– Brinquedo novo não cansa!

A alegria em pedalar num lugar tranquilo e bonito…

Minha Maria Estela não desce mais da bike que ganhou no Natal. E de tanto gosto, atravessou o Lago do Taboão uma volta inteira SEM DESCER!

Que paixão por pedalar 🚲🥰…

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– Cristiano Ronaldo, até agora, é o melhor do século XXI?

Bem polêmico: produzido pela Globe Soccer Awards, o evento que premiou os melhores do ano e do século deu ao português Cristiano Ronaldo o prêmio de atleta do século XXI, à frente de Messi.

Considerando que estamos ainda nos primeiros 20 anos do século, e com os jurados listados abaixo, teria sido justo?

Extraído de: https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/cristiano-ronaldo-recebe-premio-de-melhor-jogador-do-seculo-em-dubai.ghtml

CRISTIANO RONALDO RECEBE PRÊMIO DE MELHOR JOGADOR DO SÉCULO EM DUBAI

Astro leva troféu do Globe Soccer Awards, que elege Guardiola como melhor treinador e Real Madrid como maior clube desde 2001. Premiados dividem palco sem distanciamento ou máscara

O astro Cristiano Ronaldo recebeu neste domingo o troféu de melhor jogador do século XXI, entregue pelo Globe Soccer Awards, premiação organizada pelo Conselho de Esportes de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Em sua 11ª edição, o prêmio criou as categorias de “melhores do século” em 2020, cabendo ao craque da Juventus levar a melhor entre os jogadores. Ele já havia sido vencedor do prêmio de melhor jogador do ano em seis edições anteriores. 

Pep Guardiola, que brilhou no comando de Barcelona, Bayern de Munique e Manchester City, foi eleito o melhor técnico do século. E o Real Madrid faturou o prêmio de maior clube de 2001 para cá. A premiação também contemplou os melhores do ano de 2019, com Robert Lewandowski levando o troféu entre os jogadores, e Hansi Flick vencendo entre os treinadores. 

Os troféus foram entregues em uma cerimônia de gala em Dubai, com a presença de empresários ligados ao esporte e autoridades dos Emirados Árabes, além do presidente da Fifa, Gianni Infantino. Boa parte dos vencedores – incluindo Cristiano Ronaldo – esteve presente no evento, onde os astros dividiram o palco sem qualquer distanciamento ou uso de máscara, em meio à pandemia da Covid-19. 

O goleiro Iker Casillas, aposentado desde o ano passado, e o zagueiro Piqué, ainda em ação pelo Barcelona, receberam prêmios especiais por suas carreiras. O Bayern de Munique foi eleito o melhor clube de 2020, enquanto o Al Ahly ganhou o troféu de maior vencedor do Oriente Médio. O empresário Jorge Mendes – que cuida da carreira de Cristiano Ronaldo – ganhou o troféu de melhor agente pela 10ª vez em 11 anos de premiação. 

O juri da premiação é composto por ex-jogadores, técnicos e dirigentes do futebol, como Deco, Figo, Antonio Conte, Marcelo Lippi, Fabio Capello, Adriano Galliani e Jorge Nuno Pinto da Costa.

– Língua Portuguesa X Língua Brasileira

As diferenças linguísticas do português falado no dia-a-dia podem trazer mudanças significativas ao longo do tempo. Estaria surgindo, apesar do acordo recente da padronização da língua portuguesa, uma nova língua brasileira?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI134039-15220,00-MENAS+POR+FAVOR.html

‘MENAS, POR FAVOR”

por Mariana Shirai

A gente vamos falar errado menas vezes. Por mais estranheza que provoque hoje, essa frase poderá ser considerada uma maneira culta de usar a língua… no ano de 2210. Nem estaremos nos comunicando em português, mas sim em língua brasileira. Essas são algumas projeções feitas pelo linguista Ataliba Teixeira de Castilho, professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e estudioso da área há mais de cinco décadas. “Acho que em 200 anos teremos uma língua brasileira, totalmente diferente do português europeu e do africano”, diz ele. “Só não posso garantir, porque a linguística não é uma ciência do futuro, mas do presente e do passado.”

Castilho é autor de uma das duas gramáticas do português do Brasil que acabam de chegar às livrarias. Os livros, somados a uma exposição em São Paulo sobre as diferentes maneiras de falar do brasileiro, são uma tentativa de valorizar os desvios da norma culta praticados no país. Eles questionam a ideia de que haja uma maneira certa e outra errada de falar.

O futuro imaginado por Castilho pode parecer nada “haver”, mas se baseia em teorias fundamentadas. O professor esteve entre os acadêmicos que iniciaram o estudo da linguística (ciência que trata da linguagem verbal humana) no Brasil, na década de 70. De lá para cá, participou da criação de relevantes trabalhos da área, como a Gramática do português falado, primeiro estudo do gênero entre as línguas romanas, Para a história do português brasileiro e A linguagem falada culta na cidade de São Paulo. Ele se apoiou no conhecimento acumulado para escrever a recém-lançada Nova gramática do português brasileiro (Contexto, 768 páginas, R$ 69,90).

A obra não é o tipo de gramática com a qual estamos acostumados. “Não estou preocupado com o certo ou o errado”, afirma Castilho (leia a entrevista). “Fiz um retrato da língua como ela é falada no Brasil, com suas variedades.” Isso quer dizer que o livro não deve ser usado como uma referência de como falar ou escrever dentro da norma culta – o conjunto de regras usadas pelos falantes cultos, descritas em gramáticas tradicionais. Ele mapeia os diferentes jeitos de usar a língua, incluindo aí formas que seriam consideradas erros pelos mais conservadores. Castilho analisa expressões como “ni mim”, “tafalano no telefone” e “quem que chegou?” a partir da constatação de que são fenômenos da língua, deixando as regras de lado.

Também na trilha de identificar uma língua brasileira, o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Mario Alberto Perini acaba de lançar Gramática do português brasileiro (Parábola Editorial, 368 páginas, R$ 50). Mais concisa, a obra é a adaptação de outra gramática dele, a Modern portuguese: a reference grammar, escrita com o intuito de ensinar estrangeiros a falar o português brasileiro. “O português do Brasil (e não o europeu) é usado por 190 milhões de pessoas, é a oitava língua mais falada no mundo”, diz. “O fato de ele nunca ter sido organizado em forma de gramática é uma situação anômala, que mexe com nossos brios.”

Castilho concorda. “O futuro da língua portuguesa repousa no Brasil.” O lançamento das duas gramáticas é também relevante para o momento atual do país. “Tudo na linguagem é uma questão política. O país está numa fase interessantíssima.” Tentativas de unificar a língua, como o recente Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, podem ser vistas como um movimento oposto ao natural distanciamento e dominância do português falado no Brasil em relação às variantes europeias e africanas.

As iniciativas que valorizam o falar brasileiro não estão apenas nos livros. Em São Paulo, o Museu da Língua Portuguesa apresenta, até 27 de junho, a exposição Menas: o certo do errado, o errado do certo, com curadoria de Castilho e do professor de cursinho Eduardo Calbucci. É a primeira exposição do museu – um dos mais visitados do país – que trata da língua portuguesa. As outras mostras abordaram a obra de escritores, como Guimarães Rosa e Clarice Lispector.

Os 420 metros quadrados do 1o andar da instituição foram cobertos por instalações multimídias, jogos interativos e vídeos que tratam exatamente dos desvios da norma padrão praticados pelo brasileiro na fala, na escrita cotidiana, na literatura e na música. “Queremos mostrar que o bom falante é aquele que sabe escolher a variedade linguística de acordo com a situação”, afirma Calbucci.

A exposição aborda com sucesso a ideia de que não há maneira errada de usar a língua. Logo no início, o visitante depara com frases como “Se alguém usou uma palavra, ela existe” e “A língua varia no tempo e no espaço”. Visitada principalmente por grupos de crianças em fase escolar, a exposição pode ser um problema, caso não haja orientação correta. Mesmo que sem intenção, ela valoriza os desvios em detrimento da norma culta. “Não é uma boa iniciativa”, diz o professor Evanildo Bechara, o mais importante gramático do Brasil. “É como dizer: ‘Se todo mundo está usando o crack, por que eu não vou usar?’. Se o aluno aprende a língua que ele já sabe, ou a escola está errada, ou o aluno não precisa da escola.”

O mérito da exposição e das gramáticas de Ataliba e de Perini está em divulgar uma ideia simples e ainda pouco compreendida: a língua está em constante mutação. Por isso, não deve ser avaliada apenas a partir da norma culta. O que hoje é visto como erro pode ser abraçado pelo padrão amanhã.

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– O trabalho de Mancini no Corinthians!

Há aqueles que ainda duvidavam da capacidade de Vágner Mancini, quando em postagens anteriores falamos que seu principal mérito era ser um “acertador de times”.

Por onde passou, fez bons trabalhos (há de se ver a qualidade dos elencos que tinha à mão). No São Paulo, deixou o time pronto mesclando experiência e juventude à espera de Cuca. Idem quando foi substituído injustamente por Fernando Diniz. No Corinthians, com os atletas que tem, tirou o time da Zona do Rebaixamento e acendeu até mesmo esperança em vaga para a Libertadores!

Parabéns, Mancini.

– O Padre DJ das baladas católicas!

DJ Zeton ou Padre José Antonio?

As novas formas de evangelização são necessárias, e dentro deste espírito missionário, compartilho essa interessante matéria, abaixo,

Em: https://epoca.globo.com/sociedade/quem-o-padre-dj-que-viralizou-nas-redes-sociais-1-24809550

QUEM É O PADRE DJ QUE VIRALIZOU NAS REDES SOCIAIS

Após performance que rompeu a bolha dos jovens católicos, viralizou e gerou memes, DJ Zeton fará nova apresentação neste dia 25

DJ Zeton viralizou nas redes sociais Foto: DIVULGAÇÃO/DJ ZETON
DJ Zeton viralizou nas redes sociais Foto: DIVULGAÇÃO/DJ ZETON
BBC topo (Foto: BBC)

Mesmo os católicos que frequentam a Paróquia Nossa Senhora das Graças, no Jardim Reimberg, zona sul de São Paulo, teriam dificuldade para saber quem é José Antônio da Silva Coelho. Mas basta falar em padre DJ Zeton, como ele é conhecido, e pronto: todo mundo sabe quem é.

No último dia 11, por conta de uma live promovida pelo canal católico de televisão Rede Vida em prol da Fazenda da Esperança, centro de recuperação de dependentes químicos em Guaratinguetá, interior paulista, esse insólito padre DJ ganhou as redes sociais.

“E você agora está aqui na Fazenda da Esperança com a balada santa”, disse ele, no evento. “E é um momento para ninguém ficar parado. É para todo mundo dançar. Descontração de Cristo. Balada santa!”

E assim teve início o putz-putz techno, com o padre no comando das pick-ups.

Ele abriu o set fazendo uma versão eletrônica da tradicional canção católica Reunidos Aqui — que fez muito sucesso na adaptação de padre Marcelo Rossi, lançada em 1998. Na plateia, freiras, outros padres e cantores cristãos que também se apresentaram na live batiam palmas. Visivelmente empolgado, Zeton emendou com uma releitura do hit Erguei as Mãos.

“Balada santa agita jovens do mundo inteiro dançando para Deus”, comentou ele. Sua performance evangelizadora rompeu a bolha dos jovens católicos, viralizou e gerou memes.

'Viralizou. Viralizou. Repercutiu bastante, foi para meios não cristãos também', diz Zeton Foto: Divulgação
‘Viralizou. Viralizou. Repercutiu bastante, foi para meios não cristãos também’, diz Zeton Foto: Divulgação

À BBC News Brasil, o sacerdote conta que, quando o evento estava sendo preparado, cerca de um mês antes, estava “um pouco preocupado” sobre como seria sua participação. “Jamais imaginava que na hora que eu tocasse ia dar toda a reverberação que aconteceu”, afirma.

“Viralizou. Viralizou. Repercutiu bastante, foi para meios não cristãos também”, avalia Zeton. “Mas houve muita receptividade. Achei louvável o grau de receptividade. Lógico que sempre surgem críticas, zoação… Surgiram memes e eu lido muito bem com isso. Acho engraçado, dou risada.”

Entre os memes que mais bombaram, há montagens como se o padre estivesse discotecando hits de Pabllo Vittar e a música ‘Judas’, de Lady Gaga.

“Observei um rapaz, um garoto que estava falando [nas redes sociais] muita zoação com o vídeo porque colocaram uma música secular e ficou muito engraçado. Mas quando ele viu o vídeo original, ele disse que se arrependia de ter zoado tanto, que era tão bonito, ‘que padre ungido é esse’, ‘que coisa linda’, ‘eu me apaixonei por essa igreja'”, relata.

“Então é assim: evangeliza mesmo. E o intuito é esse”, prossegue. “Ir além das fronteiras, para evangelizar. A gente fica feliz por isso, vê que nosso trabalho está chegando ali onde está precisando chegar. E acredito que sim, que evangeliza até aqueles que não são do meio católico. A semente é lançada, às vezes a pessoa ri, mas depois fica curiosa e vai ver quem é esse padre.”

E ele faz questão de frisar que é um padre como qualquer outro. “Vivo minha vida sacerdotal com muito esmero e dedicação, celebro missa. Sou pároco”, explica.

O sucesso foi tanto que o DJ tem outra apresentação marcada para o próximo dia 25, no Natal, às 20h30, em mais uma live em prol da Fazenda da Esperança.

Antes de ingressar no seminário, José Antônio da Silva Coelho atendia pelo nome artístico de DJ Tony Simple Foto: Divulgação
Antes de ingressar no seminário, José Antônio da Silva Coelho atendia pelo nome artístico de DJ Tony Simple Foto: Divulgação

Das boates do Rio para a balada santa

Antes de ingressar no seminário, José Antônio da Silva Coelho atendia pelo nome artístico de DJ Tony Simple. Nascido em Campos dos Goytacazes, no interior do Rio, ele começou a discotecar aos 16 anos — hoje ele tem 49 anos.

“Foi por curiosidade. Gostava de música eletrônica e era uma época em que nem existia direito computador nem nada”, recorda.

“Mas uma banda fazia uma música toda cheia de efeito, muito bem dançante, era a Sigue Sigue Sputnik [grupo britânico new wave criado em 1984]. Eu me atraí muito por aquele ritmo e tudo. Quando lá por fins dos anos 1980 foram surgindo músicas mais voltadas para esse ritmo, eu fui me encaixando ali, fui aprendendo a fazer mixagem, ouvindo programas de rádio…”

A estreia profissional foi numa boate de sua cidade natal. Ele passou a comandar o som nas domingueiras, como eram conhecidas as baladas de domingo.

“Acabou que engendrei uma carreira que perdurou uns nove, dez anos, até minha entrada no seminário”, diz ele. “Toquei em todas as boates famosas da cidade, algumas boates fora da cidade também, alguns lugares no Rio de Janeiro. Muitas festas, aniversários, casamentos, formaturas, festas particulares, festas temáticas. É, a gente badalou bastante, por longos períodos.”

Autodidata, ele comenta que aprendeu a ser DJ “perguntando aqui, perguntando ali” e “vendo como os outros faziam”.

José Antônio decidiu se tornar padre em 1999 Foto: Divulgação
José Antônio decidiu se tornar padre em 1999 Foto: Divulgação

Em 1999, decidiu se tornar padre. “Decisão, não”, corrige ele. “É uma vocação. Foi um grande chamado de Deus.”

Mudou-se para São Paulo e ingressou então no seminário da Fraternidade Jesus Salvador, na diocese de Santo Amaro. Ele conta que, nesse processo de conversão, achou por bem deixar todo o passado como DJ para trás.

“Abandonei tudo, larguei tudo: materiais, discos, tudo. Dei tudo e fui para o seminário”, lembra.

Mas o passado parecia persegui-lo. Logo no primeiro ano como seminarista, começou a trabalhar com jovens em uma paróquia da região. Nas conversas, eles comentaram que gostariam de ter uma discoteca na igreja.

“Já existiam músicas eletrônicas católicas. E aí eles descobriram que eu já tinha sido DJ. Pediram para eu tocar”, conta o padre.

Segundo ele, foi um evento bastante precário. Colocaram uma iluminação mambembe, conseguiram um aparelho de discotecagem “bem velhinho”. Para a molecada, funcionou — a festa começou à 19h30 e durou até meia-noite.

“Eu me senti numa situação muito complicada”, relembra Zeton. “Achava tudo muito parecido com o que eu tinha largado porque havia me convertido. Fiquei com muito medo. Medo de estar voltando para aquela vida, mesmo que tocando música cristã. Fui ficando com medo.”

Mas o sucesso da “cristoteca” foi grande e, estimulado pelos jovens e com sinal verde de seus superiores no seminário, não teve jeito: no ano seguinte os eventos passaram a ser encarados como um projeto evangelizador. Se já não era mais DJ Tony Simple há algum tempo, José Antônio da Silva Coelho agora estava se tornando o padre DJ Zeton.

'Decisão, não', corrige ele. 'É uma vocação. Foi um grande chamado de Deus' Foto: Divulgação
‘Decisão, não’, corrige ele. ‘É uma vocação. Foi um grande chamado de Deus’ Foto: Divulgação

“Chamamos o projeto de balada santa e passamos a realizá-la de dois em dois meses. Eu ainda tinha uma briga interior muito grande sobre se deveria tocar ou não tocar, se isso era de Deus. Mas tinha o aval do meu reitor de seminário e isso foi se encorpando”, conta.

“No carnaval daquele ano, fizemos a balada santa dentro do retiro que promovemos para os jovens. Eu tinha medo, estava decidindo não fazer. Afinal, tinha entrado no seminário para me tornar padre, não para continuar como DJ.”

Ele conta que naquela época as baladas eram feitas no improviso, com “uns CDzinhos de algumas músicas que eu conseguia na época” e “até fita cassete”.

E as dúvidas sobre seguir ou não discotecando foram dissipadas ao mesmo tempo em que o sucesso vinha. Para Zeton, foi um sinal de Deus, que “queria mesmo que eu fosse para esse caminho”, quando numa noite ele viu na pista uma “dança muito sadia”.

“Eram velhinhas, freiras, seminaristas, padres, jovens, pais, crianças, todo mundo entrou na dança, em clima de muita paz, tranquilidade. Decidimos usar música eletrônica para evangelizar e isso deu muito certo”, entusiasma-se.

Zeton acredita que é possível usar seu talento musical para 'atrair os jovens para a Igreja' Foto: Divulgação
Zeton acredita que é possível usar seu talento musical para ‘atrair os jovens para a Igreja’ Foto: Divulgação

Nova evangelização

Zeton lembra os apelos do antigo papa João Paulo 2º (1920-2005) para justificar seu método diferente de evangelização. “Quando tudo começou, eram jovens querendo algo assim para se divertir, mas que fosse sadio. Eles não queriam ir para uma balada que tivesse drogas, bebidas. Queriam um lugar para dançar música conversando com Deus, mesmo que dançando. E ali eu fui enxergando que Deus queria isso”, afirma o padre.

“Até que me encontrei com a pregação do papa João Paulo 2º, que dizia que a gente deveria evangelizar com novos métodos, nova linguagem”, comenta. Cunhado pelo papa Paulo 6º (1897-1978) em exortação apostólica de 1975, o termo “nova evangelização” acabou sendo popularizado mesmo por João Paulo 2º.

“A evangelização ganhará toda sua energia se for um compromisso, não de reevangelizar, mas uma nova evangelização. Nova em seu ardor, métodos e expressão”, afirmou o papa em discurso a bispos latino-americanos em 1983.

Apelos semelhantes apareceriam em outros documentos de seu pontificado, como a encíclica ‘Redemptoris Missio’, de 1990, e a carta apostólica Tertio Millennio Adveniente, preparada para celebrar a chegada do ano 2000.

Zeton passou a acreditar que seria possível usar seu talento musical para “atrair os jovens para a Igreja”. “Isso não resolve a vida deles, mas começa a resolver”, afirma. “O feedback é muito grande, recebo muitos testemunhos.” Ele enumera casos de ex-dependentes químicos que hoje são músicos católicos e jovens que acabaram se tornando seminaristas. “Muitos gostam, muitos mesmo”, garante. “São tantas coisas boas, tantos fluidos bons que eu vejo que vem de cada jovem.”

De sua parte, ele diz que gosta de deixar claro que está na festa sempre como um sacerdote. Por isso não abre mão de vestir batina nesses eventos, “para passar mesmo que é um padre que está ali tocando e evangelizando”.

Legião

Na vida pessoal não são só hits cristãos que tocam no fone de ouvido do padre. Ele conta que é “bem eclético” na hora de relaxar. “Mesclo muito músicas católicas, mas gosto também de músicas seculares, como a gente chama. Músicas dance e flashback: sou apaixonado por músicas dos anos 80. Vivi muito essa época, foi toda a minha adolescência e juventude. Curto de tudo um pouco”, revela.

“Gosto de MPB, de um sambinha de raiz, gosto de música que tenha letra para refletir, que passe alguma mensagem”, conta. “Gosto do rock brasileiro dos anos 80. Sou apaixonado pela banda Legião Urbana. Curto Paralamas [do Sucesso], Titãs, Engenheiros do Hawaii, Biquini Cavadão, Capital Inicial, Barão Vermelho, curto tudo isso e escuto muito. Roupa Nova também. Gosto de Michael Jackson, essas coisas sadias de se ouvir. U2, Information Society… Gosto muito de música clássica, muito mesmo. Sou bem versátil no que escuto.”

– Um sorriso desnecessário que derruba o seu trabalho: Santa Cruz x Ituano!

O Santa Cruz-PE venceu o Ituano-SP na briga pelo acesso da Série B do Brasileirão (última rodada do primeiro turno do quadrangular final). Entretanto, o time paulista reclamou demais da arbitragem, com expulsões de seus atletas e outras marcações.

O problema maior foi: depois do jogo, o volante Paulinho, do Santa Cruz, foi cumprimentar o árbitro Igor Junio Benevenuto. De forma efusiva, abraçou e sorriu para o juizão, que retribuiu. Vinícius Bergantin, treinador do Ituano, ficou irritadíssimo com a imagem.

Vamos lá: é normal que as equipes, pós-partida, cumprimentem por educação a arbitragem (ou reclamem, quando descontentes). O erro se deu com a falta de experiência / vivência de Igor, que já deveria ter aprendido (pois tem um razoável tempo de carreira) que se deve evitar situações de constrangimento quando há algum entrevero na partida.

Se um time se queixa durante o jogo de favorecimento a outro, mesmo não existindo, EVITE ficar parado, sorrindo em campo e, principalmente, deixando se abraçar come se existisse intimidade. Cumprimente de longe, faça cara de sério, mostre-se imparcial e, lembrando, evite contato físico (afinal, estamos em época de pandemia).

Igor fez o de sempre: apitou dentro dos seus limites. Mas foi contestado pela falta de distanciamento permitida por ele próprio.

Não basta ser honesto, há de se mostrar a honestidade com coisas que, mesmo sendo bobas para nós, podem ser relevantes para o torcedor ou à equipe que perdeu.

Outros detalhes em: https://globoesporte.globo.com/google/amp/sp/tem-esporte/futebol/times/ituano/noticia/em-rede-social-ituano-acusa-arbitro-de-comemorar-vitoria-do-santa-cruz-com-jogadores.ghtml

– Os 4 Tipos de Chefes Mais Odiados pelos Jovens

Veja que interessante: pesquisa aponta os defeitos mais odiados dos jovens em relação aos seus chefes.

Será que o do seu superior está nesta lista?

1– Chefes ausentes da sua equipe

2- Chefes que não elogiam

3- Chefes conservadores

4- Chefes parciais no tratamento

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam

OS 4 TIPOS MAIS ODIADOS PELOS JOVENS

A receita para ser rejeitado pela equipe é esquecê-la. Chefes ausentes e indiferentes são adeptos do “estilo de liderança” mais reprovado por jovens entrevistados pelo Nube, entre novembro e dezembro.

Para 57% dos 7.451 participantes da pesquisa, o pior perfil é do chefe distante e quase nunca presente. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos externos do Nube, o resultado da pesquisa é sinal de que os jovens prezam, e muito, pela criação de relacionamentos com colegas e líderes no ambiente de trabalho.

Um chefe que não reconhece as conquistas da equipe aparece logo em seguida na escala de rejeição. Com, 20,52% dos votos, este tipo de comportamento também é altamente criticado pelos jovens, acostumados a ouvir elogios de pais e professores.

Perfis que pendem para uma atuação tradicionalista e proibitiva também recebem cartão vermelho da Geração Y. Segundo a pesquisa, 17,32% dos entrevistados rejeitam chefes que adotem este estilo mais antiquado.

A parcialidade no tratamento da equipe fecha a lista de gestão, co]m 5,14% dos entrevistados, de acordo com o Nube.

5 tipos de chefe: como a liderança impacta sua empresa?

– Bom dia, 2a feira.

👊🏻 Olá amigos.
E a última semana do ano “deu as caras”. Sem #preguiça, vamos começá-la bem dispostos?
Vam’bora para o #cooper diário, a fim de controlar o #cortisol e ter #energia para a labuta.
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #nike #underarmour
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraMãeDeDeus, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
Hoje, com essa inspiradora #roseira.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #BragançaPaulista, mesmo estando em dúvida: #sol ou #chuva?
Que a #SegundaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– 15 primaveras!

A afilhada mais legal do mundo fez 15 anos!

Te amamos, Ana Luiza! Certamente Deus te criou para ser uma garota especial / incrível!

Sua doçura é demais. Feliz aniversário, e continue sempre assim: meiga, apaixonada pela família e linda por dentro (pois, por fora, nem precisa falar).

– Tirando o Stress no meio do mato!

Ok, assumo: curto o mato, o verde e as flores!

É no jardim que meu stress some. Por isso que capricho com as minhas roseiras, sempre ajudado bastante pela minha filhota. 

Essa roseira desabrochou hoje. A mente já arejou só de admirá-la

Coisas simples que encantam!