– Os bairros com registros de Covid-19 em Jundiaí

A prevenção não é necessariamente um lockdown (embora possa ser em algumas situações). Mas atitudes simples, como lavar as mãos / usar álcool gel, utilizar máscaras, evitar contato físico e manter distância segura, são muito eficazes.

Evitar sair de casa também ajuda (a fim de espaçar o tempo de contágio coletivo e não sobrecarregar os hospitais). Se tiver que ir à rua para trabalhar, faça-o precavido (todo cuidado é necessário).

Na imagem, o informe oficial da Prefeitura Municipal de Jundiaí: o “mapa do coronavírus” na cidade:

– Nelson Teich também será rotulado de comunista?

Para os fanáticos defensores do Presidente Bolsonaro (não para os que fazem críticas merecidas e elogios moderados), todo mundo que desembarca do Governo é traidor e vira “comunista”.

Foi assim com Sérgio Moro. Será assim com Teich?

Como médico, Nelson Teich (que pediu demissão nesta 6a feira) “pecou” por dizer que a cloroquina deveria ser aplicada com restrições, já que existem contraindicações. Bolsonaro, como presidente, se ofendeu.

No episódio da “desautorização” mais recente, ficou nítido o recado de “quem manda sou  eu”, mesmo não sendo um profissional da saúde preparado para a pandemia. Neste momento, o mundo se apoia na cientificidade, não no populismo. Mas o presidente Jair Bolsonaro não quer entender…

Por fim, quando liberou vários setores da economia como essenciais, simplesmente desprezou o Ministro da Saúde, deixando-o vendido na coletiva em que ficou sabendo pela imprensa do ocorrido. No dia seguinte, Bolsonaro falou que era apenas um “detalhe” ter conversado com Teich (justamente em meio à Pandemia).

Tomara que não tenhamos Osmar Terra como Ministro da Saúde, o mesmo que menosprezou o número de mortos recentemente (no máximo “4000”).

Uma curiosidade: a esposa de Terra, no tempo em que ele era militante do Partido Comunista do Brasil, foi torturada pelo Cel Brilhante Ulstra. Depois disso foram embora do país.

Pobre Brasil… No prazo de um mês, vamos ao 3o Ministro da Saúde em meio a uma pandemia. Enquanto isso, segue a vaidade do presidente em bater no peito e dizer que é o Executivo quem manda em tudo (como fez aos repórteres ontem, dizendo que Teich era subordinado e a Palavra Final era sempre dele, Bolsonaro).

Bolsonaro inclui academias e salões de beleza como serviços ...

 

– A dívida dos clubes da 3a divisão paulista junto ao Governo!

Pegue qualquer borderô da Série A3 do Campeonato Paulista: o “lucro líquido”, quando existe (na menor parte dos casos), não passa de R$ 1.000,00 (exceção feita aos clubes que brigam pelo acesso, mas que não passa de R$ 3.500,00 a R$ 4.000,00). Na maioria dos clubes e em quase todos os jogos, as rendas são negativas (dão prejuízo). 

É só pegar qualquer borderô no site da FPF e se verificará isso.

Pois bem: leio no site Esporte Jundiaí que as dívidas somadas dos times da A3 na Receita Federal (não estão computadas dívidas trabalhistas, que é o grosso na maior parte das vezes) já atingem mais de R$ 26 milhões de reais.

Sem patrocínios, sem verbas de TV e sem outras fontes de arrecadação, como esses clubes sobrevivem?

Se fossem empresas, já estavam falidos faz tempo!

Em: https://www.esportejundiai.com/2020/05/clubes-da-a3-devem-r-262-milhoes-para-o.html

CLUBES DA A3 DEVEM R$ 26,2 MILHÕES PARA O GOVERNO FEDERAL

As dívidas dos clubes esportivos que compõem a Série A3 somam R$ 26.252.170,00 com o Governo Federal, de acordo com informações da PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional). Os dados incluem débitos que estão em situação irregular (em processo de efetiva cobrança) e regular (garantidos, parcelados ou suspensos por decisão judicial). O Paulista não é um dos maiores devedores segundo lista publicada no dia 26 de abril no Jornal de Barretos.

O Comercial Futebol Clube (Ribeirão Preto) é o maior devedor com R$ 7.420.839,24, seguido pelo Esporte Clube Noroeste (Bauru) R$ 5.467.954,28, Marília Atlético Clube (Marília) R$ 5.248.068,41 e Nacional Atlético Clube (São Paulo) R$ 4.833.243,18.

O Paulista Futebol Clube segundo a lista tem dívidas com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional no valor de R$ 796.615,04.

O ranking dos devedores da Série A3, segundo matéria do Jornal de Barretos

  • Comercial Futebol Clube (Ribeirão Preto) – R$ 7.420.839,24
  • Esporte Clube Noroeste (Bauru) – R$ 5.467.954,28
  • Marília Atlético Clube (Marília) – R$ 5.248.068,41
  • Nacional Atlético Clube (São Paulo) – R$ 4.833.243,18
  • Olímpia Futebol Clube (Olímpia) – R$ 904.092,43
  • Rio Preto Esporte Clube (São José do Rio Preto) – R$ 823.342,53
  • Paulista Futebol Clube (Jundiaí) – R$ 796.615,04
  • Associação Esportiva Velo Clube Rioclarense (Rio Claro) – R$ 400.228,89
  • Capivariano Futebol Clube (Capivari) – R$ 53.182,45
  • Grêmio Esportivo Osasco (Osasco) – R$ 40.134,50
  • Batatais Futebol Clube (Batatais) – R$ 18.591,44
  • Esporte Clube Primavera (Indaiatuba) – R$ 7.577,28
  • Esporte Clube São Bernardo (São Bernardo do Campo) – R$ 7.381,00

Paulistão A3 (1)

– Dia Mundial das Famílias!

“Jesus leva à alegria e à liberdade, enquanto a rigidez causa perturbação”! São as palavras do Papa Francisco neste dia Mundial das Famílias!

Em: https://www.vaticannews.va/pt/papa-francisco/missa-santa-marta/2020-05/papa-francisco-missa-santa-marta-coronavirus-cresca-amor-familia.html

CRESÇA O AMOR NOS FAMÍLIAS

“Hoje é o Dia Mundial das Famílias: rezemos pelas famílias, para que cresça nas famílias o Espírito do Senhor, o espírito de amor, de respeito, de liberdade.”

Na homilia, o Papa comentou a passagem dos Atos dos Apóstolos (At 15,22-31) em que Paulo e Barnabé são enviados aos pagãos convertidos de Antioquia, transtornados e perturbados com os discursos de alguns que não tinham recebido nenhum encargo. Os apóstolos levam consigo uma carta que encoraja e alegra os novos discípulos, explicando-lhes que não são obrigados à circuncisão segundo a Lei mosaica, como pretendiam alguns fariseus que se tinham se tornado cristãos.

“No Livro dos Atos dos Apóstolos – disse o Papa – vemos que na Igreja, no início, havia tempos de paz”, mas “havia também tempos de perseguição” e “tempos de perturbação. E esse é o tema da primeira leitura de hoje: um tempo de perturbação”. Deu-se que os cristãos que provinham do paganismo “tinham acreditado em Jesus Cristo e recebido o batismo, e estavam felizes: tinham recebido o Espírito Santo. Do paganismo ao cristianismo, sem nenhuma etapa intermediária”.

Mas havia cristãos “judaizantes” que “defendiam que não se podia fazer isso. Se alguém era pagão, primeiro devia tornar-se judeu, um bom judeu, e depois tornar-se cristão”. E os cristãos convertidos do paganismo não entendiam isso: “Como é isso, somos cristãos de segunda classe? Não se pode passar do paganismo diretamente ao cristianismo?” Perguntavam-se se a Ressurreição de Cristo tinha ou não levado a lei antiga a uma maior plenitude. Estavam perturbados e havia muitas discussões entre eles.

Os “judaizantes” defendiam suas teses “com argumentos pastorais, argumentos teológicos, alguns inclusive morais” e “isso colocava em discussão a liberdade do Espírito Santo, também a gratuidade da Ressurreição de Cristo e da graça. Eram metódicos. E também rígidos”. Jesus já tinha repreendido esses doutores da Lei por tornar os prosélitos pior do que eles. “Este povo que era ideológico”, mais que dogmático”, tinha “reduzido a Lei, o dogma a uma ideologia”, a “uma religião de prescrições, e com isso tolhiam a liberdade do Espírito. E seus seguidores eram pessoas rígidas”, que não conheciam a alegria do Evangelho. A perfeição do caminho para seguir Jesus era a rigidez. “Esses doutores manipulavam as consciências dos fiéis, ou os faziam tornar-se rígidos ou iam embora”.

O Papa reiterou isso: “A rigidez não é do bom Espírito, porque coloca em questão a gratuidade da Redenção, a gratuidade da Ressurreição de Cristo” e “durante a história da Igreja isso se repetiu. Pensemos nos pelagianos”, “rígidos famosos”. E também em nossos tempos vimos algumas organizações apostólicas que pareciam muito bem organizadas, que trabalhavam bem… mas todos rígidos, todos iguais um ao outro, e depois soubemos da corrupção que havia internamente, inclusive nos fundadores”.

“Onde há rigidez não se encontra o Espírito de Deus, porque o Espírito de Deus é liberdade”. E esse povo tolhia “a liberdade do Espírito de Deus e a gratuidade da Redenção”. Mas “a justificação é gratuita. A morte e a Ressurreição de Cristo é gratuita. Não se paga, não se compra: é um dom”.

“Os apóstolos se reúnem neste concílio e ao término escrevem uma carta que começa assim: ‘Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor nenhum fardo’ (além das coisas indispensáveis), e colocam essas obrigações mais morais, de bom senso: não confundir o cristianismo com o paganismo”, e, “por fim, quando esses cristãos que estavam perturbados, reunidos em assembleia, receberam a carta”, se “alegraram pelo encorajamento que infundia. Da perturbação à alegria. O espírito da rigidez sempre leva você à perturbação: ‘Fiz bem isso? Não o fiz bem?’ O escrúpulo”. Ao invés, o espírito da liberdade evangélica leva você à alegria, porque foi propriamente isso que Jesus fez com a sua Ressurreição: trouxe a alegria! A relação com Deus, a relação com Jesus não leva você a dizer: “Eu faço isso e Vós me dais aquilo”, uma “relação comercial: não! É gratuita, como a relação de Jesus com os discípulos é gratuita: ‘Vós sois meus amigos. Não vos chamo servos, chamo-vos amigos. Não fostes vós que me escolhestes, mas eu que vos escolhi’: essa é a gratuidade”.

“Peçamos ao Senhor que nos ajude a discernir os frutos da gratuidade evangélica dos frutos da rigidez não-evangélica, e que nos liberte de toda perturbação daqueles que colocam a fé, a vida da fé sob as prescrições casuísticas, as prescrições que não têm sentido. Refiro-me a essas prescrições que não têm sentido, não aos Mandamentos. Que nos liberte desse espírito de rigidez que lhe tolhe a liberdade”.

A seguir, o texto da homilia transcrita pelo Vatican News:

No Livro dos Atos dos Apóstolos vemos que na Igreja, no início, havia tempos de paz, diz isso várias vezes: a Igreja crescia, em paz, e o Espírito do Senhor se difundia; tempos de paz (cf. At 9,31). Havia tempos de perseguição, a começar pela perseguição a Estêvão (cf. At 7,59), depois Paulo perseguidor, convertido, também ele depois perseguido (cf. At 13,50)… Tempos de paz, tempos de perseguições, e havia tempos de perturbação. E esse é o tema da primeira leitura de hoje: um tempo de perturbação. “Ficamos sabendo que alguns dos nossos – escrevem os apóstolos aos cristãos oriundos do paganismo –, ficamos sabendo que alguns dos nossos, aos quais não damos nenhum encargo, vieram perturbar-vos – perturbar-vos – com palavras que transtornaram vosso espírito (At 15,24).

O que tinha acontecido? Esses cristãos que provinham dos pagãos tinham acreditado em Jesus Cristo e recebido o batismo, e estavam felizes: tinham recebido o Espírito Santo. Do paganismo ao cristianismo, sem nenhuma etapa intermediária. Ao invés, esses que se chamavam “os judaizantes” defendiam que não se podia fazer isso. Se alguém era pagão, primeiro devia tornar-se judeu, um bom judeu, e depois tornar-se cristão, para estar na linha da eleição do povo de Deus. E esses cristãos (convertidos do paganismo) não entendiam isso: “Como é isso, somos cristãos de segunda classe? Não se pode passar do paganismo diretamente ao cristianismo? A Ressurreição de Cristo não rompeu a lei antiga e a levou uma plenitude maior ainda? Estavam perturbados e havia muitas discussões entre eles. E aqueles que queriam isso eram pessoas que com argumentos pastorais, argumentos teológicos, alguns inclusive morais, defendiam que não: que se devia fazer a passagem assim! E isso colocava em discussão a liberdade do Espírito Santo, também a gratuidade da Ressurreição de Cristo e da graça. Eram metódicos. E também rígidos. Jesus tinha dito deles, de seus mestres, dos doutores da Lei: “Ai de vós que percorreis céu e mar para fazer um prosélito e quando o encontrais fazei-o pior do que antes. Fazei-o filho da Geena”. Jesus diz mais ou menos assim no capítulo 23 de Mateus (cf. v.15). Este povo que era “ideológico” – mais que “dogmático”, era “ideológico”, – tinha reduzido a Lei, o dogma a uma ideologia e “se deve fazer isso, isso, e isso, e isso”: uma religião de prescrições, e com isso tolhiam a liberdade do Espírito. E as pessoas que o seguiam eram pessoas rígidas, pessoas que não se sentiam confortavelmente, não conheciam a alegria do Evangelho. A perfeição do caminho para seguir Jesus era a rigidez: “É preciso fazer isso, isso, isso, isso…” Essas pessoas, esses doutores “manipulavam” as consciências dos fiéis, ou os faziam tornar-se rígidos… ou iam embora.

Por isso, eu me repito muitas vezes, digo que a rigidez não é do bom Espírito, porque coloca em questão a gratuidade da Redenção, a gratuidade da Ressurreição de Cristo. E isso é uma coisa antiga: durante a história da Igreja isso se repetiu. Pensemos nos pelagianos”, nesses… nesses rígidos, famosos. E também em nossos tempos vimos algumas organizações apostólicas que pareciam muito bem organizadas, que trabalhavam bem… mas todos rígidos, todos iguais um ao outro, e depois soubemos da corrupção que havia internamente, inclusive nos fundadores.

Uma passagem da homilia do Papa Francisco

Onde há rigidez não se encontra o Espírito de Deus, porque o Espírito de Deus é liberdade. E essas pessoas queriam dar passos tirando a liberdade do Espírito de Deus e a gratuidade da Redenção: “Para ser justificado, você deve fazer isso, isso, isso, isso…” A justificação é gratuita. A morte e a Ressurreição de Cristo é gratuita. Não se paga, não se compra: é um dom! E essas (pessoas) não queriam fazer isso.

O caminho é bonito: os apóstolos se reúnem neste concílio e ao término escrevem uma carta que começa assim: “De fato, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor nenhum fardo” (At 15,28), e colocam essas obrigações mais morais, de bom senso: não confundir o cristianismo com o paganismo, abster-se das carnes oferecidas aos ídolos, etc. E por fim, esses cristãos que estavam perturbados, reunidos em assembleia recebem a carta e “Sua leitura causou alegria, por causa do estímulo que trazia” (v. 31). Da perturbação à alegria. O espírito da rigidez sempre leva você à perturbação: “Fiz bem isso? Não o fiz bem?” O escrúpulo, isso… O espírito da liberdade evangélica leva você à alegria, porque foi propriamente isso que Jesus fez com a sua Ressurreição: trouxe a alegria! A relação com Deus, a relação com Jesus não é uma relação assim, de “fazer as coisas”: “Eu faço isso e Vós me dais aquilo”. Uma relação assim – o Senhor me perdoe – comercial: não! É gratuita, como a relação de Jesus com os discípulos é gratuita: “Vós sois meus amigos (Jo 15,14). “Não vos chamo servos, chamo-vos amigos (cf. Jo 15). “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu que vos escolhi” (v. 16): essa é a gratuidade.

Peçamos ao Senhor que nos ajude a discernir os frutos da gratuidade evangélica dos frutos da rigidez não-evangélica, e que nos liberte de toda perturbação daqueles que colocam a fé, a vida da fé sob as prescrições casuísticas, as prescrições que não têm sentido. Refiro-me a essas prescrições que não têm sentido, não aos Mandamentos. Que nos liberte desse espírito de rigidez que lhe tolhe a liberdade.

O Papa convidou a fazer a Comunhão espiritual com a seguinte oração:

Aos vossos pés, ó meu Jesus, me prostro e vos ofereço o arrependimento do meu coração contrito que mergulha no seu nada na Vossa santa presença. Eu vos adoro no Sacramento do vosso amor, a inefável Eucaristia. Desejo receber-vos na pobre morada que meu coração vos oferece; à espera da felicidade da comunhão sacramental, quero possuir-vos em Espírito. Vinde a mim, ó meu Jesus, que eu venha a vós. Que o vosso amor possa inflamar todo o meu ser, para a vida e para a morte. Creio em vós, espero em vós. Amo-vos. Assim seja.

O Santo Padre terminou a celebração com a adoração e a bênção eucarística. Antes de deixar a Capela dedicada ao Espírito Santo, foi entoada a antífona mariana “Regina caeli”, cantada no tempo pascal:

Rainha dos céus, alegrai-vos. Aleluia!

Porque Aquele que merecestes trazer em vosso seio. Aleluia!

Ressuscitou como disse. Aleluia!

Rogai por nós a Deus. Aleluia!

D./ Alegrai-vos e exultai, ó Virgem Maria. Aleluia!

C./ Porque o Senhor ressuscitou, verdadeiramente. Aleluia!

Vídeo integral da Missa

Missa com o Papa Francisco na Casa Santa Marta – 15.05.2020

– Humanizando as Demissões nas Empresas

O termo “demissão humanizada” surgiu em meio à necessidade de que as empresas sejam sensíveis ao “baque emocional” que o demitido recebe.

Entretanto, as atitudes e relações de quem demite quanto ao ex-funcionário precisam ser cordiais e não traumáticas, embora muitas vezes não funcionem assim.

Compartilho esse ótimo exemplo de Demissão Humanizada da Airbnb, que mostra a essência desse termo na prática.

Extraído do LinkedIn de: Eduardo Bruno: (https://www.linkedin.com/posts/eduardobrunonetworking_boratreinaressepovo-networkingpower-activity-6664877028312969216-BwxS)

DEMISSÃO HUMANIZADA

Demissão humanizada NÃO É:

– Mandar o funcionário fazer CURSOS GRATUITOS na internet (nossa.. kkk);

– Falar que é importante ATUALIZAR o currículo (putz, sério..)

– Falar que qualquer PROBLEMA pode contactar a empresa (Contactar quem? Pra quê? Apoio moral?)

– Colocar uma psicóloga com um monte de gente ONLINE ao mesmo tempo para ela dizer “precisamos ser FORTES nesse momento”.. (kkkk.. Só rindo..)

Empresas: aprendam quê quem tá sendo DEMITIDO precisa de AÇÕES, não só de palavras.. O Airbnb informou que vai demitir 1900 pessoas no mundo.. E seu CEO fez uma carta aberta onde, entre outras coisas, DEU aos demitidos:

– 3 meses e meio de remuneração, mais 1 semana por ano no Airbnb (isso mesmo: SALÁRIO);

– Plano de saúde até o fim de 2020 (Pq não é legal tirar o plano no meio de uma PANDEMIA..)

– 4 meses de apoio à saúde mental (DE VERDADE, não “faça contato se tiver algum problema”)

– 4 meses de serviço INDIVIDUALIZADO de RECOLOCAÇÃO, apoiado pelo time de RH durante o ano todo.

– TODOS ficarão com o LAPTOP com o qual trabalhavam (Uau.. Sem comentários..)

E nem todo mundo tem o TAMANHO de um AirBnb para fazer isso.. Mas sempre dá pra fazer ALGO…

Ah dá..

#BoraTreinarEssePovo
#NetworkingPower

Outplacement: saiba como aplicar esse processo de demissão ...

– Até Gênios Erram e Merecem outra Chance!

Punir quem erra sem uma chance de conserto é burrice. Até gênios erram. Quer um exemplo?

Galvão Bueno, locutor excepcional da Rede Globo, confidenciou que logo no seu primeiro trabalho cometeu um erro gravíssimo: errou o vencedor do GP de Fórmula 1 no qual fazia sua estréia. Teve certeza da sua demissão, mas, felizmente, um diretor o seguro para uma segunda chance.

E se Galvão tivesse sido demitido?

Vale a pena pensar duas vezes antes de punir. Veja que depoimento interessante (há dois anos, retratado em: http://is.gd/NC9nQK)

ERREI O VENCEDOR DO GP

Galvão Bueno conta como deu a vitória ao piloto errado em sua estreia como locutor de Fórmula 1 na Rede Globo

Por Flávia Iuri

Fui para a Rede Globo há mais de 30 anos, no segundo semestre de 1981. Nas transmissões da Fórmula 1, minha estreia foi no Grande Prêmio (GP) da África do Sul, de 1982. Eu e o Reginaldo Leme (comentarista). A locução de Fórmula 1 é muito difícil. Comparável com a de um desfile de escola de samba. Você tem de entender o enredo. Não é como no futebol, em que está tudo ali para todo mundo ver. O cara chuta, faz falta. A bola vai para fora, o jogador faz o gol, perde o gol. A corrida tem tática de parada. É preciso entender se o carro está ganhando ou perdendo rendimento. Hoje, tenho as páginas de computador que me dão, volta a volta, a classificação, a diferença entre um carro e outro, a média de velocidades. Naquele tempo não tinha. Uma jornalista ajudava a montar o mapa da corrida. Fazíamos os cálculos manualmente e não podíamos tirar os olhos da pista.

Não havia parada para trocar pneus. Não havia reabastecimento. Se o pneu de alguém furasse, ele estava praticamente fora da corrida. Os carros iam do começo ao fim da corrida sem parada, as trocas eram raríssimas. O pneu do carro do Alain Prost furou. Ele parou no boxe, trocou o pneu e voltou. Mas, da nossa posição, eu não via a saída dos boxes. Só a entrada. E, depois de voltar, o Prost ultrapassou o René Arnoux. Não tive visão da ultrapassagem e achei que ele estivesse tentando tirar uma volta de atraso. Eu falava enfaticamente: ‘René Arnoux! Não há a menor possibilidade de ele perder a corrida. René Arnoux faz uma corrida espetacular. O Prost voa na pista, mas Arnoux tem uma enorme vantagem, de praticamente uma volta inteira. Não tem como perder. Não pode perder. É o René Arnoux! René Arnoux!’.

Daí chega a imagem da TV e mostra o Alain Prost recebendo a bandeirada. O vencedor era ele, que havia feito a ultrapassagem que não vimos. Na minha primeira corrida de Fórmula 1 na Globo, errei o vencedor. Olhei para o Reginaldo, em estado de semipânico, para pedir ajuda. Ele abriu os braços e fez cara de ‘não sei o que fazer’. Fomos para os comerciais. Quando a transmissão voltou, recomecei como se nada tivesse acontecido: ‘Esse Prost é um fenômeno, maravilhoso, sensacional. Entrou para a história! Furou o pneu, foi para os boxes, trocou pneu, voltou, tirou a diferença e ganhou a corrida. Fantástico! Fantástico!’.

A volta de Johannesburgo para São Paulo era um voo de oito horas e meia. Passei esse tempo todo pensando no que o Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, diretor da TV Globo) ia fazer. Existia essa mística sobre o perfeccionismo do Boni, que não admitia erros. Para mim, era certo que o Boni ia me demitir. Foi uma tortura. O evento seguinte era o Grande Prêmio do Brasil. O Boni até quis me deixar de fora, mas o Ciro José, na época diretor de esportes, me bancou. Lembro que a caminho do autódromo eu ainda disse para o Ciro: ‘Se eu aprontar outra dessas, estamos, eu e você, na rua’. Não foi preciso. Fiz a transmissão do GP naquele ano e em todos os anos seguintes. No mês passado, cobri meu 30o Grande Prêmio do Brasil pela Globo. Mas a estreia foi um susto.

Galvão Bueno nega aposentadoria em Copas e explica discurso em ...

– Paternidade Ativa em moda. Ainda bem!

Leio que cada vez mais os papais sentem-se tão necessários para a criação dos filhos do que as mamães, e isso é ótimo.

Compartilho, abaixo, extraído de: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,pais-se-unem-por-um-novo-jeito-de-criar-os-filhos,70001800145

PAIS SE UNEM POR UM NOVO JEITO DE CRIAR FILHOS

A chamada ‘paternidade ativa’ ganha adeptos, com homens que põem literalmente a mão na fralda e na cama, se envolvendo em rotinas.

Por Fábio Leite

Quando Anne contou que queria dar à luz seu primeiro filho em casa, Thiago Queiroz “surtou”. “Achava aquilo uma loucura”, recorda o engenheiro carioca, de 34 anos. Ele estava mais focado em montar o quarto do bebê do que nos textos que a mulher enviava sobre o desejado parto humanizado. Aos poucos, foi convencido da ideia, mas a “ficha” da paternidade só caiu quando o corpo de Dante deslizou nos seus braços dentro da banheira montada no apartamento, após 23 horas de intensas contrações.

“Esse momento foi muito tocante. Se eu não tivesse embarcado nessa, não estaria ali, na hora certa, para pegar o meu filho. Depois, só pensava em como queria me apaixonar por ele. Comecei a ler sobre criação com apego e decidi mergulhar na paternidade”, conta Queiroz, que, além de Dante, com 4 anos, é pai de Gael, de 2, blogueiro, youtuber, com o canal Paizinho, Vírgula!, palestrante e criador de um grupo sobre disciplina positiva no Facebook, o Criação com Apego.

Agora, é ele quem escreve os textos que as mulheres mandam para os maridos. “Sei que muitos ainda não leem, como eu não lia”, diz. Mas isso está começando a mudar. A chamada paternidade ativa defendida por Queiroz tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil. São homens que rejeitam o papel do pai apenas como provedor da casa e colocam a mão na fralda, as crianças na cama e debatem os mais variados assuntos envolvendo os filhos, desde coisas mais práticas, como o jeito de usar o sling (espécie de rede para carregar o bebê junto ao corpo), até temas mais complexos, como o melhor as formas de lidar com ciúmes entre irmãos.

PELO PAÍS – Um deles é o engenheiro de sistemas Leandro Gonçalves, de 35 anos, que criou há quatro anos um grupo fechado no Facebook, o Paternando, com mais de 400 membros de Espírito Santo, Minas, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de Rio e São Paulo. “O feminismo questiona os papéis na família preestabelecidos pela sociedade, de que o homem trabalha e a mulher cuida dos filhos. Hoje, todos trabalham, não é justo só as mulheres fazerem dupla jornada. Nossa geração está assumindo essa responsabilidade.”

E o papel das mulheres na descoberta da nova paternidade é vital. Assim como Queiroz, Gonçalves conta que a vontade de ser um pai mais participativo do que fora o seu aflorou no nascimento de Alice, sua filha mais velha. “A Dane (a mulher) optou pelo parto humanizado em casa. Foram 26 horas de trabalho de parto e fiquei junto dela o tempo todo. Foi muito intenso para mim também, meio catártico.” O próprio grupo de pais nasceu com base em um grupo de mães. “Elas promoviam encontros e os pais começaram a se conhecer também. Até que decidimos criar nosso próprio grupo.”

Hoje, o Paternando promove rodas de conversas mensais entre os pais e tem um podcast, o Balaio de Pais, para falar da criação dos filhos. No último episódio – Mamãe tá na roça, papai foi cozinhar –, os pais abordaram como a sociedade brasileira ainda tem dificuldade em aceitar essa nova realidade familiar. “Crescemos em uma cultura machista e essa desconstrução sobre o lugar do pai na família, em casa, é demorada. O que está acontecendo é uma quebra de paradigma, mas muitos ainda cobram do pai esse papel de provedor”, relata o psicólogo Leonardo Piamonte, de 38 anos, autor do blog Paternidade Sem Frescura.

Para um dos mais assíduos do grupo, o jornalista Leandro Nigre, de 34 anos, a troca de informações tem sido essencial para enfrentar o desafio da paternidade. “Infelizmente ainda há muito preconceito com os que decidem assumir determinadas tarefas e dividir a educação dos filhos com as mães”, diz Nigre, que utiliza seu blog, o Papai Educa, para divulgar entre homens notícias, pesquisas e reflexões que envolvem a paternidade. E para quem o elogia por cuidar de Guilherme, de 4 anos, e Rafael, 2 meses, ele responde: “Só estou cumprindo meu papel de pai”.

CRIAÇÃO ‘CASADA’ DESMISTIFICA HIERARQUIA

Muito se fala sobre as consequências da ausência de um pai na vida de uma criança, como comportamento violento e dependência química, mas pouco se estudou até agora sobre os efeitos da paternidade ativa no desenvolvimento dos filhos.

Para a psicóloga e terapeuta familiar Rosa Maria Macedo, coordenadora do Núcleo de Família e Comunidade da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), uma coisa é certa: a presença do pai em casa e nas atividades domésticas torna a estrutura familiar mais horizontal, o que é positivo para pais e filhos.

“Na literatura, pai sempre foi visto no lugar da autoridade, aquele que impõe as leis da casa. Ou seja, estaria hierarquicamente acima da mãe. Com a mudança de papéis, esse processo está ficando horizontal. Isso é bom sob diversos aspectos, do respeito às diferenças, aos gêneros, à democracia, sem criar uma situação de desigualdade.”

Rosa explica que a teoria do apego, que virou objeto de estudos dos pais ativos, começou a ser desenvolvida na década de 1950 pelo psicanalista britânico  John Bowlby. Em suas pesquisas, ele constatou que o vínculo estabelecido entre a criança e o adulto dependia mais da sensação de segurança que lhe era proporcionada do que com o alimento, como pensavam psicanalistas que julgavam o apego primário exclusivo das mães.

Para psicólogo, a mudança de comportamento do pai depende muito da postura da mãe, que não pode ter medo de “perder” o lugar de poder que ocupa em casa. “No consultório, recebo pais se queixando que querem participar mais, mas são repreendidos pelas mulheres, que colocam defeitos no que eles fazem. Isso não pode ser uma disputa.”

O psicólogo Leonardo Piamonte, que trabalhou com menores infratores na Colômbia, disse que, como esta é a primeira geração de pais que desenvolveu esse comportamento participativo, só agora será possível medir os efeitos da nova paternidade nas famílias. Ele participa do grupo de pais ativos e acredita que esse comportamento paterno faz com que os filhos sejam mais criativos, assistam menos TV e se alimentem melhor. “O que se sabe é que excesso de amor e carinho nunca machucou ninguém.”

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Leandro Gonçalves com suas filhas Alice(4) e Tereza(1) Foto: FELIPE RAU/ESTADO

– Como se Proteger nas Dificuldades?

Muitas vezes passamos por dificuldades no dia-a-dia. Além dos problemas cotidianos, existem nossas próprias fraquezas e pontualidades. Nesses últimos dias, por exemplo, tenho sofrido com a impaciência, pois, confesso, ando estressado com tantas coisas.

Nesses momentos, vale uma reflexão encorajadora, extraída de um bíblico texto de São Paulo:

Revistam-se de todas as armas de Deus para que possam resistir quando forem atacados, e para que depois de terem feito tudo continuem firmes. Mantenham-se pois firmes, cingidos com o cinturão da verdade e protegidos com o colete da justiça de Deus. Que os vossos pés estejam calçados com o zelo em anunciar o Evangelho da paz. E sobretudo a fé, pois é um escudo que vos protege contra o fogo disparado pelo inimigo sobre as vossas vidas. Também é necessário o capacete da salvação, assim como a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.”

Efésios 6,13-18

Belíssimo, não? Precisamos dos Dons do Espírito Santo para que seus Frutos possam brotar. E, para isso, precisamos estar de bem com Deus, com o próximo e conosco mesmo.

 

– E se a Libertadores da América voltar?

Que situação delicada a Conmebol vive: teremos ou não a volta da Libertadores nesse ano?

  • Se voltar, se estenderá até o ano que vem?
  • Se não voltar, cancelará tudo?
  • Se não voltar esse ano, poderá voltar em 2021 de onde parou (imaginando que nem todos os campeonatos nacionais serão recomeçados)?

O certo é que a entidade divulgou normas para os torneios que ela administra, visando a volta (não sabendo quando):

(Extraído de: https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2020-05/conmebol-aprova-novas-regras-antes-do-retorno-dos-torneios-de-futebol)

“Sem data para o reinício das Copas Libertadores e Sul-Americana, a Conmebol aprovou novas regras para a retomada das duas competições. Gestos corriqueiros no esporte, como trocar camisas com os adversários ao final da partida, beijar a bola, cuspir no chão e assoar o nariz serão proibidos no retorno dos torneios. A decisão foi tomada na noite de ontem (13) após reunião por videoconferência do conselho, cujo objetivo era discutir medidas capazes de diminuir os riscos de contágio do novo coronavírus (covid-19) quando as partidas recomeçarem. 

A lista de novas exigências – publicada no site oficial da entidade –  estabelece que os jogadores não poderão mais compartilhar objetos de cunho pessoal como garrafas de água e de bebida isotônica. Os reservas de cada equipe deverão utilizar máscaras, assim como os membros da comissão que estiverem no banco de suplentes. Além disso, todos terão que se submeter a controles de temperatura antes do início do jogo. A Conmebol ainda poderá solicitar aos clubes exames de covid-19 dos atletas durante os períodos de treinamento.

A imprensa também terá que se habituar às mudanças. As entrevistas após o jogo permanecem liberadas, porém, o atleta ou qualquer outro profissional deverá usar um protetor facial ao concedê-la.“

Em 2018, a decisão da Libertadores seria na Argentina, mas jogou-se na Espanha.

Em 2019, na primeira decisão em jogo único, a final saiu de Santiago e teve que ser disputada em Lima.

Em 2020, teremos final? Se o calendário permitir, o Maracanã terá condições de recebê-la? Lembrando que para a Libertadores voltar a ser disputada, as fronteiras devem estar 100% reabertas entre os países.

A vida não tem sido fácil por esse lado do hemisfério, não?

Integrante da Conmebol fala em Libertadores terminando só em 2021 ...

– Roberto Jefferson dá “show” ao “discursar como um político raiz”.

Assistiram ao Morning Show, da Rádio Jovem Pan, nesta semana? Os integrantes do Programa entrevistaram Roberto Jefferson, o mesmo que foi preso por corrupção, que denunciou o Mensalão e que sempre se aproxima do Governo que estiver no comando.

Reparem na fala dele: que cara inteligente, vivido, rodado e que… sempre tenta “virar o jogo” com suas palavras bem medidas!

E se sua experiência fosse usada para o bem do país? Pena que, como legítimo representante da “Velha Política”, o Brasil não é uma sincera prioridade.

O vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=DYYkQ_xDtT8

– Futebol Esporte Show: que ótima lembrança!

Essa foto tem algum tempo, e dá uma saudade… ô Programa bacana com gente competente!

Relembrando:

PRESTIGIE: FUTEBOL ESPORTE SHOW!

Tem sido bacana!

Todas as 6as feiras, e em alguns outros dias excepcionalmente, estamos participando do “Futebol Esporte Show”, um programa de televisão divertido, gostoso de se assistir e dinâmico.

Com a apresentação de Marcel Capretz e a beleza encantadora de Andressa Pavani, junto com os amigos Robson, RodrigoVB, Ádamus Kazu e Juninho Larangeira, transmitido pelo SBT (VTV Campinas / Jundiaí, TV Sorocaba e Litoral Paulista), vale a pena conferir.

Interaja e envie suas dúvidas a nós. Será um prazer respondê-la!

Captura de Tela 2020-05-15 às 05.30.16

– Boa 6a!

👊🏻Bom dia!
Com muita disposição e #alegria, surge mais uma manhã! Ainda escura, mas gostosa para correr.
Eu vou de esteira. S’imbora suar a camisa?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running #nike #mizuno
Clique 1: 

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🙏🏻Correndo e Meditando:
Ó #Jesus, vivo e presente em todos os #sacrários da Terra, socorrei-nos. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
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🌺Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores (essa #rosa com #pétalas gotejadas é de outro dia).
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #natureza #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
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🌅Desperte, #Jundiaí.
Que a #SextaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
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Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby