muito, muito. Eu fui parar no hospital.”

Dalva processou João de Deus, pedindo uma indenização de R$ 50 milhões. O processo corre em segredo.

Um dos filhos de Dalva, Paulo Henrique Ronda, também gravou entrevista em 2016 e disse ter sido espancado a mando do avô por ter ido à Justiça contra ele. “Bateram em mim e no meu irmão. Eram pistoleiros, e um deles disse: ‘Não é para matar. É só para dar um susto para eles saberem que estão mexendo com peixe grande'”, afirmou.

O jornalista Thiago Mendes, que gravou a entrevista, disse que foi aconselhado por familiares a não exibi-la na época. “Foi por isso que eu guardei e agora, com [os outros casos] vindo à tona, eu decidi publicar”, afirmou.

A Record exibiu ainda um segundo vídeo, gravado por Dalva em 2017, em que ela aparece ao lado do pai e afirma nunca ter sido abusada por ele. O vídeo foi divulgado ontem pela defesa de João de Deus. Segundo a reportagem, os advogados de Dalva informaram que ela teria sido coagida a gravar esse segundo o vídeo.

Médium nega prática de crimes

O advogado de João de Deus, Alberto Toron, afirmou ao jornal “Folha de S.Paulo”, na segunda, que o médium recebeu com “indignação” a notícia de que é acusado de crime sexual e está à disposição das autoridades para esclarecimentos.

Em nota enviada ao programa “Conversa com Bial”, a assessoria de imprensa do médium negou as acusações contra ele. “Há 44 anos, João de Deus atende milhares de pessoas em Abadiânia, praticando o bem por meio de tratamentos espirituais. Apesar de não ter sido informado dos detalhes da reportagem, ele rechaça veementemente qualquer prática imprópria em seus atendimentos”.

da Band News

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– Que nossa 4a feira seja preciosa!

Bom dia. A manhã ainda chegará mas já é hora de, para quem gosta, correr.
Vamos para o cooper corujão? Foto-motivação:

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Durante o cooper, pensando nas coisas do Alto. Hoje na intercessão da Virgem Maria, invocada como Nossa Senhora do Carmo e Desatadora dos Nós. Nossa foto-meditação:
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Depois de correr, alongando entre as roseiras do nosso jardim. Sem filtros, nossa foto-inspiração:
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Hora de trabalhar! Junto ao caminho, a alvorada vem me acompanhando. Nossa foto-contemplação:
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Ótima quarta-feira a todos.