– WandaVision e seu primeiro trailer!

Oficialmente, a Disney divulgou o clipe de “Feiticeira Escarlate e Visão” (WandaVision), a série que será um gancho, segundo especulações, para o filme “Dr Estranho 2”.

Muito bem feito, com caracterizações dos heróis em seus modelos antigos nos quadrinhos, supondo que a trama se passe hipoteticamente dentro da cabeça da protagonista, que houvera enlouquecido.

Se tudo isso for confirmado… uau!

Assista em: https://youtu.be/-YNwtAMOjjI

– Magazine Luiza e as vagas para trainees negros: nada de racismo reverso, amigos!

Queridos leitores, me sinto a vontade para escrever este post de tema tão polêmico por ser um defensor costumeiro da meritocracia em todos os setores. E o assunto em questão (a abertura de vagas exclusivas para pessoas de cor negra para trainees na Magalu) é o que “bombou” nos últimos dias.

Leio gente boa escrevendo sobre racismo reverso (e me surpreendo com isso, não tem nada a ver com esse caso). Outros, de privilégios desmedidos à uma minoria (também discordo). Por fim, uso da ação de contratação como marketing (e qual seria o problema?).

A empresa é privada e deseja contratar funcionários de uma maioria populacional (afinal, o Brasil, país mestiço, tem segundo o IBGE uma quantidade levemente maior de negros do que de brancos). O negro torna-se minoria na questão educacional e em outros índices sociais. Contratar essa parcela fora do mercado de trabalho é inclusão social (e se for usado como publicidade, não tem problema nenhum, pois é uma ação positiva).

Talvez, se não existisse uma grande quantidade de desempregados no país, muitas pessoas não dariam nem bola para o fato. Parece-me queixas de concorrência de candidatos.

O único questionamento pode ser: em condições normais de trabalho, o Magazine Luiza não contrataria negros com exclusividade?

Por fim: contratar negros foi uma ação louvável. É esperado que em outras situações, contrate-se também outros desempregados com dificuldade em entrar no mercado de trabalho, como, por exemplo, pessoas em condições de vulnerabilidades / miséria / moradores de ruas para cargos que possibilitem sua inclusão.

Trainee Magalu 2021 na empresa Magazine Luiza | 99jobs.com

– Que fase, Mengão… Os atletas com Covid_19 do Flamengo e a confusão de competência financeira e administrativa.

Do céu ao inferno?

Depois da sequência de títulos, o Flamengo amarga resultados ruins em campo (derrota por 5×0 na Libertadores), brigas internas e agora 6 jogadores com Covid_19: Diego, Filipe Luis, Michael, Isla, Bruno Henrique e Matheuzinho.

Muito se tem falado da gestão do clube. Há de se entender que gestão esportiva é diferente de outras áreas administrativas, como a de uma multinacional, pública, hospital… ela é singular em muitas nuances. Tem que ser “do ramo”, sem perder o profissionalismo. E há de se entender também que ter competência financeira é diferente de ter competência administrativa.

Por fim: lá no Equador, com tanto contato físico, “somente” 6 atletas estão contaminados?

Caos: 6 com covid-19, 5 contundidos e 1 suspenso. Flamengo - Prisma - R7  Cosme Rímoli

– Executivos Que apagam Crises

Muito boa a matéria da Revista IstoÉ Dinheiro intitulada “Bombeiros Corporativos”, ou seja, executivos que lutam para reorganizar confusões organizacionais e minimizar crises.

Vem de encontro a figura popular criada pelos administradores de empresas brasileiros: a do “apagador de incêndios

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/618/bombeiros-corporativos-conheca-os-segredos-e-o-estilo-dos-especialistas-146072-1.htm

BOMBEIROS CORPORATIVOS

Conheça os segredos e o estilo dos especialistas na arte de apagar incêndios de crises financeiras, reestruturar empresas em dificuldades e viabilizar negócios aparentemente impossíveis

