– Nossa paisagem derradeira de hoje:

E esse foi o entardecer muito bonito aqui em Jundiaí! O céu limpo de paisagem ímpar é mostra disso…

Aqui, para terminar a 6a:

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Não estamos todos loucos com o “relaxamento no pico do Covid”?

Confesso que devo ser muito burro e não entendo muitas coisas. Explico:

Antes, algumas autoridades imploravam para as pessoas não saírem. Fechou-se o Comércio repentinamente, sem planejamento e/ou preparação. A preocupação (verdadeira, sejamos justos) com o Novo Coronavírus foi politizada, com extremos dos dois lados: o “fecha tudo” de Dória e o “libera tudo” de Bolsonaro – este, lembremos, não fez esforço nenhum para evitar aglomerações.

Ok, defendo que, quem possa ficar em casa, fique. Se precisar trabalhar e não for Home Office, que faça com cuidado. Prevenção ao máximo! Mas justamente agora, com mais um dia consecutivo acima de 1.000 mortos nas últimas 24 horas, resolve-se relaxar o isolamento?

Peraí: quando é para se pensar em recolhimento total pois os números MOSTRAM e COMPROVAM que o pico está próximo, vai-se incentivar mais gente na rua?

Sinceramente, me parece que todo mundo (me refiro às autoridades Federal, Estaduais e Municipais) estão errados. Quando é para incentivar ficar em casa, não o faz?

A verdade é: “fechou-se antes demais” em alguns estados, como São Paulo, e judiou-se do Comércio, e na outra ponta (a União) fez uma campanha tão grande contra o fechamento que virou apologista da não-prevenção. E, agora, quando até mesmo um lockdown seria necessário (por um prazo curto, deste pico), muita gente não aguenta mais o isolamento, os empreendedores estão desesperados e as mentes de muitas pessoas perturbadas pela negação do perigo demonstradas pelo presidente.

Tá difícil nosso país! Não entendo mais nada.

ACRÉSCIMO: Li e concordo com o jornalista Paulo Mathias, que escreveu em seu twitter:

“Falei ontem: quem gritasse mais, tinha mais chance de sair da quarentena. Não deu outra. Ontem a Grande SP (menos a capital), estava enquadrada na Fase 1 do plano de reabertura. Os prefeitos não gostaram e reclamaram. Hoje pularam pra Fase 2. Repito: não tem ciência. Tem pressão.”

Qual a diferença entre distanciamento, isolamento, quarentena e ...

– A crueldade cometida por Derek Chauvin contra George Floyd: é “só” Racismo? Claro que não…

Que loucura o que aconteceu em Mineápolis, EUA! George Floyd, um negro, foi morto por Derek Chauvin, um policial branco que nas cenas gravadas o asfixiou mesmo quando imobilizado e implorando para respirar.

Racismo, despreparo do policial, falta de sensibilidade e desumanidade. Tudo junto nesse episódio!

Entenda, extraído de: https://glo.bo/2Xfz7gA

NÃO CONSIGO RESPIRAR

“O racismo não está piorando, só está sendo gravado agora.”

Com essas palavras o ator americano Will Smith explicou anos atrás como as câmeras de celulares estavam permitindo gravar a violência policial contra negros nos Estados Unidos.

Isso voltou a acontecer na segunda-feira passada, e pela terceira noite consecutiva, a cidade de Minneapolis, no noroeste dos EUA, voltou a ser tomada por protestos e confrontos violentos com a polícia por causa da morte de George Floyd, um cidadão negro de 46 anos.

O QUE ACONTECEU?

Darnella Frazier, que passava pela rua, sacou seu celular enquanto assistia horrorizada à cena em que Floyd, no chão de uma rua, algemado e desarmado, fica inconsciente sob a pressão do joelho de um dos policiais brancos que o haviam detido.

Ao que parece, pouco antes, Floyd, que trabalhava como segurança em um restaurante, tentou fazer uma compra com uma cédula falsa de US$ 20.

“Todos temos os nossos defeitos. Todos cometemos erros. Ninguém é perfeito.”

“A forma como ele morreu é cruel”, disse a mãe de sua filha de 6 anos, Roxie Washington, ao jornal Houston Chronicle. “Eles o roubaram da minha filha.”

Nascido em Houston, George Floyd se dedicou em sua cidade natal ao basquete e ao futebol. Ele também atuou na cena local de hip-hop, onde era relativamente conhecido.

Mas quando se mudou para Minneapolis começou uma nova vida como segurança do restaurante latino-americano Conga Latin Bistro, no centro da cidade.

FORTE, MAS ‘SUPER DOCE’

O segurança ganhou rapidamente o apelido dos colegas de “Big Floyd” (Grande Floyd).

“Era alto e musculoso”, descreve um colega de trabalho, Vernon Sawyerr. “Era simplesmente amável. Quando nos deparamos com alguém desse tamanho, pode parecer imponente, mas era super doce.”

Em 2017 e 2018, Floyd havia sido segurança particular de um abrigo de emergência para pessoas sem teto ligado à organização beneficente Exército da Salvação, em Minneapolis. “Que trágico e triste é isso tudo”, afirmou Brian Molohon, diretor-executivo da entidade.

“Para trabalhar em um abrigo de emergência é preciso ser um tipo especial de pessoa. É realmente muito difícil ver essa angústia todos os dias”, disse Molohon. “Não tenho dúvidas de que George, como muitos outros trabalhadores de abrigos na nossa comunidade, tinha um coração que se preocupava com as pessoas e nossa comunidade.”

A ex-estrela da NBA Stephen Jackson publicou em seu perfil no Instagram o lamento de ter perdido alguém que considerava um irmão. Ambos eram muito próximos e se apelidaram de “gêmeos”.

“Me enfurece tanto que, depois de todas as coisas pelas quais você passou e se comportou da melhor maneira possível, eles o levaram dessa maneira”, escreveu o ex-jogador de basquete.

No vídeo de 10 minutos, Derek Chauvin, policial branco de 44 anos que imobiliza Floyd, ignora as reclamações tanto do detido quanto das testemunhas sobre sua violência extrema.

Seu colega de patrulha, o corpulento Tou Thao, observa a cena impassível e trata de obstruir a visão das pessoas que transitam pela rua. Os dois policiais foram demitidos.

Darnella Frazier decidiu publicar seu vídeo nas redes sociais e as ruas de Minneapolis viraram palco de uma onda de protestos que se espalhou pelos Estados Unidos.

As palavras “Eu não consigo respirar”, que Floyd repetia ao policial que o mantinha imobilizado no chão, se multiplicaram em cartazes e camisetas de manifestantes em protestos em Minneapolis como um lema contra a violência policial no tratamento a negros nos EUA.

FICHA CORRIDA DO POLICIAL DEREK CHAUVIN

Esta não foi a primeira vez que o policial Derek Chauvin se envolve em episódios violentos, segundo registros do departamento de polícia.

Segundo a agência de notícias Associated Press, ao longo de 19 anos de carreira, Chauvin foi alvo de quase 20 queixas formais e duas cartas de reprimenda. A maioria foi arquivada.

Em 2006, ele foi um dos seis policiais que dispararam contra Wayne Reyes, que segundo os agentes apontou uma escopeta de cano serrado para eles depois de esfaquear duas pessoas. O júri decidiu que o uso da força havia sido justificado contra Reyes, de ascendência indígena.

Dois anos depois, Chauvin atirou duas vezes contra um homem negro depois que o policial e seu parceiro atenderam a uma denúncia de violência doméstica.

Os agentes afirmaram que Ira Latrell Toles tentou pegar a arma de Chauvin, e, na por isso foi atingido. Por outro lado, Toles afirmou ao site Daily Beast que foi agredido por Chauvin mesmo sem ter reagido à ação policial.

De ascendência asiática, Tou Thao, dupla de Chauvin que estava presente no momento em que George Floyd morreu sufocado, também já havia respondido a queixas por atos violentos.

Em 2014, um homem negro, Lamar Ferguson, denunciou Thao e outro agente sob acusação de ter sido agredido sem motivo enquanto caminhava em direção à casa de sua namorada. Três anos depois, foi firmado um acordo de US$ 25 mil para encerrar o caso.

– Motivos para não estar no Facebook! Cometerei um Facebookcídio?

Muita gente não quer estar no Facebook. Embora a Rede Social seja quase uma obrigação para alguns, há aqueles – que como eu – pensam seriamente em sair do “Face”. 

Pessoas irritantes achando que você está à disposição 24 horas para respondê-las, sabichões, contestadores de plantão e, principalmente, radicais!

Radicais da fé, do futebol e da política. Há gente de todo tipo e que não respeita a opinião alheia. Cansado de ver aqueles que criam animosidades com outros devido a esse tripé, e incomodado com “gifs e correntes” bobocas, sinto-me cada vez mais estimulado para cometer um “Facebookcídio” (embora, a curto prazo, não farei).

Nesta época próxima às Eleições, certamente será “um pé no saco” entrar no Facebook, Twitter, Instagram… aliás, já está sendo! O que aparece de pré-candidatos pedindo votos (gente que nunca vi)!

Compartilho, abaixo, o interessante texto de Eugênio Bucci (jornalista, professor da ESPM e da ECA-USP), escrito para a Revista Época de 11/06/2012), sobre a importância e explicações para se estar fora do Facebook. Repare: se o texto, que é antigo, se torna bem claro aos nossos dias, imagine com o sem número de Fake News que invadem a Timeline hoje!

PORQUE NUNCA ENTREI NO FACEBOOK

– Não, não estou no Facebook

“Quando a gente diz isso numa roda, num jantar ou num ponto de ônibus, a conversa silencia. Olhares incrédulos saltam sobre nossa figura tímida, como luzes de otorrinolaringologistas do futuro, tentando investigar nossas limitações ocultas. Analfabetismo digital? Conservadorismo? Alguém arrisca um”em que planeta você vive?”. Outro sente pena e tenta ser simpático:”Até minha avó está no Face, é tão friendly”. Aí, vem aquela voz categórica, que procura dar o sinal definitivo dos tempos: “Minha filha já nem usa mais e-mail. Com ela, é tudo pelo Facebook”. É assim que os 46,3 milhões de brasileiros que mantêm um perfil pessoal na maior rede social do planeta tratam os outros, os que estão de fora. Fazem ar de espanto. Fazem chiste, Bullying, assédio moral.

E não obstante:

– Não, não estou no Facebook.

E acho que tenho razão. Errados estão os 845 milhões de viventes que, em todas as línguas, em todos os países, puseram lá suas fotografias (tem gente sem camisa!) ao lado de seus depoimentos confessionais. Viventes e morrentes, é bom saber. Há poucas semanas, o escritor Humberto Werneck, em sua coluna dominical no jornal O Estado de S. Paulo, registrou um dado um tanto mórbido. Quando um sujeito morre – isso acontece, o perfil do defunto fica lá, intacto. O perfil do morto não entra em putrefação, nem vai para debaixo da tela. Os outros usuários, estes vivos, mas desavisados, podem “curtir” até cansar. O perfil não se mexe nem sai de cena. Não há coveiros digitais no tempo real. De todo modo, como não frequento isso que Werneck chamou de “cemitério virtual”, não posso saber como é. Apenas presumo que deva ser aflitivo. Também por isso, ali não entro nem morto.

A fonte da minha resistência, contudo, não está nessa situação terrível, não da morte em vida, mas da vida em morte a que a grande rede pode nos sentenciar. Também não está nas fotos de gente sem camisa. A evasão de intimidades em que estamos submersos é a regra totalitária. Até mesmo a fé – algo ainda mais íntimo que o sexo – ganhou estatuto de espetáculo nas telas eletrônicas, e a transcendência do espírito se converteu em explicitude obscena. Entre o lúbrico e o religioso, não é o festival abrasivo nauseante de intimidades que me mantém distante. Não é também a frivolidade.

O que mais me afasta desse tipo de rede social é o comércio. Nada contra as feiras livres, que, em qualquer lugar, em qualquer tempo, concentram as mais autênticas vibrações da cultura (a melhor porta de entrada para o viajante que quer conhecer uma cidade é a feira livre). Agora, o comercio no Facebook é outra história. Ele é ainda mais funéreo que a presença dos clientes mortos que não pagam nem arredam pé. Ali, a mercadoria é o freguês, o que vai ficando cada dia mais evidente, com denúncias crescentes sobre o uso de informações pessoais mercadejadas pelos administradores do site. Ali dentro, as mais exibicionistas intimidades adquirem um sinistro valor de troca para as mais intrincadas estratégias mercadológicas.

Já no tempo do Orkut – no qual também nunca pus os pés, ou os dedos, ou os dígitos – esse fantasma existia. Hoje, no Facebook, o velho fantasma é corpóreo, material, indisfarçável em seu jogo desigual. O usuário alimenta o usurário – com seu próprio trabalho, não remunerado. Clicando “curti” para lá e para cá, o freguês fabrica alegremente o “database marketing” que o vende sem que ele saiba. Estou fora. Muito obrigado.

Desconfio que esse padrão de relacionamento não é leal e não vai tão longe quanto promete. Não se mantiver o mesmo modelo. Mesmo como negócio, o Face dá sinais de ter batido no teto. A empresa menos de um mês e, desde então, as ações despencam. Já perderam mais de 24% de seu valor. Nesse período, o fundador e presidente executivo, Mark Zuckerberg, ficou USS 4,7 bilhões mais pobre. O Facebook precisa mudare, por enquanto, mudará sem minha ajuda, sem meu trabalho gratuito. Seguirei com meu cômodo bordão:

– Não, não tenho Facebook.

Dá para viver sem. Se me acusarem de dinossauro lamuriento, posso me defender. Tenho celular e sei operar controle remoto de televisão. Uso o Google, mas com um pé ressabiado bem atrás. Sabia fazer download de planilha Excel, mas esqueci. A tecnologia nos engolfa, eu bem sei, e não há como ficar de fora. Mas uma coisinha ou outra a gente ainda pode escolher. Um “não” ou outro, a gente ainda pode dizer.

– Não, não estou no Facebook.

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– A Fake News sobre Bill Gates e a Pandemia bombam!

As consequências de uma autoridade modificar um fato e transformá-lo em fake news, podem ser gravíssimas. Vejam o que aconteceu no Quênia com Bill Gates, onde uma autoridade local postou um vídeo antigo dando a entender que o empreendedor já sabia do Novo Coronavírus em 2015!

Bill Gates nunca falou do atual Covid-19, mas em termos genéricos – se surgisse uma pandomia – abordando que o mundo não estaria preparado para algo como vivemos hoje.

As proporções do acontecido, em: https://istoe.com.br/teorias-da-conspiracao-sobre-bill-gates-abundam-em-toda-africa/

TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO SOBRE BILL GATES SE ESPALHAM NA ÁFRICA

Enquanto o novo coronavírus continua causando estragos em todo mundo, Bill Gates se tornou o novo alvo dos adeptos das teorias conspiratórias, especialmente na África, onde uma publicação nas redes sociais de um político queniano alimentou o fenômeno da desinformação.

Os programas de Gates para uma vacina provocaram todo tipo de especulação no continente, e a disseminação de notícias falsas apenas aumentou durante a pandemia.

Em 15 de março, o governador de Nairóbi, Mike Sonko, postou um vídeo antigo de Bill Gates, no qual ele advertia para as consequências de uma futura pandemia, intitulado: “Bill Gates já falou sobre o coronavírus em 2015”.

Na gravação, feita durante uma conferência TED há cinco anos, o filantropo explicou que o mundo não estava preparado para um surto epidêmico global. Ele não mencionou o coronavírus em momento algum.

O post de Sonko provocou tantas interações entre seus mais de dois milhões de seguidores no Facebook, que se tornou a publicação global mais prolífica sobre Gates desde o início da pandemia de COVID-19, de acordo com a plataforma de rastreamento das redes sociais CrowdTangle.

A postagem foi compartilhada mais de um milhão de vezes e acumulou 38 milhões de visualizações nas mídias sociais.

O caso mostra o importante papel das figuras públicas locais na disseminação de informações falsas, ou enganosas, em diferentes partes do mundo, de acordo com o Digital Forensic Research Lab (DFRLab) do Atlantic Council, que estuda o fenômeno da desinformação em nível global.

“Em geral, (esse tipo de informação) viaja através de (…) comunidades-nicho quando um influenciador, como uma celebridade de destaque, ou mesmo uma fonte de uma grande mídia, as amplifica”, disse Zarine Kharazian, do DFRLab.

“Quando atingem esse nível de disseminação, espalham-se em vários idiomas”, acrescentou.

Os boatos sobre os laços entre Gates e a atual pandemia têm sido alimentados pelos diferentes grupos de teoria da conspiração em todo mundo desde que o vírus surgiu na cidade chinesa de Wuhan, em dezembro de 2019.

Desde janeiro, mais de 683.000 postagens no Facebook – tanto em páginas públicas quanto em grupos – mencionavam Gates, levando a cerca de 53 milhões de curtidas, compartilhamentos e reproduções.

“Uma característica comum das teorias conspiratórias que atravessa fronteiras, idiomas e culturas é a desconfiança das ‘elites todo-poderosas’ e das instituições”, explicou Kharazian.

“O perfil proeminente de Gates, sua franqueza e seu compromisso ativo em trabalhos de saúde pública em nível internacional fizeram dele um alvo de primeira ordem para esse tipo de complô”, acrescentou.

Entre as reivindicações mais difundidas na África está o fato de Bill Gates querer controlar a humanidade com microchips implantados, ou tatuagens digitais.

Os conspiradores também garantem que Gates se beneficiará enormemente de uma possível vacina e que sua fundação patenteou um tratamento anos atrás, antes de liberar o novo coronavírus.

Outros acreditam que ele criou o vírus para controlar a população, uma questão muito sensível na África, onde muitos comentários negativos publicados on-line sugerem que a vacina contra a COVID-19 poderia ser testada na população daquele continente.

Parte dessa reação pode ser explicada pelos abusos médicos por parte de países ocidentais da África, disse Sara Cooper, cientista do Conselho de Pesquisa Médica do Cochrane Center, na África do Sul.

“Nas últimas décadas aconteceram vários incidentes de pesquisas médicas realizadas na África, nos quais foram cometidas graves violações dos direitos humanos”, disse Cooper à AFP.

Uma série de práticas que vão desde experimentos de esterilização forçada na Namíbia, no final do século XIX, quando o país era uma colônia alemã, até testes de drogas organizados por gigantes farmacêuticos em vários países africanos nos anos 1990.

A desconfiança das vacinas ocidentais ficou evidente em uma publicação que viralizou recentemente, alegando que o médico e cientista francês Didier Raoult havia alertado os africanos para não usarem “a vacina Bill Gates”, porque tinha “veneno”.

O serviço de “fact-checking” da AFP desmentiu essa afirmação: Raoult nunca fez esses comentários, e a vacina nem existe.

Episode 46: The Not-So-Benevolent Billionaire (Part II) — Bill ...

– Futebol como Religião

Abaixo, um belíssimo texto do saudoso colunista Daniel Piza, do Estadão, intitulado “Uma Seita Chamada Futebol”, extraído do OESP, Caderno Aliás, 23/10/2005. Para quem gosta do esporte bretão, é leitura obrigatória!

Tem 15 anos esse artigo, mas serve para hoje:

UMA SEITA CHAMADA FUTEBOL

Não é de hoje que o espectro do fanatismo ronda o futebol. É um equívoco pensar que ele é fruto da “globalização” ou coisa que o valha. Não só o futebol, mas todos os esportes têm dado corda para sentimentos de agressão, bastando lembrar da apropriação que os nazistas fizeram do tal “espírito olímpico”, segundo a qual a vitória em um jogo vinha da virtude de uma raça. O futebol, esporte mais popular do mundo porque mais imprevisível e, logo, mais passional, há muito tempo é envolvido pelo comportamento irracional de que os indivíduos são capazes quando em massa. Um estádio cheio para um clássico povoado de rivalidade – de bairro, cidade ou nação – é um convite para a histeria coletiva, para a conversão do cidadão em vândalo.
Veja os hooligans da civilizada Inglaterra, fenômeno paralelo ao dos punks que brotaram dos subúrbios da monarquia e sua fantasia. Eles emergiram nos anos 70 e foram combatidos nos anos 90, mas não desapareceram. Veja as brigas entre gangues de adolescentes em cidades como São Paulo. Verdadeiras batalhas, como as desta semana, já causaram muitas mortes a socos e pauladas. Veja o racismo e a xenofobia da torcida de clubes riquíssimos como Real Madrid, Roma, Chelsea e Bayern. Craques do porte de Henry e Ronaldo são xingados de “macacos” até pelos torcedores do próprio clube ao qual vendem seu talento. Veja a atitude das torcidas uniformizadas, com seus gritos de guerra embebidos em álcool. Caminham para o estádio como para uma arena romana, sonhando em ver o animal derrotar o homem mais uma vez.

Num ótimo livro de jornalismo, Entre os Vândalos, Bill Buford mostrou como o comportamento do torcedor é ditado pelo dos outros. É a velha história do indivíduo medroso que, em turma, vira corajoso. São como hienas em bando. Não por acaso os torcedores mais violentos são jovens em geral, de 15 a 25 anos; sua combustão hormonal explode no coquetel de confronto, cerveja e cafajestismo. Eles pertencem a todas as classes sociais, mas têm em comum o gosto pela demonstração fácil de poder, a indiferença para com o outro.

Mas não são apenas as minorias que tomam um espetáculo de futebol como ocasião para descarregar suas frustrações afetivas. Veja também como se comportam muitos jogadores, mais interessados em chutar canelas do que a bola. E muitos comentaristas, que criticam a seleção quando perde, empata ou ganha por pouco, sempre cobrando dela a honra nacional. E os antropólogos de botequim, incluído o presidente da República, que defendem o futebol brasileiro como expressão da tal democracia racial, do “povo eleito” pela mestiçagem. E a grande maioria dos torcedores, que sofrem durante o jogo, que na derrota perdem o humor a ponto de parecer humilhados e na vitória se sentem superiores aos outros. O “meu” time ganhou do “seu” – os pronomes possessivos não deixam dúvida quanto à natureza moral da sensação.

Em certo sentido, a graça do futebol é também sua desgraça. Como esporte, serve justamente para desviar energias físicas, para driblar impulsos agressivos que todo ser humano possui e tem de escoar de alguma forma. Durante muito tempo a religião, com um poderoso sistema institucional, e a ideologia, seu substituto histórico, foram os estádios enganosamente seguros para a sensação de pequenez e incompreensão. Hoje o mundo está fragmentado e pragmático, sem a suposta “coesão moral” que dá saudade nos conservadores. Os nacionalismos perderam um pouco da força política, e a indústria do entretenimento ajudou a derrubar teses e regimes autoritários, a começar pelos socialistas. Mas os instintos indomáveis da natureza humana não se aquietaram. Os conflitos aparecem sublimados na forma dos espetáculos esportivos; ao mesmo tempo, porém, são realimentados por eles, por caminhos mais complexos, nem por isso menos cruéis e fascistóides. São provas de que o tribalismo medieval sobrevive à tecnologia.

É preciso, então, distinguir o torcedor do torcedor fanático. O torcedor é alguém que sabe que o esporte representa uma dimensão incontornável da linguagem humana, de seu espírito de bravura corporal que pode ser traduzido em beleza, diálogo entre povos, expansão das faculdades e da sensibilidade. Como Jesse Owens provando para Hitler que um negro não é inferior a um branco. Como turcos e coreanos se abraçando depois de uma partida na Copa da Ásia em 2002. Como a seleção brasileira abrindo em agosto do ano passado um clarão de alegria no cotidiano bárbaro do Haiti – história agora contada por Caíto Ortiz, João Dornelas e Fábio Altman no documentário O Dia em Que o Brasil Esteve aqui, que faz parte da Mostra BR de Cinema.

Pense, enfim, em Pelé, Muhammad Ali, Michael Jordan e Ayrton Senna indo além dos clichês universais como técnica x tática, prosa x poesia, inspiração x disciplina e, claro, civilização x raça. Sua conjugação ética de arte e combatividade, em suma, fala alto à ambição do ser humano desde os pré-socráticos.

Já o torcedor fanático é alguém que confunde torcer com distorcer, que espera do futebol a salvação que as religiões prometem, agora em versão auto-ajuda. Por isso os goleiros são comparados com santos; os grandes artilheiros “operam milagres”; as massas entoam hinos e salmos; as mãos com unhas roídas colam palmas em clamor aos céus; os ídolos sugerem alternadamente a glória e a perdição. O que era para ser divertimento e ensinamento termina sendo credulidade e catarse. Inábil para lidar com emoções fortes, para tomar decisões adequadas no calor da hora como o craque dentro de campo, o ser humano continua chutando a razão para escanteio.

(Primeira versão publicada na revista Homem Vogue, em maio de 2005)

A Morte e a Morte das Torcidas Organizadas.

– McDonalds não será mais exemplo taylorista?

Quando falamos em aula sobre o modelo Mc Donald’s de “produção em massa” ser baseado no Fordismo, que é inspirado nos princípios da rotina de Frederick Taylor (execução de tarefas simples e repetitivas), brincamos com o exemplo real de que a meta é preparar um Big Mac em 38 segundos e o atendente roboticamente perguntar: acompanha batata-fritas, senhor?“, ou ainda: “casquinha de baunilha como sobremesa”?

Pois bem, isso tende a mudar!  Li na Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios uma entrevista com Paulo Camargo, o presidente da Arcos Dourados (que opera a marca em nosso país). O executivo disse que a transformação das lanchonetes será ampla nos próximos meses. Disse ele, em outras palavras:

1- Terão funcionários “espontâneos”, com linguagem mais descolada e treinados para falarem como o cliente lhe parecer: menos / mais brincalhão, vocabulário mais jovial / culto, aplicando a chamada cooltura. Que desafio, hein?

2- Mudança nos cardápios: a busca em lanches mais sofisticados (para concorrer com hamburgueria artesanais) e de preços mais acessíveis (para concorrer com os informais). Na reportagem, se busca mostrar que o legítimo Big Mac é melhor do que os “Big Ling” ou “Big Xing”, ou seja, as cópias! 

3- Inovação nos restaurantes: painéis multimídias para se fazer pedidos e mesas multimídias, visando o futuro.

Como eu não sou muito chegado em fast food, não passo com frequência nessas experiências. Mas que são metas ousadas, não há dúvidas.

Conseguirão?

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– Bom dia, 6a!

👊🏻 Bom dia!
Buscando #endorfina e já de pé para lutar contra o relógio, fica o convite: vamos para um bom #cooper?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #training #corrida #sport #esporte #running
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #Maria, #Mãe de #Jesus, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #JesusCristo #MãeDeDeus #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. E nosso botão de #rosa?
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #Jundiaí, com sua pintura matinal!
Que a #SextaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby