– Paisagismo

Com essa paisagista e suas mãozinhas mágicas, a decoração ficará perfeita!

Ela trabalha com seriedade e profissionalismo. A menininha não brinca em serviço.

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❤️ #filha #daughter #amor #carinho #reforma #casanova #lardocelar #kids

– O pênalti reclamado em Bahia 1×3 SPFC

Vi agora o lance reclamado do goleiro Thiago Volpi em Bahia 1×3 São Paulo. É pênalti por imprudência, sem mostrar cartão.

Na regra, é a situação onde não se quer atingir um adversário mas atinge pela forma que se atirou na bola (diferente de casualidade, onde é acidente de trabalho).

Fábio Costa (lembram dele?) fazia algo diferente, caracterizado por serem lances temerários (ele jogava o joelho pra frente para que ninguém disputasse a bola com ele). Todos lances infracionais.

Portanto, em Salvador, errou o árbitro.

– Grosjean nasceu de novo no Bahrein.

Viram o acidente de Romain Grosjean no GP de F1 do Bahrein?

O carro de corrida dele explodiu, incendiou-se e ele saiu… andando!

É inegável que a preocupação da Fórmula 1 com segurança evoluiu demais nos últimos anos. Impressionante!

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– A tragédia na Nigéria não é culpa de Deus!

E se fosse na Europa?

Amigos, viram a tragédia em Borno, na Nigéria? Uma carnificina promovida pelos terroristas do ISIS, que se apropriam indevidamente do nome de Deus para matar.

Deixemos de lado a alcunha de “extremistas religiosos”. Eles usam tal discurso para cooptar radicais e cometerem barbáries. São gente má.

O que mais me assusta é: são mais de 100 vítimas pobres e negras cruelmente mortas no interior da África, mas o mundo se cala. Insisto: e se fossem cadáveres de Nova Iorque, Berlim, Londres…?

A matéria compartilhado em: https://t.co/8R32Z0mLWk

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida

– De gênio para gênio:

E o gol que o Messi fez e na comemoração imitou Maradona, para homenageá-lo?

Os deuses da bola estavam inspirados. Entenda: Diego Maradona fez um golaço, com dribles desconcertantes e uma cavadinha na finalização quando jogou pelo Newell’s Old Boys (foi seu único tento por lá). Messi vestiu justamente uma camisa do Newell’s por baixo da do Barcelona, e incrivelmente marcou um gol idêntico.

Nem se combinasse daria tão certo… coincidência absurda!

Em tempo: por tirar a camisa e mostrar outra por baixo, Messi recebeu o Cartão Amarelo da arbitragem. Correto de acordo com as regras, mas logicamente insensível…

– O resultado final do Processo Eleitoral 2020

E os resultados das Eleições 2020?

Nenhuma surpresa no 2o turno. Talvez a única: os institutos de pesquisa que não fizeram a sondagem de boca de urna. Seria medo de errar?

O detalhe é: o número de abstenções (pessoas preocupadas com a pandemia) e o dos votos brancos e nulos (desacreditados com a política) foi em alguns municípios maior que o vencedor.

Isso é um fator preocupante…

– Alvorada inspiradora.

Um sol muito bonito de um amanhecer qualquer. Viva a natureza e sua beleza!

Eu curto o passatempo da mobgrafia. É simples, barato e belo.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Boa e bonita 2a feira.

👊🏻 Olá amigos.
Nova #semana começando, novos #dilemas a se resolverem.
Para que tenhamos #energia / #disposição a fim de vencê-los sem neuras, vamos para um bom #cooper-corujão?
Eu sou amigo da #madrugada, e nela busco #endorfina.
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #training #corrida #sport #esporte #running #adidas #nike
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraDaDoceEspera, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #Doce Espera #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, com essas #flores de #cores vibrantes.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
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🌅 Desperte, #Jundiaí, com essa #foto panorâmica muito legal do #céu tão colorido (05h10).
Que a #SegundaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Um bom domingo foi o que eu tive!

… Mas foi há 2 anos! Ô saudade do tempo da LIBERDADE, sem vírus ou coisas restritivas do gênero…

Compartilho, por quê foi bom demais:

Estar com a família sempre é muito bom. E eu estive com as pessoas que eu amo num programa imperdível: Festival de Frutos do Mar do CEAGESP, em São Paulo!

Não só de peixes e “assemelhados” é possível encontrar nesse evento gastronômico, mas também culinária alemã. Digo isso pelos salsichões e joelho de porco. Veja se não dá água na boca:

Mas se você gosta de camarões, olha só o “tamanho do danado” que é servido:

Confesso: a foto me mostra chorando ao lado dos espetos. Pudera, me “emocionei”:

Fica a dica: Em São Paulo, portão 3, no CEAGESP (Avenida Gastão Vidigal).

– A disposição para mudar!

Um exercício de paciência: preparar as coisas para uma mudança!

Nesta semana, devemos fazer nossa tão “demorada” mudança (ao menos, parcial), e estamos embalando, encaixotando, arrumando e bagunçando, ops, otimizando os móveis e objetos diversos. A gente acha coisa que nem imagina existir mais!!!

Haja disposição… e organização. Aos poucos, tudo vai se encaixando. Não estranhem se eu der uma “sumida”.

– 4 anos da tragédia da Chapecoense!

Recordando a postagem de 29/11/2016:

Para quem acordou agora, uma tragédia no mundo do esporte. Caiu o avião da Chapecoense, próximo do aeroporto de Medellín, onde jogaria a final da Copa Sul-americana contra o Atlético Nacional.

Às 03h15 de Brasília (00h15 de Bogotá) – o avião sumiu do radar da Torre de Controle do aeroporto.

Às 03h50 – supostamente a queda ocorreu por falta de combustível.

Às 04h20 – primeiras notícias são de que existem sobreviventes, segundo o prefeito de Medellin.

Às 04h30 – muita chuva e o resgate não consegue chegar ao ponto da queda.

Às 04h36 – primeiro comunicado oficial: dos 81 passageiros do avião (que era de uma empresa boliviana), há pelo menos 6 sobreviventes.

Às 04h50 – o transporte de vítimas é feito a pé pelos socorristas devido ao difícil acesso. As ambulâncias não conseguem chegar até a aeronave, tendo um percurso a pé a ser realizado.

Às 05h00 – somente 4 pessoas foram socorridas, devido ao local da queda. Confirmou-se 72 passageiros e 9 tripulantes. Há jogadores da Chape, comissão técnica e dirigentes. Também jornalistas de rádio e TV que participariam da transmissão do jogo, além de outros passageiros.

Às 05h10 – a Rádio Caracol (maior emissora da Colômbia), chega ao acidente e diz que a imagem é “dantesca”.  Confirmado: dois mortos e dois sobreviventes resgatados.

Às 05h15 – uma atleta da Chape foi socorrido com vida. A confirmar a identidade.

Às 06h00 – 3 atletas resgatados com vida. Somente ao longo do dia saberemos ao certo tudo o que aconteceu.

Às 06h40 – Confirma-se que somente veículos 4×4 tracionados conseguem chegar ao local, sendo que as autoridades pedem ajuda de voluntários que tenham tais veículos.

Com os meios de comunicação desse mundo da tecnologia e informação on-line, é incrível como o planeta se tornou rápido. É o conceito real de “aldeia global”.

Ops: a lista de passageiros conta 21 jornalistas no avião, sendo 6 da Fox Sports e 3 da TV Globo. Dentre eles, o ex-jogador Mário Sérgio, Deva Pascovicci e Victorino Chermont.

06h50 – Prefeito de Medellín confirma, nas palavras dele, “ao menos 25 cadáveres”.

Respeitosamente, encerro essa postagem desejando que Deus conforte os familiares das vítimas e ajude os sobreviventes. E falar o quê de uma empresa que permite pane seca em um avião?

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Sunday landscape.

🇺🇸 The very beautiful sun rising in the Sunday landscape of Jundiaí. How not to be inspired by the perfection of nature?

🇧🇷 O sol muito bonito surgindo na paisagem dominical de Jundiaí. Como não se inspirar com a perfeição da natureza?

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Bom e bonito domingo!

👊🏻 Bom dia, amigos.
Os equipamentos já estão prontos para correr agora cedo. Neste domingo de calor, começar com pique é muito bom!
Quem vem junto?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #adidas
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🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraDoCarmo, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #Carmo #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
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🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, com as #azaleias.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
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🌅 Desperte, #Jundiaí.
Que o #domingo possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
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Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O direito de ter opinião.

É obvio que todos nós temos direito à liberdade de expressão. Igualmente temos que levar em conta a educação e o respeito no que escrevemos para não ofender alguém com injustiças ou calúnias.

Leio esse artigo, abaixo, e observo algo interessante: a necessidade da RESPONSABILIDADE do que se fala! E isso é importantíssimo para uma sociedade mais cidadã!

Criar fake news, promover movimentos controversos e que podem prejudicar alguém, ou ainda, levantar bandeiras sem embasamento e/ou de comprovada cientificidade adversa, não seria usar o direito de expressão de maneira perniciosa?

Compartilho, extraído de: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/artigos/daniel-martins-de-souza/o-direito-de-ter-opiniao

O DIREITO DE TER OPINIÃO

Por Daniel Martins de Souza

É possível afirmar que uma das maiores conquistas da humanidade é o direto de expressar suas opiniões. Direito este que é parte da tão apreciada liberdade de expressão, garantida por lei, a todos os cidadãos brasileiros. Expressar nossa opinião tem sido ainda mais frequente na era das redes sociais, onde encontramos canais totalmente abertos às mais diversas opiniões, sem nenhuma barreira ou limite.

Algumas décadas atrás, os fóruns para expressão de opiniões que atingissem uma quantidade significativa de pessoas eram muito restritos. Alguns poucos membros da sociedade opinavam: aqueles muitíssimo poucos indivíduos que podiam escrever uma coluna de jornal ou comentar num telejornal. A grande maioria das opiniões das pessoas eram emitidas a um número muito limitado de ouvintes, numa conversa de bar, ou na mesa de jantar. Talvez num jornal local.

Em meados da década de 1990, os grandes meios de comunicação passaram a tornar a participação popular mais presente em suas programações (no caso das rádios e TVs) ou publicações (no caso dos jornais e revistas). Esta popularização passou a possibilitar que a quantidade de opiniões nos grandes meios de comunicação se ampliasse cada vez mais.

E as redes sociais, já no século XXI, vieram para coroar o direto que cada individuo tem de expressar sua opinião a milhares, milhões de pessoas potencialmente, assim como o apresentador de um grande telejornal diariamente. Este é um feito maravilhoso para a humanidade. Cada indivíduo da sociedade teria direto e é livre para expressar o que pensa (teria, pois, infelizmente, ainda não há uma inclusão digital que propicie isso de verdade à grande parte da população brasileira).

À medida que a humanidade conquista um feito, reflexos deste aparecem e temos de ir sintonizando finamente como a conquista deve ser usufruída. Creio estarmos justamente neste momento de necessidade de ajuste, pois ao passo que temos direito de ter e expressar nossa opinião, temos também de exercer maior responsabilidade sobre ela. E hoje em dia, a responsabilidade sobre o que se fala e escreve, praticamente não existe.

O que temos visto e vivenciado diariamente é um aumento no número de canais que garantem o direito da expressão de opiniões, mas muito pouca, ou nenhuma cobrança de responsabilidade sobre elas. Cada um fala e escreve o que quer e bem entende, da forma que acha mais adequado. E quando isso acontece por trás de uma tela, de um teclado, de uma webcam ou até por trás de um microfone, parece que inclusive a simpatia e cordialidade se perdem.

Algumas pessoas defendem que podem dizer e escrever o que bem entender, mesmo sem assumir qualquer responsabilidade, pois aquela é a opinião pessoal dela. Opinião esta que é parte do direito garantido pela constituição da liberdade de se expressar. Assim, ninguém tem o direto de questionar o que é dito por outrem.

Mas está justamente aí um enorme equívoco. Ao passo que temos o direito de opinar, temos o dever de nos responsabilizar pelo que dizemos. É justamente da liberdade de expressar sem responsabilidade que nascem as famigeradas “fake news”: conceitos, fatos ou notícias expressas, sem nenhuma responsabilidade com a verdade, mas fortemente tendenciosas à opinião ou intenção do interlocutor. E a partir daí, especialmente dado o infinito alcance que os meios de comunicação e redes sociais têm, temos visto enxurradas de opiniões deletérias que desmontam, com muito poder e do dia para a noite, o trabalho conceitual de séculos da ciência e da justiça social.

Tanto esta afirmação é verdadeira que hoje temos visto questões superadas pela ciência há décadas (eventualmente há séculos!) voltarem como forma de explicação para conceitos da natureza. A crença de que a terra é plana é uma das maiores evidências deste argumento. E é bem aí que está o que me fez escrever este texto: conceitos comprovados cientificamente baseiam-se em dados. Não em opinião.

Se alguém diz “na minha opinião, a terra é plana”, esta não é uma opinião aceitável. Porque a terra é comprovadamente redonda. Temos aqui então um dilema, pois, numa sociedade democrática, todos têm direito a sua própria opinião. Mas tenho eu direito a uma opinião que é comprovadamente não verdadeira? Ou ainda tenho eu direito a uma opinião não aceitável socialmente? É justamente sob a luz de exercer o direito à opinião que as pessoas praticam atitudes homofóbicas, racistas e até neofascistas nas redes sociais diariamente.

Uma opinião sólida e com poder agregador perante a sociedade e não tendenciosa à formação de uma notícia falsa é aquela baseada em dados. Dados verdadeiros, sólidos e apropriadamente interpretados. Para ilustrar este ponto, temos diversos exemplos atualmente: a última eleição presidencial nos EUA tem sido posta em xeque por alguns quanto à sua validade; o uso de urnas eletrônicas na eleição para prefeitos aqui no Brasil foi também questionado por alguns. Mas quais são os dados que comprovam – ou ao menos indicam – que as eleições nos EUA foram fraudadas ou que as urnas eletrônicas não funcionam no Brasil? Até agora, nenhum. As alegações são somente opiniões pessoais, sem base em dados. As alegações baseiam-se em sentimentos de um apoio popular não quantificado. Assim, são opiniões que tendem a gerar notícias falsas, que se espalham com grande força e rapidez, ainda mais dependendo do interlocutor que as traz.

Durante a pandemia, é acalorado o debate sobre o tratamento da COVID-19. Uma das perguntas que permeiam a discussão cotidiana é: Há algum medicamento eficaz para tratar a COVID-19? É comum ler e ouvir respostas como “na opinião do Doutor Fulano, o medicamento XYZ funciona”. Mas a questão aqui é que em termos de tratamento de uma doença, não existe opinião: ou o medicamento funciona ou não funciona, baseado em dados científicos. De maneira muito genérica, para o tratamento efetivo de uma doença, existe a necessidade de estudar em diversas fases e em diferentes modelos biológicos (células, animais até chegar em humanos) os efeitos de um composto químico (um medicamento) sobre a doença. Os dados destas investigações, conduzidas com rigor e apropriada cadência científica, é que vão definir se um tratamento é efetivo ou não. Assim, a opinião do “Doutor Fulano” só é válida se houver dados que comprovem sua afirmação. Do contrário, não importa a opinião dele. A opinião sobre um remédio só é válida se houver comprovação científica. Voltando a pergunta então: Há algum medicamento eficaz para tratar a COVID-19? A resposta é “não”, pois até hoje, não há estudo científico que comprove a eficácia de um medicamento sobre a COVID-19. E isso independe da opinião de qualquer pessoa.

Você pode ler este parágrafo acima e se contrapor, dizendo que teve COVID-19 e que se curou, por exemplo, tomando 3 copos de água a cada 1 hora. Ao passo que, na sua opinião, este seja o caminho da cura da COVID-19, esta é uma observação isolada, baseada na sua experiência, única e individual. Logo, não é uma opinião que vale como verdade. Provavelmente nem seja uma opinião segura e responsável. Para comprovarmos se 3 copos de água a cada 1 hora tem a capacidade de curar a COVID-19, um estudo sistemático e com rigor e design científico deve ser conduzido em centenas de milhares de pessoas. As observações clínicas e sintomatológicas serão coletadas por cientistas capacitados para interpretá-los e somente a partir destes resultados poderíamos afirmar se esta seria uma maneira de curar a COVID-19. Assim, será que alguém tem direito de ter a opinião que 3 copos de água a cada hora curam a COVID-19? Frente a responsabilidade envolvida neste caso, talvez esta não seja uma opinião que tenhamos direito de ter. É uma situação na qual a responsabilidade pela opinião impacta o seu direito constitucionalmente garantido de expô-la.

Nós vivemos em uma era na qual nunca tanta informação esteve tão disponível. Todas as enciclopédias do mundo e as experiências pessoais da humanidade estão nas palmas de nossas mãos. Na era da informação, a maneira com a qual se usa o conhecimento determina se é bom ou ruim ter tanta informação disponível. Dentre os tópicos mais discutidos da humanidade nas últimas semanas estão as vacinas para preveção da COVID-19. E o assunto vacina nos traz novamente para a discussão sobre como o obscurantismo pode ser cultivado, mesmo em tempos de tanta luz. Há uma crença, posta justamente por pessoas que expõe opiniões de forma irresponsável, de que vacinas fazem mal às pessoas. Este é um argumento insustentável cientificamente. Assim, não deve ser uma opinião válida. Grande parte da “opinião” sobre o eventual mal que as vacinas fazem vem de crenças pessoais ou do fato de dados científicos serem interpretados equivocadamente.

Certa vez li um blog anti-vacina que explicava o porquê uma vacina faz mal. Ao ler o texto, pude perceber que o autor, apoiado num texto científico legítimo, interpretou-o de maneira escandalosamente equivocada. E assim espalhou pela web sua interpretação: estudo científico mostra que vacinas causam doenças. O autor do texto era um advogado. Em posse de dados que esta pessoa não tem preparo técnico para interpretar – afinal, o estudo científico havia sido conduzido por imunologistas, cuja formação é muito distinta – gerou um entendimento incorreto e perigosíssimo, pois sua interpretação apoiava-se justamente em um texto científico. E tudo que clamo aqui é “confie na ciência”. E quando alguém usa a ciência pra justamente sustentar um argumento errado? Especialmente para defendê-lo a outras pessoas que também não tem as melhores condições para interpretá-lo? Este é um exemplo de como o acesso a muita informação pode ser deletério. É importantíssimo, portanto, que usemos filtros adequados no acesso a informação. Eu como bioquímico, por exemplo, não tenho a menor condição de ler um texto jurídico e interpretá-lo. Assim, devo procurar um canal, certificado e conduzido por especialistas no assunto, que o façam. Do contrário, as pessoas podem até se apoiar em dados científicos, mas para conclusões equivocadas. E pior, difundindo estes equívocos nas redes sociais, por exemplo, gerando uma falsa sensação de confiança em quem lê.

Abro um parênteses: o que discuto aqui versa sobre o conceito de vacina. Isso não tem a ver com a preocupação sobre a segurança e eficácia das vacinas que estão sendo produzidas para COVID-19. Sem sombra de dúvidas, as vacinas que estão sendo aceleradamente produzidas precisam ter sua eficácia comprovada, com estudos científicos robustos e rigorosos, seguindo o ritmo da ciência. Preocupar-se e cobrar das autoridades a eficácia e segurança das vacinas para COVID-19 é importantíssimo e até um ato de cidadania de cada um de nós. Com isso, a ciência é capaz de nos ajudar. E tem nos ajudado. Veja o quanto descobrimos sobre esta doença todos os dias.

Depois de argumentar que a falta de formação para a compreensão de determinada pauta é a causa pela qual conceitos errados se espalham, é necessário lembrar que o ser humano, inteligente como é, pode manipular a informação em prol de seu próprio benefício. É comum ver indivíduos cientificamente letrados defendendo causas que não têm embasamento científico, usando justamente suas credenciais como cientista para dar força a seus argumentos. Lembrem-se sempre que o uso da informação para promover desinformação nem sempre é ignorância, mas uma estratégia, ainda mais em tempos de acirradas e polarizadas discussões de cunho político.

Voltando a atenção ao direto à opinião e o incrível alcance das redes sociais, é observável como conceitos incrustados na sociedade brasileira como o racismo e o preconceito contra as classes menos favorecidas emergem em tempos de crise. Quando tudo vai bem – especialmente em termos econômicos – há menor polarização de opiniões e maior paz social. Quando a economia sucumbe ou situações como a atual pandemia emergem, há sempre a busca por culpados para aquelas situações. E é neste momento que invariavelmente estes conceitos reaparecem com muita força. O grande alcance das redes sociais une as opiniões, aumentando o eco significativamente. O eco é tamanho que a sinceridade daquele individuo que exprime uma opinião – que deveria ser socialmente inaceitável – é taxada como autêntica e não desprezível, como se esperaria ser. E esta bizarra espécie de selo de autenticidade é que mostra as entranhas preconceituosas do povo, eclodidas violentamente nas redes sociais. Quando a economia brasileira vai mal, as políticas governamentais integrativas – chamadas sarcasticamente de populistas – são culpadas. E por conseguinte, as classes desfavorecidas são culpadas pelo fracasso econômico daquele momento. Isso demonstra não só preconceito, mas a falta de conceitos das pessoas ao ignorar que promover maior igualdade de classes é necessário para a saúde da sociedade em todos os aspectos. Quando a diferença social é grande, não há paz e equilíbrio econômico. Para diminuir a desigualdade social, é natural que deva haver políticas promotoras desta noção. Momentos de crise, somadas a uma sociedade preconceituosa com ferramentas de alcance em massa pode realmente polarizar opiniões de forma deletéria.

Mas como resolver isso tudo? Como eliminar o obscurantismo, representados recentemente por conceitos como os de terra plana e movimento antivacinas? Como levar aos cidadãos o conceito do opinar responsável, baseado em dados e não em crenças? Como mostrar aos cidadãos que a ciência é confiável, dado seu rigor e imparcialidade? A resposta é sempre a mesma: educação. A educação é a resposta para todos os nossos problemas, inclusive os tantos outros que transcendem esta discussão. Além de uma educação que preze por dados e comprovações sólidas, é necessária uma educação que cultive o respeito à opinião do próximo e à diversidade de ideias. Com educação de qualidade e pautadas à luz da ciência e de conhecimento sólido, a população terá discernimento sobre manobras de desinformação.

Temos o direito a uma opinião? Claro! O ideal é que cada um de nós expresse sua opinião para um indivíduo, a um grupo ou ao mundo, usando a potência de alcance das redes sociais. Mas a responsabilidade de uma opinião, munida de dados confiáveis, é algo central para um mundo justo. O direito à opinião é um legado que deve ser perpetuado na humanidade. Mas com sempre com respeito e responsabilidade.

– Não tomemos decisões irracionais. Peçamos a Sobriedade do Espírito Santo!

Neste sábado, a mensagem oportuna para refletirmos é da necessidade de lucidez!

Abaixo, do Evangelho de São Lucas, 21,34:

“Tomai cuidado para que vossos corações não fiquem insensíveis por causa da gula, da embriaguez e das preocupações da vida, e esse dia não caia de repente sobre vós”.

Estamos preparados para o nosso dia de “juízo final”? Nos apegamos tanto ao materialismo que esquecemos-nos (ou pior: nos cegamos) às coisas doces e puras da vida?

Pensemos no que vale ou não a pena no dia-a-dia…

Espírito Santo – Wikipédia, a enciclopédia livre

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– A Demagogia no futebol: São Paulo e VAR, Caixa e Corinthians, TJD e FPF.

Há coisa que irritam no futebol, por demonstrar que aparentemente todo mundo é ingênuo e que a cartolagem (os que realmente mandam) são os baluartes da ética e da moral.

1- O São Paulo, que tinha o DIREITO de pedir a anulação da partida contra o Ceará por um Erro de Direito fatídico, não o fez pois entendeu que não deve tumultuar o campeonato e que suas queixas já são uma demonstração suficiente do inconformismo e de repúdio ao mau uso do VAR

Nunca ninguém pensou na questão da falta de datas, do bom relacionamento do presidente Rogério Caboclo com a Diretoria ou ainda de uma possível pendenga no TJD? Então tá. Já imaginaram se faltar 2 pontos para o clube conquistar o Brasileirão?

2- O Corinthians, que arrasta sua dívida da construção do Estádio desde 2014, enrolada com a Odebrecht e com a promessa inicial de R$ 400 milhões, pagos em 20 anos de Naming Rights, na antevéspera da Eleição de Presidente do Clube anuncia um acordo com a Caixa Econômica. Fica só a pergunta: por quê não antes? Como se dará na prática? Onde está o documento assinado?

Também nunca ninguém ousou pensar que isso seria manchete eleitoreira, propaganda política ou casualidade do pleito? Nem pensar, não?

3- Assim como fez anteriormente com o Batatais, o TJD-SP puniu Paulista de Jundiaí, Olímpia e Barretos com suspensão por 4 meses por envolvimento com manipulação de resultados. O mais interessante é que esses clubes cumprirão a punição exatamente durante o período em que NÃO HÁ TORNEIOS da FPF para eles disputarem, voltando às atividades quando os campeonatos nos quais estão inseridos estiverem na proximidade da montagem dos elencos.

Nem pensar em cobrar as provas onde se mostra a culpabilidade das agremiações? É tudo muito passivo? Quer dizer que, é melhor não pedir explicações pelos motivos dos clubes serem considerados culpados de manipulação de resultados (que fama horrível) e aceitar esse prazo “não tão prejudicial”, do que cair no risco de um imbrolho juridico?

Quando alguém acusa o outro, tem que provar. Não vi, li ou ouvi provas do envolvimento dessas equipes e dos seus cartolas nos casos de manipulação. Foram punidos por conta de ações incorretas dos atletas, exclusivamente? Então, DIGA-SE claramente isso.

Uma última observação: se alguém me chama de corrupto e me pune, eu vou até o fim para mostrar que isso é uma calúnia e deixar evidente que sou honesto. Mas e se eu me calar e aceitar tudo?

Detesto demagogia. Discursos ilusórios (como o do São Paulo), acordos de ocasião (como o do Corinthians) e punições teatralizadas (como as do TJD).

– Você se importa com o vice-candidato de alguém, a ponto de mudar o voto?

O vice-candidato é um elemento decisivo na sua escolha na hora de votar, ou você não o leva em conta na hora da urna?

Lembre: na história política do Brasil, os vices (muitas vezes esquecidos durante o pleito), é quem acabam governando de fato em inúmeras oportunidades.

Refletindo, em: https://www.youtube.com/watch?v=124Qm0ypS8o

– Bom dia, sábado. Parte 5 de 5:

Sol muito bonito de natureza e beleza indescritíveis que surgem no sábado.
Obrigado, Mãe-Terra!
Os raios do Astro-Rei nos dão muita energia.

☀️ #inspiração #amanhecer #morning #fotografia #paisagem #sol #sun #céu #landscapes

– Bom dia, sábado. Parte 4 de 5:

06h00 – Desperte, Jundiaí!
Espairecendo com a alvorada tão bonita – entre prédios, poluição visual e muitas nuvens.
Como é bom acordar cedo!
Que o sábado possa valer a pena.

🌅 #sol #sun #sky #céu #amanhecer #photo #nature #morning #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia