– O hikikomori que casou com uma… anime!

Há de tudo na sociedade moderna. Até mesmo gente que se isola e só consegue se relacionar com máquinas e mundo virtual.

E não é que no Japão a realidade extrapolou os limites do bom senso? Um jovem que vive isolado do relacionamento humano (hikikomori, como é chamado esse tipo de sujeito) casou com uma personagem!

Pois é! Abaixo, extraído de: https://epoca.globo.com/mundo/por-que-me-casei-com-uma-personagem-de-anime-23950791

“POR QUE ME CASEI COM UMA PERSONAGEM DE ANIME”

Japonês Akihito Kondo se apaixonou pela artista pop virtual Hatsune Miku: ‘Eu a amo tanto que dói’

O jovem japonês Akihito Kondo é casado com uma personagem de anime.

Ele diz que, antes de encontrar esse amor virtual, era muito solitário e vivia uma vida isolada – o que é conhecido no país como hikikomori, pessoas que se isolam em casa e evitam falar ou se relacionar com os outros. Existem cerca de um milhão de hikikomori no Japão.

“Eu sofria bullying no trabalho. Eles ignoravam meus cumprimentos e gritavam comigo por qualquer coisa”, diz ele.

“Eu nunca me senti atraído por mulheres reais, porque eu não faço sucesso com as mulheres.”

Kondo conta que conheceu a personagem Hatsune Miku na internet quando estava dando um tempo do trabalho. Ela é a artista pop virtual mais famosa no país.

“Os vídeos da Miku, suas fotos e suas músicas fizeram eu me sentir curado”, diz o jovem. “A emoção é a mesma de um relacionamento real. Eu a amo tanto que dói.”

VOLTA AO TRABALHO

Graças a Miku, Kondo voltou a trabalhar.

“O holograma da Miku me acorda toda manhã, me deseja bom trabalho, me cumprimenta quando chego em casa, me dá boa noite. Essa é nossa interação diária. Isso me faz muito feliz.”

Ele diz que espera que a tecnologia avance para que, um dia, possa pegar na mão da personagem.

Conta que a mãe e a irmão não vieram para o casamento, o que o deixou triste. Mas ganhou uma boneca da Miku de presente da irmã.

Diz que anunciou o casamento com Miku publicamente por dois motivos.

“O primeiro é para provar o meu amor pela Miku”, diz Kondo. “O segundo é porque, embora não haja muitas estatísticas sobre isso, há muitos homens jovens como eu se apaixonando por personagens de anime. Eu senti que anunciar meu casamento publicamente era uma responsabilidade para apoiar outras pessoas que são como eu.”

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Akihito Kondo fez DVD e álbum de casamento para ter um registro de seu amor por personagem virtual – Foto: Reprodução

– Setembro Amarelo

Cada vez mais as doenças da mente levam às ideias suicidas. Em setembro, existe a campanha “Setembro Amarelo”, que busca ajudar essas pessoas que sofrem com depressão e outros males.

Já falamos desse tema, mas gostei do texto abaixo e compartilho o link:

Setembro Amarelo

https://desenrolacordeiro.wordpress.com/2019/09/18/setembro-amarelo/
— Ler em desenrolacordeiro.wordpress.com/2019/09/18/setembro-amarelo/

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– A Cúpula da Revista Época caiu!

Na última edição da Revista Época, um jornalista cometeu um excesso ferindo as normas éticas de jornalismo da Globo (proprietária da publicação): se passou por paciente e marcou consultas com a esposa de Eduardo Bolsonaro, que é psicóloga, forjando situações e gravando cinco sessões de maneira escondida

Conclusão: “caiu a cúpula inteira da revista”, além de um pedido formal de desculpas!

Sinceramente, acho que o jornalista perdeu o senso ético…

Extraído de: https://istoe.com.br/apos-pedido-de-desculpas-da-globo-a-nora-de-bolsonaro-cupula-da-epoca-deixa-revista/

APÓS PEDIDO DE DESCULPAS DA GLOBO À NORA DE BOLSONARO, CÚPULA DA ÉPOCA DEIXA REVISTA

A cúpula da redação da revista Época não faz mais parte do gerenciamento do veículo, de acordo com informações do ‘Portal dos Jornalistas’.

Segundo a reportagem, ainda não houve a confirmação dos nomes envolvidos e se a decisão partiu do Grupo Globo ou dos próprios jornalistas, mas o motivo seria a nota em que o Grupo Globo se desculpou pela reportagem publicada na última edição da revista sobre Heloísa Bolsonaro, mulher do deputado federal Eduardo Bolsonaro.

A reportagem causou grande pressão do parlamentar que chegou a dizer que processaria o repórter João Paulo Saconi, autor da reportagem, o editor Plínio Fraga e a diretora de redação Daniela Pinheiro.

A reportagem

Um repórter da revista, que não havia se identificado, se submeteu a cinco sessões online com a psicóloga, e teria gravado sem o conhecimento dela. O material usado serviu de base para a reportagem que falava sobre a orientação profissional de Heloisa Wolf Bolsonaro.

Veja a nota na íntegra abaixo:

UMA EXPLICAÇÃO NECESSÁRIA

Nota do Conselho Editorial do Grupo Globo

“Como toda atividade humana, o jornalismo não é imune a erros. Os controles existem, são eficientes na maior parte das vezes, mas há casos em que uma sucessão de eventos na cadeia que vai da pauta à publicação de uma reportagem produz um equívoco.

Foi o que aconteceu com a reportagem “O coaching on-line de Heloisa Bolsonaro: as lições que podem ajudar Eduardo a ser embaixador”, publicada na última sexta-feira. ÉPOCA se norteia pelos Princípios Editoriais do Grupo Globo, de conhecimento dos leitores e de suas fontes desde 2011. Mas, ao decidir publicar a reportagem, a revista errou, sem dolo, na interpretação de uma série deles.

É certo que em sua seção II, item 2, letra “h”, está dito: “A privacidade das pessoas será respeitada, especialmente em seu lar e em seu lugar de trabalho. A menos que esteja agindo contra a lei, ninguém será obrigado a participar de reportagens”. A letra “i” da mesma seção abre a seguinte exceção: “Pessoas públicas – celebridades, artistas, políticos, autoridades religiosas, servidores públicos em cargos de direção, atletas e líderes empresariais, entre outros – por definição abdicam em larga medida de seu direito à privacidade. Além disso, aspectos de suas vidas privadas podem ser relevantes para o julgamento de suas vidas públicas e para a definição de suas personalidades e estilos de vida e, por isso, merecem atenção. Cada caso é um caso, e a decisão a respeito, como sempre, deve ser tomada após reflexão, de preferência que envolva o maior número possível de pessoas”.

O erro da revista foi tomar Heloisa Bolsonaro como pessoa pública ao participar de seu coaching on-line. Heloisa leva, porém, uma vida discreta, não participa de atividades públicas e desempenha sua profissão de acordo com a lei. Não pode, portanto, ser considerada uma figura pública. Foi um erro de interpretação que só com a repercussão negativa da reportagem se tornou evidente para a revista.

Crédito: Reprodução/Instagram

– Onde crianças com Síndrome de Down são abortadas com naturalidade!

Eu sou defensor do Direito à Vida! E, por preceito religioso, convicção moral e luta social, sou contra o aborto.

Imaginem só um lugar onde o aborto de crianças portadoras da Síndrome de Down é considerado um ato de “amor” para se evitar o sofrimento?

Infelizmente, ele existe!

Extraído de: http://www.semprefamilia.com.br/horror-islandia-aborta-100-de-todos-os-bebes-diagnosticados-com-sindrome-down/?utm_source=twitter&utm_medium=midia-social&utm_campaign=gazeta-do-povo

HORROR: ISLÂNDIA ABORTA 100% DOS BEBÊS DIAGNOSTICADOS COM SÍNDROME DOWN

Estranhamente, pais se despedem do corpo do bebê abortado com orações e cerimônia de despedida.

Um por ano. Talvez dois. Essa é a taxa de nascimento de pessoas com síndrome de Down na Islândia. Mas o que o país está fazendo não é a erradicação da síndrome de Down, e sim a erradicação das pessoas com síndrome de Down: 100% dos bebês diagnosticados com a condição ainda no útero são abortados no país. Os poucos sortudos que continuam nascendo não tiveram a condição detectada no exame pré-natal.

O país escandinavo, de apenas 330 mil habitantes, é o primeiro a levar ao limite uma tendência que já se verifica em outros países. Na Dinamarca, o aborto vitima 98% dos bebês diagnosticados com síndrome de Down. No Reino Unido, a porcentagem chega a 90%. Na França são 77% e nos Estados Unidos 67%.

Na Islândia, a lei permite que o bebê seja abortado mesmo depois de 16 semanas de gestação, em casos de deformidade do feto, o que, segundo a compreensão da lei islandesa, inclui a síndrome de Down, mesmo diante do fato de que a condição permite que seus portadores vivam normalmente, com uma expectativa de vida média de 60 anos, na grande maioria das vezes.

Os exames pré-natais que detectam más-formações e outras características do feto não são obrigatórios na Islândia, mas por volta de 80% a 85% das gestantes optam por realizá-los.

No Hospital Universitário de Landspitali, onde nascem cerca de 70% dos bebês islandeses, Helga Sol Olafsdottir é a funcionária responsável por aconselhar as gestantes que detectaram alguma anomalia cromossômica em seus bebês. “Esta é a sua vida – você tem o direito de escolher como quer que ela seja”, é o que ela diz às mulheres, segundo contou à CBS.

“NÃO VEMOS O ABORTO COMO ASSASSINATO”

As mães que optam pelo aborto tratam o fato com uma estranha normalidade. Chamam o bebê de “meu filho” e, depois do procedimento, fazem uma visita ao corpo do bebê, lhe dizem adeus e chamam pastores para uma pequena cerimônia religiosa. É comum fazer cartõezinhos com o nome do bebê, uma oração e a impressão dos seus pezinhos.

“Não vemos o aborto como assassinato”, explicou Olafsdottir. “Nós damos fim a uma possível vida que poderia ter tido uma complicação enorme… Prevenimos o sofrimento para essa criança e para a família”.

Agnes Sigurðardóttir, bispa da Islândia e líder da Igreja Evangélica Luterana da Islândia, diz que a sua igreja não é nem a favor nem contra o aborto. “Na Islândia existe apenas um pequeno grupo de pessoas que são contra o aborto. Bem pequeno, bem invisível”.

A fotógrafa Sigga Ella tem uma tia com a condição. Para combater o preconceito e a eugenia de que os portadores da síndrome têm sido alvos, Ella clicou 21 portadores de síndrome de Down com idades entre 9 meses e 60 anos e produziu uma série de retratos chamada First and foremost I am – “Antes de tudo e mais do que tudo, eu sou”.

Já Thordis Ingadottir é ativista pelo direito das pessoas com síndrome de Down desde 2009, quando a sua filha Agusta nasceu com a condição. Na época, os exames mostraram que o seu bebê tinha 1 em 1,6 mil chances de ter a síndrome.

Espero que, quando crescer, Agusta esteja plenamente integrada a esta sociedade com as suas próprias condições. Este é o meu sonho”, disse Ingadottir à rede CBS. “Em que tipo de sociedade você quer viver?”

Com informações da CBS.

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– 4 cliques para uma ótima 4a feira:

Olá amigos!

Verticalizando o esqueleto para, logo bem cedinho, ter pique para todo o dia. Vamos correr?

Clique Motivacional 1:

Correndo e Meditando:

Ó Nossa Senhora da Paz, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”

Clique Devocional 2:

Fim de cooper!

Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores. E essa rosa cor-de-rosa?

Clique Contemplativo 3:

Desperte, Jundiaí.

Que a quarta-feira possa valer a pena!

Clique de Inspiração 4:

Ótima jornada para todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby