– Hora de colocar a casa em ordem, literalmente!

Dias de correria que me impedem de postar todos os temas rascunhados. Os mais sisudos, farei a publicação mais tarde. Somente os mais urgentes por ora… e/ou os com leveza.

Explico: afinal, ufa, a última viagem da minha mudança chegou (e olhe que faz quase 10 dias de idas e vindas).

S’imbora para uma arrumação?

– Somos Livres para as Nossas Escolhas?

Leio numa edição da Revista Época (708, pg 65-69, por Marcela Buscato e Bruno Segadilha), uma interessantíssima matéria intitulada “O Cérebro no Banco dos Réus”. Nela, se questiona se realmente somos livres para decidir, ou seja, se somos responsáveis pelas nossas escolhas. O trabalho se baseia no livro do neurocientista Michel Gazzaniga, autor do livro Who’s in charge”?, onde ele diz que:

A responsabilidade pelos nossos atos não é propriedade do cérebro, mas um acordo estabelecido entre as pessoas”.

A idéia central é: nem sempre estamos no comando de nossos atos; muitas vezes estamos iludidos que comandamos a nós mesmos, pois em diversas oportunidades a sociedade é quem comanda as nossas ações. Assim, teríamos culpa por determinados erros com essa visão de responsabilidade pessoal dos nossos atos, se não somos culpados por algumas ações?

Papo-cabeça, mas inteligente e curioso.

O conceito de “Responsabilidade” surge mais ou menos no ano 1700 a.C., com a lei de Talião: Olho por olho, dente por dente! A punição a um crime seria com a mesma forma da infração.

Porém, o conceito começa a mudar com a Lei de Aquilia, Século III), onde surge o conceito de culpa e o direito romano. A preocupação é responsabilizar em respeito à necessidade de se restituir danos a um prejudicado.

Por volta do ano 400, Santo Agostinho defendeu a idéia que: Deus nos deu autonomia, e nós somos responsáveis pelos atos que nós tomamos. Temos livre arbítrio, e não podemos jogar a culpa em outras coisas / pessoas.

A novidade vem em 1843, com a Regra M’Naghten: insanos mentais não podiam receber responsabilidades, pois, afinal, são pessoas perturbadas.

Agora, o dr Gazzaniga diz que muitas vezes podemos ser também inocentes de erros cometidos, pois somos forçados a praticar coisas por força da sociedade.

O que você pensa sobre isso: tal argumento pode nos tornarmos livre de responsabilidades pessoais, ou é um grande exagero? Deixe seu comentário:

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– Grêmio 1×1 Santos e os erros / acertos da arbitragem!

Que o árbitro paraguaio Juan Benitez é fraquinho, não há dúvida. Mas alguns lances foram maximizados ou não nas reclamações?

Vamos lá:

– Estando mal posicionando, o juiz viu um carrinho certeiro de Piñares (GRE) contra Pituca (SFC) e o expulsou. Chamado pelo VAR, corrigiu o grave equívoco: Pituca é quem faz falta e o carrinho citado “foi na bola”. Expulsão anulada e Advertência com Amarelo para o santista. O árbitro foi salvo pelo VAR neste lance.

– O Segundo Amarelo para Pituca: se fosse mais experiente, o jovem evitaria a expulsão por retardamento da partida. Ali, foi bobeada do atleta do Santos por não saber fazer cera.

O pênalti aos 51m por suposta mão de Vinícius Baliero (SFC) (ex-Vinícius Paulinho, capitão do time do Paulista de Jundiaí na Copa SP, excluído pelo episódio do “Gato”): ali é lance totalmente involuntário, não tem o que inventar – tanto é que demorou-se para tomar uma decisão. Com tanto tempo, parece que existia a preocupação em evidenciar a intenção da mão e não se conseguia!

Enfim: o Santos tem o que reclamar, especialmente no final do jogo. Mas dois dos lances reclamados, não (um conserto do VAR e outro infantilidade do jogador).

Lembrando que Benitez foi suspenso por mal uso do VAR em seu país. Confira aqui: https://correio.rac.com.br/_conteudo/2020/11/esportes/1024542-jogo-do-brasil-sera-apitado-por-arbitro-paraguaio-punido.html.

Grêmio 1 x 1 Santos: Peixe cede empate ao Tricolor gaúcho no fim e deixa  decisão para o jogo de volta | Goal.com

 

– Como seria o filme solo do Batman com Ben Affleck?

Robert Pattinson estreará em breve o filme “The Batman”. A história tão aguardada contará com vários vilões, e será desconexa do últimos filmes da DC, como Liga da Justiça.

O curioso é: o Exterminador Slade Wilson, que aparece com Lex Luthor ao final de Batman vs Superman, contou que o filme seria outro caso Ben Affleck continuasse no papel.

Para quem gosta de heróis como eu, aqui: https://www.omelete.com.br/dc-comics/batman-joe-manganiello-compara-filme-cancelado-ben-affleck-vidas-em-jogo/

JOE MANGANIELLO DESCREVE PROJETO CANCELADO DO BATMAN

O ator Joe Manganiello revelou maiores detalhes sobre o filme do Batman que seria dirigido e protagonizado por Ben Affleck. Em entrevista ao Yahoo!, o intérprete do vilão Exterminador afirmou que a produção que seguiria o Liga da Justiça de Zack Snyder teria similaridades com Vidas em Jogo, de David Fincher (Clube da Luta):

“Era uma história muito sombria em que o Exterminador era como um tubarão ou um vilão de filme de terror que estava desmantelando a vida de Bruce Wayne de dentro para fora. Era uma coisa sistemática: ele matava todos próximos a Bruce e destruiria sua vida e o faria sofrer porque sentia que ele era responsável por algo que aconteceu a ele”.

Vidas em Jogo conta a história do banqueiro Nicholas Van Orton (Michael Douglas), que por convite de seu irmão, passa a participar de um jogo perigoso que coloca sua vida em risco. De acordo com Manganiello, assim como o longa de 1997, esse filme do Batman era “muito legal, muito sombrio e muito pesado. Estava muito animado para isso”.

Vale lembrar que Ben Affleck viveu o Batman nos filmes Batman vs Superman, Esquadrão Suicida e Liga da Justiça e seria diretor e protagonista de um filme solo do herói até deixar o papel oficialmente em fevereiro de 2019. O ator foi substituído por Robert Pattinson em The Batman, a próxima aventura solo do Cavaleiro das Trevas, que chega aos cinemas em 2022.

– #tbt3: E que seja uma boa quinta-feira!

RELEMBRANDO A BONITA PAISAGEM:

Uma rápida passada no blog para desejar um ótimo dia de vida.

Agora, 08h15, céu nublado mas com sol!

Coisas da natureza. Não sei dizer sinceramente se o dia está feio ou bonito! Mas sendo “bom”, já será o suficiente.

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