– O Analfabetismo Científico

O que dizer sobre isso: “Boa parte dos Universitários dos EUA acreditam que as pirâmides foram construídas por ETs”?

Esse é um dos muitos exemplos de ignorância dos estudantes americanos… E olhe a qualidade de ensino que eles têm por lá. E se fosse aqui no Brasil?

Veja outros absurdos abaixo, retratados pela Folha de São Paulo em pesquisa recente:

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/802161-universitarios-acreditam-que-et-fez-piramides-analfabetismo-cientifico-nos-eua-preocupa.shtml

ANALFABETISMO CIENTÍFICO PREOCUPA

Após ouvir cerca de 10 mil alunos de graduação nos EUA, pesquisadores descobriram que só 35% discordavam da ideia de que ETs teriam visitado civilizações antigas da Terra e ajudado a construir monumentos como as pirâmides do Egito.

Poucos se manifestaram contra outras teses sem base, como o suposto status de ciência da astrologia (não confundir com a astronomia) e a ideia de que existem números da sorte -22% e 40%, respectivamente.

Além disso, mais de 40% disseram que antibióticos matam tanto vírus quanto bactérias –na verdade, só as bactérias são vulneráveis a esse tipo de medicamento.

Para o autor do estudo americano, o astrônomo Chris Impey, os números refletem um problema do país: os alunos de ensino médio não precisam fazer cursos de ciência. A maioria estuda biologia, mas menos de metade tem aulas de química e só um quarto estuda física.

“O ensino médio americano é forte em história, conhecimentos gerais, esportes, computação, mas bastante fraco mesmo em ciências”, diz Renato Sabbatini, biomédico e educador da Unicamp.

“Mas as perguntas que fizeram são hiperelementares, um adolescente minimamente informado que assista televisão saberia responder.”

Preocupante, diz Impey, é que o pior desempenho foi justamente o dos alunos de cursos na área da educação.

Não há números parecidos que indiquem qual a realidade brasileira. Embora aulas de ciência sejam obrigatórias no ensino médio por aqui, a baixa qualidade do ensino não garante muita coisa.

Conspirando contra a compreensão científica no país, diz Sabbatini, há o fato de que cerca de 70% dos brasileiros só conseguem ler textos curtos e tirar informações esparsas deles. “Têm letramento insuficiente. É impossível serem bem informados sobre a ciência moderna.”

Tal analfabetismo, diz Impey, não deixa de ser um problema político: “Esses conhecimentos são importantes para avaliar posições políticas sobre mudança climática ou células-tronco.”

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– Lorenna Vieira e o suposto erro DO Itaú. Na verdade, era golpe NO Itaú?

Puxa, ontem vi repercutir bastante o caso de uma moça morena (Lorenna Vieira, casada com o músico Rennan da Penha) que se disse humilhada pelo atendente do Banco Itaú, quando foi retirar dinheiro, por desconfiar que era uma golpista. Entretanto, após gravar um vídeo dizendo que foi discriminada por ser negra, não é que ela estava portanto documentos falsos?

Xi… o que pensar?

Extraído de: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/01/31/empresaria-diz-que-sofreu-preconceito-em-agencia-bancaria-banco-nega.ghtml

EMPRESÁRIA DIZ QUE SOFREU PRECONCEITO EM AGÊNCIA BANCÁRIA; BANCO NEGA

Lorenna Vieira afirmou em rede social que foi sacar R$ 1.500, mas funcionários desconfiaram e chamaram a polícia. Já a polícia diz que ela usou documento falso.

A empresária e blogueira Lorenna Vieira se disse vítima de preconceito numa agência do banco Itaú, no Rio. O banco negou. Declarou que funcionários verificaram os documentos de Lorenna, o que é obrigatório, e se desculpou com ela. Na noite desta sexta-feira (31), a polícia informou que identidade da empresária era falsa. Lorenna disse rasgou a identidade assim que saiu da delegacia.

Lorenna Vieira disse, numa rede social, que foi na quinta-feira (30) a uma agência do Itaú desbloquear um cartão e sacar R$ 1.500. Mas, segundo ela, funcionários desconfiaram da movimentação na conta e chamaram a polícia.

“A gente é preto, a gente é super humilde, mas a gente é empresário sim, a gente é empreendedor também, tá? E pra piorar não deixaram eu tirar dinheiro”.

Os policiais levaram Lorenna Vieira para a delegacia. Ela passou cerca de 20 minutos conversando com os investigadores, depois, foi liberada. Lorenna disse que se sentiu ofendida, e que foi tratada de forma preconceituosa.

“Toda hora me perguntando se eu não tinha feito, se eu não tinha passagem pela polícia, se eu não tinha, se eu não era criminosa”.

Lorenna é mulher do DJ Renann da Penha, criador do Baile da Gaiola, um dos maiores bailes funks do Rio.

Nesta sexta-feira (30), Lorenna voltou à delegacia para registrar um boletim de ocorrência. Chegou acompanhada do marido e do advogado.

No fim da manhã, a Polícia Civil do Rio tinha divulgado uma nota afirmando que o documento apresentado por Lorenna no banco era verdadeiro. Mas, durante a tarde, a Polícia Civil do Rio afirmou ter recebido novas informações do Detran e do Instituto de Identificação Félix Pacheco sobre a carteira de identidade de Lorenna Vieira.

O delegado Fabrício Oliveira disse que o Detran confirmou que o documento apresentado por ela no banco era falso, que nenhuma carteira de identidade em nome dela foi emitida no dia 7 de maio de 2018, como constava no documento. Ainda segundo a polícia, a foto da carteira não existe no banco de dados do Detran e, de acordo com os investigadores, o Instituto Félix Pacheco atestou que a digital do documento não pertence a Lorenna.

Lorenna está sendo investigada por uso de documento falso. Segundo a polícia, as suspeitas começaram quando ela rasgou e queimou a identidade logo após ter saído da delegacia.

Na quinta-feira ela contou ao G1 por que rasgou o documento.

“Me deixou mal mesmo que eu até rasguei a minha identidade, né, porque o policial falou que era quase impossível ver que era eu, porque o meu cabelo estava liso, e que era para eu jogar essa identidade fora e fazer outra com o meu cabelo natural”.

Na noite desta sexta, numa troca de mensagens com a produção do JN, Lorenna Vieira disse:

“Se o erro foi no Detran, eles que resolvam. Agora isso é terrível”.

Em seguida, apagou as mensagens que havia encaminhado e escreveu: “Estou devastada e não quero falar com ninguém”.

Antes de a polícia descobrir que o documento era falso, o Itaú Unibanco divulgou uma nota em que lamentou profundamente os transtornos causados a Lorenna Vieira.

O banco informou que a verificação de documentos é obrigatória em casos em que o cliente não tenha em mãos o cartão do banco ou não faça uso da biometria para fazer saques. O objetivo, segundo o banco, é garantir a segurança dos próprios clientes e não tem qualquer relação com questões de raça ou gênero.

O banco afirmou também que, “infelizmente, pessoas mal-intencionadas tentam aplicar diariamente golpes usando documentos falsos em agências de banco e, em razão desse procedimento, o Itaú Unibanco conseguiu evitar inúmeras fraudes contra os clientes”.

O banco pediu de desculpas a Lorenna pelo incômodo que a abordagem causou e segue à disposição para mais esclarecimento.

Na noite desta sexta, o Itaú Unibanco divulgou uma nova nota em que mantém o posicionamento anterior de que a verificação de documentos é obrigatória quando o cliente não tem em mãos o cartão do banco ou não faz uso de biometria nos saques. O banco reafirmou que o objetivo é garantir a segurança dos clientes, e que não tem qualquer relação com questões de raça ou gênero. O banco reforçou que, a despeito de a Polícia Civil ter declarado que o documento apresentado por Lorenna Vieira é falso, já havia se desculpado com ela pelo incômodo que a abordagem possa ter causado. E concluiu dizendo que se mantém à disposição para esclarecimentos.

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– Sobre as críticas aos novos administradores do SAFESP: observações e opinião pessoal.

Nem tudo que é permitido (que está legal, ou seja, dentro da lei), quer dizer que é devido. Se é permitido fumar, pode-se entender (no meu caso) que, apesar de estar dentro da lei, não se deve por fazer mal à saúde.

Digo isso por ler as críticas à nova diretoria do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo (SAFESP), e gostaria de externar meu ponto de vista (afinal, fui árbitro e gosto do assunto, mesmo não sendo mais associado).

Antes de entrar no ponto específico, entendo que não existe “almoço grátis”. Acabou a era do romantismo, onde se “trabalha pela causa”. São pouquíssimos que fazem ou fizeram isso (conta-se nos dedos). É ilusão imaginar que um presidente de clube de futebol ou diretor de sindicato possa abrir mão do seu tempo para trabalhar integralmente a uma causa. Se ele não se dedica de maneira integral, não pode ser cobrado e irá deixar vários problemas. Se trabalha integralmente, de onde vem o seu ganha-pão? A não ser que seja milionário e deixe de lado suas rendas para trabalhar de graça, ou equivocadamente defenda que abrirá mão do seu salário (não deve, pois se vai labutar com dedicação, precisa receber pelo esforço), a remuneração é indispensável – para a cobrança dos demais, inclusive.

Ser dirigente profissional é o ideal: remunerado, independente, a fim de permitir a cobrança de seus atos sem desculpas ou subterfúgios. Simples – embora financeiramente sabemos que está difícil.

Dito isso, vamos lá: bati um papo muito educado e cortês com Daniel Destro do Carmo, que fez parte da campanha de Aurélio Sant’Anna Martins, e lhe questionei se não entendia que a vice-presidente, Regildênia de Holanda Moura, estaria indo contra o estatuto do SAFESP ao trabalhar como avaliadora da FPF e instrutora na FIFA. Segundo ele, é um cargo técnico, não diretivo, em contraposição ao meu argumento de que Arthur Alves Jr, o antigo presidente, exercia incompatibilidade de funções ao trabalhar para a Comissão de Árbitros. Também quanto atuar no Campeonato Feminino (que verdadeiramente é amador), não fere, segundo ele, o Estatuto (e não vale argumentar que as moças recebem salário, pois a situação do futebol feminino, em nosso país, é calamitosa e todos nós sabemos).

A lei não obriga um sindicalizado ou dirigente sindical a estar desempregado propositalmente. Isso também é verdade, e não se discute também a legalidade ou a ilegalidade.

Mas… dá para discutir algo mais abstrato (para alguns): a ética, a moral ou a conveniência. E apeguemos quanto a esse ponto:

Mesmo estando de acordo com a lei, com o estatuto, com os princípios jurídicos, eu (que não apoio nem apoiei ninguém), entendi (como muitas pessoas) que existia a promessa de abandonar qualquer relação com a FPF em integralidade, e, enfim, não é isso. A promessa era o afastamento de cargo de chefia e atuação na arbitragem profissional. Inclusive, foi-me enviado para que eu pudesse ver que isso (o afastamento de tudo) nunca existiu nas promessas de campanha.

E aqui eu faço um mea culpa: EU (e alguns outros árbitros e ex-árbitros) equivocamo-nos no entendimento do discurso ouvido. Culpa minha, desatenção de entrelinhas ou até mesmo do entendimento claro. Talvez faltou-me astúcia na interpretação do texto. Ainda bem que eu não repliquei nada quanto a essa ou outra campanha, a fim de não iludir eleitores quanto ao voto por erro meu.

Para mim, uma total isenção das relações da FPF com o SAFESP (não quero dizer que as relações devam ser odiosas ou amorosas, apenas profissionais e de interesse da entidade) pede que não exista o trabalho de dirigente do SAFESP (remunerado ou não) para a FPF. Afinal, corre-se o risco de assedio financeiro e/ou moral, com a possibilidade de, em caso de entendimento contrário de posições, Regildênia (ou Aurélio ou quem for) ter a sua função cortada / menos escalada. E é por isso que insisto: os cargos devem ser remunerados, transparentes, para jornada de trabalho definida e longe da porta da Rua FPF, para não correr esse risco citado de “coceira” com o alinhamento das posições do “empregador” ao invés dos “empregados” (as aspas explicitam o que quero dizer). Afinal, não era esse um dos grandes motes da campanha, a independência?

Utopia?

Talvez. Ok. Pode ser.

Argumentar-se-á que a independência não depende necessariamente de valores. Concordo, isso vai da virtude das pessoas. E ainda assim penso ser necessária (a independência total) e um erro da administração atual (pela enésima vez: é um ponto de vista pessoal, meu, opinativo, não absoluto, respeitando quem entende o contrário).

Respeito toda a explicação minuciosa, os documentos citados, as questões jurídicas legais, mas repito: eu pensava que a ideia passada (a que eu entendi, mas penso ter me equivocado) era de distanciamento das funções. Não é isso que está acontecendo, embora, pareça estar tudo dentro da legalidade (pelo que os membros entendam ser legal). Para mim, um erro de visão!

Já imaginou o que pode acontecer quando um árbitro se sentir prejudicado pela avaliação de um jogo, e essa avaliadora for a Regildênia? Mesmo ela estando certo, ela ouvirá no Sindicato como vice-presidente Regildênia a queixa contra a nota da avaliadora da FPF Regildênia? Aí o árbitro (mesmo que não seja verdade ou real) alegará que a sua nota foi prejudicada por ter apoiado outra chapa no Sindicato…

INSISTO DE NOVO: não estou dizendo que isso acontecerá; mas o risco de existir, não sejamos ingênuos, pode acontecer.

Vale o complemento: como tem gente oportunista que quer tirar uma casquinha disso, não? Nunca cobrando a incompatibilidade da gestão anterior (alegando que nunca se discutiu essa situação) mas cobrando a atual (que entendo igualmente estar errada, embora minha ignorância possa entender que, mesmo com os documentos dizendo o contrário, o comportamento não deveria ser esse).

O pau bateu em Francisco, poupando-se o Chico como se nunca tivesse existido. Não pode.

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– Bom dia, sábado!

Como o sábado amanheceu nublado, vale o amanhecer de um dia de sol muito bonito para embelezar nossa timeline!

O clique abaixo, de 3 anos, na divisa entre os municípios de Jundiaí e Itupeva.

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Que tenhamos uma ótima jornada.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– A inocência que é gratuita, mas vale muito!

Os sorrisos inocentes da Maria Estela e do Miguel contagiam a nós! Na árvore, em meio aos bichos, não existe celular, tablet ou malícia. Só há sincera amizade e carinho.

Que possamos nós, adultos, vivermos em tal pureza de propósitos. A vida é mais simples do que parece ser…

💙💖 #amor #primos #família #vida #inocência #carinho

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