– Um maravilhoso entardecer!

De dias atrás, mas vale para hoje:

O sol e seus gracejos: vejam só que impressionante entardecer temos hoje em Jundiaí, abaixo (clique das 17h30):

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Introvertidos e Extrovertidos na Administração de Empresas

Susan Cain, escritora americana voltada à Administração & Negócios, dissertou recentemente sobre uma das piores invenções do século XX: a da “cultura da extroversão. Tanto que até escreveu um livro sobre o assunto: Calado: o poder dos introvertidos num mundo que não para de falar”.

Para ela, o mundo é feito e desenhado para pessoas extrovertidas, onde quem quer ficar quieto sofre até mesmo preconceito social. A escritora disse que:

A solidão é como eu recarrego minha bateria

Para ela, Steven Spielberg (cineasta) e Larry Page (co-fundador do Google) são exceções de tímidos que venceram na vida! Afinal, o mundo os discrimina…

E você, o que pensa sobre isso? O mundo é para os extrovertidos ou isso é bobagem?

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– Os Viciados por Telefone Celular: a dependência pode ser a mesma de Narcóticos?

Uma das matérias que mais chamou a atenção na Revista Veja dessa última semana foi a respeito das consequências dos dependentes de Celular.

Sabia que os sintomas da nomofobia são gravíssimos?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/viciados-em-telas/

VICIADOS POR TELA

Cientistas atestam que a dependência de smartphones afeta a química do cérebro, levando ao desenvolvimento de transtornos como déficit de atenção

Por André Lopes

Se você não estiver lendo esta reportagem no celular, uma pergunta: onde está ele agora? A questão fez com que o procurasse? Se respondeu “sim”, é provável que, nos próximos minutos, você não consiga se concentrar neste texto. Quando o aparelho fica fora de alcance, um sentimento de ansiedade costuma tomar conta do usuário, bastando porém tê-­lo em mãos para o alívio ressurgir. Se isso é comum no seu dia a dia, deve-se acender o sinal amarelo. De acordo com um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de Seul, na Coreia do Sul, divulgado no último dia 30, a dependência de smartphones já pode ser, sim, chamada de vício. Isso porque seu uso excessivo produz alterações químicas no cérebro, com reações e síndrome de abstinência em moldes semelhantes ao que acontece com dependentes de drogas.

No trabalho sul-coreano, os cientistas usaram um tipo particular de ressonância magnética que analisa a composição química do cérebro para observar hábitos de dezenove adolescentes clinicamente diagnosticados como viciados em celular. Depois, compararam os resultados com os de grupos de jovens que usam o dispositivo mas não eram tidos como dependentes. No estudo também se levou em conta quanto o convívio com a tecnologia afetava o contato com familiares, a produtividade e a forma de lidar com emoções. Num resultado previsível, os adictos apresentaram maiores níveis de depressão, ansiedade, insônia e impulsividade. Mas novidade maior, mesmo, foi a descoberta de como a nomofobia — eis o termo que descreve a dependência de smartphones — afeta a química cerebral.

Os jovens dependentes apresentaram oscilações na presença dos ácidos gama-aminobutírico, glutamato e glutamina, todos ligados a dois neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento da atividade cerebral. Quanto maior o nível de alteração deles, mais grave era o quadro de dependência. Pode-se ter uma sólida dimensão do problema quando se considera que, em países desenvolvidos, 92% dos adolescentes acessam a internet todos os dias, em geral por meio de telefones móveis. Um típico usuário costuma tocar mais de 2 600 vezes na tela do celular por dia.

Esse dispositivo pode dominar a atenção de jovens e crianças mesmo diante das maiores maravilhas do mundo real — a exemplo de obr­as-primas como A Ronda Noturna, que o holandês Rembrandt (1606-1669) pintou em homenagem aos civis que fiscalizavam as ruas de Amsterdã. Entre 2015 e 2016, viralizou na internet um meme no qual um grupo de estudantes virou as costas para o quadro clássico e ficou fascinado com outra tela — a do próprio celular. Depois que a imagem se espalhou, descobriu-se que o grupo, na verdade, realizava pesquisas ligadas a um trabalho escolar. Mas a cena acabou ficando como o emblema de uma realidade: a capacidade quase infinita dos smartphones de atrair a atenção juvenil mesmo quando os adolescentes estão diante de outras maravilhas do engenho humano.

O uso constante do aparelho prejudica especialmente os jovens, membros de uma geração que nasceu conectada, cuja mente e hábitos ainda estão em formação — podendo influir nos processos de aprendizagem. Adolescentes que usam o aparelho em excesso apresentam tendências maiores a desenvolver déficit de atenção, fobia social, depressão e compulsão para acessar redes sociais. No ano passado, pesquisadores da Universidade de Kaohsiung, em Taiwan, publicaram um trabalho no qual relacionaram a dependência com transtornos mentais. Pela análise do comportamento de 2 300 adolescentes, concluiu-se que 10% deles possuíam algum tipo de alteração cognitiva ligada à nomofobia.

Estudos como esse procuram confirmar uma suspeita deste século: será que a ascensão das redes sociais e dos smartphones tem relação direta com o aumento dos casos de depressão e ansiedade entre jovens? Ao longo da última década, o número de crianças e adolescentes americanos internados em hospitais por suspeita de quadros depressivos mais do que dobrou. Em paralelo, a taxa de suicídio entre os indivíduos da mesma geração também cresceu com igual intensidade. Suspeita-se que o isolamento proporcionado pelas novas tecnologias tenha influência no aumento dos índices. Nos Estados Unidos, o tempo médio que os jovens dedicam diariamente ao celular passou de uma hora e meia, em 2012, para duas horas e meia, no ano passado. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, órgão ligado à ONU, considera que a Inglaterra apresenta o cenário mais grave: um em cada três adolescentes já pode ser considerado viciado por ficar on-line mais de seis horas diariamente.

Como saber se um filho ultrapassou os limites? Uma das diferenças entre o uso saudável e a dependência está no nível de inquietação quando o dispositivo não está por perto. “Para os viciados, as manifestações emocionais decorrentes de não poder acessar o aparelho, como quando acaba a bateria, são semelhantes às apresentadas durante casos de abstinência de drogas como álcool. O indivíduo costuma exibir alterações como sudorese, ansiedade, irritabilidade e comportamento agressivo”, explica a psicóloga Sylvia van Enck, pesquisadora do Grupo de Dependências Tecnológicas da Universidade de São Paulo.

Um caso extremo, e hoje referência para estudos, ocorreu em 2012. O inglês Danny Bowman, então com 16 anos, tentou se matar, segundo ele próprio, por não ter conseguido tirar uma “selfie perfeita”. O rapaz dedicava, à época, dez horas de seu dia em busca das melhores fotos de seu rosto. Durante esse período, ele abandonou a escola, perdeu peso e desfez amizades. A cura só veio com a abstinência forçada: Bowman passou por um duro tratamento que consistia em de­ixá-lo longe do smartphone.

No Brasil, existem clínicas, como o Instituto Delete, no Rio de Janeiro, que promovem esse tipo de tratamento. A iniciativa segue os passos de países como Estados Unidos, Inglaterra, Japão e China, as principais referências nesse campo de trabalho e onde a nomofobia é tratada como um problema de saúde pública. Na Califórnia, as clínicas especializadas no tratamento contra a nomofobia são cada vez mais populares. No Japão, o Ministério da Educação lançou um projeto nas escolas para oferecer psicoterapia a jovens que se sentem dependentes do celular. Um aviso, contudo, deve ser feito para todas as idades: é difícil ter noção, sozinho, de quando se está dependente dessas novas tecnologias. Os especialistas indicam uma forma de acender o alerta: note se o uso demasiado do smartphone está interferindo em sua produtividade no trabalho ou no tempo dedicado à família e aos amigos. Se isso estiver acontecendo, é um sinal de que, talvez, as coisas não estejam indo de modo satisfatório. Como em tudo na vida, também para o celular vale o conselho de ouro: use com moderação.

6 dicas para combater o vício em celulares - Época Negócios | Mundo

– Dia de “Santa Cabeça”

Uma das devoções mais curiosas que conheci – e talvez uma das mais significativas a mim – foi a da Virgem Maria invocada como Nossa Senhora da Santa Cabeça.

Conta-se que uma cabeça de Nossa Senhora foi encontrada no Rio Tietê e passada de mão em mão por algumas pessoas, até encontrar uma senhora piedosa que a adornou de anjos e recebia peregrinos para venerá-la e pedir graças.

Dali surgiu uma capelinha que passou a ser local de testemunhos de pessoas que conseguiam milagres através da sua intercessão a Deus. Normalmente, relacionadas a males do cérebro, como doenças mentais, dores de cabeça, ansiedade, descontrole emocional e depressão, entre outros relatos. Hoje, tornou-se um Santuário da Diocese de Lorena, no município de Cachoeira Paulista – SP (tive a oportunidade de visitá-lo).

Sua oração se baseia no equilíbrio da mente, na lucidez e sabedoria do pensamento, além da proteção de outras situações da cabeça.

Compartilho abaixo e sugiro: reze com fervor tal bela prece, abaixo:

ORAÇÃO PARA NOSSA SENHORA NA DEVOÇÃO DE SUA “SANTA CABEÇA”

Eis-me aqui, diante da vossa imagem,
ó mãe do céu e Senhora Nossa!

Alcançai-me a graça de manter meu pensamento
sempre voltado para o divino Pai eterno,
o seu filho Jesus Cristo e o Espírito Santo.

Alcançai-me a graça da lucidez;
a inteligência para compreender a vontade de Deus;
a sabedoria para escolher o bem e evitar o mal,
amar a verdade e detestar a mentira.

Orientai meus pensamentos
para o que é reto e justo,
e para que jamais eu me desvie
do caminho de Deus.

Concedei-me a saúde dos olhos,
dos ouvidos, do olfato e da boca.
Livrai-me das dores de cabeça,
enxaquecas, esquecimentos,
e doenças mentais.

Não permitais que minha cabeça
seja atormentada por tentações
e maus pensamentos.

Senhora de Santa Cabeça, humildemente vos peço…
(apresente a graça que deseja alcançar)
Isso vos peço pelos merecimentos
do vosso divino filho, Jesus Cristo, Senhor Nosso.

Nossa Senhora de Santa Cabeça,
Rogai por nós que recorremos a vós.
Amém!

(Com aprovação eclesiástica)


foto retirada de: http://A12.com.br

– E já se vão 7 anos do caso Portuguesa e Hevérton…

Relembrando o “Lusagate”, episódio que praticamente mudou a vida da Portuguesa para sempre.

Extraído de 2013, deste mesmo blog:

AZAR, PREJUÍZO PREMEDITADO OU AMADORISMO?

E sobrará para a Portuguesa a mácula de “azarada”, “prejudicada” ou “amadora”, em relação a escalação do jogador Heverton?

  • 1- Considere AZAR no caso de um jogador não tão importante para a equipe paticipar 12 minutos na partida, nada produzir e ele ser pivô do rebaixamento.
  • 2- Entenda como PREJUÍZO fomentado por alguém que quis usá-la (a Lusa) para conseguir benesses lá na frente, caso você acredite que tudo foi armado.
  • 3- Critique o AMADORISMO se realmente ela não tomou os devidos cuidados para se assegurar de que poderia escalar o jogador em campo.

Nessas considerações acima, encaixa-se tudo o que tem sido falado: erro crasso do time da Lusa, favorecimento ao Fluminense (interessado em fugir do rebaixamento), e outras teorias conspiratórias, como a de que o advogado da Portuguesa (que presta serviço a diversos clubes, com o detalhe de que sua foto com Fred – centroavante do Fluminense – está nas redes socais e cuja remuneração vem da CBF) teria se dado ao serviço de informar errado a diretoria sobre o resultado do julgamento.

Mas há outras três coisas que me incomodam. E incomodam muito! São elas:

  • 1- O árbitro reserva lança e confere os jogadores antes da partida iniciar. O pessoal de TI (Tecnologia da Informação) da CBF é o mesmo que trabalha na FPF, e desenvolveu um mesmo sistema informatizado onde aparece a restrição ao atleta impedido de jogar. Ao menos, é assim que funciona em São Paulo. Eu mesmo, quando trabalhei por inúmeras vezes como quarto-árbitro, pude constatar equipes que fizeram mau controle do número de cartões e aparecia na súmula eletrônica a restrição, quando lançava o jogador como habilitado para o jogo. Será que isso não apareceu antes da partida? Teria existido falha? Não houve o “input” aos dados do atleta de que ele teria que cumprir mais um jogo em seu banco de dados? A CBF não comunica os clubes que os atletas estão com restrições de contrato, cartões ou outras suspensões antes do início da partida? Para mim, isso deveria ser discutido urgentemente!
  • 2- Vejo que a FPF não está lutando arduamente (e nem moderadamente) pelo seu filiado. Ela aceitará passivamente dois paulistas rebaixados? Não está auxiliando o clube? No site da entidade, onde costumeiramente há pronunciamentos publicados do presidente Marco Polo Del Nero, dessa vez não há nada?
  • 3- E se o Fluminense fosse a Portuguesa e a Lusa fosse o Flu? Como seria? Tenho imensa curiosidade nesse exercício de imaginação… Você, caro leitor, não tem o desejo de saber se os ânimos e a rapidez pelo julgamento seriam tão rápidos?

Fica novamente a pergunta: de quem é a culpa do Campeonato Brasileiro de 2013 não ter acabado ainda, já que ele está com “a bola rolando” no STJD?

Se eu fosse a Portuguesa, contrataria o advogado do Cruzeiro para fazer a defesa, já que quando o Cruzeiro foi indiciado por ter escalado o goleiro reserva numa partida do Brasileirão, poderia ter perdido 3 pontos e foi notificado no mesmo artigo do Código Disciplinar: o de ter relacionado para um jogo o atleta em condição irregular. Resultado: R$ 10 mil de multa, sem perda de pontos.

Aliás, não foi o próprio procurador Paulo Schmidt, em 2010, quando Tartá do Fluminense foi escalado irregularmente nas mesmas condições que Heverton, que disse ser imoral mudar o resultado em campo?

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– O Famigerado Assédio Moral

Amigos, compartilho um interessante artigo do Prof José Renato Santiago, a respeito da definição e das conseqüências de algo, infelizmente, corriqueiro em algumas organizações: o assédio moral!

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/edit.html

O FAMIGERADO ASSÉDIO MORAL

Algo que nos envolve, que nos pressiona, que nos sufoca…

A verdade é que muitas vezes o assédio moral, por ser formado por uma série de pequenas ações, torna-se algo difícil de explicar.

No entanto, a maneira como ele nos atinge é algo claramente notado.

De repente pequenos pedidos e solicitações começam a nos aborrecer.

Não sabendo ao certo o motivo de se haver a necessidade de desenvolver algumas atividades, passamos a questioná-las.

Primeiro internamente, sendo que logo a seguir, aparecerem outras demandas que não possuem qualquer relação com as anteriores.

A confusão começa a fazer parte de nossa mente, e passamos a duvidar cada vez mais de nossa capacidade de entendimento.

Nossa capacidade de discernimento do ponto de vista profissional começa a fraquejar.

Quando enfim decidimos expor as razões de nossas dúvidas junto aqueles que, a princípio, são nossos líderes, nada mais é acrescentado.

Neste momento é quando mais notamos uma certa carência, e o pior, nos culpamos por isso.

E o fluxo parece sempre ser o mesmo, não há diretrizes, tão pouco objetivos claros a serem atendidos, apenas a manutenção de uma falida relação de chefia / subordinado.

Como se o subordinado não tivesse qualquer espaço para desenvolver seu raciocínio e utilizar de suas competências da forma mais adequada.

Aí vem o desanimo, a falta de vontade que é um trampolim para o comodismo.

Muitas vezes, infelizmente, muito embora estejamos dentro de um lema corporativo de defender e valorizar as pessoas, com certa frequência muitos profissionais adotam atitudes que, de firme mesmo, tem apenas o interesse de usar as competências de seus colaboradores de maneira míope sem qualquer preocupação em valorizá-los.

“Pode deixar que penso por você…” ou “Sei bem o que estou fazendo”….passam a ser mais do que simplesmente frases, mas sim diretrizes que limitam a usar de forma pejorativa o que existe de melhor das pessoas.

Cabe a cada um de nós, funcionários, colegas de trabalho e até mesmo “chefes” nos atermos a forma pelo qual estamos construindo nossas relações junto as atividades que desenvolvemos.

Somos pessoas que possuímos nossos valores, temos nossas competências e sendo assim, temos que ser incluídos, ou ao menos informados, das decisões sobre as quais estamos envolvidos de alguma forma… ainda mais que as relações atuais de trabalho não podem se limitar a serem uma evolução das antigas relações existentes ente os senhores e seus escravos.

Assédio Moral no Trabalho! Como e por que acontece?

– Boa 4a!

👊🏻 Olá, amigos. Continuo controlando o #cortisol!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #underarmour #mizuno #adidas
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #Maria, #MãeDaIgreja, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. E essas delicadezas amarelas?
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #InteriorPaulista!
Como o céu ainda está nublado, aqui vai um clique do #amanhecer de outro dia (mais bonito) para nos inspirar!
Que a #QuartaFeira possa valer a pena.
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby