– 3 belos cliques da natureza:

Como fotografar é um hobby maravilhoso (prazeroso e barato), compartilho 3 cliques desses últimos dias, onde a natureza me proporcionou belas imagens:

1- O Gato Sorrindo (bem folgado na beira do mato):

2- A Capivara Pensativa (o que passa por sua mente?):

3- Paz! (O lago bucólico e belo com a Serra do Japi):

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– 600 mortes por Covid-19 somente hoje. E há quem não leve a sério…

Em menos de 50 dias, quase 115.000 casos confirmados de pessoas infectadas pelo novo Coronavírus, sendo próximo de 8.000 mortes. Hoje, SOMENTE HOJE: 600 novos casos (lembrando que nos 365 dias de 2019, morreram ao todo 759 de dengue).

E há quem desdenhe. Lamento muito o Presidente da República em não falar em momento algum que as pessoas devem se prevenir, que a coisa é muito séria ou ainda de dar exemplo com suas atitudes de prevenção.

Talvez aqui o vírus seja diferente, não é possível.

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– O bem mais valioso nos dias atuais é…

Na verdade, não é, mas, são: os DADOS!

Veja só que artigo interessante, Extraído de PEGN, pg 34-37, Set/2019

O BEM MAIS VALIOSO

por Facundo Guerra

Pela primeira vez na história o bem mais valioso do mundo não é mais objetivo, mas subjetivo. Até recentemente o combustível de nossa economia era o petróleo. Hoje, são os dados, extraídos como o óleo de nosso comportamento online e que são metabolizados por máquinas, refinados, e retornam para nós em forma de anúncios, que por sua vez chegam com o timing certo e nos fazem consumir de maneira irrefletida: compramos coisas desnecessárias para preenchermos o vazio existencial que o excesso de conexão e estímulo via redes sociais acabam por criar, em detrimento de conexões reais com outros humanos. É a cilada perfeita: nos exprimimos, consumimos a expressão alheia, nos sentimos vazios, consumimos, nos exprimimos, em looping. Afinal, comparamos nosso nível de felicidade e sucesso com as outras pessoas de nossa rede, e é impossível não se sentir fracassado diante dos humanos perfeitos que performam perante nossos olhos no Instagram, esse aparato de propaganda montada com a engenharia reversa de uma máquina de caça-níqueis.

Esta máquina não surgiu do nada: é a resposta ao imperativo da auto-expressão e criatividade que surgiu nos anos 1990, por sua vez uma resposta à emergência das mega-celebridades e do culto à personalidade dos 1980. Uma geração inteira foi incentivada a se expressar, a se achar especial e merecedora de uma audiência, como se todos obrigatoriamente fossem se importar com o que eles tinham a dizer. Então, de repente, todos queriam ser artistas, encontrar seu público, seguir seu sonho. Uma geração de gente arrogante (da qual faço parte), que se achava a mais especial entre os humanos que já caminharam sobre a Terra e que eram merecedoras de notoriedade e fama.

As redes sociais são apenas a resposta do mercado ao imperativo de todos precisarmos sermos criativos, inovadores, pensarmos fora da caixa e artistas: as empresas de tecnología nos deram um pequeno palco só nosso, onde nos apresentamos para outras pessoas que também têm seu próprio palco, ad infinitum, dentro de uma sala de espelhos, como num asilo de alienados, cada qual em sua própria realidade.

Deu nisso: nos expressamos para ninguém, porque a verdade é que ninguém se importa, mais além de um like ou coração. Vivemos com raiva, nos revoltamos diariamente, nos fechamos em nossas próprias bolhas ilusórias, reagimos por espasmos, temos medo, expressamos nosso desagravo, consumimos porque o consumo virou escapismo e construção identitária, performarmos para nossa audiência, ela em si também formada por “artistas”, “influenciadores”, “celebridades”, público e performers vibrando na mesma frequência, todos exaustos de tanto sentir raiva por não terem 1000 seguidores, 10000 seguidores, 100000 seguidores, porque são incompreendidos, afinal, eram originais e merecedores de atenção, quando na verdade não passavam de uma cópia da cópia da cópia da cópia, todos colocando pra fora o que sentem e tendo seu comportamento tabulado, uma nuvem de pontos de expressão que através de inteligência artificial foi capaz de criar um simulacro de cada um de nós em um servidor, tão simplório e eficiente em identificar nosso comportamento de consumo porque nós mesmos nos tornamos simplórios em nossas opiniões polarizadas e senhores de nossa razão, gritando diante de um espelho, desconectados do agora e da realidade.

Como a gestão de dados impacta o controle de estoque? - Portal ...

– Imagine a Pressão no Dia das Mães e Festa Junina!

Se o Comércio está desesperado com as vendas somente on-line para o Dia das Mães (a 2a melhor data para as vendas), tendo exercido natural pressão para um relaxamento nas medidas contra o Covid-19, imagine como será a pressão para as Festas Juninas! 

Pense como deputados farão discursos exaltados dizendo que até lá (Junho) tudo estará bem. E os municípios que fazem da Festa de São João um grande evento, o que farão para tentar realizá-las?

Claro, tal assunto despertará a questão: no Carnaval, já se sabia o suficiente ou não sobre  o Novo Coronavírus? Foi ou não responsável liberar as festividades?

Em tempo: algumas cidades já cancelaram suas Festas Juninas. É, agora, esperar as Julinas.

As cinco maiores festas juninas do Brasil | Viagem e Turismo

– O perigoso encontro do fanatismo político com o religioso.

Um assunto espinhoso, e para ele, uma introdução para a discussão: Geisel era luterano. Sarney tinha como orientador espiritual o Pai-de-Santo Bita do Barão (o nome mais famoso do Maranhão, falecido recentemente). Collor, declarado católico, descobriu-se posteriormente que era frequentador de magia negra. Fernando Henrique Cardoso, um ateu declarado (até a época pré-eleitoral). Lula, católico, assim como Jair Bolsonaro.

O que tudo isso quer dizer? 

Simples: que nunca se falou tanto de líderes religiosos influenciando o Governo e os presidentes que tivemos como hoje. Mesmo nas diferentes crenças ou descrença que nossos Chefes de Estado tiveram, a fé não foi colocada como alicerce das políticas públicas como está sendo agora, ou privilegiando bancadas.

Aqui, uma constatação: Jair Bolsonaro, que se declara publicamente católico mas frequenta os cultos batistas que sua mulher Michelle vai, tem extrema relação próxima com os evangélicos Silas Malafaia e Edir Macedo (Assembleia de Deus e Universal / TV Record). E (não é uma crítica ou um elogio), sempre que pode, o presidente cita “Deus” em suas palavras.

A aproximação com Israel é outro fato a ser observado, causando um certo desconforto com a comunidade árabe e muçulmanos em geral. Não pela aproximação em si e a questão de mudança prometida de embaixada, mas por um certo distanciamento dos mesmos.

Num Estado Laico (lembrando sempre que isso não significa “Estado Ateu”), deve se governar atendendo a todos os credos religiosos e a quem não confessa fé alguma. Respeitar as manifestações católicas, evangélicas, umbandistas e de outras raízes africanas, judaicas, islâmicas… enfim, a diversidade de profissões de crenças, é importante.

Dito isso: não é preocupante o fanatismo religioso (que nunca foi fervoroso em nosso país e nem questionado por muitos – cada um sempre teve a sua e se respeitava muito bem), ao mesmo tempo que o fanatismo político (inexistiam”quebra-paus” entre pessoas no dia-a-dia e até se falava que brasileiro era alienado em Política) estarem cada vez mais em moda no Brasil?

A paixão que preocupava as pessoas era o futebol. Nos últimos anos, cresceu a paixão por Política e por Religião, trazendo o medo da intolerância entre radicais. Ou alguém viu alguma ação suprapartidária (seria uma utopia) em prol da nação, ou a defesa de eventos ecumênicos (uma necessidade conciliatória) sendo pregadas?

Pensemos nisso.

Para que não paire dúvida: sou católico praticante, defensor do diálogo interreligioso e não me rotulo de Esquerda, Direita ou Centro.

Na foto, Bolsonaro sendo batizado pelo Pastor Everaldo no Rio Jordão (embora o próprio presidente se declare católico).

– A pergunta mudou: teremos futebol profissional no Interior Paulista em 2020?

A questão não é mais: “voltará quando a A3”? Mas sim: “Teremos futebol no Estádio Jayme Cintra em 2020, por exemplo”?

A situação ficou muito clara: com o tempo de adiamento dos campeonatos da A1, A2 e A3, imaginando-se o retorno dos mesmos por volta de Junho, inviabiliza-se demais o Brasileirão, que é o que interessa para a Rede Globo e os clubes grandes (por ser obviamente mais rentável financeiramente). Sacrificar os Estaduais pode ser a opção racional (em se pensando o futebol como “negócio”) aos participantes do Campeonato Brasileiro.

Mas e os times das divisões inferiores dos Estaduais, como ficariam?

Numa das primeiras reuniões, o presidente da FPF Reinaldo Carneiro Bastos deixou explícita a vontade de continuar. Porém, com o agravamento dos casos de Covid-19, tudo mudou! Tenho a sensação de que, em existindo condições de segurança para partidas com público (pois sem torcedores não há sentido esportivo nem financeiro), teremos uma Copa Paulista como atrativo por volta de Agosto.

Desta constatação, vale outra questão: sendo deficitária para a maioria dos clubes, que estão sendo tão castigados em vários fatores por conta da pandemia, a Copa Paulista (se ocorrer) será interessante? 

Bem objetivo: para muitas equipes (especialmente o Paulista FC) estar participando da competição valeria a pena? Ou, colocando todos os prós e contras na balança, seria melhor ficar de fora e esperar chegar 2021 (provavelmente na A3, imaginando-se o cancelamento / encerramento da temporada 2020 – tendência a ser seguida nos moldes dos europeus)?

Penso que anunciar que acabou o Campeonato da A3 e esclarecer como ficará a situação dos clubes é somente questão de tempo, e que a Copa Paulista, na cabeça da FPF, seria uma opção para os clubes terem alguma atividade e não perderem o ano. Mas, na hora de fechar a conta, quando se mexerá com dinheiro, compensará? Vide quantos jogadores já estão saindo das equipes…

Tô achando que só voltaremos a nos encontrar em um jogo oficial no Jayme Cintra no ano que vem…

Copa Paulista de Futebol de 2019 – Wikipédia, a enciclopédia livre

– As restrições viárias na Capital Paulista são inteligentes?

Ouvi as justificativas das autoridades para o fechamento de vias na cidade de São Paulo e… sinceramente, não acho ser uma ação produtiva!

O que contribui para a diminuição da propagação do Novo Coronavírus fechar as ruas? Além de represar o trânsito naquele local, os carros transferem-se para as vias locais periféricas, aumentando o fluxo nelas. Simplesmente você muda o foco, causando, num efeito contrário, aglomerações viárias.

Entendo que quem teve a ideia se propôs a “intimidar as pessoas” para que fiquem em casa, e isso não deu certo. Aliás, um “gênio às avessas” o idealizador dessa proposta.

Enfim: a tão necessária prevenção, nesse caso específico, foi um erro incompreensível.

Bloqueios em São Paulo terão apenas corredores de ônibus liberados ...

– Bom dia, 3a feira. Em 5 cliques:

Bom dia! E cada dia mais frio…

Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?
A blusa já está de prontidão!
Clique 1:

Correndo e Meditando:
Ó Nossa Senhora das Dores, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”
Clique 2:

Fim de cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores.
E essa mostra singela da natureza, pedindo p/ ser clicada?
Clique 3:

Desperte, Jundiaí.
Até o sol está com preguiça para sair, deixando a árvore passando um apuro bem gelado…
Que a terça-feira possa valer a pena!
Clique 4:

Ops: 07h00, e o lindo céu (de temperatura de inverno, embora estejamos no outono) foi-se…‬
A névoa tomou conta do horizonte caipira! Tudo bem, logo mais ela se vai e voltará o azul infinito, tão importante para nosso dia-a-dia.
Clique 5:

Ótima jornada para todos!

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