Assim como seres humanos, as empresas possuem ciclos de vida. Nascem, crescem e morrem. No meio disso tudo, também enfrentam crises e doenças. Nessa hora, homens e mulheres buscam ajuda de gente especializada, sejam médicos, sejam psicólogos ou pais de santo. No mundo corporativo, também existem profissionais que se dedicam exclusivamente a socorrer companhias que já não conseguem lidar com seus próprios problemas. Como bombeiros, apagam incêndios de crises financeiras, fecham negócios improváveis e desatam os nós mais intricados da gestão das empresas. São profissionais de perfil específico, diferentes dos executivos clássicos que tocam o dia a dia de uma organização. Quem observar o comportamento desses bombeiros perceberá características aparentemente contraditórias. São, ao mesmo tempo, duros nas decisões e carismáticos no trato com as pessoas. Não adotam um tom de conciliação, mas apresentam uma tremenda capacidade de negociação. Mas o que chama mais a atenção é a agilidade. “Esses processos normalmente exigem decisões baseadas em diagnósticos que têm que ser feitos rapidamente”, avalia Adriana Gomes, do núcleo de gestão de pessoas da ESPM, de São Paulo.

Em geral, os acionistas clamam por bombeiros de empresas quando sentem que os efeitos de suas decisões se tornaram inócuos. Muitas vezes, eles já não são capazes de tomar as medidas necessárias para debelar a crise, pois, para isso, teriam que romper laços sentimentais ou até familiares com a estrutura da empresa. Ou seja: falta coragem ou até força política para demitir o veterano colaborador ou o parente que ocupa uma diretoria. “Como se trata de um processo de ruptura, a reestruturação exige do gestor atitudes extremas”, afirma Alexandre Fialho, diretor do Hay Group. “Às vezes, até mesmo como demonstração de força de que as coisas mudarão radicalmente.”

A atividade explodiu na década de 80, quando a instabilidade econômica provocou rupturas violentas nas companhias brasileiras. Um dos pioneiros foi Cláudio Galeazzi, hoje presidente-executivo do Grupo Pão de Açúcar. Sua empresa, a Galeazzi Consultores, foi responsável pela recuperação de grandes companhias, como a Cecrisa, a Daslu e a Lojas Americanas. Outros seguiram o mesmo caminho e um exército de especialistas em reestruturação começou a se formar.

“Esse profissional é forjado dentro da própria consultoria, já que não existem cursos de especialização nessa área”, diz Adriana, da ESPM. “O treinamento é feito por pessoas experientes nesse segmento, que construíram carreiras a partir da experiência prática.” A atividade também requer boas doses de intuição, adverte o headhunter Simon Franco. “É muito importante identificar os talentos ocultos, os líderes informais, funcionários que influenciam os demais, mesmo sem ascendência hierárquica”, diz ele. “Essas pessoas podem tornar a reestruturação mais fácil.”

Os bombeiros adquirem grande força política dentro das organizações que assumem. Em suas mãos, estão o poder de contratar e de demitir, de comprar e de vender, de pagar ou blefar. Trata-se de um risco, que deve ser administrado permanentemente. “O profissional tem que respeitar alguns limites e não se colocar como se fosse dono da empresa”, alerta Adriana, da ESPM. Para entender melhor a atividade desses especialistas em reestruturação, DINHEIRO selecionou as histórias de alguns dos mais respeitados profissionais do mercado. A seguir, conheça as lições que podem ser colhidas da experiência desses especialistas:

(continua em: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/618/artigo146072-2.htm)

Imagem relacionada

– O Brasileirão está muito chato!

Cá entre nós: os últimos jogos do Campeonato Brasileiro, em sua maioria, estão sofríveis. Partidas cansativas, jogos compridos (parecem durar horas) e falta de empolgação.

O equilíbrio é nivelado por baixo, a ousadia em buscar o jogo ofensivo é rara (o Atlético Mineiro é a exceção) e não se vê novidade. Até quando vemos acertos (como o do VAR cancelando um Cartão Vermelho equivocado em Botafogo x Santos), o jogo em geral não se torna atrativo e os pontos fortes são ofuscados.

Estamos diante de uma das piores temporadas do Brasileirão? Talvez. Mas que não se culpe a Pandemia por isso – pois ela, por si só, não é responsável pelos males do futebol tupiniquim.

Brasileirão 2020 não será igual a Champions. E vai até 2021 | Esporte Interativo

– A queimada na Serra da Baleia

Mais um foco de incêndio na Serra do Japi (Jundiaí-SP), agora no trecho da “Serra da Baleia” (região do campus da Faculdade Anchieta).

Como é que essas queimadas acontecem? Mesmo com o tempo seco, com os alertas, é difícil crer que o fogo comece “sozinho”. Seriam vândalos? Mas a troco de quê?

As imagens impressionam e infelizmente só uma boa chuva para ajudar os bombeiros…

Queimada atinge Serra do Japi em Jundiaí (SP) — Foto: G1

– Política e Religião se misturam? Sobre a “IURP”.

Foi em 2016… o “povo estava avisado, né”? Leia e tire suas conclusões:

Ancelmo Góis, articulista do jornal “O Globo”, cutucou uma ferida. Escreveu sobre o Senador Marcelo Crivella – sobrinho de Edir Macedo, o dono da Rede Record e do conglomerado Igreja Universal do Reino de Deussobre a sua candidatura (e provável vitória) à Prefeitura do Rio de Janeiro.

Interessante (abaixo, extraído de Blog do Paulinho, original de “O Globo”):

IGREJA UNIVERSAL DO REINO DA… POLÍTICA

O senador e engenheiro Marcelo Crivella, carioca, 58 anos, é um homem cordial. Educado, cavalheiro e afável. É um moço de fino trato, como se dizia antigamente. Acho, honestamente, que ele tem o perfil daquele tipo, como dizia Tancredo Neves (1910-1985), de “político bom para casar com a filha da gente”. A sua fala mansa, suave até, lembra pelo timbre a de muitos sacerdotes, o que no seu caso talvez seja herança do tempo em que foi missionário na África por dez anos. A missão ajudou a igreja fundada por seus tios Edir Macedo e R. R. Soares, em 1977, a se tornar um potentado mundial — uma multinacional brasileira da fé.

A Universal importou o modelo americano de telepastor e montou sua própria rede de comunicação (TV Record, a segunda maior do país). A exemplo de pastores de outras correntes neopentecostais, Crivella também entrou para a política. A máxima antiga de que “crente não se mete em política” ou “política e religião não se misturam” foi substituída por “irmão vota em irmão”, que está no DNA da forte bancada evangélica. Repete a fórmula adotada no passado pela Igreja Católica, que criou, em 1933, a Liga Eleitoral Católica (LEC). Hoje, a igreja do Papa Francisco é “um organismo apartidário”, como disse esta semana o cardeal Dom Orani, que tem recebido educadamente visitas de políticos, inclusive de Crivella.

A Universal também copiou da Igreja Católica medieval um modelo mais sofisticado, diga-se, da abominável indulgência. Durante o pontificado do Papa Leão X (1513-1521), essa prática atingiu o seu auge. A fornicação era, por exemplo, “perdoada” com o pagamento de 219 moedas da época.

A igreja do bispo Macedo, com base em textos religiosos, convoca as pessoas a contribuírem com dinheiro, o que ajudaria a obter a misericórdia divina. As pedras importadas de Israel para a construção, em São Paulo, do Templo de Salomão — maior espaço religioso do país e reprodução do primeiro templo citado pela Bíblia — foram compradas com grana de muita gente que vive abaixo da linha da pobreza. Por outro lado, diga-se a seu favor, a Universal ajudou com sua pregação religiosa, notadamente nas zonas mais pobres, a moldar um caráter melhor dos seus fiéis, acho. E isto não é pouco.

Neste contexto, o papel de Marcelo Crivella na Universal sofreu mutação. No início, até pela sua bagagem intelectual, pensava-se que ele seria o delfim, o herdeiro da “igreja da família”. Depois da vida de missionário na África, ele retornou ao Brasil, onde fez uma carreira de sucesso como cantor gospel. A parte política foi entregue a outro fundador da Universal, o bispo Rodrigues. Só que o tal bispo acabou preso, envolvido em vários casos de roubalheira. Crivella assumiu esta tarefa e começou sua carreira política não como candidato a vereador de Rio das Flores, berço fluminense da sua família, mas concorrendo já para o Senado, derrotando os medalhões Leonel Brizola e Artur da Távola. Soube aproveitar o fato de que, entre os fluminenses, 29,37% se declaram evangélicos, enquanto a média nacional é de 22,16%.

Agora, pode se tornar a primeira autoridade religiosa evangélica a comandar uma metrópole do tamanho do Rio. É claro que, antes, tem de enfrentar a rejeição — que já foi bem maior no passado — pelo vínculo de sangue com a Universal. Para isso, licenciou-se da igreja e omite em sua propaganda eleitoral qualquer referência a ela. O senador fluminense se defende dizendo ser vítima de preconceito contra evangélicos, o que existe, em parte, na elite ligada ao catolicismo. Só que ele não é um evangélico qualquer. É da cúpula da igreja. É como se Dom Orani pedisse licença da Igreja Católica e, com a ajuda das 260 paróquias do Rio, fosse candidato a prefeito.

E olha que Dom Orani não é sobrinho do Papa.

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– A aglomeração que não podia existir numa simples cobrança de falta.

O Estádio Jayme Cintra, de propriedade do Paulista Futebol Clube, possui 68m x 105m (é a dimensão oficial mínima exigida pela FIFA para uma partida internacional entre profissionais). Portanto, corresponde a 7.140m².

Entretanto, um lance me chamou a atenção na partida de sábado: em determinado momento do 1º tempo, na partida entre Paulista 2×3 Olímpia, o posicionamento do Galo da Japi na cobrança de falta do Galo Alviceleste. Veja a imagem recortada:

Pois bem: dos 11 atletas do Paulista, há 10 dentro da Grande Área. Veja nesta imagem em preto e branco (para destacar as cores no posicionamento dos jogadores) os 10 atletas de Jundiaí frente os 5 de Olímpia. Abaixo: 

Repare mais, na imagem colorida (agora destacando as marcações do campo): os atletas estão na região do ponto penal (portanto, a 11 metros da linha de fundo). Se você considerar que a área de meta (a popular “pequena área”) tem 5,50m de cada lado + 7,32m da linha de meta, dá pouco mais de 200m². Observe:

Pensemos: com tanto espaço no campo, o posicionamento tão aglomerado é um convite para não ter uma sobra de bola! Se o campo tem 7140m², e o time ocupa somente 201,52m² numa cobrança de falta, obviamente o Olímpia estava muito melhor posicionado no restante do campo. Só tem 1 jogador fora deste agrupamento. Pior: existem 5 jogadores na barreira e um 6º atleta (o 9º elemento da imagem acima) agachado atrás dela, caso o chute fosse rasteiro e a barreira pulasse.

Realmente tudo isso é necessário? O chute foi mal cobrado, no meio da barreira, atingindo Jean. Se fosse rasteiro, era só não pular. E a sobra, para quem ficou?

Insisto e termino: sabemos que o campeonato recomeçou agora, mas um “amontoado” como esse (num espaço tão pequeno em um campo tão grande), sem preocupação em recuperar a posse de bola no possível rebote para um contra-ataque mortal, com um atleta isolado na frente, é algo evitável.

– Dia da Árvore foi esquecido?

Quando eu era um garotinho, dia 21 de setembro sempre era um dia importante: o Dia da Árvore!

No primário, em todos os anos tínhamos aulas especiais e plantávamos alguma mudinha de qualquer coisa que fosse. Mas hoje, confesso que não li nem ouvi ninguém falando nada ainda…

Está tudo virando concreto?

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– Boa Segunda-Feira!

👊🏻 #BomDia! E cadê a #chuva “de verdade”?
A semana começa com uma #garoa bem leve, longe do que foi prometido pela #meteorologia. Paciência…
S’imbora começar a labuta com o #cooper rotineiro?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraDeNazaré, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #Nazaré #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, com nossa #roseira vermelha de dias atrás.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #Jundiaí, com suas #nuvens escuras.
Que a #SegundaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Não vote em candidato que não seja da sua região e se faça presente!

Chegou a hora de quem nunca veio ao bairro nos últimos 4 anos, aparecer na comunidade para pedir voto (ou inventar nas Redes Sociais que é “amigão de todos”).

Não vote em forasteiro. Escolha quem vive o dia-a-dia da sua região.

Dissertando em: https://www.youtube.com/watch?v=9E6cI7kyy1c