– A Caixa Preta do BNDES

Todo mundo em sã consciência política e apartidariamente falando se questiona: o que foi feito, de verdade, com o dinheiro do BNDES? Os radicais de Direita exageraram? Os de Esquerda tem razão?

Pois bem: Cláudio Tognolli e Bernardino Coelho da Silva escreverem o livro “A Caixa Preta do BNDES”, e ao ouvir um pequeno resumo das picaretagens, penso: o quanto (em tempo e valores) os recursos do povo brasileiro foram “rasgados” e “rateados” entre pessoas corruptas?

Começando com FHC e passando por Lula, assista em: https://youtu.be/pbqx9yBAsVg

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– 1 em cada 10 graduados recebem salário mínimo!

Que número assustador e desanimador: 11% das pessoas que fazem faculdade recebem menos de R$ 1.000,00!

Compartilho, extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/10/13/11-dos-trabalhadores-que-cursaram-faculdade-ganham-ate-1-salario-minimo.htm

11% DOS TRABALHADORES QUE CURSARAM FACULDADE GANHAM ATÉ 1 SM

Faz tempo que o diploma universitário não garante um salário mais alto no futuro. Desde a recessão, que tirou milhões de brasileiros de seus empregos e corroeu a renda das famílias, porém, só aumenta o número de trabalhadores que cursaram faculdade, mas tiveram de aceitar funções que pagavam, no máximo, um salário mínimo.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, colhidos pela consultoria IDados, apontam que 11% dos trabalhadores formais e informais que cursaram faculdade ganhavam até um salário mínimo (R$ 998) no segundo trimestre. É o maior patamar desde que a pesquisa começou, em 2012.

Entre abril e junho deste ano, eram 2,77 milhões de brasileiros nessa situação. É mais do que a população de Salvador e 1,07 milhão a mais de pessoas do que cinco anos antes, quando o País ainda não tinha entrado em recessão. Enquanto a crise foi se espalhando pelo mercado de trabalho, fechando vagas, aumentando a informalidade e reduzindo o rendimento das famílias, o número de graduados trabalhando por até um salário mínimo foi aumentando.

A assistente comunitária Valdelice Lima Nery, de 44 anos, faz parte desse porcentual de profissionais. Formada em administração de empresas, em 2010, ela hoje trabalha por cerca de um salário, em um posto de saúde na zona oeste do Rio de Janeiro. “Mesmo empregada, fiz dois anos de cursinhos preparatórios para concursos, mas a quantidade de seleções caiu e não consegui trocar de emprego. Queria tentar uma vaga com salário maior, mas tudo foi ficando difícil, pela piora da situação do País”, conta.

Ela, que presta atendimento a mais de mil famílias na região, diz que a preocupação agora é manter o emprego. “Mesmo com um número de assistentes abaixo do necessário na cidade, o contrato só vai até o fim do ano, e a Prefeitura ameaça não renovar o serviço.” Apesar de pouco, por dois anos, esse salário foi a única renda da família.

Precarização

“A verdade é que o trabalhador está em uma situação complicada”, avalia o economista Bruno Ottoni, da IDados. “O mercado não está gerando tantos postos e os que surgem são de baixa remuneração. Ele vê o que está disponível e, muitas vezes, acaba aceitando uma ocupação que paga bem menos do que gostaria.”

Para o economista, a situação atual do mercado de trabalho, com desocupação ainda elevada (de 12,6% em agosto) e poucas oportunidades com melhor remuneração, é o pior dos mundos para muitos ex-universitários. “Alguns deles tiveram finalmente a chance de entrar na faculdade nos anos anteriores à recessão, mas se depararam com um mercado que não consegue absorvê-los.”

Um efeito colateral preocupante da falta de boas oportunidades de emprego para quem tem mais anos de formação seria desestimular as pessoas a seguirem estudando, diz Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

“Isso é ruim, principalmente para as famílias mais pobres, que investiram com sacrifício em formação superior, com a expectativa de ascender socialmente. Se o trabalhador sente que não precisava ter estudado tanto, pode cair em uma frustração difícil de superar”, diz.

Informalidade

A busca dos trabalhadores mais qualificados por vagas com remuneração melhor deve ser longa, na avaliação de economistas ouvidos pelo Estado. O mercado de trabalho tem se recuperado em um ritmo mais lento do que se antecipava no início do ano e tem se ancorado, sobretudo, no avanço do trabalho informal – que é recorde.

O avanço da informalidade ajuda a explicar o aumento do número de graduados em universidades que ganham um salário mínimo ou menos. A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua mostra que em um ano, até agosto, foram criados 1,4 milhão de postos sem carteira assinada ou CNPJ (que inclui profissionais liberais e microempreendedores, por exemplo) e apenas 403 mil vagas de carteira assinada.

Um outro levantamento da consultoria IDados, feito a partir dos números da Pnad Contínua, aponta que um terço dos trabalhadores informais ganhava menos de R$ 5 por hora. Desde o início da recessão, há quatro anos, esse porcentual não fica abaixo dos 30%.

“Se a maioria dos novos postos de trabalho é precária, isso gera uma dinâmica negativa no mercado de trabalho”, avalia Ganz Lúcio, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “Isso precisa ser objeto de preocupação do poder público. O Brasil não pode se acostumar a ser um País de informais ou uma economia com trabalhadores de baixa remuneração.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Brian Snyder/Reuters

Imagem: Brian Snyder/Reuters

– Dia de Santa Edwiges, padroeira dos… endividados!

Hoje é dia daquela que se despojou pelos pobres: Santa Edwiges.

Pelos seus atos em vida, tornou-se santa da devoção dos que estão em dificuldade financeira. Veja o porquê, abaixo, extraído de CancaoNova.com:

HISTÓRIA DE SANTA EDWIGES

Edwiges nasceu na Alemanha medieval. Casou-se com o príncipe da Silésia, que hoje pertence à Polônia, e teve seis filhos. Depois da morte do marido e dos filhos, entrou para o mosteiro. Dedicou-se a ajudar os carentes e, com seu próprio dinheiro, construiu hospitais, escolas, igrejas e conventos. Ganhou fama de santa dos endividados ajudando detentos da região. Ela descobriu que muitos estavam presos porque não tinham como pagar suas dívidas. Foi reconhecida pela Igreja Católica em 1267.

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– Os Desempregados do Futebol!

Uma excepcional matéria (compartilhada pelo link que segue) sobre o número dos jogadores de futebol desempregados no Brasil (só lembrando: deveria-se acrescentar o de árbitros e jornalistas). E repare: é do ano passado, mas poderia ser perfeitamente de hoje!

Muito ruim tal situação…

Compartilho, extraído de: http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,desemprego-o-drama-de-quem-ficou-para-escanteio-no-futebol,70002032616

DESEMPREGO, O DRAMA DE QUEM FICOU PARA ESCANTEIO NO FUTEBOL

País tem 18 mil atletas profissionais, mas apenas 30% possuem local para trabalhar

Depois que saiu da Portuguesa e começou a ter dificuldades para encontrar outro clube, o meia Rai decidiu vender sua BMW. Prata, coisa linda, mas ele tinha de reduzir custos. Quando os calotes se tornaram mais frequentes – no Vilhena, de Rondônia, ele chegou a ser ameaçado de morte por cobrar cinco meses de atraso no salário -, o meia de 32 anos se tornou corretor de seguros. Hoje, espera uma proposta do futebol chinês, mas a bola virou plano B.

Para Bruno Henrique Silva Carvalho, o desemprego piorou o que era já difícil. No primeiro semestre, ele atuou pelo Suzano, time da quarta divisão do futebol paulista, mas não recebia salários. “Os dirigentes diziam que o time era uma vitrine e que não precisava de salário”, diz o atleta de 21 anos. Depois de seis meses sem receber, foi dispensado porque o time não terá mais competições para disputar em 2017.

Hoje, para ajudar a renda na família, ele vende doces caseiros, feitos pela própria mãe. Após os treinos, sai pelas ruas de Suzano, na grande São Paulo, oferecendo brigadeiros, beijinhos, pães de mel. O pai, Marcelo, é eletricista de manutenção e a mãe, Maria Elenir, é faturista no hospital da cidade. Bruno tem um irmã nova, de dez anos.

Rai e Bruno Henrique mostram alguns dos efeitos do desemprego entre os jogadores de futebol. De acordo com a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol, o Brasil possui hoje 18 mil atletas profissionais. A entidade avalia que os índices de desemprego variam ao longo por ano por causa da mudança no número de competições. Os clubes menores, aqueles que não disputam as Séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro simplesmente fecham as portas no segundo semestre, pois não tem competições para disputar. Com isso, milhares de atletas ficam a Deus dará. “No mês de abril, temos cerca de 30% dos atletas trabalhando no Brasil todo. No final do ano, esse número cai para apenas 6%”, afirma o presidente Felipe Augusto Leite.

Esse é o drama vivido por Bruno Henrique no pequeno Suzano e também por Marco Antônio da Silva Oliveira, campeão da Série A3 do Campeonato Paulista com o Nacional.

Aos 29 anos, ele não renovou contrato e simplesmente não tem onde jogar até o final do ano. “Tenho meus 29 anos e ainda me sinto em condições de jogar. Mas, claro, sei da minha realidade hoje, que está um pouco distante, mais que não é impossível, só basta portunidade e sequência. O calendário brasileiro está ruim para nós, que não temos nome no cenário do futebol brasileiro”, diz o jogador.

Naturamente, a questão não se esgota na venda de carros de luxo e nos bicos para completar a renda. Existe um problema emocional quando um jogador fica desempregado. Outros jogadores ouvidos pelo Estado citam a cobrança familiar – as contas não param de chegar – “O maior desafio é manter a motivação, treinar sozinho e não desistir”, confessa o zagueiro Guilherme Bernardinelli, ex-Santos.

Depois de uma temporada na terceira divisão espanhola, o jogador de 25 anos deu de cara com a falta de oportunidades no retorno ao Brasil. Enquanto aguarda a abertura da próxima janela de transferências, ele contratou um personal trainer para manter a forma, mas já pensa em um plano B. Diariamente, dá expediente na área administrativa da empresa do pai, uma fábrica de injeção plástica.

“Pensei até em procurar um médico. A gente vive o sonho, de ser famoso, ganha tapinha nas costas e almoço grátis por onde passa e, de uma hora para outra, tudo acaba. É preciso muito equilíbrio emocional”, diz Rai. “Eu tinha vergonha de chegar a pé nos jogos, sem carro, e, por isso, nem ia jogar”, confessa o jogador que esteve no Taubaté.

Em vários casos, os jogadores esbarram na falta de qualificação profissional para buscar uma recolocação no mercado. “Muitos amigos me negaram um emprego porque diziam que eu não sabia fazer nada”, lamenta Rai.

Rai e Bruno estão em momentos diferentes na luta contra o desemprego. Hoje, Rai tem sua própria empresa de seguros, a DR Group, e grande parte dos seus clientes é formada por… jogadores de futebol, seus colegas de profissão. Teve chance de comprar carro, mas preferiu andar de metrô, ônibus e Uber. Ainda precisa economizar, pois a empresa ainda precisa decolar.

Horas depois da entrevista ao Estado, Bruno Henrique manda uma mensagem via whataspp. No dia 15, ele avisa que vai atuar pela final da Liga de Mauá, o clássico entre São João e Gralha Azul. Ele atua na várzea para completar a renda e ganha cem reais por jogo. No dia seguinte, ele mandou outra mensagem. “Quando você perguntou das minhas qualidades, tenho bom preparo físico, bom desarme, sei sair para jogo, com qualidade, e chega bastante na área do adversário”.

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– E os indígenas venceram no Equador!

O presidente equatoriano Lenin Moreno tomou medidas severas na Economia do país, pelo motivo de um acordo firmado com o FMI. Aliás, lembremo-me dos anos 80, quando o Fundo Monetário Internacional bancava empréstimos ao Brasil e tornávamos reféns da entidade.

No nosso co-irmão, uma das queixas foi o fim do subsídio dos preços do petróleo, levando a um aumento de 123% no valor da gasolina. E, diante disso, o movimento indígena saiu às ruas, parou a capital, Quito, e ameaçou a ordem nacional.

Não é que deu certo? O Governo recuou na medida e os preços retomaram ao patamar antigo.

Embora tudo isso tenha ocorrido, ficará a dúvida: o Equador, que parecia estar num momento próspero na vida social (mas economicamente preocupante) fará o quê para estabilizar as contas?

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– Bom dia e ótima 4a feira para todos nós!

👊🏻 Bom dia, Amigos!
Como de costume, tudo pronto para suar. Com #cores vibrantes, equipamentos prontos e disposição em alta, não se pode ter #preguiça.
Vamos para o #cooper matutino?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #corrida #sport #esporte #running #Adidas #Asics
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraDaPenha, rogai por nós que recorremos a vós, carregando-nos no colo e nos cobrindo com teu manto de #amor. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das mini #rosas brancas. Gostaram das #flores de hoje?
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #Jundiaí.
Que a #QuartaFeira possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSAhobby