– Um céu muito azul no #tbt!

Aqui o clique do Jardim Botânico Eloy Chaves em cores vibrantes, aqui na cidade de Jundiaí, na semana passada.

É para valer a pena esse #tbt da 5a feira, não? Abaixo:

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Paulista FC x AA Flamengo (Semifinal)

Lucas Canetto Belotte, jovem árbitro da FPF e que já apitou um clássico “pesado” neste ano (Corinthians x São Paulo pelo Paulistão da Série A1), está escalado para o importante jogo do Galo contra o Flamengo de Guarulhos.

Gostei dessa escala. Lucas trabalhou na semifinal da Copa São Paulo do ano de 2017 no Jayme Cintra (Paulista 5×1 Batatais) e foi muito bem! Desde então tem evoluído, vez ou outra oscilando devido a sua juventude – mas sempre fazendo bons trabalhos.

O árbitro costuma se posicionar muito bem em campo, é bom disciplinarmente e sabe mostrar autoridade. Dos jovens árbitros lançados no último Campeonato Paulista da 1a divisão, é quem mais me agradou.

Seus jogos que analisei em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/02/15/a-escala-de-um-arbitro-novato-para-corinthians-x-sao-paulo-boa-ou-ruim-opcao/

Desejo uma grande arbitragem e ótimo jogo!

Acompanhe a transmissão de Paulista vs Flamengo pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Repórter da Galera: Guilherme Barros e Editoria do Jornal de Jundiaí com Thiago Batista de Olim. Sábado, às 16h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 15h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– Sobre Felicidade e Fatores que a Fomentam!

Leio na Revista Saúde (reportagem de Théo Ruorecht intitulada: “Mas o que é Mesmo Felicidade?”), uma pesquisa de 1938 refeita recentemente. Na Inglaterra, em Bolton, a Universidade local pediu para que os moradores fizessem uma lista sobre os fatores mais importantes para a felicidade. Naquela oportunidade, foram:

1- Estabilidade Financeira

2- Conhecimento

3- Religião

4- Bom Humor

5- Igualdade Social

6- Beleza

7- Resolução de Problemas

8- Entretenimento

9- Boa Liderança

10- Participação Política

E não é que há 2 anos, pela mesma universidade na mesma cidade, houve significativa importância na mudança dos pilares que sustentam o conceito de “ser feliz”?

Foram classificados:

1- Bom Humor

2- Estabilidade Financeira

3- Entretenimento

4- Conhecimento

5- Igualdade Social

6- Beleza

7- Resolução de Problemas

8- Boa Liderança

9- Participação Política

10 – Religião

E no seu universo particular? Em qual ordem os 10 parâmetros são importantes para a SUA felicidade? Em ordem alfabética:

  • Beleza
  • Boa Liderança
  • Bom Humor
  • Conhecimento
  • Estabilidade Financeira
  • Entretenimento
  • Igualdade Social
  • Participação Política
  • Religião
  • Resolução de Problemas

Se quiser, vote no mais importante à você na enquete abaixo:

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– O erro grosseiro em Goiás 2×2 Corinthians e a necessidade de mudar o VAR brasileiro!

Wagner do Nascimento Magalhães, o árbitro carioca do quadro da FIFA que apitou Goiás 2×2 Corinthians, não interpretou como pênalti o lance tão polêmico no Serra Dourada nesta 4a feira. Mas Carlos Eduardo Nunes Braga (árbitro de vídeo da partida) o convidou para verificar o lance e a decisão foi modificada. E, com isso, errou!

Fico constrangido ao ver momentos como esse: o árbitro de vídeo está modificando situações corretas e transformando-as em grandes equívocos. Pior: está influenciando decisões interpretativas!

Em 2019, alterou-se a questão de uma bola que bata na mão em situação de gol estando de posse do ataque e que resulte no tento. Ou seja: propositalmente ou não, uma bola que toque na mão / braço do time que ataca e se transforme em gol, tornou-se um lance irregular. Nos demais lances de bola na mão, nada mudou, continuando a valer as situações de intencionalidade e movimento antinatural (imprudência não existe nesse caso).

Se você tem dúvida sobre quando marcar infração de mão na bola, explico detalhadamente em: https://wp.me/p55Mu0-2j9

Fico imaginando: se tivéssemos esse mesmo comportamento do VAR em uma hipotética fase mata-mata no Brasileirão, deturparíamos ainda mais o campeonato. E aqui reside a preocupação: de quem é a culpa do péssimo “VAR à Brasileira”? Dos cartolas do apito? Dos árbitros? Da CBF? De todos eles?

Com pesar, ficará a sugestão: que tal trazer árbitros ingleses para algumas rodadas?

Resultado de imagem para GOIAS x Corinthians

– Onde estão os ótimos estudantes?

Compartilho bacana matéria sobre a carência de estudantes quem segundo o autor, estariam em extinção!

Extraído de: http://www.cartacapital.com.br/revista/794/procuram-se-estudantes-7060.html

PROCURAM-SE ESTUDANTES

Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção

por Thomaz Wood Jr.

Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.

Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.

Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos, a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.

Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.

As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.

Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.

Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo. São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.

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– Sorriso de pai e filha!

Filhos(as): quem tem, sabe como a paternidade / maternidade é um dom de Deus e um presente aos pais…

Qualquer coisa vira brincadeira e os sorrisos desabrocham! Só posso agradecer pelas minhas pequenas…

Uma “palhaçadinha” entre nós, em: https://www.youtube.com/watch?v=Y9bPU01SoiY

– Bom dia, 5a feira! Em cinco cliques:

1 – Bom dia, amigos. Sem enrolar: s’imbora correr? Motivando:

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2 – Durante o treino, pensando em Deus e pedindo a intercessão da Virgem Maria. Meditando:

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3 – Pós-treino, alongando entre as flores! Essa aqui gotejada de outro dia. Contemplando:

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4 – E como não achar maravilhoso este nascer do sol? Inspirando:

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5 – Como 5a é dia de #tbt, vale esse retrato das aves no lago, de ontem. Relaxando:

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Ótima jornada para todos!

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