– Chove, chuva!

E ela chegou… vem, chuva, mas sem “violência”!

Registrar a Natureza é muito legal.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#sky #céu #natureza #rain #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds

– Todo mundo pediu a conta na Juventus. Isso aconteceria no Brasil?

Em meio a uma crise enorme, toda a cartolagem da Juventus de Turim pediu demissão, para o bem do clube.

Isso aconteceria com qualquer clube brasileiro (uma demissão em massa dos dirigentes esportivos, por conta de trabalho ruim)?

Creio que não… (em tempo: além dos problemas esportivos, há a questão da fraude fiscal!).

Em: https://www.ilbianconero.com/a/juve-elkann-come-nel-2006-27348

Juve, la Procura federale ha chiesto gli atti dell’inchiesta Prisma: ‘Si valuta se annullare l’assoluzione’

Imagem extraída de La Gazzeta Dello Sport, link acima.

– Campânulas.

🌼 Flores muito bonitas, para alegrar e embelezar nossa terça-feira!

A Jardinagem é um ótimo passatempo (igualmente à mobgrafia)… aqui: campânulas (ou flor-de-sino).

Imagem

🌸📸🌹
#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#flor #flowers #flower #pétalas #garden #hobby #natureza #nature #flora #photography #fotografia

– Ops…

A chuva está chegando…

Que nuvens impressionantes!

Venha mansa, dona água.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#chuva #rain #landscapes #clouds #nuvens

– A Sabedoria Divina aos pequeninos.

Sabemos que Deus acolhe os pequenos e desprovidos. E o anúncio da Boa Nova de Cristo é consolo e garantia aos que sofrem.

Abaixo, a Palavra de Esperança:

EVANGELHO DE SÃO LUCAS: 10, 21 – 24

21Naquele momento Jesus exultou no Espírito Santo e disse: “Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. 22Tudo me foi entregue pelo meu Pai. Ninguém conhece quem é o Filho, a não ser o Pai; ninguém conhece quem é o Pai, a não ser o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. 23Jesus voltou-se para os discípulos e disse-lhes em particular: “Felizes os olhos que veem o que vós vedes! 24Pois eu vos digo que muitos profetas e reis quiseram ver o que estais vendo, e não puderam ver; quiseram ouvir o que estais ouvindo, e não puderam ouvir”.

– Palavra da Salvação:
– Glória a Vós, Senhor.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Frutas para ter saúde!

Ôpa! Saindo morango, pêssego e ameixa para a criançada…

Hoje é dia de almoçar cedo e comer coisas saudáveis!

Quem vai querer?

Coma fruta que faz bem.

#fruits

– 6 anos da tragédia da Chapecoense!

Recordando a postagem de 29/11/2016:

Para quem acordou agora, uma tragédia no mundo do esporte. Caiu o avião da Chapecoense, próximo do aeroporto de Medellín, onde jogaria a final da Copa Sul-americana contra o Atlético Nacional.

Às 03h15 de Brasília (00h15 de Bogotá) – o avião sumiu do radar da Torre de Controle do aeroporto.

Às 03h50 – supostamente a queda ocorreu por falta de combustível.

Às 04h20 – primeiras notícias são de que existem sobreviventes, segundo o prefeito de Medellin.

Às 04h30 – muita chuva e o resgate não consegue chegar ao ponto da queda.

Às 04h36 – primeiro comunicado oficial: dos 81 passageiros do avião (que era de uma empresa boliviana), há pelo menos 6 sobreviventes.

Às 04h50 – o transporte de vítimas é feito a pé pelos socorristas devido ao difícil acesso. As ambulâncias não conseguem chegar até a aeronave, tendo um percurso a pé a ser realizado.

Às 05h00 – somente 4 pessoas foram socorridas, devido ao local da queda. Confirmou-se 72 passageiros e 9 tripulantes. Há jogadores da Chape, comissão técnica e dirigentes. Também jornalistas de rádio e TV que participariam da transmissão do jogo, além de outros passageiros.

Às 05h10 – a Rádio Caracol (maior emissora da Colômbia), chega ao acidente e diz que a imagem é “dantesca”.  Confirmado: dois mortos e dois sobreviventes resgatados.

Às 05h15 – uma atleta da Chape foi socorrido com vida. A confirmar a identidade.

Às 06h00 – 3 atletas resgatados com vida. Somente ao longo do dia saberemos ao certo tudo o que aconteceu.

Às 06h40 – Confirma-se que somente veículos 4×4 tracionados conseguem chegar ao local, sendo que as autoridades pedem ajuda de voluntários que tenham tais veículos.

Com os meios de comunicação desse mundo da tecnologia e informação on-line, é incrível como o planeta se tornou rápido. É o conceito real de “aldeia global”.

Ops: a lista de passageiros conta 21 jornalistas no avião, sendo 6 da Fox Sports e 3 da TV Globo. Dentre eles, o ex-jogador Mário Sérgio, Deva Pascovicci e Victorino Chermont.

06h50 – Prefeito de Medellín confirma, nas palavras dele, “ao menos 25 cadáveres”.

Respeitosamente, encerro essa postagem desejando que Deus conforte os familiares das vítimas e ajude os sobreviventes. E falar o quê de uma empresa que permite pane seca em um avião?

img_0340

– O sol raiou no Lago do Taboão.

A beleza de um incrível amanhecer, à beira do Lago do Taboão, em Bragança Paulista.

Depois da manhã tão sisuda, uma alvorada tão inspiradora como essa faz bem!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– O direito de ter opinião.

É obvio que todos nós temos direito à liberdade de expressão. Igualmente temos que levar em conta a educação e o respeito no que escrevemos para não ofender alguém com injustiças ou calúnias.

Leio esse artigo, abaixo, e observo algo interessante: a necessidade da RESPONSABILIDADE do que se fala! E isso é importantíssimo para uma sociedade mais cidadã!

Criar fake news, promover movimentos controversos e que podem prejudicar alguém, ou ainda, levantar bandeiras sem embasamento e/ou de comprovada cientificidade adversa, não seria usar o direito de expressão de maneira perniciosa?

Compartilho, extraído de: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/artigos/daniel-martins-de-souza/o-direito-de-ter-opiniao

O DIREITO DE TER OPINIÃO

Por Daniel Martins de Souza

É possível afirmar que uma das maiores conquistas da humanidade é o direto de expressar suas opiniões. Direito este que é parte da tão apreciada liberdade de expressão, garantida por lei, a todos os cidadãos brasileiros. Expressar nossa opinião tem sido ainda mais frequente na era das redes sociais, onde encontramos canais totalmente abertos às mais diversas opiniões, sem nenhuma barreira ou limite.

Algumas décadas atrás, os fóruns para expressão de opiniões que atingissem uma quantidade significativa de pessoas eram muito restritos. Alguns poucos membros da sociedade opinavam: aqueles muitíssimo poucos indivíduos que podiam escrever uma coluna de jornal ou comentar num telejornal. A grande maioria das opiniões das pessoas eram emitidas a um número muito limitado de ouvintes, numa conversa de bar, ou na mesa de jantar. Talvez num jornal local.

Em meados da década de 1990, os grandes meios de comunicação passaram a tornar a participação popular mais presente em suas programações (no caso das rádios e TVs) ou publicações (no caso dos jornais e revistas). Esta popularização passou a possibilitar que a quantidade de opiniões nos grandes meios de comunicação se ampliasse cada vez mais.

E as redes sociais, já no século XXI, vieram para coroar o direto que cada individuo tem de expressar sua opinião a milhares, milhões de pessoas potencialmente, assim como o apresentador de um grande telejornal diariamente. Este é um feito maravilhoso para a humanidade. Cada indivíduo da sociedade teria direto e é livre para expressar o que pensa (teria, pois, infelizmente, ainda não há uma inclusão digital que propicie isso de verdade à grande parte da população brasileira).

À medida que a humanidade conquista um feito, reflexos deste aparecem e temos de ir sintonizando finamente como a conquista deve ser usufruída. Creio estarmos justamente neste momento de necessidade de ajuste, pois ao passo que temos direito de ter e expressar nossa opinião, temos também de exercer maior responsabilidade sobre ela. E hoje em dia, a responsabilidade sobre o que se fala e escreve, praticamente não existe.

O que temos visto e vivenciado diariamente é um aumento no número de canais que garantem o direito da expressão de opiniões, mas muito pouca, ou nenhuma cobrança de responsabilidade sobre elas. Cada um fala e escreve o que quer e bem entende, da forma que acha mais adequado. E quando isso acontece por trás de uma tela, de um teclado, de uma webcam ou até por trás de um microfone, parece que inclusive a simpatia e cordialidade se perdem.

Algumas pessoas defendem que podem dizer e escrever o que bem entender, mesmo sem assumir qualquer responsabilidade, pois aquela é a opinião pessoal dela. Opinião esta que é parte do direito garantido pela constituição da liberdade de se expressar. Assim, ninguém tem o direto de questionar o que é dito por outrem.

Mas está justamente aí um enorme equívoco. Ao passo que temos o direito de opinar, temos o dever de nos responsabilizar pelo que dizemos. É justamente da liberdade de expressar sem responsabilidade que nascem as famigeradas “fake news”: conceitos, fatos ou notícias expressas, sem nenhuma responsabilidade com a verdade, mas fortemente tendenciosas à opinião ou intenção do interlocutor. E a partir daí, especialmente dado o infinito alcance que os meios de comunicação e redes sociais têm, temos visto enxurradas de opiniões deletérias que desmontam, com muito poder e do dia para a noite, o trabalho conceitual de séculos da ciência e da justiça social.

Tanto esta afirmação é verdadeira que hoje temos visto questões superadas pela ciência há décadas (eventualmente há séculos!) voltarem como forma de explicação para conceitos da natureza. A crença de que a terra é plana é uma das maiores evidências deste argumento. E é bem aí que está o que me fez escrever este texto: conceitos comprovados cientificamente baseiam-se em dados. Não em opinião.

Se alguém diz “na minha opinião, a terra é plana”, esta não é uma opinião aceitável. Porque a terra é comprovadamente redonda. Temos aqui então um dilema, pois, numa sociedade democrática, todos têm direito a sua própria opinião. Mas tenho eu direito a uma opinião que é comprovadamente não verdadeira? Ou ainda tenho eu direito a uma opinião não aceitável socialmente? É justamente sob a luz de exercer o direito à opinião que as pessoas praticam atitudes homofóbicas, racistas e até neofascistas nas redes sociais diariamente.

Uma opinião sólida e com poder agregador perante a sociedade e não tendenciosa à formação de uma notícia falsa é aquela baseada em dados. Dados verdadeiros, sólidos e apropriadamente interpretados. Para ilustrar este ponto, temos diversos exemplos atualmente: a última eleição presidencial nos EUA tem sido posta em xeque por alguns quanto à sua validade; o uso de urnas eletrônicas na eleição para prefeitos aqui no Brasil foi também questionado por alguns. Mas quais são os dados que comprovam – ou ao menos indicam – que as eleições nos EUA foram fraudadas ou que as urnas eletrônicas não funcionam no Brasil? Até agora, nenhum. As alegações são somente opiniões pessoais, sem base em dados. As alegações baseiam-se em sentimentos de um apoio popular não quantificado. Assim, são opiniões que tendem a gerar notícias falsas, que se espalham com grande força e rapidez, ainda mais dependendo do interlocutor que as traz.

Durante a pandemia, é acalorado o debate sobre o tratamento da COVID-19. Uma das perguntas que permeiam a discussão cotidiana é: Há algum medicamento eficaz para tratar a COVID-19? É comum ler e ouvir respostas como “na opinião do Doutor Fulano, o medicamento XYZ funciona”. Mas a questão aqui é que em termos de tratamento de uma doença, não existe opinião: ou o medicamento funciona ou não funciona, baseado em dados científicos. De maneira muito genérica, para o tratamento efetivo de uma doença, existe a necessidade de estudar em diversas fases e em diferentes modelos biológicos (células, animais até chegar em humanos) os efeitos de um composto químico (um medicamento) sobre a doença. Os dados destas investigações, conduzidas com rigor e apropriada cadência científica, é que vão definir se um tratamento é efetivo ou não. Assim, a opinião do “Doutor Fulano” só é válida se houver dados que comprovem sua afirmação. Do contrário, não importa a opinião dele. A opinião sobre um remédio só é válida se houver comprovação científica. Voltando a pergunta então: Há algum medicamento eficaz para tratar a COVID-19? A resposta é “não”, pois até hoje, não há estudo científico que comprove a eficácia de um medicamento sobre a COVID-19. E isso independe da opinião de qualquer pessoa.

Você pode ler este parágrafo acima e se contrapor, dizendo que teve COVID-19 e que se curou, por exemplo, tomando 3 copos de água a cada 1 hora. Ao passo que, na sua opinião, este seja o caminho da cura da COVID-19, esta é uma observação isolada, baseada na sua experiência, única e individual. Logo, não é uma opinião que vale como verdade. Provavelmente nem seja uma opinião segura e responsável. Para comprovarmos se 3 copos de água a cada 1 hora tem a capacidade de curar a COVID-19, um estudo sistemático e com rigor e design científico deve ser conduzido em centenas de milhares de pessoas. As observações clínicas e sintomatológicas serão coletadas por cientistas capacitados para interpretá-los e somente a partir destes resultados poderíamos afirmar se esta seria uma maneira de curar a COVID-19. Assim, será que alguém tem direito de ter a opinião que 3 copos de água a cada hora curam a COVID-19? Frente a responsabilidade envolvida neste caso, talvez esta não seja uma opinião que tenhamos direito de ter. É uma situação na qual a responsabilidade pela opinião impacta o seu direito constitucionalmente garantido de expô-la.

Nós vivemos em uma era na qual nunca tanta informação esteve tão disponível. Todas as enciclopédias do mundo e as experiências pessoais da humanidade estão nas palmas de nossas mãos. Na era da informação, a maneira com a qual se usa o conhecimento determina se é bom ou ruim ter tanta informação disponível. Dentre os tópicos mais discutidos da humanidade nas últimas semanas estão as vacinas para preveção da COVID-19. E o assunto vacina nos traz novamente para a discussão sobre como o obscurantismo pode ser cultivado, mesmo em tempos de tanta luz. Há uma crença, posta justamente por pessoas que expõe opiniões de forma irresponsável, de que vacinas fazem mal às pessoas. Este é um argumento insustentável cientificamente. Assim, não deve ser uma opinião válida. Grande parte da “opinião” sobre o eventual mal que as vacinas fazem vem de crenças pessoais ou do fato de dados científicos serem interpretados equivocadamente.

Certa vez li um blog anti-vacina que explicava o porquê uma vacina faz mal. Ao ler o texto, pude perceber que o autor, apoiado num texto científico legítimo, interpretou-o de maneira escandalosamente equivocada. E assim espalhou pela web sua interpretação: estudo científico mostra que vacinas causam doenças. O autor do texto era um advogado. Em posse de dados que esta pessoa não tem preparo técnico para interpretar – afinal, o estudo científico havia sido conduzido por imunologistas, cuja formação é muito distinta – gerou um entendimento incorreto e perigosíssimo, pois sua interpretação apoiava-se justamente em um texto científico. E tudo que clamo aqui é “confie na ciência”. E quando alguém usa a ciência pra justamente sustentar um argumento errado? Especialmente para defendê-lo a outras pessoas que também não tem as melhores condições para interpretá-lo? Este é um exemplo de como o acesso a muita informação pode ser deletério. É importantíssimo, portanto, que usemos filtros adequados no acesso a informação. Eu como bioquímico, por exemplo, não tenho a menor condição de ler um texto jurídico e interpretá-lo. Assim, devo procurar um canal, certificado e conduzido por especialistas no assunto, que o façam. Do contrário, as pessoas podem até se apoiar em dados científicos, mas para conclusões equivocadas. E pior, difundindo estes equívocos nas redes sociais, por exemplo, gerando uma falsa sensação de confiança em quem lê.

Abro um parênteses: o que discuto aqui versa sobre o conceito de vacina. Isso não tem a ver com a preocupação sobre a segurança e eficácia das vacinas que estão sendo produzidas para COVID-19. Sem sombra de dúvidas, as vacinas que estão sendo aceleradamente produzidas precisam ter sua eficácia comprovada, com estudos científicos robustos e rigorosos, seguindo o ritmo da ciência. Preocupar-se e cobrar das autoridades a eficácia e segurança das vacinas para COVID-19 é importantíssimo e até um ato de cidadania de cada um de nós. Com isso, a ciência é capaz de nos ajudar. E tem nos ajudado. Veja o quanto descobrimos sobre esta doença todos os dias.

Depois de argumentar que a falta de formação para a compreensão de determinada pauta é a causa pela qual conceitos errados se espalham, é necessário lembrar que o ser humano, inteligente como é, pode manipular a informação em prol de seu próprio benefício. É comum ver indivíduos cientificamente letrados defendendo causas que não têm embasamento científico, usando justamente suas credenciais como cientista para dar força a seus argumentos. Lembrem-se sempre que o uso da informação para promover desinformação nem sempre é ignorância, mas uma estratégia, ainda mais em tempos de acirradas e polarizadas discussões de cunho político.

Voltando a atenção ao direto à opinião e o incrível alcance das redes sociais, é observável como conceitos incrustados na sociedade brasileira como o racismo e o preconceito contra as classes menos favorecidas emergem em tempos de crise. Quando tudo vai bem – especialmente em termos econômicos – há menor polarização de opiniões e maior paz social. Quando a economia sucumbe ou situações como a atual pandemia emergem, há sempre a busca por culpados para aquelas situações. E é neste momento que invariavelmente estes conceitos reaparecem com muita força. O grande alcance das redes sociais une as opiniões, aumentando o eco significativamente. O eco é tamanho que a sinceridade daquele individuo que exprime uma opinião – que deveria ser socialmente inaceitável – é taxada como autêntica e não desprezível, como se esperaria ser. E esta bizarra espécie de selo de autenticidade é que mostra as entranhas preconceituosas do povo, eclodidas violentamente nas redes sociais. Quando a economia brasileira vai mal, as políticas governamentais integrativas – chamadas sarcasticamente de populistas – são culpadas. E por conseguinte, as classes desfavorecidas são culpadas pelo fracasso econômico daquele momento. Isso demonstra não só preconceito, mas a falta de conceitos das pessoas ao ignorar que promover maior igualdade de classes é necessário para a saúde da sociedade em todos os aspectos. Quando a diferença social é grande, não há paz e equilíbrio econômico. Para diminuir a desigualdade social, é natural que deva haver políticas promotoras desta noção. Momentos de crise, somadas a uma sociedade preconceituosa com ferramentas de alcance em massa pode realmente polarizar opiniões de forma deletéria.

Mas como resolver isso tudo? Como eliminar o obscurantismo, representados recentemente por conceitos como os de terra plana e movimento antivacinas? Como levar aos cidadãos o conceito do opinar responsável, baseado em dados e não em crenças? Como mostrar aos cidadãos que a ciência é confiável, dado seu rigor e imparcialidade? A resposta é sempre a mesma: educação. A educação é a resposta para todos os nossos problemas, inclusive os tantos outros que transcendem esta discussão. Além de uma educação que preze por dados e comprovações sólidas, é necessária uma educação que cultive o respeito à opinião do próximo e à diversidade de ideias. Com educação de qualidade e pautadas à luz da ciência e de conhecimento sólido, a população terá discernimento sobre manobras de desinformação.

Temos o direito a uma opinião? Claro! O ideal é que cada um de nós expresse sua opinião para um indivíduo, a um grupo ou ao mundo, usando a potência de alcance das redes sociais. Mas a responsabilidade de uma opinião, munida de dados confiáveis, é algo central para um mundo justo. O direito à opinião é um legado que deve ser perpetuado na humanidade. Mas com sempre com respeito e responsabilidade.

Cuidado com opiniões e relatos de caso - Ortodontia Descomplicada

Imagem extraída de: http://ortodontiadescomplicada.com.br/cuidado-com-opinioes-e-relatos-de-caso/

– Que amanhecer escuro!

Sem chance de pintar o sol no infinito horizonte!

Ainda assim, que tenhamos uma jornada iluminada.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sky #céu #natureza #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds

– Liturgia Diária de 29/11/2022.

MISSA DA FÉRIA Féria de 3ª Classe – Missa de Domingo, com comemoração de S. Saturnino, Mártir A terra abençoada de que nos fala a Communio, é Maria …

Continua em: Liturgia Diária – 29/11/2022

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 3ª feira (4 de 4).

🌅 05h – Desperte, Bragança Paulista, bem nublada.

Que a terça-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, 3ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: lantanas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 3ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece à Nossa Senhora da Medalha Milagrosa:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão doentes, enfermos do corpo, da alma ou da mente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Mizuno #Nike 

– O brasileiro é criativo…

Essa dona Internet… a Seleção da Sérvia e nossas doenças:

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– Casemiro, rumo a um Brasil x França?

Se a eleição de “Melhores do Mundo” da FIFA não privilegiasse (até mesmo por maneira natural) jogadores de frente, Casemiro deveria ser lembrado, não?

Aliás, está pintando um Brasil x França na final? Por enquanto, as únicas Seleções com 100% de aproveitamento.

– Militantes de Bolsonaro no vento frio, e o Deputado no Catar, curtindo a Copa?

Quer dizer que admiradores do presidente Bolsonaro passam frio, tomam chuva e ficam em frente aos Quartéis, e Dudu Bolsonaro, o deputado, em pleno dia útil de trabalho, está faltando no serviço e curtindo a Copa do Mundo no Catar?

E há quem possa achar isso normal?

Veja:

– Um pênalti de queimada do Brasil, no Mundial (Portugal x Uruguai).

Gimenez não cometeu pênalti de mão na bola no Portugal 2×0 Uruguai. Mas um tiro penal “à brasileira” foi marcado…

O jogador uruguaio está caindo, com o braço em movimento natural, e a bola bate em sua mão. O árbitro manda seguir e depois é chamado pelo VAR. Porém…

Depois de algum tempo, o árbitro iraniano vem caminhando, com uma cara insegura, jeitão de indecisão, totalmente não convicto. Repare que ele ameaça por duas vezes colocar o apito na boca e evita apitar. Por fim, marca pênalti.

Foi o primeiro pênalti “de queimada”, daqueles tipicamente brasileiros, visto na Copa. Nos outros lances idênticos no Mundial, ninguém marcou.

Lembrando: o iraniano Faghani é bom árbitro, mas foi muito mal nesse lance. E insisto: nenhum árbitro europeu de país com futebol desenvolvido marca esse tipo de lance.

winner_cristiano ronaldo_portugal vs darwin nunez_uruguay

Imagem: Getty Images

– Sociedade Malevolente ou Malemolente?

Taí! Na imagem, uma definição dupla de nossos dias… há muita malemolência e muita malevolência!

Abaixo:

– Respeite-se a opinião alheia!

O futebol é impressionante. Leio essa manchete do UOL (https://www.uol.com.br/…/em-dois-jogos-na-copa-brasil…), onde se reporta que o Brasil não tomou gol, NEM CHUTE A GOL CERTEIRO.
Acho que eu, o Sérgio Loredo, o Sílvio Loredo e o Adilson Freddoacertamos quando, no dia do sorteio, comentamos que era um grupo fácil e que o Brasil venceria Sérvia e Suíça. Na oportunidade, não sei porquê, um sujeito chamou a gente de “idiota” e mandou-me estudar mais. Aliás, pegou pilha com o Loredo, dizendo que era um grupo muito difícil.
Não, não era difícil, pois afinal a Seleção Brasileira já está classificada e não levou um chute a gol…
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Imagem: print da TV Globo.

– Brincar e Aprender.

Hora de colar figurinhas (com aula de Leitura, História e Geografia)!

A Copa do Mundo tem suas vantagens além do futebol

⚽️ #PaiDeMeninas #educação #ensino

– O gol anulado de Vini Jr no Brasil x Suíça.

Que pena! Um detalhe fez a diferença para a anulação do gol de Vinícius Jr. Entenda:

Richarlison voltava do ataque em direção ao meio-campo, e estava em posição de impedimento. Uma bola é roubada pela Seleção Brasileira entre a defesa e o meio-campo, e ela é lançada para frente. Richarlison correu para disputá-la, ainda estando em impedimento passivo. Porém, ela passa por dois jogadores (um suíço e Alex Sandro) que não a tocam. Se qualquer um deles tivesse a tocado, seria uma nova jogada; como ninguém a tocou, vale a posição inicial e irregular de Richarlison. Na sequência, a bola sobrou para Vinícius Jr (que estava em posição legal).

Importante: por Richarlison disputar o lance, ele passa de impedimento ativo para passivo sem necessitar tocar na bola, pois leva um marcador junto com ele.

No print, abaixo, a posição de Richarlison na hora do toque no campo de defesa. Dificilmente o bandeira de Suriname (ou de qualquer lugar do planeta) marcaria. Somente o VAR! E tivemos mais uma boa arbitragem no Mundial (num jogo faltoso: BRA 10×17 SUI, com um cartão amarelo para cada time).

(Sobre o árbitro, falamos incialmente aqui: https://wp.me/p4RTuC-IiU)

Em tempo: nos dois jogos, é nítido que depois que a Seleção Brasileira fez o gol contra adversários que se fecharam bem, o time relaxa e joga melhor; os adversários, por sua vez, sentem demais o “baque”.

– Um país raivoso.

O que dizer de um país onde seus cidadãos ofendem um ícone musical (como Gilberto Gil) ou torcem para um atleta quebrar a perna (como Neymar)?

É o fanatismo político que proporciona isso?

Meu Deus… é “de chorar” viver numa sociedade assim

Fenômeno raro faz mulher chorar sangue quando menstrua (Foto: Getty Images)

Imagem: Getty Images

– Buscando a reinserção no mercado de trabalho. Como fazê-la?

Compartilho esse ótimo artigo do Professor e Consultor José Renato Sátiro Santiago, a respeito da reinserção no mercado de trabalho. Como fazê-la?

Abaixo:

AS FORMAS DE SE PROCURAR UM NOVO EMPREGO

Para qualquer momento de rejeição, a primeira coisa a se procurar é o conforto. Minto, talvez seja encontrar uma forma de anular, ou diminuir, a intensidade desse sentimento resultado imediato de contrariedades, negativas que costumam nos confrontar em nossa vida. Ao restringirmos esta análise ao mundo corporativo, é possível afirmar que a perda de emprego costuma ser um dos maiores elementos causadores desse ‘estar’. O descarte de nossas aptidões, seja por qual motivo for nos causa certos impactos materiais inequívocos, o maior deles, obviamente, o fim da fonte provedora dos recursos dos quais somos remunerados por conta das atividades que desenvolvemos.

Seja esperado, ou não, tão logo ouvimos a frase dita como derradeira “por conta da situação da empresa, teremos que dispensá-lo” ou algo parecido, muitos sequer conseguimos processar o passo seguinte a ser dado. Na verdade as empresas não costumam dar as devidas orientações aos seus, agora, “ex-colaboradores”, por um singelo e efetivo motivo: “pouco se importam com eles”. Esta verdade, nua e crua, costuma ser tratada com outros “dedos” pelas organizações, mas a sentença é certeira. Ainda assim, a ‘ficha’ do colaborador vai caindo e quanto antes isto acontecer, melhor.

O primeiro pensamento que passa é contatar os seus colegas de trabalho. Se eles estão na própria empresa, certamente não serão as fontes mais interessantes a serem procuradas. Contar com o acionamento do networking alheio não soa apenas como oportuno assistencialismo, mas uma infantilidade patética. Constrangedor. Eis que neste momento, costumamos lembrar que o currículo, o CV, está plenamente desatualizado, incluindo ainda atividades que sequer recordamos ter feito um dia. A forma como gerimos nossa vida profissional parece mostrar, muitas vezes, uma paissagem obscura, de pouca esperança e quase desoladora. Pensarmos em networking e em CV justamente quando precisamos procurar por uma nova oportunidade profissional mostra muito o que somos e o que fizemos por nossa carreira.

Daí surge a intenção de ligar e/ou mandar mensagens para amigos com os quais não nos relacionamos já faz um bom tempo. O texto costuma ser único, quase um padrão, mudando se apenas a saudação inicial, com a alteração do nome da pessoa, nem sempre com o devido cuidado de corrigir o seu gênero. “Busco por novos desafios” parecer ser uma frase bem legal, apenas isso explica sua presença em quase 100% daqueles que têm a intenção conquistar um novo cargo. Viver por conta de desafios, parece algo tão pontual em nosso mundo corporativo, ainda mais se verificarmos que em boa parte das empresas as atribuições dos colaboradores costumam remete-los a fazer muitos controles, analisar outros tantos indicadores e seguir processos bem azeitados e estruturados ainda nos “tempos do onça”.

Somos muito poucos aqueles que realmente buscam e vivem por desafios, e estes não costumamos procurar emprego de forma convencial através de e-mails recheados por frases de efeito. Mas há sempre o pior. Quantos não costumam ser dramáticos sobre suas situações financeiras, indicando que estão desempregados já faz não sei quantos meses ou anos, como se isso fosse sensibilizar alguém para que esta informação seja utilizada como critério para definir o colaborador que irá ocupar uma eventual nova vaga. A mistura do pessoal com o profissional parece nos ofender apenas quando feita pelos homens públicos de moral suspeita.

Outro caminho que costuma ser utilizado é mandar mensagens para profissionais, que sequer conhecemos, mas que costumam festejar seus milhares de seguidores, quase como se fossem seitas religiosas, muito por conta da exibição de vagas profissionais efêmeras, como se as mesmas estivessem sob sua responsabilidade única, isto quando elas realmente existem. Muitas vezes os pedidos se resumem para que informemos nossos e-mails, uma armadilha vil que tem como intenção única a criação de mailing lists, que acredite, move um mercado bem lucrativo. Fugir destes vendedores de sonhos, na verdade, 171s de marca maior, não é apenas um conselho.

Pois então, qual seria a forma mais efetiva para se procurar emprego? Para os que aqui chegaram com esta expectativa, lamento citar o obvio: não há receita pronta. Mas certamente meios, caminhos e iniciativas que fortalecem nossa trajetória para tal. Talvez a maior delas esteja relacionada com a empatia, o saber se colocar no lugar do outro. Como você gostaria que as pessoas se comportassem contigo, quer seja enquanto desempregado, quer como empregado. A reciprocidade não é uma questão de justiça, mas de verdade. Estamos diariamente fazendo por onde para que tenhamos maior ou menos facilidade na obtenção de nossa próxima oportunidade profissional, que possamos notar isso em nossa volta e ações que tomamos.

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Imagem extraída de: https://al.unit.br/blog/destaque/unit-seleciona-novos-professores-2/attachment/temos-vagas/

– Milagres contemporâneos de Brasileiros e a importância de ter fé.

Muitas pessoas incrédulas questionam a fé alheia. Mas a importância em crer, e os casos de milagres recentes, estudados pelo Vaticano e acontecidos no Brasil, nos mostram o quão necessário se faz acreditar!

Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/83528_MILAGRES+CONTEMPORANEOS+PARTE+1/

MILAGRES CONTEMPORÂNEOS

por Patrícia Diguê e João Loes

Livre do câncer e pai novamente

Aos 36 anos, o engenheiro Alcimir Inácio Luiz viu sua vida entrar num mar revolto e assustador. Descobriu que tinha um agressivo tumor no intestino, foi submetido à quimioterapia e recebeu dos médicos o prognóstico de esterilidade. “Eles disseram que eu não poderia mais ter filhos”, lembra o morador de São Vicente (SP). As chances de ficar estéril eram tamanhas que recomendaram o congelamento de esperma antes do bombardeio químico. Luiz encarou o tratamento, que durou dois anos e o curou, mas, em tese, o deixou infértil. Os médicos atestam que é raríssimo alguém ter filhos após ser submetido à quimioterapia. “Mas medicina não é matemática e há exceções ”, ressalva José Carlos Carvalho, hematologista que acompanhou Luiz. O caso do engenheiro foi uma dessas. Mas ele troca a palavra exceção por milagre. Em 2007, sua mulher engravidou de Pedro. “Recebi dois milagres: Deus curou meu câncer e me deu mais um filho”, diz, sob as águas calmas da fé.

Eram oito horas da noite do dia 8 de junho de 2010 e a Capela Santo Antônio, em Salvador, Bahia, estava lotada. Cerca de 500 pessoas se reuniam para ver, pela última vez, Irmã Dulce, candidata a santa brasileira que, até o final deste ano, deve ser alçada à condição de beata, o último passo antes da canonização. A religiosa baiana seria transferida para uma urna lacrada, dentro de um novo templo, construído especialmente para ela. Passados 18 anos da morte da freira, era de esperar que houvesse sobrado pouco de seus restos mortais, talvez apenas alguns fragmentos de ossos e parte das vestes.

Mas não foi isso que aconteceu. Atônito, o público presente ao local viu a senhora de estatura franzina com o hábito azul e branco intocado, a pele intacta, apenas murcha e um tanto enegrecida, e sem exalar nenhum odor, natural nessas circunstâncias. A religiosa amiga do papa João Paulo II (1920-2005), que dedicou a vida a ajudar os necessitados, parecia ter morrido não em 1992, mas ontem. Como isso podia acontecer? Para os que têm fé, não há necessidade de perguntas, pois eles já conhecem a resposta. O inexplicável, o sobrenatural, o imponderável, seja como queiram chamar esses fenômenos extraordinários, nada mais são do que a intervenção divina. Portanto, quem crê tem na ponta da língua a resposta para a surpreendente preservação do corpo de Irmã Dulce. Com serenidade, sentencia, solenemente: foi milagre.

Fratura de crânio, parada cardíaca, coma e recuperação sem sequelas
“Meu Deus, sou médica e vou ver meu filho morrer na minha frente”, pensou Eliana Polotto, a bordo da ambulância que levava o corpo quase sem vida de seu menino de 5 anos para o hospital. João Paulo havia sido atropelado por um caminhão na manhã daquele dia 26 de abril de 1996, em Barra Bonita (SP), durante uma excursão escolar. A cabeça foi a mais atingida – desacordado, João sangrava pela orelha, boca e nariz. Um senhor acudiu mãe e filho e os levou ao hospital mais próximo. A gravidade era tamanha que ele teve de ser transferido para a Santa Casa da cidade vizinha, Jaú. Durante os 15 minutos que se seguiram, a médica viu o filho quase morrer. Na ambulância ela segurava o pulso da criança em busca do ritmo cardíaco que se esvaía. “Pensei em entubá-lo, mas não tinha material, então só me restou rezar.” Eliana e a enfermeira se uniram para pedir proteção divina. Enquanto isso, no colégio onde o garoto estudava, os alunos oravam pelo colega. João chegou a Jaú com traumatismo craniano grave e parada cardiorrespiratória. A chance de sobreviver era pequena e a de sobrevida sem sequelas praticamente nula. Mas em quatro dias o garoto acordou pedindo Coca-Cola e em 15 estava em casa andando de patins. Hoje, aos 20 anos, estuda engenharia numa das mais prestigiadas universidades do País. “A medicina não explica uma melhora tão rápida e plena”, diz o neurologista Odérzio Marcato, que acompanhou João. O Vaticano reconheceu o caso como milagre.

A maioria das denominações religiosas crê em milagres (leia quadro à pág. 92), mas os católicos são os únicos que usam o rigor científico para conferir o selo apostólico romano de miraculosidade. Não podia ser diferente. Para os cristãos, o primeiro a fazer milagres foi Jesus Cristo, que multiplicou pães, transformou água em vinho e fez um morto voltar à vida, entre outros gestos, segundo contam os evangelistas no Novo Testamento. Para estar à altura de um ato que já foi executado pelo Filho de Deus, dois mil anos depois de sua passagem pela Terra, um caso só é considerado milagre depois do aval de uma comissão mista de teólogos e cientistas do Vaticano. Precisa ter pureza canônica – validade religiosa comprovada por autoridades em teologia – e, ao mesmo tempo, avançar sobre terreno que a ciência contemporânea não domina e para o qual não existe explicação racional. Em razão dessas rigorosas exigências, quase todas as graças contemporâneas católicas são de curas inexplicáveis em que houve invocação divina. Casos nos quais médicos, crentes e não crentes, do local onde a história ocorreu e de outros países, se debruçam e, após rigorosa e detida análise, chegam ao veredicto: “Não há explicação para a cura.” Ao longo desta reportagem, ISTOÉ mostrará algumas histórias recentes que já passaram, ou estão passando, pelo crivo da Santa Sé.

A vida onde não era possível gerar
O sonho de se tornar mãe costumava durar cinco meses. Ao fim desse período, a professora Sandra Grossi, de Brasília, embarcava num pesadelo. Portadora de uma anomalia uterina chamada hipoplasia didelfa, seu útero era muito pequeno e dividido por uma membrana, o que o impedia de acomodar um feto com mais de 20 semanas. Quando ele crescia, Sandra era tomada por dores e seu corpo expulsava o bebê. Foram três abortos e muito sofrimento. Na quarta tentativa, em 1999, ela tomou pílulas de Frei Galvão, brasileiro que se tornou santo em 2007. Conseguiu levar a gravidez até a 31ª semana. “Clinicamente ela tinha que ter abortado entre a 20ª e a 25ª semanas”, atesta Vera Lúcia Lopes, obstetra que acompanhou Sandra. Mesmo muito prematuro, Enzo nasceu saudável, no dia 11 de dezembro de 1999. Cinco dias depois, foi para casa – outro fato que ganhou contornos de impon­derá­vel.“A medicina não explica o que aconteceu”, afirma Vera. O Vaticano reconheceu o caso como milagre. E Frei Galvão ganhou mais um devoto, hoje um saudável garoto de 10 anos.

Nem sempre houve todo esse apuro e rigidez na hora de definir pela existência ou não de um milagre. E o motivo é simples – antigamente, a ciência ainda não havia se desenvolvido e a Igreja Católica gozava de poder e influência substancialmente superiores às poucas academias independentes. Atribuir o inexplicável aos desígnios de Deus ou à intercessão de um santo era mais justificável porque havia uma série de fenômenos sem explicação. Mas a ciência evoluiu tanto, principalmente nos últimos 100 anos, que a situação se inverteu. “O avanço do século XX obrigou a Igreja a se modernizar para não passar ridículo”, explica o sociólogo Ricardo Mariano, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Porto Alegre. Sobrou pouco espaço para o milagre, que acabou dando lugar à graça, também um favor ou benefício concedido por Deus, mas de alcance mais cotidiano, que hoje responde pelo grosso do que se julga ser intercessão divina. Isso não quer dizer que o milagre desapareceu. Entre os católicos, ele floresce. Tome-se o caso de Irmã Dulce como exemplo. Para que a religiosa baiana alcance o status de santa, a comissão responsável por seu processo de canonização precisa reunir documentos que comprovem pelo menos dois milagres inexplicáveis pela ciência atribuídos a ela. Essa é a realidade para todas as causas de santificação. No Brasil, há 60 em andamento. Isso pressupõe, portanto, a existência de pelo menos 120 possíveis intervenções divinas, apenas no País.

Um tumor solto no cérebro
Tumor maligno no cérebro. Esse foi o diagnóstico recebido pelos cearenses Mauro e Valéria Feitosa após exames realizados no filho Mauro, 13 anos. A data o casal não esquece: 12 de junho de 2002. “Não queríamos acreditar”, diz Mauro. Diante da gravidade da situação, a família decidiu viajar no dia seguinte para São Paulo, a fim de que o adolescente fosse tratado num hospital de ponta. Maurinho foi internado no Hospital Albert Einstein e preparado para a cirurgia de retirada do tumor, já no dia 15 de junho. Devoto de Irmã Dulce, o pai pediu que lhe enviassem uma relíquia da freira baiana. “Mas ela não chegaria a tempo se a operação acontecesse nesse dia”, explica Mauro. E não chegou, mas a cirurgia foi adiada em 12 dias – tempo suficiente para o objeto de devoção encontrar as mãos aflitas dos pais. Às 11h da quarta-feira 26 de junho, a intervenção começou. Prevista para demorar 16 horas, só levou três horas e meia. O tumor, grande, estava praticamente solto no crânio, fácil de ser retirado. E era benigno. “Foi, no mínimo, muita sorte”, diz Flávio Leitão, neurologista que atendeu o garoto. Maurinho não fez radioterapia nem quimioterapia. “Desde o começo sabia que o médico dos médicos estava cuidando do meu filho”, diz Mauro. A documentação do caso foi enviada à sede da obra de Irmã Dulce, em Salvador, e incluída no processo de canonização.

Mauro Feitosa Júnior, natural de Fortaleza, no Ceará, é um dos casos nacionais encaminhados ao Vaticano. Diagnosticado com um tumor maligno no cérebro em 2002, aos 13 anos (leia boxe à pag. 91), ele viu seu prognóstico se reverter em menos de um mês. Nesse meio-tempo, seu pai, Mauro Feitosa Gonçalvez, organizou uma corrente de oração para pedir a intercessão de Irmã Dulce pela saúde de seu filho. “Sinto que fui sequestrado por Jesus nesse tempo que o Maurinho ficou doente”, lembra, emocionado. “E a carcereira foi Irmã Dulce, que no fim me libertou com o milagre da cura do meu filho.” Para explicar o que aconteceu ao Vaticano, a família Feitosa se desdobra para reunir documentos médicos e comprovações religiosas – um trabalho hercúleo.

Desenganada pelos médicos
Os filhos de Antônia Marcelino, 64 anos, já tinham orçado o caixão da mãe, internada com infecção generalizada na UTI do Hospital Humanitas, em Três Pontas, Minas Gerais. Era noite do dia 30 de maio de 2001 e o médico havia dito à família que só um milagre salvaria Antônia. A senhora mineira tinha sido internada três dias antes para uma cirurgia de rotina, mas contraiu uma infecção hospitalar que evoluiu para um quadro de septicemia tão grave que seus órgãos pararam de funcionar. Impotente, a família passou a rezar fervorosamente para o padre Francisco de Paula Victor, um sacerdote venerado na cidade que está no início do processo de canonização. Já no dia seguinte ao veredicto fatal, ela começou a melhorar, até que se recuperou plenamente. Para o médico Fernando Prado, que acompanhou o caso, o que surpreende é que ela deveria ter ficado com sequelas, tamanha a gravidade da situação, e isso não ocorreu. A família Marcelino olha para a imagem de padre Victor em lugar nobre na sala e entende o porquê.

As razões que levam alguém a enfrentar uma verdadeira via-crúcis para comprovar uma intervenção celestial têm explicação. “O milagre se impõe de maneira tão poderosa que acaba agindo como um grande cala a boca para os que duvidam do poder divino”, afirma Antônio Flávio Pierucci, professor de sociologia da Universidade de São Paulo (USP). “Ele simultaneamente preenche a busca por certeza do fiel e testa o ceticismo de quem não crê.” Nesse sentido, a intercessão sobrenatural recebida por um alimenta a esperança do outro. E essa confiança age como um bálsamo para o fiel, mesmo que ele nunca venha a ser objeto da intervenção divina.

MISTÉRIO
O corpo de Irmã Dulce, que morreu há 18 anos, permanece intacto

São muitos os estudos que comprovam que a fé tem efeito positivo sobre a saúde. Essa área de pesquisa, batizada de neuroteologia, tem crescido significativamente. Está provado, por exemplo, que crer em Deus ou em algo transcendente provoca reações no organismo que reduzem a produção de substâncias como o hormônio cortisol, que, em excesso, enfraquece o sistema imunológico (leia quadro na página ao lado). “A pessoa que ora está mais protegida”, afirma o médico Roque Savioli, autor de “Milagres Que a Medicina Não Contou” (Editora Gaia) e defensor de um diálogo mais franco e aberto entre ciência e religião. Já um estudo de 2010 da Rush University Medical Center (EUA) apontou que a fé aumenta em 75% as chances de sucesso no tratamento da depressão. Outro levantamento, conduzido pelo Dana-Farber Cancer Institute (EUA), mostrou que em casos de tratamento paliativo, quando o doente está em fase terminal, quem tem fé registra um índice de bem-estar 28% superior. Para o neurocirurgião Raul Marino Júnior, professor de bioética da Faculdade de Medicina da USP e autor do livro “A Religião do Cérebro” (editora Gente), ter algum tipo de fé é sempre melhor que ser ateu. “A vida fica sem propósito se a pessoa achar que é formada de carbono, cálcio, fósforo e magnésio”, afirma.

Mas, se por um lado o ceticismo pode ser maléfico, a credulidade excessiva também oferece seus riscos, ainda mais diante de denominações religiosas que tratam a fé como uma mercadoria e oferecem graças como moeda de troca. O importante é não condicionar a crença à ocorrência desse tipo raro de fenômeno. “O milagre é um sinal de Deus que deve apenas confirmar a nossa fé”, explica a irmã Célia Cadorin, maior autoridade do País em canonização. Mesmo entre os que acreditam, paira a pergunta: por que alguns são agraciados e outros não? A resposta oficial dos católicos vem embalada numa palavra que parece feita para impedir um segundo questionamento – a inescrutabilidade dos desígnios de Deus. Traduzindo, os propósitos divinos seriam insondáveis. Para quem crê, o que importa é que Ele continua estendendo sua mão para a humanidade.  

– Escuroooooo!

Meio-dia, mas virou meia-noite. Que temporal vem chegando, com trovões e raios!

Olhe só:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Nunca conte mentira!

Vitor Pereira saiu do Corinthians e foi para o Flamengo. São acertos / negócios / oportunidades que o futebol mostra e que, independente da ética, acontecem.

O grande problema foi esse, da fala do próprio treinador, abaixo (cuidado com o que se fala):

– E mais chuva…

Ih, rapaz. Fechou o tempo!

Olha a chuva das 11h chegando…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#rain #BragançaPaulista #landscapes #natureza #inspiração

– Amanhecer Dourado!

Como não se inspirar com tamanha beleza no amanhecer?

A chuva foi embora “de manhãzinha”, e depois…

Eu me encanto com a natureza…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– O dilema de Tite: Daniel Alves ou Éder Militão?

De qualquer jeito, criticarão Tite: se ele escalar como substituto do lateral direito Danilo, o zagueiro Éder Militão, escutará: “Tá vendo, levou um amigo para tocar pandeiro, não confia nele nem como opção”. Mas se ele escalar o Daniel Alves e ele jogar mal, idem: “Tá vendo, insiste em levar o amigo e quem ‘paga o pato’ é a Seleção”.

A melhor coisa teria sido: não ter levado Dani Alves! Assim, não existiriam as cobranças…

– Ótima semana.

Ser feliz é uma escolha nossa. Ninguém deveria deter esse poder, além de nós mesmos.Estar alegre ou triste não deveria depender de outros, nem de …

Continua em: Ótima semana 🌻✨

– E que chuva!

Caracoles! A quantidade de água que desaba do céu é impressionante

As grelhas do jardim não suportaram a vazão!

Dê uma maneirada aí, Dona Chuva.

☔️ #rain

– Liturgia Diária de 28/11/2022.

MISSA DA FÉRIA Féria de 3ª Classe – Missa de Domingo A terra abençoada de que nos fala a Communio, é Maria Santíssima. Ela nos deu o fruto abençoado …

Comtinua em: Liturgia Diária – 28/11/2022