– Avalie suas Decisões!


Como ignorar tal verdade existencial?

“Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das suas consequências”

Pablo Neruda

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×1 Flamengo: o jogo em que o Galo disse adeus ao inferno da 4a divisão!

Antes de qualquer coisa: Parabéns Paulista FC pela conquista do acesso à A3! Parabéns Kah Sports e Fut-Talentos pelo trabalho feito!

Vamos falar da arbitragem: tivemos nessa tarde uma excelente atuação de Lucas Canetto Belotte. Creio eu, da nova safra, o melhor juiz em formação do quadro da FPF.

O fruto desse bom trabalho ocorreu pois o árbitro apitou de maneira séria, não menosprezou o jogo (lembrando que aqui houve um árbitro de A1 que apitou de “freio de mão puxado” num domingo cedo…) e conseguiu transmitir segurança aos atletas.

Lucas demonstrou muito bom posicionamento dentro de campo, em momento algum se acomodou e procurou ter autoridade na medida certa. Tecnicamente, não errou em nada. Disciplinarmente, os cartões foram bem aplicados, incluindo a expulsão de Pedro Demarchi (PFC) – exceto a não aplicação de uma advertência a Piauí (PFC), numa entrada temerária.

Nos lances mais difíceis, estava em cima do lance, por exemplo, aos 6 minutos, quando Yan (PFC) perdeu a bola, caiu na área e pediu pênalti. Mandou ele levantar, de maneira atenta e firme. Também aos 10m, quando Bruno (AAF) está no ataque e a bola bate em sua mão, corretamente se atentou à Regra e não marcou infração pois não foi em lance de possibilidade de gol. A regra mudou, mas não quer dizer que “bateu, parou”.

Muito boa a participação do bandeira 1 Daniel Luís Marques, bastante acionado no 1º tempo (especialmente nos impedimentos que foram numerosos) e que se mostrou ativo e ajudou bastante o árbitro, inclusive discernindo situações de faltas existentes ou não.

Marco Antonio de Andrade Motta Jr, o bandeira 2, ajudou bastante o árbitro, inclusive nas marcações de faltas. Bem atento.

Eleandro Pedro da Silva, o 4o árbitro, esteve ajudando bastante o trio e merece o reconhecimento.

Faltas – 15×17
Cartões Amarelos – 2×4
Cartões Vermelhos – 1×0
Público – R$ 71.480,00
Renda – 4.623

Na foto 1, o time que garantiu o acesso.

Na foto 2, torcedores cadeirantes e crianças (os torcedores do futuro) no campo de jogo.

No link, a excelente narração do gol do Paulista na voz de Rafael Mainini, em: https://youtu.be/utaB2molOMY

E o apito final, em: https://youtu.be/y4TrWvc_kGE

– Misturando Drogas: Ecstasy, Cocaína e Remédios. A Imprudência e a Idiotice de Jovens desloucados!

Abomino qualquer defesa sobre o uso de drogas. Nem comentarei nada neste post. Convido apenas aos amigos a lerem tais absurdos:

Extraído de: http://veja.abril.com.br/211009/musica-sexo-loucura-p-134.shtml

MÚSICA, SEXO E LOUCURAS

Para potencializarem o efeito de drogas como o ecstasy e a cocaína, jovens as misturam a anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de aids

por Kalleo Coura

Fazem parte da natureza dos jovens a imprudência e o desejo de experimentar novas sensações. Resultado frequente da combinação desses fatores, o uso de drogas, sobretudo nas baladas ou “nights”, tornou-se prática tão comum que a maioria das casas noturnas faz vista grossa para elas. Só que agora a imprudência e a vontade de experimentar sensações desconhecidas vêm conduzindo os frequentadores de clubes e raves a um comportamento de duplo risco: além de usarem nas pistas substâncias ilegais de todo tipo, muitos passaram a misturá-las com um coquetel de drogas farmacêuticas de acesso fácil e efeitos, algumas vezes, devastadores. Anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de aids ingressam facilmente nos clubes para ser consumidos com cocaína e comprimidos de ecstasy. “Muitos usuários acreditam que, por se tratar de substâncias legais e manipuladas em laboratórios farmacêuticos, elas são mais seguras”, diz o americano Thomas McLellan, diretor adjunto do Escritório Nacional de Políticas de Controle de Drogas do governo americano. Nada mais falso – em especial, quando combinadas a outras.

Nos Estados Unidos, o uso “recreativo” de analgésicos – ingeridos sozinhos ou misturados a outras drogas – já é a causa de 40% das 22 400 mortes anuais provocadas por overdose. “Alguns desses analgésicos têm toxicidade superior à da heroína vendida nas ruas”, diz McLellan. No Brasil, vem se popularizando nos clubes noturnos o coquetel conhecido por “bomba”. Vendido a 200 reais, ele inclui uma cápsula de ecstasy, uma pílula para impotência e dois comprimidos de antirretrovirais. A lógica distorcida por trás do uso da combinação é que o remédio contra a impotência evita o efeito vasoconstritor do ecstasy e possibilita a ereção, enquanto o antirretroviral “protege” contra o vírus HIV em uma eventual relação sexual sem camisinha. “O uso conjunto dessas drogas é um desvario”, diz o infectologista Juvencio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. No Brasil, médicos de fato prescrevem antirretrovirais para quem não tem o vírus HIV e foi, ou pensa ter sido, exposto a ele – caso de mulheres que sofreram abuso sexual ou de profissionais de saúde que foram vítimas de acidentes durante uma cirurgia, por exemplo. Para evitarem o contágio, eles usam um coquetel de três antirretrovirais – mas ao longo de um mês, e não por uma noite. “Não há nenhuma comprovação de que uma única dose de antirretroviral antes de uma noite de sexo sem proteção produza efeito”, diz o infectologista Artur Timerman.

Se como salvo-conduto para o sexo sem camisinha o coquetel é uma fraude, como estimulador do sexo ele atende às expectativas dos usuários – ainda que à custa de efeitos colaterais diversos. O fato de antirretrovirais como o Norvir inibirem o metabolismo de algumas das substâncias presentes no Viagra e no ecstasy faz com que os efeitos das duas substâncias perdurem no organismo – no caso do Viagra, a ponto de possibilitar ereções por até 48 horas. O infectologista Juvencio Furtado afirma que, entre os jovens que frequentam o seu consultório mensalmente, de dois a três relatam ter feito uso da “bomba”.

Comprar drogas nunca foi tão fácil. Sintéticas ou ditas “naturais”, elas estão disponíveis na internet à velocidade de um clique. Numa busca rápida, a reportagem de VEJA localizou dez traficantes que ofereciam ecstasy e LSD em comunidades ligadas a raves. De acordo com o delegado do Departamento de Investigações sobre Narcóticos da Polícia Civil de São Paulo, Reinaldo Corrêa, quase 80% dos traficantes de drogas sintéticas presos pela polícia do estado nos últimos meses têm curso superior ou estão fazendo faculdade. Isso quer dizer que, ao contrário do que ocorria até há pouco tempo, não é preciso subir morros ou aventurar-se em favelas para comprar drogas – o traficante está logo ali, ao alcance do usuário: é seu colega de classe ou de balada.

Imprudência, curiosidade e, agora, fartura: diante da facilidade com que adquirem drogas, jovens transformam a si próprios em cobaias. O ecstasy, por exemplo, a mais popular das drogas sintéticas nos clubes noturnos, raramente é ingerido sozinho. Uma pesquisa feita em 2005, com 1 140 usuários brasileiros da substância, mostrou que – antes, durante ou depois de consumi-la – 97% dos entrevistados usaram uma outra substância, legal ou ilegal, com o objetivo de potencializar o efeito do comprimido ou anular sensações indesejadas causadas por ele. É o caso do empresário paulistano Rodrigo (os nomes nesta reportagem são fictícios), de 30 anos. Depois de ingerir ecstasy, ele costuma aspirar ketamina, um anestésico de uso veterinário indicado principalmente no tratamento de cavalos. “O efeito da bala (gíria que designa o ecstasy) vem mais rápido e dura mais tempo”, diz ele. A alquimia não para por aí. Quando a festa chega perto do fim, Rodrigo toma uma dose de GHB (ácido gama-hidroxibutírico, usado no tratamento de narcolepsia e consumido como anabolizante nas academias). “É para dar um último fôlego e me ajudar a aguentar até as 7 da manhã”, diz.

A ketamina, também disponível na internet, é um líquido, mas pode ser aquecida num forno elétrico até virar pó, de maneira a ser aspirada pelos usuários como se fosse cocaína. Nos clubes noturnos, cada saquinho da substância, igualmente chamada de K (com a pronúncia inglesa da letra: “quei”), é vendido a 30 reais. Seu consumo pode provocar delírios, amnésia e a sensação de deixar o próprio corpo. “Alguns dos relatos de quem usa essa droga são similares às experiências de pacientes que quase morreram”, diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo. Para driblarem a segurança da entrada das casas noturnas (quando há segurança de fato), usuários do GHB levam a substância, líquida, disfarçada em recipientes de colírio ou perfume. Ecstasy e LSD passam facilmente despercebidos dentro das carteiras, quase nunca checadas pelos seguranças.

Muitas vezes, os jovens optam por consumir as drogas antes de chegar à balada, nos chamados encontros de “esquenta” ou “chill-in”, na casa de amigos. Foi numa dessas reuniões pré-balada que a vendedora Letícia, de 20 anos, chegou a misturar quatro tipos de droga, além do álcool: “Cheirei cocaína, fumei maconha, tomei ácido e ecstasy, tudo de uma vez”. O resultado foi uma “bad trip” da qual ela não gosta nem de se lembrar. “Agora, só misturo cocaína com álcool – e para poder cheirar mais”, diz.

São 3h15 da manhã num dos mais conhecidos clubes de música eletrônica em São Paulo. Para a maioria dos presentes, a noite mal começou. Para outros – como as duas garotas na faixa dos 20 anos que cambaleiam pela pista, despejando vodca em quem quer que passe à sua frente –, ela já está prestes a acabar. “Usamos bala (ecstasy) e tomamos três copos de vodca”, diz Júlia, uma das meninas. “O problema é que não jantamos antes de sair de casa por causa da dieta”, justifica-se. Depois de ver a amiga tateando o ar e cair mais de sete vezes no chão, ela decide pagar a comanda e partir num táxi, a salvo – pelo menos até a próxima festa.

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O perigo é ser disponível

O psicólogo americano Thomas McLellan, um dos mais respeitados pesquisadores do mundo no tratamento de dependentes químicos, assumiu neste ano o cargo de diretor adjunto do Escritório Nacional de Políticas de Controle de Drogas do governo americano. De Washington, ele falou a VEJA sobre os riscos do uso “recreativo” de remédios misturado ao de drogas ilegais. Para McLellan, não há uma droga que seja uma “porta de entrada” para o vício. “Os adolescentes usam o que está mais disponível.”

As drogas sintéticas podem viciar?
Todas as drogas sintéticas podem viciar, mas nem todas têm o mesmo potencial nesse sentido. Embora as razões não estejam claras, a maior parte das pessoas não se vicia em alucinógenos como ecstasy e LSD, por exemplo.

O número de mortes por overdose nos Estados Unidos é cinco vezes maior hoje do que na década de 70. Por quê?
Os opiáceos usados como analgésicos são hoje a droga mais prescrita no país. Se você for ao médico e disser que sofre de uma dor crônica, ele será quase obrigado a lhe prescrever um. A disponibilidade fez crescer o uso dessa droga, que é extremamente perigosa, sobretudo se misturada com álcool ou ansiolíticos. Outro fator é que os jovens, o grupo que mais morre de overdose, têm a falsa percepção de que essas drogas são mais seguras porque são feitas por empresas. Isso é mentira. O (analgésico) Vicodin é muito mais tóxico que a heroína vendida nas ruas. Em dezesseis estados americanos, o número de mortes por overdose já supera o de acidentes de trânsito. É uma situação alarmante.

Por que os Estados Unidos são o maior mercado consumidor de anfetaminas no mundo?
Nossa secretária de Estado, Hillary Clinton, disse que temos uma demanda insaciável por drogas. O que se sabe é que, nos países mais desenvolvidos, há um consumo maior de drogas. Aparentemente, ser viciado é um luxo. Quanto mais desenvolvido o país, mais problemas relacionados a vícios ele terá.

Por que o consumo de ecstasy tem crescido entre os adolescentes americanos, enquanto o de maconha diminuiu desde os anos 90?
Costumava-se pensar que a maconha fosse a porta de entrada para todas as outras drogas. Então, por muito tempo, buscou-se reprimir o uso da maconha para que o consumo de ecstasy e heroína fosse afetado. Não foi bem isso que aconteceu. Os adolescentes usam o que estiver disponível. Muitos garotos roubam drogas prescritas de suas avós para misturar com álcool. Isso nos leva a crer que não há algo como “droga de entrada”. Tudo depende da disponibilidade. Combinadas com álcool, essas drogas podem ser letais. Meu filho morreu assim.

Como isso ocorreu?
Há dezesseis meses, meu filho, de 30 anos, saiu para comemorar a formatura na universidade. Misturou álcool com ansiolíticos e remédios para dormir e teve uma overdose. Perder um filho é uma sensação devastadora. Fiquei terrivelmente perturbado. Trabalhei por 35 anos em pesquisas relacionadas a tratamento de dependentes e meu filho morreu dessa maneira. Pensava: o que é que estive fazendo nesses anos todos? Quando fui convidado para trabalhar no governo, pensei que pudesse ajudar outras famílias a evitar a tragédia que se abateu sobre a minha.

Ecstasy e anestésico para cavalos

Fernando Cavalcanti

“Comecei a consumir drogas neste ano. Já na primeira vez, usei bala (ecstasy) e GHB. Gosto de misturá-los com a ketamina, um anestésico de cavalos, para explorar as sensações dessas drogas em conjunto. Uma vez passei muito mal e tive de ficar na enfermaria. Via figuras geométricas e meu corpo não me obedecia mais – meus braços se mexiam sozinhos. Diminuí a dose de ketamina.”
César, 28 anos, produtor de documentários

Vale tudo

“Hoje, não faço nem metade do que fazia. Em doze horas de festa, tomava três comprimidos de ecstasy, dois ácidos, fumava uns oito cigarros de haxixe e bebia seis copos de vodca. Diminuí o ritmo porque ficava introspectivo e não tinha paciência para conversar. Mesmo assim, não dispenso essa combinação. Quando algum amigo tem anfetamina e efedrina, também ponho junto.”
Antônio, 23 anos, economista

“O mais ‘louca’ possível”

“Antes de sair, costumo comprar alguma coisa: quase sempre ecstasy e LSD. Quando não faço isso, sempre há um amigo de um amigo na balada que tem.
Já cheguei a gastar 400 reais em drogas e bebidas numa noite. Elas me deixam mais sociável. Uso ecstasy faz sete anos e sempre o misturo com álcool, cocaína e LSD. Gosto de ficar o mais ‘louca’ possível.”
Marina, 31 anos, dona de loja de roupas

Alucinógeno.co

No Brasil, drogas alucinógenas não só são legalmente adquiríveis pela internet como ainda podem ser pagas em suaves prestações. Sites como Natureza Divina, Jardim Mágico e Divinorum oferecem ervas como a Salvia divinorum e a Argyreia nervosa – ambas com propriedades alucinógenas – em seis pagamentos parcelados no cartão de crédito. Anunciadas como “ferramentas para praticantes de meditação e ioga, místicos, esotéricos, filósofos e artistas”, elas são, na verdade, versões legais de drogas ilegais como o LSD – e tão ou mais potentes do que ele, como provam os diversos filmes no YouTube que mostram os efeitos das plantas sobre os usuários. “Compro em sites quase todos os meses”, diz um deles, João, um corretor de imóveis de 23 anos, de Londrina (PR). “Mas, como moro com meus pais, as encomendas chegam à república de uns amigos”, afirma. A Salvia divinorum, originária do México, costuma ser desidratada e fumada. O fato de ser legal no Brasil não significa que seja inofensiva. Em 2006, após consumi-la, o estudante americano Brett Chidester, de 17 anos, suicidou-se e deixou o seguinte bilhete: “Como posso continuar vivendo depois de ter descoberto os segredos da vida? Não posso escrevê-los aqui porque esse tipo de informação pode causar o caos”. Liberada no Brasil, a erva já foi proibida em vários estados dos EUA e em pelo menos outros doze países, incluindo Alemanha, Itália e Japão.

– E se no Flamengo estivesse outro treinador no lugar de Jorge Jesus?

Podem dizer que Jorge Jesus estava sem mercado em Portugal, que não conseguiu “passar além de treinador do Benfica” e dirigir um outro grande europeu. Mas que está sacudindo o futebol brasileiro, ô se está!

Já ouvi alguém compará-lo com Cláudio Ranieri, o italiano que era considerado ultrapassado e foi fazer sucesso na Inglaterra, dirigindo o pequeno Leicester. Discordo, o Flamengo é muito maior que o time inglês. Outros, que ele é um “Luxemburgo Português”, e assim como o brasileiro, é respeitado mas não fez sucesso internacional. 

Não importam as comparações, mas sim o que vem fazendo no Brasil. Será campeão brasileiro, pois dificilmente essa grande vantagem em pontos irá se desfazer. Mas algo me instiga: praticamente com o mesmo elenco, Abel não conseguiu fazer muita coisa com o time. Se tivesse continuado na Gávea, em que posição o Mengão estaria nas mãos de Abelão?

Mais do que isso: e se Renato Gaúcho, Mano Menezes, Fernando Diniz ou Fábio Carille fossem os treinadores do Flamengo? O time carioca também seria o líder?

Difícil dizer. Costumo brincar que a única lógica do futebol é que muitas vezes ele é ilógico. Hipoteticamente, penso que o time com um dos treinadores citados poderia estar nas cabeça da tabela, mas sem tanta repercussão.

E você: o que pensa sobre o português Jorge Jesus? Deixe seu comentário:

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– A importância da Inteligência Emocional no Trabalho

Ter equilíbrio emocional é fundamental para todos os setores da sociedade. E, é sabido, melhora a produtividade das pessoas que a tem.

Especialistas agora prevêem: a inteligência das emoções será o grande diferencial do futuro.

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2019/10/peso-da-inteligencia-emocional-so-aumenta-no-ambiente-de-trabalho.shtml

PESO DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL SÓ AUMENTA NO AMBIENTE DE TRABALHO

Funcionários autoconfiantes, calmos e empáticos turbinam resultados de empresas, mostram estudos

Inteligência emocional é mais que modismo. Estudos e especialistas sugerem que sua aplicação no ambiente de trabalho melhora mesmo o desempenho.

Muito repetida no mundo corporativo, a expressão “inteligência emocional” se refere a um grupo de competências ligadas a autoconsciência, empatia, calma, autocontrole. É uma espécie de contraponto às capacidades cognitivas.

Já que tarefas dependentes de capacidades cognitivas logo serão feitas por computador —e bem-feitas—, é bom treinar para manter a calma no ambiente profissional.

“Essas habilidades serão o centro dos negócios no futuro”, diz David Baker, um dos fundadores da The School Of Life Brasil, instituição de ensino voltada ao desenvolvimento de inteligência emocional.

Para Baker, essa habilidade é uma grande aliada da inovação. Mais relaxados, funcionários conseguem ser mais criativos e pensar em novas ideias, defende ele.

A rotatividade nas empresas também diminui, já que os colaboradores se sentem mais felizes e alinhados com o propósito da companhia.

Uma empresa que aposta em práticas do tipo é a rede de hotéis Four Seasons. A cada 15 dias, seus funcionários participam de treinamento cujo objetivo é reduzir a ansiedade e elevar a autoconfiança.

Betina Weber, 35, gerente de spa da rede de hotéis e uma das facilitadoras do programa, diz que a autoconsciência trabalhada no programa garante melhor conexão entre funcionários e hóspedes.

“Prestar atenção nas pessoas, olhar nos olhos e escutá-las de verdade passou a ser o maior presente que oferecemos”, afirma Weber.

A empresa patrocinou uma pesquisa feita pela Harvard Business Review que mapeou a aplicação da inteligência emocional no ambiente corporativo. Segundo o estudo, que entrevistou 599 pessoas, só 18% dos empregados reconhecem que o conceito está incorporado à cultura do lugar onde trabalham.

Os resultados também mostraram uma percepção de consumidores mais satisfeitos e de clientes mais fieis entre funcionários de companhias que estimulam a inteligência emocional. Isso reafirma a avaliação de especialistas segundo a qual a empresa que trabalha esse conceito tem melhor desempenho.

Adriana Fellipelli, presidente da Fellipelli, consultoria de desenvolvimento humano e organizacional, lembra que um dos pontos positivos é que, diferentemente da inteligência cognitiva, habilidades relativas à maneira como nos relacionamos no trabalho podem ser aprimoradas.

Segundo a consultora, estudos que ela acompanha mostram que competências emocionais respondem por até 45% do sucesso do trabalho de um funcionário.

Há três anos, a companhia de pagamentos Visa adota no Brasil práticas para desenvolver essas habilidades. Segundo o setor de RH, uma das primeiras técnicas usadas pela empresa foi a de mindfulness, meditação que treina a atenção no momento presente.

O impacto dessa ação apareceu na última pesquisa de clima organizacional (que mede percepção de funcionários), feita em 2018: foi o resultado mais positivo dos últimos cinco anos, com destaque para o orgulho dos empregados em relação ao lugar em que trabalham e para um maior equilíbrio entre vida pessoal e carreira.

Guilherme Malfi, sócio-fundador da consultoria de recrutamento Assetz Expert, afirma que as empresas com programas de inteligência emocional registram aumento de produtividade, e que há uma procura maior por essas competências já no recrutamento.

Malfi diz ainda que a falta dessas habilidades causa doenças e leva muito profissional a desistir da carreira. “Isso não tem acontecido pouco.”

Saúde mental é o eixo do programa que incorpora aprendizado de inteligência emocional na SAP, empresa de tecnologia com 2.200 funcionários no Brasil. Aberto a todos os profissionais, inclui mindfulness, técnicas de respiração e de introspecção.

“A ideia é que você tenha sua mente livre e equilibrada para desempenhar seu trabalho melhor”, afirma Eliane De Mitry, gerente de RH da SAP Brasil. “O impacto dessas práticas aparece no trabalho, nos resultados e na saúde”, diz.

ESPM cria laboratório de autoconhecimento para todos os cursos

A partir de 2020, a ESPM desenvolverá os temas de autoconhecimento e dimensão socioemocional da aprendizagem para todos os cursos de graduação.

Segundo Alexandre Gracioso, vice-presidente acadêmico e mentor do projeto, a disciplina introdutória será o laboratório de aprendizagem, composto por quatro módulos e focado em autoconhecimento e aprendizagem.

Os alunos deverão propor um plano de rotina para a organização de seu tempo, que pode incluir meditação.

“Empresas estão demandando pessoas mais bem desenvolvidas do ponto de vista de relacionamento e comportamento”, afirma.

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– Paulista de Jundiaí 7×1 VOCEM de Assis: o acesso de 1984! (e a matéria bem legal de Paulista x São Bernardo).

Claro que o acesso era para a Principal Divisão do Estado de São Paulo, mas vale o dia histórico de hoje (a possível confirmação do acesso do Galo à A3) para recordar: os gols de Paulista 7×1 VOCEM.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=U0ieqSAxd3g

Aliás, outro vídeo legal: o da classificação contra o São Bernardo, dias antes: e aqui uma promessa – o de ampliar o Jayme Cintra de 22.000 pagantes para 38.000!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=kdUqNApk7yQ

– 6 cliques para um esplendoroso sábado!

Bom dia amigos! Hoje, como de costume, fui para meu cooper matinal com muita disposição. A fim de compartilhar ânimo com os amigos, o clique dos equipamentos com um filtro bem estiloso:

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Durante o treino, pensando nas coisas do Alto! Hoje, rezando e pedindo a intercessão de Nossa Senhora do Desterro. Clique de meditação:

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Após a atividade física, fui alongar entre as flores do jardim. Desta vez, com as azaleias vermelhas (como elas são difíceis de vingar como as demais…). Clique florido:

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Para ter muita paz interior, fiquei admirando a alvorada. Um clique de inspiração bem bonito, apesar da chance da chuva deixar o céu escuro:

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Por fim, vendo o sol dominar o infinito. Esse clique do horizonte mostra a grandiosidade da natureza:

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Ótimo! Antes da labuta diária, passarei brincar com minhas pequenas filhotes no parque. Esse clique do ganso (um dos muitos que vivem lá), de ontem:

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Um maravilhoso sábado para todos nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby