– E quando seu pai lhe diz que vai casar?

Você, como eu, deve ficar feliz!

É evidente que a gente não imagina estar no casamento do próprio pai. A lógica não é bem essa. Mas a vida nos prega surpresas diversas e somos convidados a rir, chorar, festejar, lamentar e, muitos, a questionar.

No meu caso: CELEBRAR! Sim, meu pai é viúvo e encontrou a sua tampa da panela (ops: “metade da maçã”, é mais bonito ilustrar assim…). Qual filho não se regozija de ânimo ao ver seu pai rejuvenescendo no amor e na alegria?

Minha futura madrasta, a Laura, é a simpatia em forma de pessoa. Viúva como ele e da sua mesma faixa de idade, de humor e de estado de espírito!

Deus foi generoso e deu novas oportunidades a ambos. Que sejam muito felizes!

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– O estranho caso de Dória, ex-SPFC

Coisas que o submundo do futebol tenta explicar e não consegue: Dória, zagueiro da Seleção Brasileira Sub 23, estava encostado no futebol francês, nem sendo relacionado para os jogos da sua equipe (o Olympique de Marselha).

O São Paulo resolveu negociar e conseguiu trazê-lo de graça! Ficou no clube apenas 4 meses, sem o tricolor pagar nada ao seu parceiro da França.

Porém… o agente do jogador, Jolden Vergette, cobra R$ 900 mil do SPFC, alegando que é a comissão dele prometida pelos dirigentes tricolores.

Só para entender, parte 1: o jogador supostamente vem gratuitamente, mas o empresário dele recebe 900 mil reais?

Vergette alega que a comissão de valores tão elevados foi acertadas pelo fato de existir redução salarial do atleta.

Só para entender, parte 2: quer dizer que a diferença de dinheiro, ao invés de ir para o atleta, vai para o bolso do agente?

Que mundo podre se tornou o futebol…

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– #PrayForParis – Sobre os atentados na França

A cada nova notícia sobre os atentados terroristas que vitimaram centenas de pessoas em Paris, o mundo se assusta.

O modo covarde, o fanatismo religioso extremo, a intolerância e o ódio dessa gente maldosa impressiona.

Pessoas inocentes nos diversos pontos da França nem sequer puderam se defender. As fronteiras estão fechadas e o planeta assustado.

Há outro agravante: nesta onda imigratória de refugiados sírios, como garantir que militantes do ISIS não estejam ali infiltrados entrando na Europa?

A pergunta que se faz: se mata gratuitamente a troco de quê?

Meu Deus… e o pior é que usam um dos nomes dEle, Allah, como justificativa.

#jesuisparisien

#PrayForParis
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Será que os terroristas foram motivados pelo assassinato de um dos seus chefes, o líder dos degoladores?

Sobre ele, abaixo, extraído de UOL.com:

De menino tímido a carrasco em decapitações: a trajetória do britânico ‘evaporado’ em ataque dos EUA

  • AP – 3.out.2014

Os Estados Unidos dizem estar “razoavelmente certos” de que um ataque na Síria teria matado o militante do grupo autodenominado “Estado Islâmico” conhecido como “John Jihadista”.

De acordo com o Pentágono, o ataque realizado por um drone (aeronave não tripulada) na quinta-feira em Raqqa foi “de rotina”, mas que será preciso algum tempo até “declarar formalmente que houve sucesso”.

Mohammed Emwazi, britânico nascido no Kuwait, ficou conhecido após aparecer em decapitações de reféns ocidentais e se tornou um dos homens mais procurados das autoridades do Ocidente.

O carrasco do”EI” era tido como um homem frio, calado e solitário, que não se misturava com os outros combatentes, segundo Abu Ayman, um desertor da milícia entrevistado pela BBC.

Questionado sobre o que seus colegas pensavam de Emwazi, Ayman afirmou que “alguns o amavam”.

“Alguns se juntaram ao ‘EI’ depois de assisti-lo e admirá-lo; tomam ele como um exemplo”, disse.

‘Problemas adolescentes’

Mohammed Emwazi nasceu no Kuwait em 1988 e foi para o Reino Unido em 1994, quando tinha seis anos de idade. Ele estudou na escola Quintin Kynaston Community Academy em St John’s Wood, no norte de Londres.

Jo Shuter, que era professora no colégio na época, disse à BBC que quando Emwazi chegou lá, aos 14 anos de idade, era um garoto tímido e com muitas responsabilidades fora da escola, já que era o mais velho de muitos irmãos.

Chamado de “Little Mo” (Pequeno Mo, em inglês) pelos colegas, Emwazi era descrito como um fã de futebol, dedicado à religião e com dificuldades de se aproximar das meninas. Segundo relatos na imprensa britânica, ele teria ouvido de uma colega, de quem gostava, que tinha mau hálito e sentiu-se humilhado.

“Ele tinha problemas de adolescente. Especialmente naquela idade, e particularmente para os meninos, é um momento em que os hormônios começam a falar mais alto. E ele sofreu bullying, algo com o que tivemos que lidar”, afirmou Shuter.

“Percebíamos que ele ficava muito irritado e demorava muito para se acalmar, então trabalhamos muito com ele para ajudá-lo a controlar a raiva e suas emoções. Pareceu funcionar. Ele respeitava muito o trabalho que fizemos com ele na escola.”

“Ele era um jovem esforçado e com sonhos, que foi para a universidade que queria. Não era uma preocupação para nós”, diz a professora.

‘Briguento e barulhento’

Emwazi se formou em computação na Universidade de Westminster em 2009 e, no mesmo ano, chamou a atenção do MI5, o órgão de inteligência britânico, que monitorava suspeitos de extremismo ligados a combatentes estrangeiros que se juntavam ao Al-Shabab, braço da Al-Qaeda na Somália.

Usando o nome Muhammad ibn Muazzam, ele tinha ido para a Tanzânia com outro britânico, conhecido como “Abu Talib” e um terceiro homem, um alemão convertido ao islamismo chamado “Omar”.

Ao voltarem, eles foram interrogados e deportados por mau comportamento, segundo um policial do aeroporto.

O policial afirmou que Emwazi “trouxe caos ao aeroporto”, foi “briguento e barulhento” e se comportou “como se tivesse alcoolizado”.

O britânico disse depois ao Cage – um grupo ativista de direitos das comunidades impactadas pela Guerra ao Terror – que foi ameaçado com uma arma e torturado. As autoridades negam.

Apesar da confusão, Emwazi não foi acusado de nenhum crime. Mas o MI5 acreditava que sua viagem com amigos não havia sido apenas de férias.

Ele já era associado, segundo as autoridades, a uma série de suspeitos de jihadismo cuja movimentação ao redor do mundo a inteligência britânica monitorava.

Vida no Kuwait

Entre o final de 2009 e o início de 2010, Mohammed Emwazi voltou para o Kuwait para viver com a família de seu pai e, segundo relatos, buscar uma nova vida no Oriente Médio. Sua família é de beduínos – um grupo marginalizado na sociedade local.

Ele buscava um emprego em computação e, segundo o funcionário do Cage Asim Qureshi, planejava se casar e ter uma vida estável.

O rapaz passou três meses trabalhando como vendedor de serviços de TI antes de dizer a sua família que iria visitar o Reino Unido. Mas, depois dessa viagem, ele nunca mais conseguiu regressar ao Kuwait.

De acordo com o Cage, ele foi detido por seis horas no aeroporto de Heathrow e impedido de voltar ao país. Depois, afirmou que apanhou de um oficial de segurança.

O grupo diz que Emwazi ficou desesperado para sair do Reino Unido nos meses seguintes e, em 2013, mudou seu nome para Mohammed Al-Ayan e tentou novamente, sem sucesso.

Em agosto daquele ano, seus pais foram à polícia e o deram como desaparecido. Quatro meses depois, a polícia teria dito à família que ele estava na Síria.

Não se sabe exatamente quando o britânico chegou à zona de guerra síria, mas ainda em 2013 ele foi localizado em Idlib, ajudando a vigiar reféns ocidentais.

Vídeos

Em agosto de 2014, ele apareceu mascarado no vídeo que mostra o assassinato do jornalista americano James Foley e, nos meses seguintes, em vídeos semelhantes mostrando as execuções dos reféns Steve Sotloff, David Haines e Alan Henning.

Em nenhum destes vídeos fica claro se é o homem mascarado que mata as vítimas ou se é outra pessoa não mostrada pela câmera.

Mas em novembro de 2014, já conhecido como “John Jihadista”, ele aparece em mais um vídeo de execução e, desta vez, parece estar realmente matando um oficial do exército sírio. Ele também apareceu ao lado da cabeça decapitada do americano Peter Abdulrahman Kassig.

Dois meses mais tarde, em janeiro de 2015, Emwazi aparece matando o refém japonês Kenji Goto. Essa foi sua última aparição.

De acordo com o especialista de segurança da BBC Frank Gardner, ele havia se tornado um dos principais alvos das agências de inteligência americana e britânica, mesmo que não esteja comprovado que ele tivesse nenhum papel militar dentro do “EI”.

“Depois que sua identidade foi revelada em fevereiro, Emwazi ficou a maior parte do tempo afastado dos holofotes, tomando cuidado especial para não deixar pistas digitais sobre sua localização”, disse Gardner.

Mas o GCHQ, sede das comunicações do governo britânico, fez grandes esforços para interceptar e decifrar quaisquer mensagens criptografadas que pudessem revelar onde ele ou seus associados estavam.

– A bandana proibida “do Jabá” de Neymar passou batida!

Mais do que um jogador, Neymar, o craque brasileiro, é um outdoor ambulante. Uma espécie de homem-placa, aqueles que carregam cavalete com a inscrição: “vende-se ouro” nos centros das cidades.

Na realidade dele, as praças urbanas são os estádios. Digo isso pela bandana da Nike (sua patrocinadora pessoal) usada no jogo entre Argentina x Brasil.

Aliás, Neymar poderia usar o apetrecho?

NÃO. E explico: O equipamento de um atleta, segundo a Regra, é constituído de: camisa, calção, meias, caneleiras e calçados. Qualquer coisa extra deve ser avaliada.

Exemplos? Claro: shorts térmicos visam melhorar o conforto do jogador; são permitidos desde que da mesma cor dos calções.

Bonés? Somente ao goleiro, se este estiver jogando contra o sol.

Bandanas? A Ronaldinho Gaúcho, David Beckham ou qualquer outro cabeludo, sim, pois é uma forma de segurar o cabelo para jogar mais confortavelmente.

E a bandana de Neymar?

Não é permitida, pois hoje ele usa um corte de cabelo curto, sendo desnecessária a função dela. Tudo que esteja sem função prática e necessária, é proibido. Parece óbvio que é o marketing de emboscada sendo usado, para expor seu patrocinador que está estampado em tamanho grande.

Lembrando: no Campeonato Espanhol e na Liga dos Campeões da Europa, Neymar entrou em campo com ela e teve que retirar o acessório. Já nas Eliminatórias da Copa do Mundo, fez-se vista grossa…

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