– Métodos tradicionais ou modernos para estudar?

Uma discussão bacana: até onde os métodos tradicionais de estudo funcionam? Com o advento da tecnologia, estudar pode ser algo diferente. E nesta matéria, abaixo, uma reflexão: não estaríamos próximos do ensino oral, via computadores?

Interessante, extraído de Época Negócios, Caderno inteligência, pg 66-68, ed 32.

AFINAL, A DECOREBA FUNCIONA?

por Lelivaldo Marques Filho e Robson Viturino

Há muito os educadores discutem qual seria a melhor forma de aprender: a elaboração dos conceitos ou as técnicas de memorização? Em busca de uma resposta, a edição de janeiro da revista Science indica que, no futuro, é provável que a pedagogia empreenda algumas mudanças nos métodos de aprendizado. Segundo um estudo divulgado na publicação, estudantes estimulados a ler textos, resgatar e reconstruir o conhecimento em intervalos regulares obtêm melhores resultados do que os colegas que recorrem à criação de mapas conceituais – aqueles diagramas em que os “nós” representam conceitos e as conexões entre esses “nós” simbolizam a relação entre os conceitos.
Para confrontar as duas técnicas, os pesquisadores da americana Purdue University realizaram um experimento em que 200 alunos estudaram textos de diferentes disciplinas científicas. Na primeira prova, próxima das seções de estudo, não houve diferença significativa no resultado. No entanto, uma semana depois, quando se mediu o sucesso da retenção no médio prazo, o grupo que se valeu de técnicas de resgate regular da informação colheu resultados 50% melhores do que seus colegas. As avaliações incluíam tanto perguntas literais, cuja informação estava diretamente no texto, quanto questões que requeriam interpretação.

De acordo com os autores do estudo, Jeffrey D. Karpicke e Janell R. Blunt, atualmente há uma tendência entre pedagogos no sentido de encorajar práticas baseadas no “estudo elaborado” em detrimento da velha e boa releitura. Os maiores interessados no assunto estão no mesmo barco. Karpicke e Blunt dizem que os próprios estudantes, antes que vissem o que diz a pesquisa, avaliaram que a primeira técnica seria a mais eficiente para solidificar o aprendizado.

Para os pesquisadores, a prática de resgate das informações sugere uma nova visão de como a mente funciona. “O resgate não é apenas uma leitura do conhecimento estocado na mente – o ato em si de reconstrução do conhecimento aumenta o aprendizado. Esta perspectiva da dinâmica da mente humana pode pavimentar uma via para o desenho de novas atividades educacionais”, afirmaram, no artigo que ganhou as páginas da Science.

Máquinas acionadas pela voz e linguagem visual irão
aposentar a palavra escrita, afirmam cientistas

Estendendo o horizonte de discussão, alguns cientistas já estão estudando como seria o aprendizado em um mundo sem textos. O futurólogo William Crossman supõe que, em 2050, a palavra escrita vai ser uma tecnologia obsoleta e, acredite se quiser, cairá em desuso como forma de armazenar conhecimento. A interação com computadores que respondem a comandos de voz e o avanço da iconografia terão chegado a tal ponto que não se ensinará mais os alunos a ler e escrever, diz ele. Todo o conhecimento e as informações do dia a dia virão desses repositórios interativos e inteligentes de informação.

Em seu livro VIVO [Voice-In/Voice-Out]: The Coming Age of Talking Computers (algo como “A nova era dos computadores que falam”), Crossman chega a descrever com detalhes como seria um dia normal na vida de uma família embebida dessa cultura oral. Desde o despertar até o final do dia, as atividades de uma mãe e seus dois filhos em idade escolar são realizadas sem nenhum contato com informação escrita.

É uma alegoria do futuro, como várias que vimos no passado. Algumas se configuram e outras não. Mas vale a pergunta: será mesmo possível aprender com profundidade sem o distanciamento e a introspecção que a leitura exige? Ou essa questão é apenas fruto de nossa tendência de nos apegar ao que já conhecemos?

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– O gol de ilusão de ótica que virou gol legal (mas para o outro time…)

Um lance incrível no Campeonato Croata: uma bola foi chutada de longe, tentando enganar o goleiro que estava adiantado; ele corre para defender a meta, se joga contra as redes e salva o gol. A bola não entrou, mas as redes foram balançadas pelo corpo do próprio defensor e a 1a impressão foi de gol. O time que defendia estava mais atento, recuperou a bola e, no contra-ataque, marcou o seu gol!

Sensacional a ilusão de ótica!

Veja em: https://globoesporte.globo.com/blogs/brasil-mundial-fc/noticia/ilusao-de-otica-na-croacia-jogadores-comemoram-sem-a-bola-entrar-e-sofrem-gol-em-seguida.ghtml

Um lance muito curioso marcou o encontro do líder com o lanterna do Campeonato Croata na tarde deste sábado. Perdendo por 1 a 0, o Slaven Belupo, último colocado da competição, teve boa oportunidade para empatar aos 27 minutos do segundo tempo, quando o goleiro do Hajduk Split saiu jogando mal.

No limite da grande área, o arqueiro Posavec acabou mandando nos pés de um adversário, que bateu de primeira tentando encobri-lo. A bola parecia tomar o caminho do gol, mas bateu na trave e não entrou. Traídos por uma ilusão de ótica, talvez pelo fato de Posavec ter balançado a rede, jogadores do Belupo, incluindo o goleiro, saíram para comemorar.

Até mesmo quem comandava o placar da partida acabou enganado, mas o jogo seguiu. Com vários adversários fora de suas posições, o Hadjuk Split teve toda a facilidade do mundo para ampliar o marcador e fazer o segundo com Juranovic. Liderança da competição mantida com um daqueles lances que a gente não vê todo dia…

Assista abaixo:

Prof. Bananas@gandama2uco

Hajduk Split vs. NK Slaven Belupo (2019)
– Josip Juranovic

Vários jogadores do NKS Belupo celebraram um golo que não ocorreu (a bola bate no poste). Os adversários não perdoaram e fizeram o 2-0.
Até o marcador electrónico se enganou.
⚽️ 🤦‍♂️

Embedded video

 

– A indústria que aproveita dos pedintes!

Vamos falar de um tema espinhoso: a indústria de aproveitadores da mendicância e os mendigos de verdade!

Será que, quando alguém nos pede, o pedinte é um verdadeiro necessitado ou um empregado de pessoas que o exploram?

Aliás, como ajudar de verdade esses mais pobres? O que o Estado pode fazer para ajudar (se é que pode ajudar em todos os casos)?

Assisti a uma entrevista de Yago Martins, que passou 1 ano fingindo ser andarilho para escrever um livro: “A máfia dos Mendigos”. E ele disserta as coisas curiosas (como aluguel de crianças para esmolarem), as barbaridades e as necessidades dos moradores de rua. Muito interessante!

Depois de assistí-la, você ficará na dúvida: se precisamos individualizar o tratamento para o auxílio mais eficaz e preciso, como descobrir quem é necessitado ou não?

O vídeo em: https://youtu.be/VgHh9-EpOn8 (aos 27 minutos o início da entrevista)

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– Por uma excelente 3a feira!

Bom dia Pessoal!
Mais uma oportunidade para vivermos e produzirmos motivação ao próximo. Sendo assim, aproveitando a madrugada / manhã, vamos correr?
Clique 1:

Durante a atividade física, conversando com Deus e fazendo a introspecção necessária. Pela intercessão da Virgem Maria, pedindo perdão e paz!
Clique 2:

Fim de treino! E o cansaço da corrida vai-se embora com o alongamento no jardim. Hoje, junto às orquídeas tão belas!
Clique 3:

Depois de tudo, espairecer 5 minutos curtindo o dia clarear. E o céu e o sol me deixam em dúvida: teremos chuva com essas nuvens escuras ou abrirá o horizonte com o infinito anil?
Clique 4:


Ótima 3a feira
para todos nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby