Dewson Freitas não é um árbitro TOP (embora esteja até dezembro no quadro da FIFA). Ao ouvir as críticas sobre o Cartão Vermelho que ele aplicou no Morumbi no último domingo, imaginei que era mais um “em ritmo de lambança”.
Assisti o lance e preciso ser justo: ACERTOU o árbitro!Brenner vai com a sola da chuteira na perna de Daniel Alves, e isso não é jogo perigoso nem ação temerária, mas força excessiva na disputa de bola. Totalmente evitável e, de acordo com a Regra, DEVE ser punido com a expulsão.
Muitas vezes os torcedores acreditam que para levar o Vermelho precisa existir violência extrema. Nada disso! Não precisa tirar o adversário de campo para receber o Vermelho.
Me recordo de um clássico Corinthians x Palmeiras apitado pelo Wilson Luís Seneme em que o Roberto Carlos, lateral esquerdo, foi expulso por um lance semelhante (e houve, na época, a mesma discussão).
Hoje é o dia em que foi inventada a lâmpada elétrica, em 1879, por Thomas Edison.
O que seria de nós sem as lâmpadas, não? Mas não é sobre isso que falaremos, e sim sobre gênios!
Leonardo Da Vinci é famoso por sua genialidade e muitas invenções revolucionárias (além, claro), da Mona Lisa, sua pintura marcante. Mas Thomas Edison não fica atrás! Veja suas inúmeras invenções (extraído da Wikipedia):
THOMAS EDISON
Thomas Alva Edison (Milan, Ohio, 11 de Fevereiro de 1847 — West Orange, Nova Jérsei, 18 de Outubro de 1931) foi um empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.
Na sua vida, Thomas Edison registrou 2.332 patentes. O fonógrafo foi uma de suas principais invenções. Outra foi o cinematógrafo, a primeira câmera cinematográfica bem-sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia. Edison também aperfeiçoou o telefone, inventado por Antonio Meucci, em um aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever. Trabalhou em projetos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de concreto.
Vira e mexe, surgem informações de que alguém relança a ideia de cobrar “direitos de transmissão” das emissoras de rádio para o futebol.
Pensemos: com a audiência do esporte outrora tão popular e hoje mais elitista (vide os preços dos ingressos e da assinatura dos canais que transmitem jogos por PPV) e a diminuição das partidas na TV aberta, desejar cobrar das emissoras de rádio é um tiro no pé!
O rádio é PARCEIRO dos clubes, dos campeonatos e dos organizadores. Principalmente pelo número de horas e programas em que DIVULGA os torneios, PROMOVE a expectativa e chega onde os outros meios mais rentáveis não chega.
Um exemplo: a emoção que o rádio leva na 4a divisão (abaixo, a partida entre Paulista de Jundiaí 2×1 Flamengo de Guarulhos, que valeu o acesso do Galo da Japi para a A3), sem que a TV aberta, paga, por assinatura ou algo que o valha estivesse cobrindo. Quantas emissoras estão presentes nos clubes do interior de São Paulo (e nos rincões mais distantes do Brasil) valorizando o futebol?
Alguma TV pagou? A FPF, por exemplo, ou a CBF, levariam essa emoção ao torcedor por um meio prático, barato, comum e emocionante como esse?
O grito de gol, gratuito, inesquecível, contagiante, é um dos grandes motivos de existirem torcedores espalhados por aí.
E se as emissoras de rádio tivessem que pagar? Quantos profissionais a menos estariam no mercado de trabalho?
Narração de Rafael Mainini, integrante do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora AM 840, capitaneado por Adilson Freddo, formado também por Robinson Berró Machado, Heitor Freddo, Rafael Porcari e Luiz Antonio de Oliveira. Quantas pessoas o rádio, no modelo atual, envolve numa transmissão, ó cartolas que desejam cobrar os direitos?
Me recordo perfeitamente que a primeira vez em que ouvi essa ideia foi nos anos 2000, na gestão de Marco Polo Del Nero na FPF, quando a Rádio Jovem Pan estava trazendo notícias de desmandos (todas confirmadas) da entidade. A emissora promovia sorteios dos árbitros e divulgava as escalas de jogos importantes ANTES dos oficiais acontecerem (e eles se confirmavam, através do jornalista Fernando Sampaio). Parecia, naquela época, uma forma da Federação Paulista ameaçar a emissora retaliando-a com o desejo de cobrar direitos de transmissão. Hoje, a Jovem Pan continua forte e Marco Polo banido do futebol.
Enfim, que se repense o desejo de cobrar do rádio!
Todos nós, unanimemente, precisamos de paz! Da presença da família, dos amigos, de Deus!
A quem foi na Missa ontem, domingo, fica a memória do Evangelho cuja mensagem central é importante para essa segunda-feira:
“Deus nos socorre mediante nossa NECESSIDADE, não na nossa ANSIEDADE!”
E não é verdade?
Ilustrando a mensagem com a nossa Catedral Nossa Senhora do Desterro, em Jundiaí:
Mas já que citamos “paz e família”, estar com as crianças é buscar essa mansidão e ao mesmo tempo um turbilhão de emoções. E com minha filha mais velha, a busca se sorrisos é muito fácil:
Com essa alegria contagiante, comecemos bem a semana!