– Kroton se transformará em Cogna

Uma mudança para administrar melhor: a Kroton se reinventará e se transformará numa nova holding de 4 empresas.

Somente em 2018, o grupo faturou R$ 5,5 bi!

Extraído de: https://exame.abril.com.br/negocios/kroton-passa-a-se-chamar-cogna-e-divide-grupo-em-quatro-marcas/

KROTON PASSA A SE CHAMAR COGNA E DIVIDE GRUPO EM QUATRO EMPRESAS

Líder em educação privada no Brasil, Kroton foi dividida em quatro novas empresas e ampliará oferta de serviços B2B para escolas e universidades

A Kroton, maior grupo de educação privada do Brasil, vai mudar de nome e de formato da operação. A empresa anunciou em evento nesta segunda-feira 7 que vai dividir a empresa em quatro braços e, para administrá-los, criou a holding Cogna Educação — que vem de “cognição”.

Até então, o grupo inteiro era batizado de Kroton e a empresa era dividida em dois braços, o de educação superior e o de educação básica. Agora, as quatro divisões serão cada qual uma nova empresa.

As empresas serão a Kroton, que segue com o mesmo nome e foco em cursos de ensino superior; a Saber, que inclui cursos de línguas e as escolas de ensino básico das quais a Kroton é dona; a Vasta Educação, que vai oferecer serviços de gestão para as escolas e material didático, incluindo eventual participação em licitações públicas; e a Platos, criada para oferecer serviços de gestão para o ensino superior. O grupo terá ainda um braço de investimento em startups, a Cogna Venture.

O atual presidente da Kroton, Rodrigo Galindo, será o presidente da holding Cogna. Roberto Valério, que era presidente de ensino superior, passará a ser o presidente da marca Kroton.

A mudança, que começa a valer de fato a partir do dia 1º de janeiro de 2020, faz a Kroton ampliar seu espectro de serviços para empresas, o chamado B2B (business to business, ou negócio para negócio). A empresa, que ficou famosa com faculdades privadas como a Anhanguera e se beneficiou de políticas públicas de acesso ao ensino superior, como o financiamento estudantil governamental do programa Fies, até então tinha serviços majoritariamente voltados aos estudantes.

Com a mudança, a Kroton, agora Cogna Educação, ganhará também uma nova sede, na avenida Paulista. Seu código na bolsa também passará a ser COGN3, em vez do anterior, KROT3, a partir do dia 11 de outubro.

A Kroton faturou 5,5 bilhões de reais em 2018 e teve lucro de 1,9 bilhão de reais no ano. No segundo trimestre deste ano, último com números divulgados, a queda de mais de 40% em seu lucro decepcionou os investidores e fez as ações caírem na casa dos 7% após os resultados.

Para além das novas marcas, a empresa vive um momento de reestruturação, com diminuição dos recursos do Fies, queda nos lucros oriundos do ensino superior e redução de mais de 4% no número de alunos.

Segundo informou o presidente Rodrigo Galindo, a mudança na operação vinha sendo desenhada desde 2017. Boa parte dos serviços oferecidos pelas novas empresas já eram ofertados pela Kroton enquanto grupo unificado — como o Kroton Learning System, modelo acadêmico para faculdades. Mas a divisão em empresas pode tornar as marcas mais atrativas a investimentos e intensifica o movimento de diversificação do portfólio.

Sala de aula da Kroton: código da empresa na bolsa mudará para COGN3 (Germano Lüders/EXAME)

– Qual a Graça em Pichar?

Foram presos os pichadores que vandalizaram o Monumento das Caravelas, o Solar do Barão e a Catedral Nossa Senhora do Desterro (além de outros imóveis particulares) no Centro de Jundiaí.

Fica a pergunta: por quê sujar a propriedade dos outros, estragar o bem público e poluir visualmente a cidade?

Qual é a graça? A troco de quê? Rabiscos sem sentidos e puramente de vândalos desocupados.

As autoridades deveriam obrigar que lixassem e pintassem as paredes para compensar o trabalho (bancando os custos, claro), a fim de reparar os prejuízos causados aos outros.

Imagem reproduzida no Jornal Tribuna de Jundiaí

– Gilmar Mendes no Roda Viva

Assistiram o Ministro do Supremo Tribunal Federal, o polêmico Gilmar Mendes, no Roda Viva da TV Cultura?

Uma frase marcante dele foi:

“Eu amo a Liberdade de Imprensa”.

Ué, e a censura contra a Revista Crusoé? Por que ele não se manifestou?

E os processos que ele promove contra quem o critica?

No discurso, tudo fica muito fácil para se dizer…

O link para o programa de ontem em: https://www.youtube.com/watch?v=-X-rECWSNJw

– Famalicão: o “Fama Show” do Futebol Português!

Em 14 meses, o modesto Famalicão (do interior de Portugal), com 10 mil sócios em seu quadro e um estádio de pouco mais de 5000 pessoas, se tornou a equipe de futebol sensação em Portugal, estando à frente de Porto e Benfica.

Como isso aconteceu? A partir do momento em que o clube se transformou em S.A. e foi comprado por um magnata israelense.

Aqui no Brasil, se fala muito na lei que permite a profissionalização da gestão dos clubes transformando-as em empresas. Entretanto, a proposta atual que está em discussão traz benesses e anistias que assustam. Inclua-se, até mesmo, a possível chegada de grupos estrangeiros ao país – alguns sérios, outros especuladores e até mesmo gente que venha lavar dinheiro.

Abaixo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2019/10/time-com-10-brasileiros-e-dono-bilionario-supera-grandes-em-portugal.shtml

TIME COM 10 BRASILEIROS E DONO BILIONÁRIO SUPERA GRANDES EM PORTUGAL

Famalicão lidera a primeira divisão no início da temporada

Por Marcus Alves

Passavam das quatro horas da manhã, em uma madrugada do fim de setembro, quando o ônibus do Famalicão chegou à sede do clube após cruzar os 350 km que ligam Lisboa a Vila Nova de Famalicão. Na bagagem, a vitória de 2 a 1 sobre o Sporting, fora de casa, e a manutenção da liderança na Liga Portuguesa. Um dos melhores em campo, Gustavo Assunção, filho do ex-volante Paulo Assunção, ainda tinha de pegar a estrada até a sua casa em Vila Nova de Gaia, na região metropolitana do Porto.

O percurso de meia hora, sem a companhia da delegação que conta com outros nove brasileiros, permitiu ao jovem jogador de 19 anos refletir sobre a fase que o time atravessa.

“Estamos vivendo um sonho. Ninguém esperava que estivéssemos tão bem nesta altura do campeonato”, conta Gustavo, que tem passagem pelas seleções de base e foi levado do Atlético de Madri após fim de seu contrato.

Nunca uma equipe recém-promovida da segunda divisão largou tão bem na elite portuguesa. Agora com 19 pontos em sete rodadas, um a mais do que Benfica e Porto, o Famalicão escreve o seu próprio conto de fadas após 25 anos afastado da primeira divisão e, a cada entrevista de seus representantes, suscita comparações com o Leicester, nanico inglês que ganhou a Premier League em 2016. Elas são prontamente refutadas.

Ao longo da história, excetuando o trio Benfica, Porto e Sporting, somente outros dois times venceram a Liga Portuguesa em 85 edições disputadas: Belenenses e Boavista. A atual campanha dos famalicenses impressiona. Ela causa ainda mais perplexidade ao se verificar que quatro de seus sete jogos até aqui foram fora de casa. E faz com que o seu sucesso cruze também o oceano.

No confronto com o Sporting, enquanto o Famalicão surpreendia em Lisboa, o experiente Abel Braga, de sua casa no Rio de Janeiro, não se continha.

O técnico de 67 anos tinha sido o último a conduzir o clube ao primeiro escalão, na temporada 1989/1990. A partir de então, o brasileiro virou ídolo e é reverenciado pelos torcedores de lá.

“Foi uma grande exibição no segundo tempo [contra o Sporting] que me fez lembrar quando estava em Portugal. Fomos jogar contra o Benfica certa vez e havia a revista do jogo em que eles diziam que iriam enfrentar a equipe que praticava o melhor futebol do país. E agora é sensacional ver que esse time está fazendo o mesmo”, afirma.

Até o ano passado, Abel mantinha uma casa em Vila Nova de Famalicão, que só ganhou status de cidade em 1985 e segundo o último censo nacional (2011), possui uma população de 133,8 mil pessoas. Com uma localização estratégica no norte português, situada entre Porto, Braga e Guimarães, tem forte atuação no mercado têxtil e papel importante no comércio do país.

​“Eu gosto muito das pessoas de Famalicão pela forma como me receberam. Esse tempo todo que fiquei com a casa, você veja bem, eu ia somente uma vez por ano e ela nunca foi assaltada, teve absolutamente nada. Um negócio muito espetacular. A cidade hoje é praticamente universitária e evoluiu muito desde que passei”, afirma.

Não foi apenas o seu lugar ao norte de Portugal que mudou. O representante local nos gramados passou por um processo ainda mais radical.

Isso se deu pouco mais de um ano atrás, com a transformação do Famalicão em SAD (sociedade anônima desportiva) e a compra de 51% de suas ações pela empresa Quantum Pacific Group, que pertence ao bilionário israelense Idan Ofer. Mais recentemente, o empresário, que detém também 32% do Atlético de Madri, subiu a sua participação para 85%.

O “Fama Show”, como tem sido chamado, é hoje dono do oitavo maior orçamento da Liga Portuguesa, com 7,5 milhões de euros (R$ 33,2 milhões). Benfica e Porto, por outro lado, ainda se mantêm muito distantes, com algo ao redor de 80 milhões de euros (R$ 354,4 milhões) cada um.

“A nossa gestão tem 14 meses. Para ser ter uma ideia, eram apenas 15 funcionários quando chegamos em 2018. Hoje, são 60 pessoas. Esse crescimento permitiu inaugurarmos a nossa loja oficial e agora queremos aumentar o estádio. A projeção inicial era para 7 mil, mas mudamos para 10 mil pessoas”, detalha o presidente Miguel Ribeiro.

Famalicense, Ribeiro foi o cérebro do Rio Ave por sete anos e acabou seduzido de volta para casa pelo superagente português Jorge Mendes, que cuida das carreiras de Cristiano Ronaldo e outros craques. Os dois possuem relação estreita.

Mendes foi o encarregado de intermediar o acordo entre Ofer e Famalicão e tem grande influência interna através de sua agência Gestifute. O seu nome abriu portas para a chegada de atletas de equipes como Atlético de Madri, Valencia e Wolverhampton, que, em circunstâncias normais, teriam tido possivelmente destinos mais badalados.

“Somos um clube muito bem resolvido, vivemos em harmonia com o mercado e outras empresas. Reclamam de uma relação privilegiada com a Gestifute, mas, para a gente, não poderia ser mais positiva. Temos dificuldade em compreender como podem dar uma conotação negativa, criar história em torno disso”, explica Ribeiro.

Com o seu número de sócios batendo 10 mil, o Famalicão voltará a campo no próximo dia 27, tentando mostrar força em mais um duelo difícil, uma visita ao Porto.

“É uma equipe que está conseguindo levar para campo não só o seu entusiasmo, mas também um futebol agradável demais de ver. Já começo a confiar, embora não queira me precipitar, que a gente pode começar a sonhar pelo menos com uma Liga Europa”, conclui Abel Braga, que pretende visitar o seu antigo time até o fim do ano.

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– Dan Brown afirma que a humanidade não precisará mais de Deus. Você concorda?

Foi há dois anos, mas é extremamente atual. Compartilho:

Viram a provocação do Autor de O Código da Vinci”, Dan Brown? Para promover seu novo livro (Origem) vale afirmar tudo, até que a inteligência artificial substituirá a religião.

Interessante: ateu mas ganha dinheiro com a curiosidade alheia a respeito de temas polêmicos da fé?

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/consciencia-coletiva-substituira-deus-diz-autor-de-codigo-da-vinci.ghtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1

CONSCIÊNCIA COLETIVA SUBSTITUIRÁ DEUS, DIZ AUTOR DE ‘CÓDIGO DA VINCI’

Escritor fez a afirmação provocadora na Feira do Livro de Frankfurt, onde divulga seu novo romance ‘Origem’.

A humanidade não precisa mais de Deus, mas pode desenvolver uma nova forma de consciência coletiva, com a ajuda da inteligência artificial, que cumpra a função da religião, disse o escritor norte-americano Dan Brown nesta quinta-feira (12).

Brown fez a afirmação provocadora na Feira do Livro de Frankfurt, onde está divulgando seu novo romance, “Origem”, o quinto do personagem Robert Langdon, professor de simbologia de Harvard que também protagonizou “O Código Da Vinci”, livro que questionou a história da cristandade.

“Origem” foi inspirado pela pergunta “Será que Deus sobreviverá à ciência?”, disse Brown, acrescentando que isso jamais aconteceu na história da humanidade.

“Será que somos ingênuos hoje por acreditar que o Deus do presente sobreviverá e estará aqui em cem anos?”, indagou Brown, de 53 anos, em uma coletiva de imprensa lotada.

Transcorrido na Espanha, “Origem” começa com a chegada de Langdon ao Museu Guggenheim de Bilbao para acompanhar o anúncio de um bilionário futurista recluso que promete “mudar a face da ciência para sempre”.

Os acontecimentos logo tomam um rumo inesperado, dando ensejo a um enredo que permite ao autor visitar os sítios históricos do país -– inclusive Barcelona, capital da Catalunha, região do nordeste espanhol atualmente em crise devido a uma iniciativa separatista.

Brown, que estudou história da arte em Sevilha, expressou sua preocupação e sua simpatia pelos dois lados do impasse político.

“Amo a Catalunha. Amo a Espanha. Espero que eles resolvam isso. É uma situação de partir o coração, mas também é um sinal dos tempos”, disse Brown, acrescentando que a crise também reflete a tensão entre o antigo e o moderno na sociedade.

O escritor, que vendeu 200 milhões de livros em 56 línguas, admitiu que não lê um romance há cinco anos, mas que investigou profundamente e passou muito tempo conversando com futuristas para criar a trama de “Origem”.

Ele reconheceu que suas opiniões não serão bem acolhidas pelos clérigos, mas pediu uma harmonia maior entre as grandes religiões e aqueles que não professam nenhuma fé.

“O cristianismo, o judaísmo e o islamismo compartilham um evangelho, liberalmente, e é importante que todos nós o percebamos”, afirmou. “Nossas religiões são muito mais parecidas do que diferentes”.

Voltando-se para o futuro, Brown opinou que a mudança tecnológica e o desenvolvimento da inteligência artificial transformarão o conceito do divino.

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– Bela 3a feira!

Agora 06h20, e ao contrário da previsão do tempo (de que teríamos chuva), um céu muito bonito surge no infinito.

Há de ser uma boa 3a feira! Olhe só como amanheceu:

Aliás, também ontem a mesma previsão errou. Enquanto se dizia que a chuva chegaria às 17h, veja só o sol que estava ao entardecer:

Viva a beleza da natureza!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby