– Desvio tira impedimento no futebol? Agora, depende!

Há pouco, um polêmico gol validado pelo árbitro Leandro Pedro Vuaden na partida entre Atlético Mineiro x São Paulo. O tento foi marcado por Alerrandro, que estava impedido, mas cujo gol se tornou legal por conta de um desvio de Toró.

Mas quem disse que desvio tira o impedimento?

Desde 2017, uma importante alteração na Regra ocorreu e pouco tem sido observada (até mesmo pela não ocorrência de tantos lances assim). Vamos lá:

  • Se uma bola for lançada para um jogador em impedimento, e ela tocar em um adversário nesse percurso,

1 – Se houve intenção de disputá-la por parte do defensor, um simples toque já criou um novo momento e ele tirou o impedimento. É como se fosse uma bola da equipe que está na defesa tocada para o adversário que ataca.

2- Se não existiu intenção alguma daquele defensor em disputá-la, tocando sem querer nela, o impedimento permanece.

Me recordo que o 1o lance como esse que vi foi num amistoso da Seleção Brasileira: Áustria 0x3 Brasil. Relembre: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/06/10/desvio-tira-impedimento-sobre-o-gol-de-gabriel-jesus-em-austria-0x3-brasil/

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– O que estamos fazendo para nos aprimorarmos profissionalmente?

Compartilho excepcional artigo do prof José Renato Santiago Sátiro, do Blog do Conhecimento (http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial), a respeito de Crescimento e Aperfeiçoamento Profissional, Capacitação e Competência, Competitividade e Mundo Corporativo.

O texto é de extrema valia aos profissionais de qualquer área de atuação, mas em especial aos Administradores de Empresas. Abaixo:

O QUE ESTAMOS FAZENDO PARA NOS MANTERMOS COMPETITIVOS?

Uma das mais relevantes verdades que suportam o atual mundo corporativo diz respeito a necessidade de constante aperfeiçoamento de nossas competências.

A correta gestão dos nossos conhecimentos certamente contribui muito para que todos nós, colaboradores, que prestamos atividades profissionais, remuneradas ou não, possamos buscar a excelência e o atendimento de nossos objetivos.

No entanto, é de entendimento comum que os conhecimentos que possuímos hoje não irão garantir o nosso sucesso futuro.

Sempre haverá a necessidade de algo mais.

A grande surpresa que fundamenta este fato não está associada com a efetiva necessidade de capacitação constante, mas sim com a predisposição em buscá-la.

Há diferença nisso?

Sim, claro que existe, sutil, mas evidente.

Anos atrás não era incomum que as pessoas buscassem oportunidades em organizações que possuíssem planos de carreira bem estruturados e possibilidades de capacitação aos seus colaboradores.

Hoje, as coisas mudaram, então?

Claro que não.

Todos tendemos a valorizar oportunidades profissionais em empresas que não somente ofereçam bons salários e condições de crescimento, mas, principalmente, reais possibilidades de aprimoramento de nossas competências.

No entanto, algo está diferente.

Ainda que haja esta valorização, é temeroso o profissional sinalizar esta preocupação voltada a capacitação como se fosse um diferencial a ser oferecido por uma empresa.

E a resposta é simples.

Buscar isto junto a um terceiro, no caso qualquer organização que seja, é um lamentável equívoco.

Qualquer capacitação que nos é ofertada, não terá uma ínfima relevância quando comparada com aquela que é conquistada pelo profissional que se preocupa em alinhar seus intentos e metas com os treinamentos dos quais ele próprio busca fazer parte.

Poucas vezes, o que não é injusto, os treinamentos ofertados nas empresas possui alguma associação com as reais expectativas de seus profissionais.

Isto ocorre, pois, as organizações priorizam o atendimento de seus próprios objetivos, e eventualmente apenas eles são comuns aos dos colaboradores.

Não há qualquer, digamos “maldade” por parte das empresas, ainda, mas, pelo fato das relações em vigência serem profissionais.

A partir do momento que tenhamos certeza desta real diferença entre os nossos interesses e os das organizações onde atuamos, creio que caiba responder a seguinte pergunta:

– O que estamos fazendo para nos manter competitivos?

Certamente é nossa responsabilidade.

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– Sobre o gol de Lindoso em Internacional 3×1 Bahia. Que dureza! Para mim, impedido.

Vendo as imagens do tão reclamado gol de Rodrigo Lindoso, sou bem franco: é muito difícil criticar alguém que decida certo ou errado quanto a ele.

A CBF avaliou como acerto, e justifica corretamente que a mão do atleta Colorado é que está a frente do adversário. Sabidamente, se faz a linha do impedimento com as partes “jogáveis” dos atletas.

Mas na imagem enviada pelo próprio Leonardo Gaciba, presidente da Comissão de Arbitragem, há dúvidas! Tá difícil nessas linhas paralelas sobrepostas entender se havia realmente condição ou não. Parte do corpo (e não só das mãos) do jogador do Internacional me parece à frente do seu adversário. O zagueiro do Bahia marcado na ilustração, se colocasse numa imagem melhor, estaria realmente dando condição?

Por essa amostra, com toda a sinceridade, eu marcaria impedimento. E você?

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– Dentro ou Fora do Escritório?

Pesquisa da Universidade de Wisconsin comprova: trabalhar fora do escritório torna o serviço mais produtivo.

E é essa mesma pesquisa que traz um grande rebuliço: até então, era uma questão quase consensual de que confinado no escritório, há mais produtividade.

Abaixo, extraído do Caderno Inteligência da Época Negócios: citação em http://is.gd/vZ3FE3

E você, o que pensa sobre o assunto? Dentro ou Fora do escritório?

JÁ SAIU DO ESCRITÓRIO HOJE?

Funcionários que passam mais tempo fora do que dentro das empresas são mais satisfeitos com o que fazem, revela estudo

Por Robson Viturino com Lelivaldo Marques Filho

Com o avanço do trabalho remoto nas empresas, as faculdades de negócios mundo afora produziram uma enxurrada de estudos reafirmando a importância do contato pessoal entre os membros de uma equipe. Totalmente na contramão, a Universidade de Wisconsin-Milwaukee publicou recentemente uma pesquisa comprovando que profissionais que passam a maior parte da semana gastando a sola de sapato fora da companhia estão mais satisfeitos com o trabalho do que aqueles confinados no escritório.

O maior benefício apontado por quem trabalha remotamente pelo menos três vezes na semana é a queda do estresse causado por conflitos comuns no convívio diário. Segundo a pesquisa, a distância os poupou de situações típicas do mundo corporativo, como a politicagem, as interrupções das tarefas e as reuniões que não chegam a lugar nenhum.

A redução do contato com os colegas – prejuízo sempre citado como um dos maiores inimigos do trabalho a distância –, foi relatada como irrelevante pelos participantes. De fato, os adeptos de passar a maior parte do tempo circulando têm menos tempo para reuniões internas e para o papo na hora do cafezinho. No entanto, isso não parece ser um problema: os dois grupos reportaram ter obtido acesso às informações relevantes para o trabalho, de acordo com a pesquisa feita por Kathryn Fonner e Michael Roloff. “Nossas conclusões enfatizam a vantagem do trabalho fora do escritório e também chamam a atenção para a necessidade de as empresas corrigirem os problemas do trabalho em um ambiente coletivo”, diz Kathryn. “Com menos estresse e distrações, os funcionários podem evitar que o trabalho se infiltre nas suas vidas pessoais.”

Outra pesquisa sugere uma visão complementar sobre o assunto. Craig Knight e Alexander Haslam, da Universidade de Exeter, Reino Unido, concluíram que os funcionários autorizados a moldar suas áreas de trabalho a seu gosto não só são mais satisfeitos e felizes, mas também 32% mais produtivos que os profissionais que seguem o leiaute empurrado goela abaixo pela chefia. Dos 2 mil funcionários consultados, os que apresentavam um sentimento mais positivo em relação às suas atividades eram os que tinham controle do seu ambiente de trabalho.

De acordo com Haslam e Knight, muitos escritórios modernos primam pela funcionalidade, mas falham por não permitir que os seus usuários façam adaptações. “Nossos estudos sugerem que essa prática precisa mudar”, conclui a dupla.

Quando as pessoas se sentem desconfortáveis em seus ambientes, são menos engajadas não apenas no espaço, mas também no que fazem ali. “Se puderem ter algum controle, tudo muda e elas passam a se sentir mais felizes no trabalho, a ter maior identificação com o empregador e se tornam mais eficientes.”

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– CSA 0x2 Flamengo e o incrível pênalti não marcado!

Se você acha que o pênalti não marcado em Brasília e tão reclamado no CSA 0x2 Flamengo foi por má intenção, esqueça. É incompetência mesmo.

Vamos lá: o movimento do atleta flamenguista nitidamente é antinatural, pois ele pula com a mão acima da cabeça para dividir uma jogada (você pula desse jeito?). É esse lance que a FIFA tanto condena, onde existe a intenção disfarçada de que a bola bata em seu braço.

Mas depois de tanto ver as imagens e importunado pelo VAR, ainda assim o árbitro Douglas Marques Flores não se convenceu. Ora, desde que foi lançado precocemente, as entidades que escalam o árbitro geriram mal a carreira dele. Não sei o motivo por quê teve tantas ótimas e rápidas oportunidades, sem se solidificar como bom árbitro nas divisões menores. Tanto na 4a divisão regional no ano passado, como nos jogos mais importante sem que foi escalado, sempre ele tem uma má interpretação técnica

Não é culpa dele, pois ainda está em formação. É culpa de quem escala!

Abaixo, sobre algumas ruins atuações do juizão em questão. Por favor, que não se entenda má intenção do juiz, mas insisto, deficiência técnica simplesmente.

Link em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/05/09/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-paulista-fc-x-sao-jose-ec-rodada-06/

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– É hora de Greve? Mas promovida por quem e para o interesse de quem?

Greve geral? Ou Greve de grupos políticos?

Tenho muito cuidado quando o assunto é Greve. Ela deve partir sempre de quem se acha prejudicado, mas não deve prejudicar os outros que não tem nada relacionado com ela.

Digo isso pois surgiu a história de entidades sindicais quererem fazer uma Greve Geral amanhã, sexta-feira. Os motivos? Causas que os motivadores criticam, mas que nada fizeram enquanto foram poder.

Aqui, não é discurso de Esquerda e Direita, mas de pessoas sedentas ao poder. Ninguém está pensando na população, apenas na ânsia de conquistar votos futuros, lamentavelmente.

E quem quer trabalhar? Será obrigado a parar amanhã? Isso é democracia?

A Política do Brasil entristece o cidadão, que é obrigado a aguentar os raivosos que gritam em nome das radicais turmas de lulistas e bolosnaristas.

Sem fanatismo, mais sensatez. A sobriedade cidadã é necessária!

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– Santos 1×0 Corinthians. Outro jogo com discussão de mudança nas regras?

Fábio Carille, treinador do Corinthians, reclamou da anulação do gol da sua equipe após a marcação de impedimento de Avellar com a posterior conclusão de Clayson com o jogo já parado (na Vila Belmiro, contra o Santos). Alegou que sabe das mudanças da Regra e que “primeiro deixa concluir a jogada, daí consulta VAR e depois anula o gol se for o caso”.

Ora, ele está certo “em partes”. Faltou lembrar que em lances em que o bandeira esteja convicto, não precisa deixar a jogada seguir. Aliás, o gol saiu com a partida paralisada, e, portanto, não foi um gol anulado por impedimento, mas um impedimento ocorrido antes desse lance.

Já imaginou se em toda a jogada de impedimento o bandeira é quem “estivesse impedido” de tomar uma decisão? Tudo deve seguir e só depois corrigir? Não teríamos futebol rolando, só paralisação. Não é esse o espírito do VAR. Aliás, o árbitro assistente Carlos Berkenbrock é experientíssimo e estava bem posicionado no lance

O problema é que no final do jogo, o próprio Berkenbrock marcou um impedimento de tiro de meta (não existe impedimento após a cobrança dele). O lance foi equivocado e corrigido pelo árbitro Wagner do Nascimento Magalhães. Mas aí, se validado incialmente o que poderia ocorrer, realmente ficará na suposição.

Por fim: a polêmica de que o técnico do Corinthians teria sido chamado de “vagabundo”. Ficará a palavra de um dizendo que não chamou com a do outro dizendo que foi chamado. É claro que se ocorreu uma ofensa, é um ato condenável, pois o árbitro tem os cartões para punir supostos excessos, e não deve retribuir reclamações e ofensas com a mesma moeda. Entretanto… o que teria feito ou dito Carille?

Enfim, está difícil apitar futebol. Só que está difícil aceitar algumas arbitragens também.

Fábio Carille no clássico contra o Santos — Foto: Marcello Zambrana / Estadão Conteúdo

– Responsabilidade Social: o Circo Tihany no Grendacc

Só podemos aplaudir e desejar que outros artistas de todas as áreas façam o mesmo: visitar crianças enfermas (mas idosos e desenganados também)!

Que maravilha essa foto (extraída do Tribuna de Jundiaí): o circo Tihany, que está em nossa cidade, foi fazer a alegria das crianças atendidas pelo Grendacc (para quem não o conhece, é o Hospital Oncológico Infantil referência em Jundiaí, sustentado por voluntários e pessoas de boa vontade).

Possam muitos outros o imitar!

Aqui:

– Uma lambança corrigida pelo 4o árbitro em Guarani 0x1 Coritiba, devido as novas regras.

Um gol anulado do Coritiba numa bobagem inicial feita pelo árbitro, com a participação da mudança da Regra do Jogo, foi observada no Brinco de Ouro da Princesa nesta semana, em confronto do Brasileirão da série B.

Entenda: aos 22 minutos, o goleiro Wilson, do Coritiba, estava caído no chão. O jogo estava em andamento e a posse de bola com a equipe do Guarani. O árbitro Léo Simão de Holanda paralisou a partida e permitiu o atendimento médico. Com as mudanças da Regra do Jogo, se você paralisa a partida para uma situação como essa, você reinicia com bola ao chão a quem tinha a posse de bola (o adversário tem que manter distância para esse reinício). Entretanto, o árbitro deu o bola ao chão para Sávio, do Coritiba! Este, por sua vez, deu um chute e a bola sobrou ao seu companheiro Rodrigão, que marcou o gol.

Que “cáca”, hein?

Depois de 8 minutos de paralisação, alertado pelo 4o árbitro, Daniel Bernardes Serrano, o gol foi anulado e a partida reiniciada com o bola ao chão para o Guarani.

A fim que não exista dúvida sobre o acerto em anular o gol, uma explicação: toda decisão da arbitragem pode ser revista desde que não exista um reinício da partida após o erro cometido. Quando permite o bola ao chão para o Coritiba, comete-se um erro de direito; se dele sai o gol e esse tento é validado, não pode mais corrigir o erro. Como não foi reiniciada a partida com o tiro de reinício a quem sofreu o gol, o gol pode ser anulado e a partida reiniciada conforme as regras, ou seja, com a posse de bola ao time de Campinas (diferente do lance de Botafogo x Palmeiras, aqui o reinício pós-erro seria o tiro de reinício, não o bola-ao-chão).

Talvez a nomenclatura possa estar confundindo as pessoas que entendem ter errado o árbitro: o bola ao chão é uma forma de reinício de jogo, assim como o tiro de reinício pós-gol. Se reiniciou a partida com o bola ao chão, pode-se anular essa jogada até antes do próximo reinício. Não poderia anular o gol se o bola ao chão fosse o reinício após um erro anterior; e não foi o caso: o erro foi o própria posse de bola no bola ao chão.

Reprodução/Premiere

– O perigo da dependência virtual das crianças hiper conectadas!

Um risco dos tempos modernos: crianças reféns da tecnologia, que se tornam viciadas em tablets e smartphones. Uma “overdose” virtual segundo especialista!

Extraído de: Revista Isto É, ed 2427, página 51, por Luldmilla Amaral

OS RISCOS DA INFÂNCIA NA REDE

Livro discute o uso da tecnologia pelas crianças e alerta para os perigos da dependência virtual

Especialistas em comportamento digital apontam que as crianças brasileiras são mais ativas do que a média mundial na internet, o que as tornam perigosamente dependentes dos ambientes virtuais. Celulares e tablets são cada vez mais usados para entreter os pequenos em situações de estresse, como refeições em restaurantes, por exemplo. Perfis em redes sociais também são criados muito precocemente. Diante deste cenário, já imaginou o que aconteceria se, de um dia para outro, todos os aparelhos eletrônicos deixassem de funcionar?  Essa é a proposta de Juliana Grasso, no recém-lançado livro “Amanhã, como será?”, da Tempo Editora.

Com foco no público infanto-juvenil, a publicação conta a história de Gabriel, um garoto de 11 anos dependente de computadores, tablets e smartphones que se vê completamente perdido após uma tempestade destruir todos os seus aparelhos eletrônicos. Com o acidente, o menino, que usava os dispositivos para estudar, se comunicar e brincar, precisa redescobrir as brincadeiras e alegrias de uma infância sem tecnologia. A autora  se inspirou nas experiências cotidianas para escrever o livro.

“A tecnologia está super disponível, tanto para adultos, quanto para crianças. Hoje, mesmo muito novinhas, elas assistem a vídeos pelo celular na hora de comer, o que faz muito mal”, diz Juliana. “É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação.” Para ela, essa overdose de tecnologia na infância pode transformar meninas e meninos em adultos antissociais e dependentes. Pesquisa “Kids of Today and Tomorrow – Um olhar Bem Próximo Sobre Essa Geração”, da Viacom Internacional Media Networks, valida essa afirmação. Ela indicou que, apesar de o cenário ser sombrio em praticamente todos os países desenvolvidos, as crianças brasileiras têm uma predisposição maior ao vício virtual.

“É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação”

Juliana Grasso

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Amparo x Paulista (Rodada 12). Antes de mais nada: “Obrigado, FPF”!

Pedido feito, pedido atendido!

Se não existe cobrança, a queixa perde a sua efetividade. Se você não faz chegar a reclamação e TAMBÉM os elogios, a Comissão de Árbitros não sabe o que de fato aconteceu.

Faço essa introdução para dizer o seguinte: quando jogaram no Jayme Cintra no 1o turno, o jogo Paulista x Amparo foi muito mal arbitrado. Apesar da vitória do Galo, muitas queixas de cera, faltas excessivas não punidas e confusões diversas da equipe visitante (relembre-a nesse link: https://wp.me/p55Mu0-2cU). E criticamos bastante a atuação da arbitragem naquela partida, pedindo que árbitros que estão sendo testados e não estejam rendendo o esperado, não fossem escalados em confrontos importantes. Para os clássicos dessa divisão, valeria escalar os jovens que foram elogiados em seus testes. Por justiça, costumamos publicar nossas análises de arbitragem que independem do placar e de erros pró ou contra as equipes.

E, de todas as arbitragens que eu pude analisar pela Rádio Difusora em 2019, a melhor delas foi a do jogo Paulista 3×1 Manthiqueira, onde elogiamos à exaustão a excelente atuação do árbitro João Vitor Gobi, de 23 anos, natural de Cajobi. Jovem, dinâmico, cumpridor da regra do jogo e que estava sendo testado desde a série A3. Foi uma surpresa positiva, e defendemos mais oportunidades ao juiz. Relembre a atuação dele aqui: https://wp.me/p55Mu0-2bx.

Pois bem: o próprio Gobi estará nesta Rodada 12 no difícil jogo do Galo em Amparo. Gostei da sua escala principalmente pois ele será testado num previsível confronto de duas equipes tecnicamente boas; o mandante sabendo usar da malícia e o visitante que tem sido o clube de maior Fair Play no torneio. Um desafio a ele num jogo de características interessantes, onde precisa mostrar que para 2020 valerá a experiência de ser testado na A2, a fim de ser bem trabalhado para a A1 em 2021.

E aqui acrescento uma informação: o 2o jogo profissional da carreira de João Vitor Gobi, que vinha de uma sequência de boas atuações em categorias amadoras, foi em 2018, no… próprio Amparo x Paulista, onde foi bem também.

Espero uma boa partida e ótima arbitragem. Acompanhe sábado pela Difusora AM 840, às 15h, direto de Amparo, com a narração de Rafael Mainini pelo Time Forte do Esporte de Adilson Freddo. A jornada esportiva começa às 14h.

A ficha completa:

Árbitro: João Vitor Gobi
Árbitro Assistente 1: Domingos da Silva Chagas
Árbitro Assistente 2: Rodrigo Meirelles Bernardo
Quarto Árbitro: Sálvio Lemos de Vasconcelos Filho

 

– Dia de Santo Antonio

E hoje é dia de Santo Antonio (chamado por alguns “de Pádua” ou de “Lisboa” – locais onde viveu santamente).

Você sabia que a história de santo casamenteiro só existe entre nós? Santo Antonio é conhecido lá fora como “pai dos pobres”.

Pobre, humilde, desprovido de alta intelectualidade… mas magnífico nas questões de fé. Esse era o perfil deste santíssimo homem.

Santo Antonio, rogai por nós!

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– Dias corridos merecem a beleza da Natureza!

Puxa, que 5a feira sufocante de serviço.

Para isso, contra o cansaço mental, vale recorrer à natureza, como espairecer com a beleza das flores.

A mim, que curto jardinagem, fotografar nossa rosa vermelho-veludo é um hobby dos mais agradáveis. Aqui, sem filtros do Instagram

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