– Líderes em Administração pensam diferente do que seus Subordinados?

Estudos mostram que a cabeça de um chefe pensa diferente da de um subordinado. E até querem “reprogramar” os funcionários!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI110230-15224-2,00-VOCE+TEM+UM+CEREBRO+DE+LIDER.html

VOCÊ TEM UM CÉREBRO DE LÍDER

por Marcos Coronato

Os cientistas descobriram que a mente do bom chefe funciona de jeito diferente. Agora querem “programar” qualquer pessoa para ser assim

Ficou pior do que já era a rotina dos alunos da Academia Militar de West Point, a elite dos aspirantes a oficial do Exército dos Estados Unidos. Eles vêm participando de uma experiência que parece extraída de um filme B de Hollywood. Com fios conectados à cabeça e fones de ouvido, cada jovem militar é confrontado com problemas hipotéticos variados, que envolvem o comando de um grupo de soldados e exigem concentração e capacidade de tomar decisões. Dependendo da resposta, o aspirante pode ouvir pelo fone um desagradável ruído de alerta. O alerta não significa que houve uma resposta “errada”, nem o sistema se preocupa com “erros” e “acertos”. Ele busca detectar algo muito mais profundo – o jeito de o cérebro de cada um começar a avaliar uma questão.

A experiência vem sendo conduzida pelo psicólogo Pierre Balthazard, professor na Universidade do Estado do Arizona. Ele acredita ter encontrado um jeito “certo” de pensar para coordenar bem equipes, fazer boas escolhas e tomar decisões acertadas. O Exército americano aceita que seus jovens estudantes sirvam de cobaia, na esperança de que aprenderão a pensar “certo” antes de liderar grupos em situações de combate. Segundo Balthazard, já há empresas interessadas em participar das experiências com seus funcionários em cargos de chefia.

O método de Balthazard ainda enfrentará um campo minado de dúvidas e saudável ceticismo, por parte de neurologistas, psicólogos e especialistas em treinamento. Ele evoca dúvidas muito comuns, existentes em qualquer organização e que já devem ter passado pela sua cabeça: seu chefe merece o cargo que tem? (Não que essa dúvida passe pela minha, é claro.) A organização em que você trabalha sabe identificar as melhores cabeças? Quais deveriam ser promovidas? Quem é chefe foi treinado devidamente para isso? Mais importante ainda: sua cabeça funciona do jeito certo, para que você possa ser promovido e coordenar outras pessoas com facilidade e eficiência?

O jeito como a cabeça de cada um lida com situações diversas já vinha sendo mapeado desde os anos 80, graças ao advento de métodos como ressonância magnética, eletroencefalografia e tomografia (também chamada PET scan, ou “escaneamento por tomografia por emissão de pósitrons”). Não se trata de ler pensamentos, mas de detectar padrões de atividade elétrica e circulação sanguínea, e perceber quais porções do cérebro atuam mais nessa ou naquela situação. Tornou-se possível enxergar claramente o que acontece no cérebro de uma pessoa quando ela negocia, desconfia, pechincha, se esforça para manter a calma, reage impulsivamente, compara preços, sofre prejuízos ou pensa em si mesma ou nos outros.

Quando os médicos e os neurologistas passaram a ler o que ocorria na cabeça praticamente em tempo real, uma multidão de especialistas de outras áreas os procurou, a fim de aproveitar esse conhecimento. Esse encontro de especialidades, embora promissor, resultou em dois discursos bem diferentes. Enquanto parte dos profissionais (principalmente os neurologistas) trata o funcionamento do cérebro de maneira cerimoniosa e cheia de dúvidas, especialistas de outras áreas – como psicólogos, administradores, economistas, teóricos de marketing e carreira – passaram a falar do tema sem embaraço algum. “Neuroadministração”, “neurocontabilidade”, “neuroempreendedorismo”, “neuromarketing” e “neuroeconomia” são algumas das áreas de estudo nascidas dos novos conhecimentos sobre o cérebro humano – e da vontade de muita gente de faturar com eles.

Enquanto a lista das “neurotendências” aumenta, cresce também o coro dos céticos. Entender o que se passa no cérebro é uma empreitada ambiciosa. Ensiná-lo a funcionar dessa ou daquela forma parece muito mais difícil. “Liderança envolve experiência, aprendizado, é um tema amplo demais. Quem se entusiasma muito com essas ideias pode se decepcionar”, diz o neurologista Armando da Rocha, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que realiza pesquisas em neuroeconomia com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). O cientista, que já estudou padrões cerebrais de crianças com dificuldade de aprendizado, vem avaliando como funciona a cabeça de investidores enquanto negociam na Bolsa. Por enquanto, ele só quer entendê-los melhor, e não modificá-los.

O empenho das Forças Armadas americanas tampouco significa que a teoria de reeducar mentes funcione. Os militares nos Estados Unidos são famigerados consumidores de novidades na área da administração, testam muitos métodos ao mesmo tempo, para depois abandonar a maioria. O próprio Balthazard apresenta suas dúvidas. “Ainda é cedo para prever nossa habilidade de usar esse conhecimento para desenvolver líderes melhores”, diz. Ele e outros otimistas se diferenciam da maior parte da comunidade científica, porém, por confiar em obter bons resultados com uma técnica usada no tratamento de hiperatividade, epilepsia e formas brandas de autismo, chamada neurofeedback.

As experiências em andamento na Academia de West Point nasceram de um estudo feito na Escola de Administração W. P. Carey, no Arizona, por Balthazard e pelo psicólogo Jeffrey Fannin. Primeiro, os pesquisadores foram buscar indivíduos que pudessem ser considerados bons líderes, entre empresários, banqueiros, advogados, médicos (e um guia de montanhismo). “Líder”, no caso, é o sujeito que podemos considerar bom chefe ou merecedor do cargo, por conseguir coordenar um grupo e fazê-lo atingir objetivos determinados, deixando os liderados satisfeitos enquanto perseguem uma meta comum. Como parecem existir muitas formas de liderar bem (e muitas mais ainda de liderar mal), os pesquisadores tentaram medir essa habilidade de maneira objetiva, dando notas para os entrevistados. Para isso, aplicaram dois testes (um deles, chamado CAL, ou Liderança Complexa Adaptativa, é usado por militares nos EUA).

Os testes se propunham a “medir” capacidades como adaptabilidade, facilidade para delegar responsabilidades, disciplina mental, otimismo e carisma (subordinados de cada participante também foram entrevistados). Em seguida, os participantes que obtiveram as notas mais altas nos testes de liderança passaram por sessões de eletroencefalografia. Balthazard e Fannin saíram do outro lado dessa aventura intelectual com o que consideram um tesouro: o modelo de funcionamento mental de 55 ótimos líderes. Mais ainda: eles afirmam ter identificado muita coisa em comum no funcionamento desses 55 cérebros privilegiados. Começou aí a parte mais difícil. Seria possível ensinar os cérebros de outras pessoas a se comportar de forma parecida?

Eles acreditam que isso seja possível com o neurofeedback, o método até agora usado somente como terapia. Ele consiste em monitorar a atividade cerebral do indivíduo e induzi-lo a funcionar mais de certa forma – por exemplo, usando mais determinadas áreas. Quando o cérebro funciona da maneira desejada, o paciente tem uma resposta positiva, como a continuidade de um vídeo em exibição ou, o que é mais comum, a repetição de sons agradáveis. Caso o cérebro atue da maneira “errada”, a resposta é negativa, com a interrupção do vídeo ou a repetição de sons incômodos. “É incrível como o cérebro rapidamente aprende o que é necessário! Repetindo o exercício muitas vezes, o cérebro aprende como tem de se comportar”, afirma Balthazard.

Hoje, podem-se tomar estimulantes, tranquilizantes, antidepressivos, ansiolíticos e outros tipos de medicamento, muitos deles agindo diretamente sobre o sistema nervoso central, para provocar mudanças que se considerem úteis no comportamento ou no desempenho. Pesquisadores como a endocrinologista Angela Stanton, da Universidade de Claremont, nos EUA, e do Instituto Max Planck, na Alemanha, acreditam que isso é apenas o começo. “Aprimoramento artificial já é usado em muitas atividades. Pense nos esportes”, diz Angela. “Não é diferente se você pensar em líderes e administradores, embora seja importante lembrar as limitações impostas a cada um pela genética.” A cientista organiza um livro a ser publicado em 2010, chamado Neuroeconomics and the firm (A neuroeconomia e a empresa). Se cientistas como Angela e Balthazard estiverem certos, você poderá mudar o comportamento de seu cérebro com objetivos bem definidos – por exemplo, enfrentar melhor situações complexas, ser mais empático (ou seja, capaz de se colocar no lugar de outras pessoas ao decidir), mais sereno diante de situações estressantes ou mais concentrado –, tudo isso sem perder a agudeza mental. O estudo só ignora um detalhe importante. Quando pensamos ver um grande líder conduzindo um grupo de satisfeitos liderados, podemos estar na verdade diante de um grupo bem-sucedido pelo mérito coletivo de seus integrantes – e não individual do líder. Talvez seja necessária uma nova pesquisa, desta vez ligando os cérebros dos aspirantes de West Point uns aos outros.

– Vai levar os tijolos do Coringão, dona Caixa?

Eu sei que dívida com banco é algo complicado. Sei também que compromissos assumidos devem ser cumpridos. Mas a questão é: será que a CEF realmente conseguirá executar ½ bi que o Corinthians deve à instituição, por conta da construção do Estádio? Os imóveis do clube são vendáveis? Tem fiador? Vai levar os tijolos embora?

Complicado… A propósito, alguém esperava que os clubes de futebol, que costumeiramente atrasam salários e impostos, honrariam os compromissos bancários?

Aliás: Andrés Sanches, o atual presidente, disse à época que apenas com os Naming Rights pagaria a obra… 

Abaixo, extraído de: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/corinthians/noticia/caixa-executa-divida-de-quase-r-500-milhoes-do-corinthians-pela-arena-veja-detalhes.ghtml

CAIXA NOTIFICA CORINTHIANS DE QUE EXECUTARÁ DÍVIDA DE 500 MILHÕES

Timão vê “gesto intempestivo” e diz que banco “trocou rota da negociação pela do confronto”

A Caixa Econômica Federal notificou extrajudicialmente o Corinthians de que executará a dívida de quase R$ 500 milhões relativa ao financiamento da obra da Arena, em Itaquera.

Tanto o clube como a Caixa confirmam a informação, que foi publicada inicialmente pelo “O Globo”.

O banco estatal emprestou R$ 400 milhões para a construção do estádio. R$ 175 milhões já foram pagos. Porém, por conta de juros e correções, o valor da dívida atualmente é de R$ 487 milhões.

Em nota oficial, o Timão tratou a decisão da Caixa como um “gesto intempestivo” e comunicou que “se a Caixa escolheu trocar a rota da negociação pela do confronto, não cabe ao clube outro recurso senão defender na Justiça seus direitos.”

Há meses o Corinthians vinha negociando o financiamento com o banco estatal. Paralelamente, o clube costurou um acordo para o pagamento da dívida que tem com a Odebrecht. O Timão não acredita que a execução da Caixa afete no acordo com a construtora.

– Não há nenhum beneficio ou “perseguição”. Mas se a Caixa não recebe e não tem renegociação, ocorre a cobrança de garantias. A execução é natural – afirmou Pedro Guimarães, presidente da Caixa, ao “O Globo”.

Segundo especialistas, a primeira alternativa da Caixa será executar as garantias financeiras. Uma das principais é o Equity Support Agreement (ESA), assinado pela Odebrecht. Trata-se de um documento no qual a construtora se dispõe a cobrir os valores exigidos numa eventual execução com recursos próprios. Vale lembrar que a Odebrecht está em processo de recuperação judicial.

Outra garantia oferecida para que o Corinthians conseguisse o financiamento junto ao BNDES, tendo a Caixa como intermediária, foi parte do terreno do Parque São Jorge. Porém, a execução de imóveis é mais demorada e gera um custo muito elevado, bem maior do que em outros processos de execução.

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– Pastoral da Sobriedade

Vejam que importante: achei esse folheto em meio a um livro, e, pelo assunto, acho extremamente importante divulgar: a PASTORAL DA SOBRIEDADE, que atende às pessoas que se deixaram tomar pelos vícios.

Estar sóbrio, nos dias de hoje, é algo difícil por natureza. Ainda mais com tanta porcaria sendo ofertada à sociedade.

Se você conhece pessoas que precisam dessa ajuda, informe-as! Abaixo:

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– As crianças sofrem com a ditadura da moda!

Que pesquisa assustadora para nós, pais: nossas filhas, a partir dos 7 anos, sofrem pressão para estarem na moda e cuidarem da beleza!

Precoce demais, não?

Compartilho, extraído de: http://super.abril.com.br/comportamento/meninas-de-7-anos-ja-se-sentem-pressionadas-para-serem-bonitas/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

MENINAS DE 7 ANOS JÁ SE SENTEM PRESSIONADAS PARA SEREM BONITAS.

Pesquisa britânica mostra que apenas 61% das meninas entre 7 e 21 anos se sentem atualmente felizes com a própria aparência.

Por Rachel Moss, do Huffington Post

Meninas com apenas 7 anos estão sendo levadas a sentir vergonha de sua aparência, sendo que 25% daquelas entre 7 e 10 anos dizem sentir pressão para terem um corpo “perfeito”.

Os dados fazem parte de uma pesquisa “devastadora” da organização britânica Girlguiding, que revelou que apenas 61% das meninas entre 7 e 21 anos se sentem atualmente felizes com a própria aparência, em comparação com uma parcela de 73% em 2011.

Mesmo na escola primária, as meninas já estão preocupadas com a imagem do corpo, com um terço das que têm entre 7 e 10 anos dizendo que as pessoas as levam a pensar que a coisa mais importante sobre elas é a aparência.

Ainda mais preocupante: cerca de 38% das meninas nessa faixa etária sentem que “não são bonitas o suficiente”.

O relatório sugere que a implacável exposição à mídia e imagens digitais que objetificam as mulheres, além do assédio nas ruas e abuso sexual on-line contribuem para o baixo nível de confiança das meninas.

A pesquisa, com mais de 1.600 garotas entre 7 e 21 anos, também revelou que quase 15% das que têm entre 7 e 10 anos se sentem envergonhadas em relação à própria aparência.

Cerca de 29% das meninas no grupo entre 7 e 8 anos e 41% das que têm entre 9 e 10 concordam que as mulheres são julgadas mais pela aparência do que por suas habilidades; infelizmente, não surpreende que mais da metade das que têm entre 7 e 10 anos (52%) sintam que “não são boas o suficiente”.

Mas garotas de todo o Reino Unido disseram à Girlguiding que a coisa mais importante que precisa mudar para melhorar suas vidas é o não julgamento das mulheres pela aparência.

Lyra, de 10 anos, do Sul de Londres, disse: “Acho que as meninas são mais julgadas pela aparência do que os meninos. Não acho que é justo que os homens sejam tratados de forma diferente das mulheres. Você tem de tratar todo mundo igual”.

Já Lienna, de 7 anos, acrescentou: “Um garoto na escola disse que eu tinha um bigode”.

E Francesca, de 9 anos, disse: “Passei com minha bicicleta perto de alguns adolescentes e eles disseram que eu era feia”.

Liddy Buswell, de 18 anos, ativista da Girlguiding e líder do grupo Brownie [de garotas de 7 a 10 anos], disse que está “chocada, mas não surpresa” pelos resultados da pesquisa.

“Como líder do ‘Brownie’, vivi essas experiências bem de perto. Vi meninas sem vontade de falar diante de grupos por causa da aparência; ouvi garotas dizendo que foram xingadas na escola e por isso não se sentiam confiantes em tentar novas atividades”, disse.

“Nenhuma menina deveria se preocupar com a aparência — ela deveria estar se divertindo e se curtindo. A pesquisa deste ano é uma condenável indicação de que algo precisa ser feito para atacar esse crescente problema.”

Nadia Mendoza, cofundadora da associação britânica Self Esteem Team, concordou que os resultados são “devastadores”, mas não inteiramente inesperados.

“Não é um problema novo. A saúde mental e a autoestima de nossos jovens têm escalado rumo a um estado crítico há muitos anos, como refletido no fato de que especialistas estimam que os quatro problemas mentais mais comuns enfrentados pelos adolescentes — ansiedade, depressão, distúrbios alimentares eautoflagelação — aumentaram em 600% na última década no Reino Unido”, Mendoza disse ao The Huffington Post UK.

“É importante reconhecer que este não é um problema só das meninas, e precisamos tentar melhorar a autoestima de todos os jovens”, acrescentou.

“Infelizmente, não há uma solução única para a construção da autoestima; é algo que requer um esforço cumulativo. Da mesma forma que a saúde física, não iríamos para a academia apenas uma vez esperando nos manter saudáveis pelo resto da vida; é algo que precisamos trabalhar diariamente ou semanalmente. Isso também é verdade para a saúde mental. É uma obra em andamento.”

O Self Esteem Team, que visita as escolas para promover workshops sobre saúde mental, acredita que que existam três áreas essenciais para melhorar a autoestima: pensamento crítico, hábitos saudáveis e conversa construtiva.

“Também valorizamos o ‘tempo para mim’, com um canal criativo para se expressar positivamente e, assim, reconhecer que sua autoestima não é determinada pelo número de curtidas em sua última selfie”, Mendoza explicou.

“Destacamos para nossos alunos a importância de elogios em coisas que eles valorizam; por exemplo, porque um amigo ofereceu um ombro amigo ou porque foram uma companhia divertida, em vez de porque têm tênis bacanas ou um cabelo bonito.”

Mendoza também dá um recado aos pais, para “estarem atentos à linguagem que usam em casa, por exemplo, se a mamãe não quer comer pão porque ‘me deixa gorda’; a criança pode e realmente absorve essas mensagens sobre a imagem do corpo”.

“Como pais, acho que precisamos estar cientes das potenciais questões e problemas pela frente e introduzir formas de reformulá-los, bem como encorajar a resiliência”, Ragoonanan disse ao HuffPost UK.

“Minha filha tem 4 anos. Ela me perguntou se era bonita. Eu disse que sim, mas que não era importante ser bonita. O importante é o tipo de pessoa que você é e como você trata os outros.”

Ragoonanan disse que se certifica de “elogiá-la por ser gentil, criativa, inteligente e responsável. Se eu a elogio pela aparência, são pelas escolhas criativas do que ela escolheu para se vestir (que eu muitas vezes compartilho no meu Instagram), e não por parecer bonita”.

Ragoonanan acredita que o relatório “destaca a importância de não deixar que estereótipos prejudiciais de gênero — que depositam um valor exagerado na aparência de uma garota — dominem suas vidas”.

Seus comentários vão de encontro à opinião de Sam Smethers, presidente da Fawcett Society, para quem o relatório da Girlguiding detalha o machismo enfrentado pelas mulheres ao longo de suas vidas.

“Mulheres e meninas são persistentemente julgadas por sua aparência. Esta pesquisa mostra que isso começa quando são jovens”, disse.

“Sabemos que 85% das mulheres jovens sofreram assédio na rua, 59% foram assediadas na escola e uma em cada quatro jovens se autoflagela. Elas apresentam taxas significativamente mais altas de depressão e problemas mentais do que os rapazes”, disse a especialista.

“Isso é sério. Como sociedade, precisamos enfrentar o fato de que a objetificação e o assédio estão arruinando as vidas das garotas e estamos deixando isso acontecer.”

Felizmente, a Girlguiding está dando passos positivos em direção à melhora da confiança corporal entre os jovens.

“As meninas nos disseram para que parássemos de julgá-las pela aparência. Todos os dias, durante a orientação, as garotas nos inspiram com sua bravura, senso de aventura e gentileza”, disse Becky Hewitt, diretora da Girlguiding.

“Estamos convocando a todos para que mostrem às garotas que são valorizadas por quem são — e não por sua aparência.”

Durante todo o mês de outubro, a Girlguiding está desafiando o público a pensar duas vezes sobre a maneira pela qual elogiam as meninas em suas vidas.

Estão pedindo para que todos nós digamos às mulheres o quanto elas são incríveis, sem fazer referência à sua aparência.

Se você conhece jovens que têm sido gentis ou que conquistaram algo pelo qual se esforçaram muito, compartilhe um post no Twitter, Facebook ou Instagram com as hashtags: @Girlguiding #YouAreAmazing #GirlsAttitudes.

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– 6a com muito pique!

👊🏻Bom dia!
Desejando que hoje seja muito mais proveitoso do que ontem, s’imbora correr?
Hora de suar a camisa a fim de ter disposição para o dia que se inicia!
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻Correndo e Meditando com São João Crisóstomo, que dizia: “Quando adotares uma resolução, considera os resultados e não as dificuldades.”
 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores do nosso #jardim. E a generosidade da #natureza?
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅Desperte, #Jundiaí.
Que a #SextaFeira possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby