– Como seriam os filhotes de Tiranossauro Rex?

Muito legal!

Os avanços da tecnologia nos estudos paleontológicos nos permitem descobrir coisas fantásticas, como essa que compartilho abaixo: o que de curioso teriam os bebês dinossauros?

Extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/25/bolinhas-peludas-e-adoraveis-vejam-como-eram-filhotes-de-tiranossauro-rex/

BOLINHAS PELUDAS E ADORÁVEIS: VEJAM COMO ERAM FILHOTES DE TIRANOSSAURO REX

VIVIMETALIUN

O Tiranossauro Rex adulto pode ser imponente, mas seus filhotes são mais parecidos com adoráveis bolinhas de pelo que dá vontade de morder.

Graças a novas descobertas que estão transformando a compreensão dos cientistas deste carnívoro colossal e seus primos, os quais provavelmente também tinham penas, sabemos agora que os tiranossauros jovens eram felpudos.

A reconstrução acima faz parte de uma exposição que traz os modelos mais precisos do dinossauro até hoje.Dinossauro gigante com penas é descoberto na China

Bebê tiranossauro

A exibição “T. rex: The Ultimate Predator” foi inaugurada hoje (11 de março) no Museu Americano de História Natural em Nova York.

De acordo com o paleontólogo Mark Norell, curador da exposição, mais ou menos do tamanho de um peru muito magro, com “braços” mais longos em proporção aos seus corpos do que os adultos, cada bebê T. rex era coberto por uma camada de penas felpudas.

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– Quem disse que para ser comentarista precisa ter sido excelente jogador ou árbitro?

Grandes craques ou insossos perebas determinam o sucesso ou fracasso no pós-carreira em decorrência do que já fizeram?

Digo isso pois vejo haters dizendo aos comentaristas:

  • “Jogou onde” para criticar esse atleta?
  • O cara nunca chutou uma bola, é jornalista, e quer criticar treinador? 
  • Apitava mal pra caramba e agora se mete a falar dos outros?

Fácil responder isso, é só perceber quem é melhor comentarista na TV: Caio Ribeiro ou Pelé? E quem foi melhor jogador?

Ou, se preferir, questione-se: Luxemburgo, Felipão, Telê Santana, Oswaldo Brandão… quais seus títulos como atletas e depois que encerraram a carreira quais são as conquistas como treinadores?

Sobre isso, acho interessante compartilhar esse texto, de 28/03/2014, publicado nesse mesmo blog, mas que permanece atual:

DE JOGADORES / ÁRBITROS A TREINADORES / INSTRUTORES

Mudar o ciclo de uma atividade é difícil. Nem todos conseguem se desapegar da rotina passada e tentam se adaptar às novas realidades da melhor maneira possível.

No futebol, essas mudanças de funções são, em alguns casos, traumáticas e frustrantes. Em outros, de maior glória do que na vida profissional inteira até então!

Veja o caso de ex-jogadores e ex-árbitros. Onde se inserirão no pós-carreira?

Seedorf anunciou há dias a aposentadoria como jogador e virou treinador no Milan. Ótima chance para um iniciante, que, sejamos justos, já esperava a oportunidade e se capacitava paralelamente a isso. Porém, dificilmente vemos ex-atletas começando por cima, e ele é mais uma das exceções, como Falcão e Dunga, que sem nunca terem trabalhado em clubes menores, foram para a Seleção Brasileira.

Grande é o número de atletas que não conseguem nem chegar às categorias de base como treinadores, tendo dificuldade de vingar no profissional. E isso independe da sua categoria como jogador. Será que Muller, Bebeto, Romário, Raí e até mesmo Pelé seriam grandes “professores” na área técnica a beira do gramado? Qualquer resposta seria mero “chute”. Beckenbauer e Cruyff foram magníficos dentro e fora de campo. Mas outros do mesmo nível não. Luxemburgo era reserva de Júnior, mas o primeiro foi muito mais vitorioso como treinador.

Portanto, ter sido craque ou cabeça de bagre com a bola no pé parece não ser tão decisivo para ser “o homem da prancheta”. Muitos conseguirão ensinar apenas os conceitos, outros farão o time jogar de fato. É por isso que existem os comentaristas esportivos, que podem ver o futebol à sua forma, conseguem passar tudo claramente aos torcedores mas que necessariamente não seriam grandes treinadores. E grandes treinadores que teriam uma dificuldade enorme em se fazer entender ao ouvinte.

Me recordo de 4 bons nomes que sugiram graças a uma filosofia (arriscada, mas que foi correta) de lançar treinadores por um clube: o Paulista de Jundiaí, que deu grande oportunidade ao Giba (que nasceu como treinador no Lousano Valinhos, parceiro do Galo Tricolor na época); depois vimos Zetti se sagrando vice-campeão estadual (perdendo do São Caetano de Muricy Ramalho); aí veio Vagner Mancini (que já dirigiu grandes equipes) e Wagner Lopes (sempre na ativa na série A1, atualmente no Botafogo-SP).

Por assumirem a responsabilidade em um clube que não era um dos grandes (de massa, como Corinthians e Flamengo), conseguiram trabalhar com pressão menor. Mas já imaginaram Marcos como treinador do Palmeiras ou Rogério Ceni do São Paulo? Aceitariam o risco de arranhar a imagem construída até hoje? Seriam treinadores de um clube só, como foram enquanto jogadores? E as vaias, para onde iriam? E, claro: a competência estará no mesmo nível?

Para mim, Seedorf é uma grande incógnita como treinador. Mas desejo sucesso, pois com o carisma e competência que tem, pode triunfar.

Entretanto, “ser sem carisma” é a rotina dos árbitros de futebol. No pós-carreira, farão o quê? Serão observadores de jogos das suas federações recebendo ajuda de custo a R$ 50,00, só pelo prazer de lá estarem? Ou conseguirão entrar no seleto clube de membros de comissões de arbitragem e instrutores? Poucas são as vagas como comentarista de arbitragem na mídia, e praticamente nulas as pretensões como “professores de regras” aos jogadores, contratados pelos clubes para melhor capacitar seus atletas.

Aqui, a comparação com os jogadores é idêntica: Dulcídio Wanderley Boschilla e Oscar Roberto Godoi foram excepcionais árbitros, mas seriam bons instrutores, com boa didática e jogo de cintura no trabalho junto aos cartolas das federações? Creio que não. Godói, entretanto, é ótimo no jornalismo esportivo, sendo claro, incisivo e objetivo. Encontrou-se! Enquanto isso, ex-árbitros como Roberto Perassi e Sílvia Regina (o primeiro comum em campo e a segunda competentíssima na categoria “feminino” – talvez a melhor árbitra da história do Brasil, mas razoável tecnicamente em jogos masculinos) são excelentes como instrutores. Sérgio Correa da Silva e Arthur Alves Júnior, também não-excepcionais como árbitros, enveredaram um caminho de sucesso como dirigentes sindicais (ao menos, figuram em vários cargos). Gaciba, Simon e Arnaldo são irrepreensíveis na TV, conseguindo essa transferência de competência agregando a didática.

Portanto, a relação de competência em uma função não necessariamente significa sucesso em outra. Um jogador mediano / árbitro comum pode ou não ser grande treinador / instrutor. E um jogador craque / árbitro excepcional pode ou não ter sucesso, mas com uma diferença: o comparativo com o que fazia antes de mudar a carreira será algo cruel. Será cobrado por tal! Sem contar com aqueles que não vieram necessariamente de dentro das 4 linhas: Carlos Alberto Parreira jogou onde? E é um dos treinadores mais respeitados do mundo. Mais: o Professor Gustavo Caetano Rogério, diretor da Escola de Árbitros da FPF por muitos anos, apitou onde? E foi talvez o maior nome da entidade.

Há os esforçados, como o Cel Marcos Marinho, atual presidente da CEAF-FPF, que assumiu o cargo sendo Major encarregado da luta contra as torcidas organizadas, e que apesar de muito estudar as regras, ainda leva a desconfiança do domínio das mesmas. Teria ele experiência para ensinar posicionamento ou dinâmica de arbitragem aos árbitros?

E pensar que, Armando Marques, velho de guerra, que um dia errou a contagem de pênaltis na decisão entre Santos x Portuguesa numa decisão de título paulista, por anos a fio presidiu a Comissão de Árbitros da CBF e conduziu a arbitragem brasileira ao desrespeito de muitos…

Por fim: o treinador de futebol ou o instrutor de arbitragem deve, independente do seu histórico como ex-jogador ou ex-árbitro, ter uma tríade de virtudes:

  1. – o conhecimento técnico (ter estudado),
  2. – a prática (ter vivenciado as dificuldades) e
  3. – a vocação (o dom entusiasta para exercer a atividade).

Claro, com uma boa oportunidade de sorte para mostrar o seu talento.

E você, o que pensa sobre isso? Grandes craques ou insossos perebas determinam o sucesso no pós-carreira (ou não) em decorrência do que já fizeram?

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arbitro gordo

– O depoimento de Marcos Valério é crível? Eu não acredito, mas não duvido!

O agente do mensalão Marcos Valério, que anos atrás era o principal nome da corrupção no Brasil – onde acreditava-se que estávamos diante da maior ação contra os cofres públicos do Brasil (e que ficou marcada pela insistência da fala do presidente Lula de que “nada sabia”) superada impressionantemente pelo Petrolão, resolveu falar à Veja. E nela disse, o que há tempos se especulava: a morte do prefeito Celso Daniel teria sido queima de arquivo do PT, onde o ex-presidente Luís Inácio estava comprometido como um dos mandantes.

Claro, ao dizer só agora isso, Marcos Valério deve ter se certificado de várias consequências. Afinal, ele não tem muita coisa a perder nesse momento.

A questão é: pode-se acreditar no delator? Ou deve-se desacreditar em tudo?

Estamos falando de bandidos, corruptos, briga de quadrilha. Lula e seus pares são tão corruptos quanto Valério e sua gangue. Eu não duvido de nada, pois, como já citado, são gângsters.

Resultado de imagem para Marcos Valério Lula

– Um sábado sem stress! Em fotos mobgráficas pessoais:

Olá pessoal! Para não perder o costume, acordei bem cedo para tirar as químicas do corpo, suando bastante num cooper muito bom! Motivando a manhã, no meu clique 1:

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Durante a corrida, refletindo neste pensamento franciscano maravilhoso, da imagem abaixo. Clique 2 para meditar: 

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Ainda com o propósito de deixar a mente, o corpo e a alma em harmonia, constatando como a inspirada criação pode mostrar a beleza do espaço. Clique 3 da Catedral de Petrópolis (é que apareceu na minha linha do tempo), mostrando a paz do cenário onde se pode rezar:

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Depois de correr, dois momentos bacanas: alongando com as flores de pétalas bicolores (repare neste 4o clique que a de cima formou um coração):

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E no segundo momento, ainda alongando, a singeleza das beijoqueiras brancas no clique 5:

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E no clique 6, a seguir, o amanhecer com a silhueta da natureza e a rodovia Vice-Prefeito Hermenegildo Tonoli (que liga Itupeva à Jundiaí) ao fundo. Claro, a estrada é só um detalhe para a beleza deste céu colorido:

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Por fim, no 7o e derradeiro clique, o astro-rei! Que tamanho está o sol nesta manhã de sábado!

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Ótima jornada a todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby