– Antes da Crise Econômica dos anos 2010, havia camarão e descanso…

Eu trabalhava em 3 empregos, e ainda assim me sobrava possibilidade de descansar.

Há exatos 7 anos, eu desfrutava de mais tempo livre e menos dor-de-cabeça… olha aí onde eu estava: Porto de Galinhas!

Para “piorar”, veja o menu da tarde: camarão!

Que saudade do bom período que o Brasil passou. Pena que era ilusório…

🍤 #camarão #farinha #PortoDeGalinhas #passeio #descanso #férias #mandioca – em Pontal Dos Carneiros

– Papai pagando mico!

Fui pego pelas minhas filhinhas. Motivo: tentativa para pintar meu (pouco) cabelo… kk

Qual pai nunca pagou mico? Vale a pena para ter tantos sorrisos…

Nas fotos, o “antes” e o “depois”. No vídeo (link abaixo) a tortura (é comprido, haja paciência para aguentar…) 

Em: https://youtu.be/9HtpKl-9BtM

– Ser otimista, sem perder o realismo

É claro que nesses momentos tão difíceis que a sociedade vive, precisamos ter disposição em encarar as coisas sob uma ótica mais positiva. O famoso “fazer uma limonada dos limões”.

Vale refletir nessa ilustração, abaixo: ter otimismo é importante, mas lembre: manter-se com os pés no chão é fundamental!

– Ideias para Profissionalizar a Arbitragem!

(Esse texto tem 5 anos. Mas é tão atual… Compartilho, extraído de: https://professorrafaelporcari.com/2015/05/15/as-boas-ideias-propostas-por-salvio-spinola-e-carlos-simon/)

AS BOAS IDEIAS DE SÁLVIO E SIMON

Sempre aprendi: pior que não ler um jornal, é ler apenas um único! Assim, gosto de ouvir sempre várias opiniões sobre os assuntos que me interesso, filtrando o joio do trigo e com os bons conhecimentos solidificar uma opinião.

Para tanto, ouço e leio das coisas boas às ruins, sempre tomando o cuidado de não me empolgar com aqueles que sou fã e admiro e, ao contrário, respeitando até mesmo àqueles que sei que escrevem com desprezo ou chapa-branquismo.

Pois bem: Sálvio Spinola escreveu (como sempre faz em seus bons textos na ESPN.com) algumas medidas para a melhora do futebol. Paralelamente, vejo algumas boas idéias semelhantes às que Carlos Eugênio Simon também escreveu em seu blog do canal concorrente, no FOXSports.com.

Vi nas páginas virtuais desses dois comentaristas de arbitragem que existem críticas sobre a posição deles, como as de Marco Antonio Martins (presidente da ANAF) e a de Marcelo Marçal (editor do ApitoNacional.com.br, em seu próprio site) que, em suma, discordam de que a CBF seja a responsável pelo patronato dos árbitros e tecem tênues críticas aos mesmos por terem sido, no caso de Simon, influente membro da vida sindical gaúcha, e no caso de Sálvio, ex-cartola da Conmebol.

Eu, na minha humilde opinião, SOU TOTALMENTE FAVORÁVEL ao conjunto de idéias desses dois ex-árbitros da FIFA.

Em especial, defendo incontestavelmente quanto a urgente profissionalização da arbitragem, que deveria ser assumida pela milionária CBF, pagando FGTS, 13o, INSS e assinando um contrato de médio prazo com os chamados “árbitros de elite”. E na mesma importância, sou crítico ao modelo adotado de mistura entre dirigentes sindicais e cartolas das comissões de arbitragens / vedores / observadores ou seja lá como for. Afinal, como o cara pode ser defensor do árbitro presidindo o Sindicato e ao mesmo tempo trabalhando para o patrão (CBF / Federações Estaduais)? E junte-se a eles a opinião do ex-árbitro Alfredo dos Santos Loebeling, que em recente entrevista à Rádio Jovem Pan criticou o fato de que gente incapacitada há muito comanda a arbitragem, citando, em especial o Coronel Marcos Marinho. Euclydes Zamperetti Fiori, ex-árbitro, escreve toda semana essa realidade no Blog do Paulinho.

O que mais me deixa indignado é que a cartolagem do apito, ao invés de receber humildemente as críticas, solta as mais manjadas pérolas e desculpas para a fuga do mea culpa, como: “quando estava lá não dizia isso”; “este que critica nunca fez nada”; “reclama mas é frustrado por não estar / ter chegado lá”, e outros subterfúgios de arrogância.

O certo é: há 10 anos são as mesmas pessoas que comandam a arbitragem paulista e ela perdeu em dignidade, sem revelar ninguém! E no cenário nacional, o mesmo grupo vive e sobrevive há perder de anos, nada fazendo de diferente ou revolucionário!

Para quem gosta do assunto, compartilho os dois textos que, confesso, gostaria de tê-los escrito tamanha a precisão nas feridas tocadas!

Abaixo, compartilho:

            A) Carlos Eugênio Simon

O APITO NO BRASILEIRÃO 2015

Extraído de: http://www.foxsports.com.br/blogs/view/199912-o-apito-no-brasileirao-2015

A bola começou a rolar nos gramados brasileiros no final de semana em mais uma edição do Campeonato Nacional, o Brasileirão. É certo que juntamente com a competição também retornarão as críticas e as polêmicas em relação ao trabalho de árbitros e assistentes, que este ano não mais poderão contar com a presença dos  árbitros assistentes adicionais, aqueles que ficavam atrás da meta, do gol.

É natural que ocorram reclamações contra a atuação dos homens e das mulheres do apito e das bandeiras, visto que o futebol é um esporte que envolve paixões intensas. Porém, é possível adotar algumas providências capazes de diminuir a ocorrência de erros e, também, preservar a autoridade e a integridade moral do árbitro. 

Em primeiro lugar, não pode ocorrer o que aconteceu no ano passado, quando a confusa orientação de bola na mão ou mão na bola acarretou várias penalidades marcadas equivocadamente. Também é imprescindível que a Comissão Nacional de Arbitragem da CBF dê respaldo total aos árbitros, posicionando-se a favor do profissional sempre que o mesmo for alvo de agressões e avaliações que vilipendiem a sua honra. Num mundo ideal, o árbitro deveria se preocupar apenas em apitar o jogo, e para que isto ocorra é preciso ter tranquilidade, apitar com alegria e gostar do que se está fazendo, (depois de 5 anos longe dos gramados, as vezes me imagino correndo na diagonal…). Assim sendo, é também no sentido de garantir minimamente esta tranquilidade que a Comissão de Arbitragem deve atuar. E não apenas ela. Igualmente a Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (Anaf) tem por obrigação ser mais atuante, presente e incisiva na defesa dos interesses da categoria. Entendo que sendo membro, diretor, secretário ou presidente da Anaf os mesmos não deveriam ter nenhum tipo de vínculo, como por exemplo delegado, observador, etc… da CBF – assim sendo teriam mais independência para encaminhar as reivindicações dos seus associados.

Buenas, amigos, apesar da fragilidade das condições favoráveis para que a arbitragem exerça o seu ofício com serenidade, torço para que os árbitros e assistentes realizem um bom trabalho no Brasileirão. A bola está rolando, boa sorte aos que estão no campo de jogo.

            B) Sálvio Spinola Fagundes Filho

17 MEDIDAS SIMPLES QUE A CBF PODE ADOTAR PARA MELHORAR A ARBITRAGEM BRASILEIRA

Extraído de: http://espn.uol.com.br/post/507343_17-medidas-simples-que-a-cbf-pode-adotar-para-melhorar-a-arbitragem-brasileira

São 17 as regras do futebol, e, por analogia, elenquei 17 ações de simples aplicabilidade que a CBF pode adotar para melhorar a arbitragem brasileira.

Dizer que está tudo bem na arbitragem é fugir do problema, é se esconder ou viver em outro mundo. Usar de dados estatísticos para mostrar eficiência na arbitragem é enganar a si mesmo.

A arbitragem precisa melhorar, se fortalecer e ganhar credibilidade do mundo do futebol.Erros acontecerão em qualquer lugar que tenha jogo de futebol, aliás, eu cometi muitos, não falo do árbitro e sim da instituição arbitragem.

Durante mais de 20 anos estive nos campos apitando jogos e hoje convivo com jornalistas, jogadores, treinadores e dirigentes, e, em todos os segmentos tem unanimidade: A arbitragem não está bem.

O futebol mudou, está mais veloz. A tecnologia evoluiu com muito mais câmeras e melhor resolução, e a arbitragem ficou estagnada.

Sim, ficou estagnada, nada foi feito nos últimos 20 anos, apenas mais cobrança aos árbitros, rigor no teste físico, alguns cursinhos, mas na estrutura nada foi feito.

Vamos às propostas, lembrando que sempre que uso o termo árbitro, serve para os assistentes e para as mulheres:

1) EXCLUIR DA RESPONSABILIDADE DO ÁRBITRO AS ROTINAS ADMINISTRATIVAS

A CBF tem que atribuir ao Delegado do Jogo as responsabilidades administrativas do evento, deixando o árbitro com a única função (que já é muita) de cumprir as regras, apitar o jogo. Funções administrativas com gandulas, mascotes, imprensa, câmeras, hino, minuto de silêncio, horário de entrada das equipes, faixas de protesto e muito mais, tem que ser da entidade e não do árbitro, como fez a FIFA na Copa do Mundo.

2) ARBITRAGEM COMANDADA POR PROFISSIONAIS COM CAPACITAÇÃO EM GESTÃO DE PESSOAS

A arbitragem brasileira deve ser comandada por profissionais com dedicação exclusiva, profissionais estes com capacitação em gestão e principalmente na gestão de pessoas, não priorizando as técnicas militares, como se usa hoje. Atualmente a arbitragem brasileira é comandada por 2 ou 3 pessoas com dedicação exclusiva para gerenciar mais de 500 árbitros. Algumas federações estaduais tem a estrutura organizacional da arbitragem muito superior a da CBF.

3) CONTRATAR UM INSTRUTOR TÉCNICO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO PARA QUALIFICAÇÃO E CORREÇÕES TÉCNICAS

São tantos Instrutores técnicos no Brasil e nenhum com definição oficial para instruir e fazer correções diretamente com o árbitro. Com a definição do instrutor técnico chancelado pela CBF o árbitro vai ficar mais confortável para receber a informação e se empenhar para corrigir.

4) CONTRATAR UM PREPARADOR FÍSICO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO PARA MONITORAMENTO DA CAPACITAÇÃO FÍSICA DO ÁRBITRO

Cada vez mais o árbitro precisa ser atleta, estando com o preparo físico em dia. Com o monitoramento pela CBF, ela terá informações diárias das atividades realizadas por cada árbitro e a Comissão de Arbitragem terá subsídios para escalar o árbitro. O modelo atual de apenas fazer testes físico já está ultrapassado, a entidade tem que estar presente no dia a dia do árbitro e parar de pensar que o árbitro tem que ser auto didático, na sua cidade, no seu estado se preparando, isso não acontece.

5) A CBF ASSUMIR A RESPONSABILIDADE PELO ÁRBITRO

É a principal mudança e mais urgente. Desde 2003 o calendário do futebol brasileiro mudou drasticamente com o Estatuto do Torcedor. A CBF passou a ter campeonatos de abril a dezembro, e nada mudou na arbitragem brasileira, os árbitros continuam sendo formados pelas Federações e são “emprestados” para a CBF, para atuarem em jogos organizados pela entidade nacional. Passou da hora de inverter isso, os árbitros tem que ser da CBF e quando as Federações precisarem pede “emprestado”. A CBF precisa ter seus árbitros de janeiro a dezembro e passar a formar árbitro, não apenas qualificar.

6) DEFINIÇÃO NOMINAL DOS ÁRBITROS QUE ATUARÃO POR SÉRIE

O árbitro não sabe que campeonato vai apitar e o mundo do futebol não sabe quais árbitros vão atuar no campeonato. No ano passado, em 38 rodadas, na série A, 15 árbitros apitaram 1 jogo e, na série B, 23 apitaram somente 1. Por quê? Não tiveram boa atuação? Ninguém sabe. E pior, o árbitro que foi bem fica mais revoltado, porque fica esperando nova escala e ela não vem.

A CBF pode definir 50 árbitros e 100 Assistentes para Séries A e B. Utiliza-se 2/5 por rodada, sendo possível fazer rodízio e não repetir árbitros nas equipes.

Define-se outro grupo para séries C e D, e outro grupo para jogos Amadores.

7) MERITOCRACIA

É o melhor modelo, escala e acesso de divisão por mérito, capacidade, bom desempenho. Estando os árbitros sobre a responsabilidade da CBF, a entidade deixa de cumprir pedidos das federações para escalar seus árbitros e premia somente os melhores, com critério técnico, sem divisões por estados.

8) RODÍZIO NA ESCALA DOS ÁRBITROS

Definir o critério de escalas com ampla divulgação, onde o árbitro não pode atuar em jogos da mesma equipe, no máximo dois jogos na casa da equipe e outros dois fora.

9) FEEDBACK PÓS-RODADA COM TODOS OS ÁRBITROS USANDO SISTEMA DE CONFERÊNCIA

O modelo é adotado no México, país também com grande extensão territorial. Não adianta enviar e-mail exclusivo para o árbitro do jogo ou no grupo de watsapp, todos os árbitros precisam saber o que pensa a comissão e os instrutores.

10) TECNOLOGIA DA LINHA DO GOL

Já comprovado sua eficiência. São 20 estádios para Série A e a tecnologia não será utilizada. A justificativa para não implantar é o custo. Conversei com alguns profissionais de publicidade e todos falaram que várias empresas de tecnologia tem interesse em patrocinar este projeto, é apenas uma questão de querer, e colocar o departamento de marketing para trabalhar. Em conversa com o assistente da Copa Marcelo Van Gasse, primeiro árbitro assistente a ter gol validado com uso da tecnologia, no jogo França x Honduras, ele deu uma declaração muito importante: “A tecnologia não ajuda somente para validar ou não o gol, ajuda muito no impedimento e nas demais atribuições, porque tiramos das nossas costas a responsabilidade de ver se a bola entra ou não, ficamos mais leve e isso ajuda a acertar.” Por que não implantar?

11) ALTERAR A FORMA DE REMUNERAÇÃO DOS ÁRBITROS

O Brasil é o país que mais paga para um árbitro por jogo, mas é o que menos paga por ano. Para se ter uma ideia, um árbitro FIFA na série A ganha por jogo R$ 3.800,00, e este mesmo árbitro para apitar a Copa Libertadores ganha US$ 800,00, aproximadamente R$ 2.400,00. O árbitro precisa de segurança financeira para se organizar na vida. No mundo tem vários modelos de remuneração muito melhor que o adotado no Brasil. A CBF pode copiar, por exemplo, a AFA. Lá, os árbitros argentinos tem uma remuneração mensal e mais uma pequena taxa por jogo. Esse modelo dá mais tranquilidade aos homens do apito e da bandeira e permite a CBF adotar mais cobranças, mais eficiência, mais dedicação.

Pode-se também implantar remuneração indireta, como: pacote de tv por assinatura, academia de ginástica, suplemente alimentar, e outros. A vantagem desta remuneração é o retorno para o próprio futebol, porque qualifica o árbitro e melhora as atuações. Na dificuldade financeira o árbitro não assiste seu jogo porque não tem dinheiro para pagar tv por assinatura, não treina porque não paga academia, economiza onde pode. Este tipo de remuneração pode gerar economia de impostos, onde toda taxa do árbitro é tributada.

12) PRONUNCIAMENTO DA COMISSÃO DE ARBITRAGEM NO PÓS-RODADA


Um dos principais problemas da arbitragem brasileira é a credibilidade, todos desconfiam. A arbitragem brasileira é composta de pessoas honestas e a forma de mostrar esta credibilidade é acabar com a “caixa-preta”. A Comissão de Arbitragem deve se pronunciar oficialmente ou com habitualidade ou nos momentos críticos, nos grandes erros, nas grandes polêmicas. A FIFA utilizou deste expediente na Copa do Mundo, o Presidente da Comissão de Arbitragem deu pronunciamentos e respondeu perguntas dos jornalistas. Esta é a única forma de falar com o torcedor e conquistar a credibilidade e não atendendo a um veículo ou outro.

13) BUSCA DE TALENTOS

Sendo a CBF responsável por formar e capacitar, a entidade tem que ter “experts” em arbitragem para identificar talentos e desenvolver estes árbitros. Ninguém chega a ser árbitro de alto nível só por querer, depende da sequência nas escalas e crescimento na carreira. Não é aceitável que a CBF emita circular dizendo que não aceitará árbitros “fracos”, o árbitro não é um prestador de serviço que está na sociedade à disposição da entidade, o árbitro tem apenas um empregador: a CBF. E é a entidade que dá as oportunidades para o desenvolvimento do árbitro, se tem árbitro “fraco” é porque a escola, o instrutor e a comissão erraram.

14) DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA GERENCIAMENTO DE ESCALAS

Dizem que tem. Nunca vi. E, se tem, está parametrizado com erros. Como pode o árbitro mineiro Claysson Veloso apitar a final do Campeonato Mineiro (jogo tenso) no dia 26 de abril, dois dias depois estava em Juiz de Fora como quarto árbitro no jogo Tupi x Atlético PR e dois dias depois no interior da Bahia apitando Jacupiense x Náutico (3 jogos em 5 dias), ou o caso do também mineiro Igor Benevenuto que apitou no dia 14 de abril, em Florianópolis Avaí x Operário MT e no dia seguinte estava em São José dos Campos, interior paulista, apitando Santos x Londrina, e o paulista Vinicius Furlan que no domingo apitou a final do Campeonato Paulista Palmeiras x Santos, com muitos questionamentos, e na quarta feira estava em Capivari, interior paulista, como quarto árbitro no jogo Capivariano x Botafogo (escala desproporcional, depois de apitar a final foi escalado como quarto árbitro em momento inoportuno). São muitos os exemplos que um software resolveria, fica a impressão que o controle é feito em um papel ou em um caderno, vai ter erro.

15) RESGATAR A ALEGRIA DE APITAR UM JOGO DE FUTEBOL

Cada vez mais o árbitro está tenso, apreensivo e com medo, e isso é o preâmbulo para o erro. Como sempre dizia o sábio Armando Marques: “o árbitro precisa gostar de ser árbitro” ou “apitar um jogo de futebol é desfrutar do que você gosta de fazer”. Para resgatar a alegria de apitar um jogo de futebol é necessário o fortalecimento dos árbitros, com apoio e não com temor ou ameaças, onde alguns instrutores se colocam mais importantes que os árbitros, causando medo antes dos jogos.

16) DEPARTAMENTO DE ARBITRAGEM COM INDEPENDÊNCIA E ISENÇÃO

A escala do árbitro tem que ser técnica, por mérito e a comissão de arbitragem não pode atender a favores ou pedidos de nomes para apitar jogos de determinadas equipes. Atuar com isenção, sem favores políticos.

17) TRANSPARÊNCIA NOS CONTRATOS DE PUBLICIDADE QUE ENVOLVA OS ÁRBITROS

Sim, a CBF é uma entidade privada, mas negociar o “corpo”, a “imagem” do árbitro e não trazer o árbitro para participar destas negociações ou deixa-los cientes dos valores pactuados é no mínimo exploração. O árbitro não fala nada porque teme retaliações, e as entidades representativas dos árbitros são fracas e comprometidas com a CBF, mas é um item de total desmotivação que cria uma relação de antipatia do árbitro com a CBF.

TREINADOR vai receber cartão… | Wanderley Nogueira

 

– A Política e a Caridade

O Papa Francisco, há dois anos, fez um alerta propício aos nossos dias, corroborando o que já havia dito o Papa Pio XI:

“A Política é o grau mais alto da Caridade.”

Sem dúvida, é! A raiz originária da Política traz o significado de que a sua prática é estar entre as pessoas. Ou seja, “fazer política” é a “arte de se relacionar”.

O problema é que no Brasil a Política tomou outro sentido: o do Poder, da Ganância e da Corrupção. Mudamos o termo para Politicagem e misturamos tudo!

Já imaginaram se os políticos brasileiros fossem integralmente honestos em todas as esferas? Claro, devem existir os corretos, mas são tantos os escândalos de desvios de dinheiro que perdemos o senso e não cremos na lisura das negociações e projetos dos nossos deputados, por exemplo.

Sem dúvida, se a Política fosse vivida em nosso país como lembrada pelo Papa Francisco, teríamos um Brasil mais justo, mais santo, mais rico e mais solidário.

Aprendendo sobre a Caridade | Címbalo Comunicação

 

– As Drogas da Inteligência

As drogas da inteligência (chamadas de “smarts drugs”) funcionam?

Aliás, para que servem?

Abaixo, uma matéria muito interessante sobre quem tem interesse sobre elas.

Em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2018/12/01/quais-sao-as-drogas-da-inteligencia-e-o-que-aconteceria-se-todos-recorressem-a-elas-para-turbinar-o-cerebro.ghtml

O QUE ACONTECERIA SE TODOS TOMASSEM AS DROGAS DA INTELIGÊNCIA E TURBINASSEM O CÉREBRO?

Cada vez mais pessoas estão fazendo uso dos chamados nootrópicos para melhorar seu desempenho no trabalho. Mas eles realmente funcionam?

Honoré de Balzac era um grande entusiasta dos benefícios do café para o cérebro. O renomado escritor francês seguia uma rotina rígida – todas as noites, vagava pelas ruas de Paris à procura de um local que estivesse aberto até meia-noite para tomar a bebida. Depois, escrevia até a manhã seguinte. Relatos indicam que ele consumia 50 xícaras de sua bebida favorita em um único dia.

Em determinado momento, ele passou a comer colheradas inteiras de café moído, que acreditava trazer benefícios quando em jejum.

Pode ter funcionado. Balzac foi um escritor prolífico e produziu quase cem romances, novelas e peças de teatro durante sua vida. Morreu de insuficiência cardíaca aos 51 anos.

Durante séculos, trabalhadores de todo o mundo fizeram o mesmo: consumiam café para enfrentar sua jornada diária. Mas isso vem mudando. Jovens que ingressam no mundo corporativo têm experimentado uma gama de substâncias que, segundo eles, melhoram suas habilidades mentais e os ajudam progredir em suas carreiras.

De fato, algumas dessas chamadas “drogas inteligentes” já são incrivelmente populares. Uma pesquisa recente com dezenas de milhares de pessoas descobriu que 30% dos americanos entrevistados afirmaram tê-las tomado nos últimos 12 meses.

Parece que em breve todos estaremos fazendo o mesmo – e é fácil se deixar levar pelas consequências. Será que essas substâncias vão nos levar a deslumbrantes invenções da era espacial? Ou talvez a uma explosão no crescimento econômico? A semana de trabalho pode ficar mais curta, à medida que as pessoas se tornem mais eficientes?

Para responder a essas perguntas, primeiro precisamos entender quais são essas drogas.

A “droga inteligente” original é o piracetam, que foi descoberto pelo cientista romeno Corneliu Giurgea no início dos anos 1960. Na época, ele estava buscando uma substância química que pudesse penetrar no cérebro e deixar as pessoas com sono. Após meses de testes, ele criou o “Compound 6215”.

Era seguro, tinha muito poucos efeitos colaterais – mas não funcionou. A droga não possibilitou uma melhor noite de sono a ninguém e pareceu funcionar de maneira oposta àquela pretendida.

O piracetam teve um efeito colateral surpreendente. Quando os pacientes fizeram uso da substância pelo menos uma vez por mês, suas memórias registraram melhorias substanciais. Giurgea imediatamente reconheceu a importância de suas descobertas e cunhou o termo “nootrópico”, que combina as palavras gregas para “mente” e “flexão”.

Hoje, esse medicamento é o favorito entre estudantes e jovens profissionais que buscam uma maneira de melhorar seu desempenho, embora até hoje, décadas depois da descoberta, não haja evidências de que a substância de fato ajude a incrementar as habilidades mentais de pessoas saudáveis.

Trata-se de uma droga que não tem aprovação da FDA (Food and Drugs Administration, órgão governamental que fiscaliza medicamentos e alimentos) nos EUA. No Brasil, é vendida em farmácias mediante receita médica.

O empresário e podcaster do Texas Mansal Denton toma o fenilpiracetam, um parente próximo de uma versão do piracetam originalmente desenvolvida pela União Soviética como um remédio para ajudar os astronautas a suportar as dificuldades da vida no espaço.

“O fenilpiracetam me deixa uma pessoa mais articulada. Então, acabo fazendo várias gravações (de podcasts) quando tomo”, diz ele.

Na verdade, esse cenário proporcionado por essas drogas é bastante típico. Embora muitas tenham uma legião de seguidores apaixonados, seus benefícios no cérebro são mínimos ou não comprovados por estudos científicos. O que nos leva a uma conclusão menos instigante: nada seria diferente.

E a creatina monohidratada? Esse suplemento dietético consiste em um pó branco, que geralmente é misturado em bebidas açucaradas ou milkshakes, ou tomado em forma de pílula. A substância química é encontrada naturalmente no cérebro, e agora já há algumas evidências de que tomar uma quantidade extra de creatina pode melhorar sua memória operacional e sua inteligência.

Mas, apesar de ser relativamente uma novidade entre jovens profissionais ambiciosos, a creatina tem uma longa história com fisiculturistas, que fazem uso dela há décadas para melhorar seus ganhos musculares. Nos EUA, suplementos esportivos são uma indústria multibilionária – e a maioria contém creatina.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto Ipsos Public Affairs no ano passado, 22% dos adultos disseram que tinham tomado um suplemento esportivo no período. Se a creatina tivesse um grande impacto no local de trabalho, certamente já teríamos visto alguns sinais disso.

Claro, existem drogas com mais poderes transformadores. “Acho que é muito claro que algumas funcionam”, diz Andrew Huberman, neurocientista da Universidade Stanford, nos EUA.

De fato, há uma categoria de drogas inteligentes que recebeu mais atenção de cientistas e biohackers – aqueles que buscam alterar sua própria biologia e habilidades – do que qualquer outra. São os chamados estimulantes.

Duas opções cada vez mais populares são anfetaminas e metilfenidato, medicamentos vendidos sob as marcas Adderall e Ritalina. Nos Estados Unidos, ambos são aprovados como tratamentos para pessoas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), um distúrbio comportamental caracterizado por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

Agora, essas drogas são amplamente usadas por pessoas em ambientes altamente competitivos, como uma forma de elas permanecerem focadas em tarefas específicas.

As anfetaminas têm um longo histórico como “drogas da inteligência” – do matemático húngaro Paul Erdös, que contou com elas para solucionar enigmas matemáticos, ao escritor inglês Graham Greene, que as usou para escrever dois livros ao mesmo tempo. Mais recentemente, há uma abundância de relatos em revistas sobre seu amplo uso em certas áreas, como jornalismo, artes e finanças.

Aqueles que tomaram anfetaminas juram que elas funcionam – embora não da maneira como você talvez pense. Em 2015, pesquisas mostraram que seu impacto sobre a inteligência é “modesto”. Mas a maioria das pessoas não as toma para melhorar suas habilidades mentais. O objetivo é melhorar sua energia mental e motivação para trabalhar.

Uma observação importante: tanto o Adderall quanto a Ritalina trazem sérios riscos e efeitos colaterais (ver abaixo).

Um dos resultados de tomar essas substâncias é a habilidade de solucionar tarefas mentalmente desgastantes, especialmente aquelas que proporcionam uma recompensa no final. Um estudo descobriu que muitas pessoas consideravam um problema matemático “interessante” quando faziam uso delas.

E SE O USO FOSSE DISSEMINADO?

Mas se toda a nossa força de trabalho começasse a se dopar com estimulantes desse tipo, parece provável que eles teriam dois efeitos principais.

Em primeiro lugar, as pessoas deixariam de evitar tarefas desagradáveis, e funcionários preguiçosos que talvez tenham aperfeiçoado a arte da procrastinação passariam a realizar suas tarefas agilmente, mantendo planilhas atualizadas e participando entusiasticamente de reuniões enfadonhas.

Em segundo lugar, os escritórios se tornariam ambientes significativamente mais competitivos.

O empresário e podcaster do Mansal Denton concorda. “Acho que os nootrópicos apenas tornam tudo cada vez mais competitivo. A facilidade de acesso ao capital intelectual russo e chinês nos Estados Unidos, por exemplo, está aumentando. E há uma disposição para obter qualquer vantagem possível que esteja disponível.”

Mas também estima-se que haveria prejuízos significativos. As anfetaminas são estruturalmente semelhantes à metanfetamina – uma droga recreativa potente e altamente viciante que arruinou diversas vidas e que pode ser fatal.

Tanto o Adderall quanto a Ritalina são medicamentos conhecidos por provocarem vício, e já existem inúmeros relatos de funcionários que lutaram para se livrar deles. Há também efeitos colaterais, como nervosismo, ansiedade, insônia, dores de estômago e até queda de cabelo, entre outros.

HAVERIA IMPACTO NA PRODUTIVIDADE?

Por fim, uma força de trabalho baseada em estimulantes não seria necessariamente mais produtiva no geral.

Considerando essas desvantagens, parece justo prever que os estimulantes vendidos sob receita médica provavelmente não mudarão o mundo tão cedo. Mas existe uma versão mais leve na praça, que você pode comprar em praticamente qualquer lugar: cafeína.

Nos Estados Unidos, as pessoas consomem mais café do que refrigerantes, chá e suco juntos. Infelizmente, ninguém jamais estimou seu impacto no crescimento econômico – mas muitos estudos encontraram muitos outros benefícios. Curiosamente, a cafeína traz comprovadamente mais benefícios do que o suplemento comercial à base de cafeína que a empresa de Woo criou, que atualmente é vendido a US$ 17,95 por 60 comprimidos.

Outra opção popular é a nicotina. Os cientistas estão cada vez mais certos de que essa droga é um poderoso nootrópico, com a capacidade de melhorar a memória de uma pessoa e ajudá-la a se concentrar em certas tarefas – embora também apresente riscos óbvios bem documentados e efeitos colaterais.

“Existem alguns neurocientistas muito famosos que mastigam Nicorette para melhorar seu funcionamento cognitivo. Mas eles são ex-fumantes e esse é o substituto deles”, diz Huberman.

Então, o que aconteceria se todos nós tomássemos pílulas da inteligência? Na verdade, a maioria de nós já faz uso delas todos os dias, enquanto bebemos nosso café da manhã. Mas Balzac poderia ter dito isso a você antes.

Pílulas, comprimidos, remédios, medicamentos — Foto: stevepb/Creative Commons

– No futebol, se a vítima pular na hora de ser atingido pela falta, deve-se marcar a infração?

Revendo jogos de outras temporadas da Libertadores, um me chamou a atenção: março de 2012, partida realizada no Pacaembu entre Santos X Juan Aurich. Neymar apanhou bastante naquele dia, e criticado após “pular de uma falta”, declarou:

Se não pulo, estaria no hospital.”

É nesse ponto que devemos ter atenção quanto às marcações das faltas: Quando é que o fato do atleta “Pular” invalida ou não uma infração?

A Regra 12 (Infrações e indisciplinas) diz que todo ato faltoso (dar um pontapé, agredir, cuspir) independe se atingiu ou não o atleta. O jogador que DAR ou TENTAR praticar a infração deve ser punido.

Se na disputa de bola, um zagueiro pratica um carrinho e, na iminência de atingir as pernas do seu adversário, este atacante pula para não se machucar, deve-se considerar falta (a mesma marcação de como se tivesse atingido), por essa condição da regra. A Regra do Jogo permite isso, pois, logicamente, se o atleta permanecesse esperando as travas de uma chuteira, fatalmente se lesionaria gravemente.

Portanto, pular para não ser atingido pode; e ainda ganha a falta ao seu favor.

O que não pode:

– Pular depois de perder uma disputa de bola, simulando a infração, tentando ludibriar a arbitragem/torcedores.

– Pular antes da disputa de bola se efetivar, abdicando da tentativa de domínio, deixando de jogar para tentar cavar uma falta.

A primeira situação, a da simulação, é um problema cultural brasileiro, onde os jogadores preferem enganar a arbitragem do que disputar lealmente o jogo, fato que não ocorre em torneios como a europeia Champions League.

A segunda situação, a da abdicação do jogo, é outro problema tupiniquim, o de achar que “tudo é falta”, onde “encostou tem que parar o jogo”. Remete até mesmo a uma certa frouxidão, não obervada em torneios como a sulamericana Libertadores da América.

Portanto, pular para se preservar no momento de ser atingido, pode.

Claro, os jogadores agem aqui no Brasil dessa forma, e nas partidas internacionais, mudam de comportamento. É visível. Também os árbitros procedem da mesma forma, diferenciando o comportamento em partidas domésticas e internacionais. Um dia, Leandro Pedro Vuaden ousou mudar esse mesmo comportamento. Parece que não deu certo…

Resultado de imagem para jogador de muleta

– Deepak Chopra dá a Boa Dica sobre Qualidade de Vida

O médico e consultor em administração indiano, Deepak Chopra, esteve num evento em Campinas há 3 anos (Fórum da Saúde e Bem-Estar). E deixou uma reflexão importante:

Ser muito rico ou muito pobre é algo que prejudica a qualidade de vida, porque em ambos os casos a pessoa pensa em dinheiro o tempo todo

Alguma dúvida dessas sábias palavras?

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– Bom dia, Sábadão! Em 4 cliques:

  • Bom dia, amigos!

Bem animado para mais um dia de vida, fica o convite para todos: vamos correr para produzir adrenalina?

S’imbora suar!

Clique 1:

  • Correndo e Meditando:

Ó Nossa Senhora do Brasil, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”

Clique 2:

  • Fim de cooper!

Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores. E essa borboleta de ontem na nossa floreira?

Clique 3:

  • Desperte, Jundiaí.

Que o sábado possa valer a pena, mesmo com esse friozinho da manhã (eu gosto é de calor…)!

Clique 4:

Ótima jornada para todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby