– Criatividade do malandro!

O brasileiro é criativo! De uma nota de R$ 2,00, surgiu outra de R$ 200,00?

A imagem diz tudo…

Abaixo: 

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– Entardecer tão belo!

Li dias atrás sobre o grande número de “fotoblogs”. Não é o caso deste aqui (Discutindo Contemporaneidades), mas também dou destaque à arte de fotografar.

Prefiro as mobgrafias (a arte de fotografar de telefones móveis). É prazeroso e não custa caro.

Um exemplo de hobby mobgráfico bem sucedido? O deste entardecer, do ano passado. Veja que clique incrível:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– A alegria de ser pai!

Brincadeiras inocentes que rendem boas gargalhadas: quando secar o cabelo da filhota é motivo para muita bagunça…

Um vídeo carinhoso de momento ímpar para um pai e uma filha. Vale pelas gargalhadas inocentes e puras da minha Estelinha.

Em: https://youtu.be/hthJMT0n304

 

 

– Qual “estilo” e qual “nome” para treinador do Corinthians?

Para organizar o time do Corinthians, imagino que a diretoria esteja procurando um treinador de “linha dura” para instigar o comprometimento dos jogadores e acertar a tática da equipe. Ou o perfil que ela procura seria outro?

Sendo esse estilo, quem estaria disponível na praça para ser contratado (e que agradaria a torcida)?

Não imagino que o interino Coelho será efetivado neste momento tão particular que o clube vive.

Consulta a Mano, Coelho… Ceni? O que sabemos sobre a busca do Corinthians  por técnico – AltoGarças.com

– O Embate entre “nós” e “eles” – A Impessoalidade na Administração!

Richard Branson, dono da área Virgin, é reconhecido mundialmente pela astúcia, ousadia e grande capacidade como administrador. Também escreve uma coluna mundial chamada “Direto do Topo”, reproduzida no Brasil pela Exame.

Aqui ele retrata um problema vivido certamente por nós: assumir vitórias e tentar fugir das derrotas. Fazendo uma brincadeira com os pronomes “nós” e “eles”, vemos como a impessoalidade traz problemas na Administração de Empresas:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0971/secoes/perigoso-embate-eles-572747.html

O PERIGOSO EMBATE ENTRE “NÓS” E “ELES”

Toda empresa que abusa da impessoalidade tem problemas. Se o funcionário não se sente identificado com a companhia, ele não usará jamais o verbo na primeira pessoa do plural

De todas as espertezas gramaticais, nenhuma me irrita mais do que o uso conveniente de construções impessoais. Por exemplo, você pergunta a um vendedor se ele tem um produto qualquer e ele diz: “Desculpe, ficou decidido que a loja não trabalharia mais com essa marca”. No aeroporto, um funcionário da companhia aérea lhe diz: “Fomos informados de que o voo terá uma hora de atraso”. Essa impessoalidade misteriosa é sempre a culpada por todos os problemas. Quando a notícia é ruim, ela costuma ser dada de forma impessoal, ou apenas de maneira genérica com o sujeito “eles”. Ao passo que a notícia boa costuma vir na primeira pessoa do singular. (Como eu gostaria que minha professora lesse isso. Ela achava que eu não prestava atenção nas aulas!) Se a loja tem o produto desejado, o vendedor dirá: “Tenho, sim.” Quando o voo está no horário, o funcionário da empresa diz: “Tenho o prazer de comunicar que o voo 123 sairá no horário programado”.

Essa tendência merece atenção. Toda empresa que abusa da impessoalidade tem problemas. Se o funcionário não se sente identificado com a companhia, em situações críticas ele não usará jamais o verbo na primeira pessoa do singular – e muito menos do plural. Isso é sinal de que não está havendo comunicação entre os diferentes escalões. Em companhias desse tipo é comum que existam problemas generalizados – do desenvolvimento de produtos à prestação de serviços ao cliente. Pode parecer o maior clichê do mundo, mas o maior tesouro de qualquer empresa são seus empregados. Quando se deixa de observar esse princípio básico, o que se tem é esse antagonismo que contrapõe “nós” a “eles” – um embate velado entre as ações e os interesses da massa de funcionários e os principais executivos.

Basta ouvir as queixas mais comuns da equipe de vendas: “Eles (os chefes) nunca pedem nossa opinião para nada”. Ou ainda: “Se nos tivessem perguntado, teríamos dito que não adianta propor soluções abstratas para os problemas concretos que temos”. E o que dizem os executivos? “Parece que eles (os funcionários) não entendem. Será que não percebem que nossas propostas arrojadas vão ao encontro de uma clientela moderna?” Esse antagonismo, que coloca funcionários e executivos em lados opostos, jamais formará um “nós”. Se os empregados se sentem como se estivessem do lado de fora da empresa, de quem é a culpa? Talvez a administração não esteja investindo tanto quanto deveria para que eles se sintam devidamente valorizados. É fácil fazer esse diagnóstico. Basta perguntar a esses funcionários, por exemplo, onde eles conseguem informações sobre os novos produtos da empresa em que trabalham ou onde ficam sabendo das notícias que podem afetá-los. Se a resposta for “nos jornais” ou “no concorrente”, pode ter a certeza de que a empresa para eles é algo muito distante.

Essa queda de braço entre “nós” e “eles” é comum em qualquer grande corporação, portanto os executivos podem estar certos de que vão ter de lidar com isso a vida toda. Às vezes, encontro esse tipo de coisa nas empresas da Virgin. Quando uma pessoa qualquer me diz: “Desculpe, senhor Branson, mas me disseram que não faríamos mais isso”, respondo assim: “Disseram? Desculpe, pensei que você trabalhasse aqui”. Um pouco pesado, talvez, mas não há quem não entenda!

O problema fica pior ainda por causa de nossa dependência excessiva das tecnologias impessoais de comunicação. Um dos maiores desafios de qualquer executivo hoje é fazer com que as pessoas conversem de verdade umas com as outras. Reuniões presenciais e o velho brainstorming são fundamentais para qualquer empresa. Mandar um e-mail com um anexo de PowerPoint pode dar resultado em alguns casos, mas não na maior parte deles. É preciso adotar um estilo mais fluido de comunicação interna entre a administração e os empregados.

Na Virgin Atlantic, quando estamos bolando uma nova cabine para nossos aviões, chamamos o pessoal da administração, de projetos e de marketing para que acompanhem desde o início tudo o que será feito. Um representante do grupo que utilizará a cabine (isto é, um membro da tripulação) fará parte desse grupo, já que ele, em última análise, será responsável pelo sucesso ou pelo fracasso do novo local de trabalho. Se esse profissional não for convocado, corre-se o risco de ouvir o seguinte comentário da tripulação na primeira vez que entrar nessa cabine que custou milhões de dólares: “Hum, que beleza, mas onde fica a cafeteira?” Quando todos participam do desenvolvimento do produto, o projeto não só sai melhor como também potencializa o sentimento de orgulho próprio dos trabalhos em equipe. Todos saem ganhando, inclusive os clientes e os acionistas.

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– Acredite: o VAR não poderia interferir no caso do racismo sofrido por Neymar

Álvaro González, zagueiro espanhol do Olympique, no jogo contra o PSG, supostamente ofendeu o brasileiro Neymar com o ato racista de chamá-lo de Macaco “Filho da Puta”. O árbitro não viu e nada fez. No final do jogo, Neymar perdeu a cabeça, o agrediu e foi expulso.

Mas e o VAR?

Acredite: o árbitro de vídeo não pode interferir em questões de ÁUDIO! Somente nas de imagem. Portanto, caso o VAR tenha visto, ele não pode interferir pelo protocolo oficial.

Fora essa explicação, é insuportável ver (caso se confirme) mais uma manifestação racista).

– Exaltação da Santa Cruz!

Hoje é dia da Festa Católica da Exaltação da Santa Cruz!

A Cruz, sinal de loucura para muitos, se tornou sinal de Salvação a nós!” É ela símbolo da vitória da Vida sobre a Morte, da Ressurreição daquele que padeceu por nós.

Em algumas cidades brasileira, é feriado. Dia de refletir o martírio, de pensar sobre as “cruzes que carregamos no dia-a-dia”.

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– Santos 2×2 São Paulo com VAR na “dose certa”.

Na Vila Belmiro, houve com o árbitro de vídeo o que a FIFA pede: “Mínima interferência do VAR e Máximo acerto”.

Cá entre nós: quando o jogo não para demasiada e desnecessariamente, a partida fica bem mais agradável, não?

Viva o protagonismo dos atletas, não da arbitragem! O futebol agradece.

Santos x São Paulo: horário, local, escalações e transmissão

– Uma vitória ao recomeço da Qualidade de Vida

Fiz há dois anos – e refiz ontem. Vale a pena esse exercício que conto abaixo:

Somos reféns dia-a-dia dos relógios, smartphones, computadores e, principalmente, dos afazeres em horários marcados e de outros inesperados.

Talvez a maior dificuldade que eu sinta é: administrar o tempo! Não que eu não o faça, mas cansa fazer.

Pois bem: em busca da qualidade de vida e de poder tentar o gozo de uma jornada mais “vivida” e menos “tão trabalhada”, dei-me ao luxo (sim, é ironia) de passar o dia de ontem sem relógio!

Ufa, que alívio. Tentar viver o dia sem se preocupar com “que horas são”, é maravilhoso!

A próxima etapa a ser vencida: passar um dia sem telefone!!!

– E morreu o Ferreirão…

E faleceu Luiz Carlos Ferreira, carismático treinador de futebol que se notabilizou no Interior Paulista como “O Rei do Acesso” (depois dele, outros técnicos ganharam esse título, mas o “Ferreirão” foi intitulado primeiro).

Sempre ele pegava as equipes na A2 e as levava para a A1, e se especializou nisso. Me recordo que em determinado momento na sua carreira, o São Paulo FC procurava um “nome novo” no cenário dos técnicos – alguém que tinha feito trabalhos importantes nos clubes menores e que pudesse oxigenar o rol de nomes já conhecidos. Porém, a experiência negativa de alguns anos atrás com Afrânio Riul (que foi contratado pelo Corinthians após uma trajetória parecida na Ponte Preta) desmotivou o Tricolor do Morumbi a ousar com ele.

Em Jundiaí, Ferreira foi muito querido e trabalhou por várias vezes (aliás, pelos clubes que passou sempre deixou amigos). Eu tinha um carinho especial por ele pois sempre que o Paulista FC fazia amistosos, eu apitava e ele me chamava antes e dizia: “eu gosto de você pois você apita igual ao jogo do campeonato, esquece que é treino e manda ver”. E quando eu apitava pela A2 e A3 e o encontrava em alguma outra equipe, sempre comportava-se extremamente cortês comigo na área técnica.

A propósito disso, na história recente do Galo da Japi (últimos 40 anos), temos (na minha humilde opinião) Vagner Mancini, Giba e Luiz Carlos Ferreira como os 3 principais nomes que dirigiram o time, lembrando ainda do Zetti pelo vice-campeonato de 2004 e do Nicanor de Carvalho pelo acesso de 1984.

Descanse em paz, Ferreirão!

– Sobre a Privatização dos Correios

Claro que no século XXI o serviço de “entrega de cartas” tornou-se secundário. O correio como conhecemos virou correio eletrônico, ou, se preferir, e-mail.

Particularmente, opto por receber eletronicamente minhas contas, pois os boletos sempre chegam vencidos em minha casa pelo serviço mal realizado da empresas Correios.

Um dia, a Empresa de Correios e Telégrafos do Brasil foi exemplo de eficiência, chegando aos confins do país e tornando respeitosa a figura do carteiro. Com os novos tempos, tudo mudou e hoje a empresa vive de logística e entregas de encomendas.

A verdade é que os imensos prejuízos acumulados ao longo dos anos (não nos esqueçamos que o esquema de Corrupção do Mensalão surgiu por conta da denúncia de irregularidades contra o então presidente da empresa), somados a má gestão, tornaram os Correios um alvo das privatizações. Se fosse privada, a instituição já estaria falida. Se bem gerida, poderá voltar a dar lucro. Mas a questão é: por quê o Estado ainda tem que ter uma empresa como essa, em pleno 2020?

Privatize os Correios logo, ora bolas!

Resultado de imagem para Correios no Brasil mordomias

– Começando a Segundona

👊🏻 Bom dia. Hora de correr!
Para começar a semana com muito #pique, nada melhor do que buscar #energia. Para isso, um ótimo #cooper matutino resolve.
Quem vem junto?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #adidas #puma
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraDesatadoraDosNós, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, com a #rosa em #vermelho + #pb de dias atrás.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 06h00 – Desperte, #Jundiaí.
Que a #SegundaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Os mecenas que colocavam dinheiro do bolso no futebol (sem pedir de volta). Existem?

A ilusão das finanças no mundo do esporte!

Existem “mecenas” que põe gratuitamente dinheiro no clube, nos dias atuais?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=Rqn6C2AIj48