– Veja fotos de 15 animais que foram extintos nos últimos 250 anos

Em tempos de preocupação com o meio-ambiente, vale a pena ler essa matéria para maior conscientização: animais extintos nos últimos 250 anos!

Veja fotos de 15 animais que foram extintos nos últimos 250 anos

(Blog de: https://vivimetaliun.wordpress.com)

— Leitura obrigatória em: vivimetaliun.wordpress.com/2019/09/19/veja-fotos-de-15-animais-que-foram-extintos-nos-ultimos-250-anos/

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Assisense

Para a partida derradeira desta 3a fase, apitará Paulista x Assisense o árbitro Leandro Bizzio Marinho. Um juiz que costuma ser irregular (que não gosta de críticas), de boas e ruins atuações, mas que é da 1a divisão. 

Conhecido dos atletas e do grande público, peca algumas vezes disciplinarmente pelo excesso de rigor. Comum tecnicamente, mas que apita com seriedade e acaba sendo algumas vezes “casca grossa” com detalhes. Dessa forma, que não tenhamos nenhum problema com portões, comportamento de torcida ou de jogadores indisciplinados.

O que não gosto é: Bizzio está escalado para a função de 4o árbitro na Vila Belmiro em Santos x Grêmio, às 21h00 de sábado. Imaginando que o jogo termine perto das 23h, até documentação e súmula estarem prontos, os árbitros sairão à Meia-Noite! Chegando à 1h na Capital, até Bizzio chegar na casa dele, tomar um banho e descansar, que horas serão? Afinal, ele deve estar às 08h no Jayme Cintra para apitar o jogo do Galo às 10h.

Pra quê, dona FPF? Apesar de não desgastar tanto como 4o árbitro, evite juiz com cansaço para apitar no dia seguinte. Eu trocaria a escala!

Acompanhe a transmissão de Paulista vs Assisense pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Miséria, Indignidade e Solidariedade

O que pensar sobre o tema: 1/5 do planeta passa fome; só no Brasil, cerca de 11 milhões de pessoas vivem com R$ 70,00 por mês.

Viver sem dignidade é um dos grandes males da sociedade do Século XXI. E entenda-se por indignidade o desrespeito a vida humana, preconceito, incompreensão do próximo, e, principalmente, a miséria. Dela, outros males surgem.

Compartilho texto da Arquidioceses de Porto Velho, publicado há 2 anos, mas extremamente atual, que fala sobre os males e a necessidade de ações para mudar o quadro.

Extraído dehttp://is.gd/qOrkCo

A SOLIDARIEDADE QUE SE MULTIPLICA

Um quinto da humanidade passa fome (mais de um bilhão de pessoas) e não tem perspectivas de um futuro mais digno. Na América Latina, em uma população de 565 milhões, são mais de 209 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza. Em nível mundial, 29 países apresentam níveis alarmantes de fome, de acordo com relatórios sobre a situação.

Muitas pessoas sofrem por não terem o que comer, onde morar, água potável, saneamento básico, atendimento à saúde, educação, transporte, emprego etc. Todos esses elementos fazem parte das necessidades básicas para uma vida com o mínimo de dignidade. A ausência deles fere a vida humana. Geralmente, quando há a situação de pobreza, todas essas carências aparecem interligadas.

Pe. Alexandre A. Martins, camiliano, afirma que nesse contexto, a pobreza é a grande responsável pelo sofrimento de uma imensidão de pessoas dos nossos povos. Se por um lado a pobreza é a causa da vida indigna, por outro ela já é a consequência da injustiça, da exploração e da desigualdade existente no nosso continente. Uma vez na pobreza, as pessoas ficam em uma situação de fragilidade e vulnerabilidade, entregues à própria sorte.

A Liturgia dessa semana evidencia que multiplicar cinco pães e dois peixes, mais do que um ato mágico, é sinal de que, onde há partilha ninguém passa necessidade (Mt 14, 13-21).

Jesus, fiel à missão de servir ao seu povo, reúne e alimenta as multidões sofredoras, realizando os sinais de um novo modo de vida e de anúncio do Reino. A Eucaristia é o sacramento-memória dessa presença de Jesus, lembrando continuamente qual é a missão a que nós, cristãos, fomos chamados.

A multiplicação dos pães quer nos ensinar que, se partilharmos, ninguém mais vai ter necessidade. Nisso reside o milagre. A comunidade é chamada a não ficar parada, mas ir além. Deus não quer a pobreza, mas a igualdade social (Frei Jacir F.Farias).

Os dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a partir da linha de extrema pobreza definida pelo governo federal serviram como parâmetro para a elaboração das políticas sociais, como os planos sociais lançados pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Cerca de 16,2 milhões de brasileiros são extremamente pobres, o equivalente a 8,5% da população. Para levantar o número de brasileiros em extrema pobreza, o IBGE levou em consideração, além do rendimento, outras condições como o acesso à rede de esgoto e água e energia elétrica. O IBGE também avaliou se os integrantes da família são analfabetos ou idosos. Dos 16,2 milhões em extrema pobreza, 4,8 milhões não tem nenhuma renda e 11,4 milhões tem rendimento per capita de 1 a 70 reais.

As entidades que formam o Mutirão Nacional para a superação da miséria e da fome, dentre elas a Cáritas Brasileira, Comissão Brasileira de Justiça e Paz, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, Pastoral da Criança, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, Pastorais Sociais da CNBB, CRB, CERIS e CESE,  FASE, IBASE e outras, ao manifestar a sua posição visando à superação da Miséria e da Fome no Brasil e ao reafirmar o Direito Humano à Alimentação e à Nutrição, na sua universalidade e indivisibilidade, declararam que a fome e a miséria são manifestações e parte integrante de um modelo de desenvolvimento que reproduz e se sustenta das desigualdades econômicas e sociais que flagelam o nosso povo. Este modelo vem utilizando de forma predatória os nossos recursos naturais e humanos, colocando em risco nossa soberania alimentar. Este processo faz parte de uma estratégia de inserção do Brasil de forma submissa ao mundo globalizado.

Não acreditamos no mercado como a via capaz de promover a segurança alimentar e nutricional, no contexto de uma sociedade justa e eqüitativa. Este modelo está esgotado, seja do ponto de vista ambiental e econômico, como do ponto de vista ético e social. Sua manutenção irá apenas aprofundar o quadro de crise e exclusão social que vivemos.

O êxodo rural e o inchaço das cidades, sem infraestrutura urbana adequada, associada à inexistência de oportunidades de inserção no mundo do trabalho, vem servindo de combustível para verdadeira explosão de conflitos e violência, tanto na área urbana como na área rural. A banalização da violência e a naturalização das desigualdades sociais e econômicas levam à falta de mobilização da sociedade por seus direitos, por um lado, e por outro, ao desenvolvimento de políticas públicas de caráter fragmentado e compensatório, que não enfrentam o problema na sua essência, gerando no campo e na cidade ações repressivas e de criminalização dos movimentos sociais.

A sociedade brasileira precisa responder aos graves desafios que se colocam à sua existência civilizada a partir de critérios éticos que reponham a precedência do bem comum e do interesse público sobre o interesse privado; da defesa da vida sobre os interesses individuais; da prioridade dos direitos humanos sociais sobre os contratos privados e acordos comerciais internacionais; da ética pública sobre o individualismo, o clientelismo e o corporativismo. O direito humano à vida assume na presente situação histórica a clara prioridade de propiciar acesso a bens essenciais hoje negados à maioria da população, como: o alimento, o teto, a terra, a água, o trabalho, a informação, a saúde e a participação política. Estes bens ou energias vitais estão hoje bloqueados, ou fortemente mitigados, ao acesso das populações mais pobres, reproduzindo, por esta via, o caldo de cultura da miséria social e da violência.

A construção de uma civilização brasileira solidária passa pelo resgate do acesso a estes bens públicos e sociais, mediante o qual se inaugurará uma nova cultura de paz e não de exclusiva repressão da violência. Um dos caminhos a percorrer para esta civilização solidária requer a reafirmação universal de todos os direitos humanos, econômicos, sociais, culturais e ambientais expressos na Constituição Brasileira. O compromisso público com a afirmação dos direitos humanos sociais requer prioridades políticas incontestáveis na construção de um modelo de desenvolvimento. Isto vai muito além da retórica. Requer políticas públicas com controle público, nas esferas: federal, estadual, municipal, recursos orçamentários para suprir as dívidas sociais, com correspondentes obrigações sociais claramente identificadas, e instrumentos públicos de garantia de direito, e de petição e reclamo. Requer participação na elaboração, gestão e monitoramento destas políticas. E, finalmente, um reordenamento geral do sistema econômico que passaria a investir pesadamente nos bens sociais escassos.
O Direito Humano à Alimentação e Nutrição, no conjunto de direitos sociais que a Constituição reconhece passaria a cumprir um papel chave na nossa política de Segurança Alimentar e Nutricional sustentável. Neste contexto, há que reconhecer não apenas problemas, mas valores e saberes das comunidades, respeitando seus hábitos e estratégias de alimentação e nutrição.
Por outro lado, constata-se a real capacidade instalada de produção de alimentos capaz de atender às necessidades brasileiras, se for reorientada e controlada por um Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional sustentado por uma legislação apropriada (Lei Orgânica).

O Mutirão Nacional para a superação da miséria e da fome destaca na prioridade do direito humano à alimentação, dentre as situações de máxima vulnerabilidade, aquela que afeta as crianças, desde a fase da concepção até a vida adulta, e suas mães.

Destaca dentre as suas iniciativas e mobilizações, resgatar os Direitos Sociais e o Direito Humano à alimentação no contexto da força e da legitimidade da Constituição em sua priorização do combate à miséria e à fome enquanto eixo do Desenvolvimento Humano, por meio de uma Política Social abrangente, integrada à Política Econômica; lutar pela Reforma Agrária ampla e irrestrita; fortalecer a agricultura familiar sustentável, recuperando os hábitos e práticas alimentares que garantam uma nutrição saudável às próprias famílias e para a população do país; investir na agroecologia no âmbito rural e urbano.

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– A derrota em Corinthians 0x2 Independiente Del Valle é vexatória, mas não irreversível.

Pela história das equipes, é um vexame. Mas é reversível, justamente pela força do time brasileiro.

A questão mais constrangedora foi a afirmação do treinador Fábio Carille justificando que o Timão tinha muitos “meninos”… Mas e Fágner, Cássio, Vagner Love, Manuel, Gil, Júnior Urso, Jadson? Aliás, a média de idade do Corinthians em campo era maior do que a do adversário.

A pressão está sob a mesa. Não creio numa final entre Independiente x Colon, mas sim de Corinthians x Atlético Mineiro no Paraguai, em Novembro.

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– Mega Sena? Engana que eu gosto… João Alves ficaria vermelho de raiva!

A chance de alguém acertar a Mega Sena é de 1 em 50.063.860 apostas, segundo os estatísticos. E no prêmio acumulado que valia mais de R$ 120 milhões, o sortudo foi um apostador com bilhete de Brasília (de novo um ganhador da Capital Federal).

Quem é ele?

Um grupo de assessores de deputados da Liderança do PT na Congresso Federal.

Me lembrei de imediato do deputado baiano João Alves, um dos “anões do orçamento”. Lembram desse caso, que tem mais de 20 anos? Questionado na CPI que investigava o desvio de verbas do Orçamento Público, o parlamentar disse na maior cara de pau que “Deus foi muito bom com ele e que havia acertado 56 vezes na loteria”. 

Difícil acreditar em apostas honestas.

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