– Entardecendo com beleza!

Espetacular o fim da terça-feira aqui na divisa dos municípios de Jundiaí e Itupeva.

Com esse visual (abaixo), não dá para discordar que a natureza é bela e generosa em beleza!

Olhe só o horizonte colorido:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

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– Cegos do Petismo e Malucos do Bolsonarismo: o cerne da discussão sobre a Honestidade Intelectual. Sobre o artigo de Padilha.

José Padilha é um diretor de cinema competente e polêmico, sem papas na língua. Ele se tornou amado e odiado por esquerdistas e direitistas radicais, por conta de filmes como “Tropa de Elite” e a série “O Mecanismo”, além de suas opiniões fortes e firmes. 

Mas o que ele escreveu em uma coluna da Folha de São Paulo hoje, é lúcido e pertinente aos dias atuais.

Não sou assinante do jornal, mas até onde o UOL me permite ler gratuitamente, antes de obrigar o acesso virtual da assinatura paga, destaco o seguinte trecho sobre a sociedade:

“Uma parte se recusa a admitir que caiu no conto do vigário de Lula, se recusa a aceitar que ele capitaneou a associação PT-PMDB com um cartel de empreiteiros que desviou bilhões de dólares dos cofres públicos. A outra finge não ver que Jair Bolsonaro, além de desqualificado, tem conexões com a esgotosfera da polícia do Rio de Janeiro. No que tange à honestidade intelectual, a direita pró-Bolsonaro e a esquerda pró-Lula se tornaram irmãs siamesas: nunca mudam de opinião.

Não dá para corrigir nada (ao menos, insisto, no trecho que pude ler). Especialmente quando ele usa o termo honestidade intelectual!

Confesso: estou indo à banca somente para comprar a Folha por curiosidade de ler a íntegra!

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– Milagres da Vida!

Quando me perguntarem se já vi um milagre na minha vida, tenho a resposta na ponta da língua. Ou melhor: em todos os cantos do coração!

A imagem abaixo não me deixa mentir, por tudo o que nossa filha Maria Estela já viveu:

”DEUS é MARAVILHOSO, pois coloca sorrisos e certezas onde havia temores e dúvidas (e somos testemunhas vivas por tudo o que ocorre em nossa família).”

– PME que contratam funcionários transexuais

Empresas que aceitam a diversidade sexual e contratam LGTBs. Uma novidade ou tendência?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/08/1911077-pequenas-empresas-se-abrem-para-receber-funcionarios-transexuais.shtml

PEQUENAS EMPRESAS SE ABREM PARA RECEBER FUNCIONÁRIOS TRANSEXUAIS

por Everton Lopes Batista e Júlia Barbon

O site Transempregos, que divulga vagas de trabalho para transexuais e travestis, contava com 160 currículos cadastrados em 2013, ano em que foi inaugurado. Atualmente, são mais de mil.

A plataforma foi um dos canais usados pela hamburgueria Castro, inaugurada no fim de 2016 na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, para acrescentar diversidade ao negócio. Uma chamada publicada no site convidava pessoas de todos os gêneros e orientações sexuais para participar de uma seleção.

A transexual Roberta Proença Gouvea, 41, se candidatou e conseguiu a vaga de recepcionista do local, que tem 16 funcionários no total –dois deles são trans.

“A proposta da Castro me deu muita esperança para conseguir o emprego. Eu fui tratada como uma candidata de verdade”, afirma ela.

Segundo Luiz Felipe Granata, um dos sócios da Castro, a proposta é ser um ambiente “não excludente” para funcionários e clientes.

“A maior diferença de trabalhar em um lugar como esse é poder ser quem você realmente é e se sentir seguro”, afirma o transexual Bruno Mikó, 23, que trabalha como auxiliar de cozinha ali.

Com um investimento inicial de R$ 400 mil, o faturamento deve chegar a R$ 2,4 milhões neste ano. Os donos já planejam abrir uma franquia no próximo ano.

O estabelecimento faz parte de um grupo cada vez maior de empresas que têm procurado transgêneros –pessoas que se identificam com um gênero diferente do indicado pelos órgãos genitais de nascimento– para fazer parte de seu quadro de funcionários.

FALTAM DADOS

As dificuldades para conseguir trabalho ocorrem tanto por preconceito quanto por invisibilidade –não há dados sobre a empregabilidade de transgêneros no país.

Segundo a empresária e travesti Márcia Rocha, que administra a Transempregos de forma voluntária, cerca de 40% dos candidatos cadastrados na plataforma têm nível superior. “Mas mesmo para pessoas mais bem qualificadas, o mercado ainda é bastante hostil”, afirma ela.

Gouvea, por exemplo, tinha ensino médio, dois idiomas –além do português, ela fala inglês e espanhol– e um intercâmbio no currículo. “Era mais fácil quando eu escondia das pessoas que eu era trans”, afirma.

Aos 18 anos, Paloma Castro, também trans, desistiu de procurar emprego e passou a se prostituir. Hoje, aos 26 anos, é garçonete no Casa Café Teatro, na Bela Vista, região central de São Paulo.

O salário de R$ 1.191 permitiu que ela saísse das ruas enquanto termina um curso técnico em gestão de qualidade.

Histórias como a dela, no entanto, ainda são exceção. “Ainda é pouco, porque é muito recente. Temos muito trabalho a fazer”, diz Márcia Rocha. “Mas sinto que a coisa realmente está acontecendo, não estou dando conta de tantas reuniões e capacitações.”

AÇÕES

A IBM foi uma das criadoras, em 2013, do Fórum de Empresas LGBT. A organização informal reúne 39 grandes companhias que se comprometem com ações como usar o nome social do funcionário trans (em crachás e e-mails, por exemplo) e não restringir o uso de banheiros.

“Pessoas diversas trazem maior produtividade à empresa. Se eu fechasse essa porta, perderia bons recursos”, diz Adriana Ferreira, líder de diversidade e inclusão da IBM Brasil.

Na outra ponta, para que essas pessoas cheguem melhor preparadas até as empresas, foi criado, em 2015, o projeto Transcidadania, da Prefeitura de São Paulo.

A iniciativa paga uma bolsa mensal de R$ 983,55 por até dois anos, enquanto os beneficiários, transexuais e travestis, voltam para a escola, fazem cursos profissionalizantes e são acompanhados por advogados e psicólogos.

Hoje, o programa tem 175 participantes.

No entanto, a baixíssima escolaridade e o envolvimento com drogas impedem, em alguns casos, que a pessoa esteja pronta para o trabalho no final dos dois anos, afirma Ivan Batista, coordenador de políticas para LGBT na Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania do município.

Para isso, diz o coordenador, está sendo criado um comitê envolvendo os departamentos de educação e saúde da cidade, para que esses fatores sejam tratados antes do ingresso no programa.

A Coordenação de Políticas LGBT, também da prefeitura, oferece ainda capacitação para empresas que queiram receber trabalhadores trans e conhecer a a lei estadual 10.948, criada em 2001 para proteger a comunidade LGBT nas relações de trabalho.

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– O empresário de Pedrinho diz que o Barcelona procura um substituto para Messi e…

Ouviram Will Dantas, o empresário do jogador Pedrinho do Corinthians, no Fox Sports Rádio?

Quem o escuta, pensa que se refere a um novo Pelé dentro do Parque São Jorge! Claro que o agente quer fazer negócios e supervaloriza seu produto, ou melhor, atleta agenciado. Mas o que chamou a atenção foi uma série de declarações polêmicas:

  1. Criticou Carille, dando a entender que não escala o jogador na posição dele;
  2. Em palavras cuidadosas, deixou a entender que empresários mais influentes de outros atletas é que interferem na escalação;
  3. Falou que Pedrinho, por enquanto, fica no Corinthians pois Andrés Sanches é apaixonado pelo garoto (tecnicamente e na questão pessoal); e,
  4. Chutou “o pau da barraca” ao dizer nas entrelinhas que o Barcelona vê em Pedrinho um possível substituto de Messi. Aí, um momento até certo ponto constrangedor.

Pedrinho é tudo isso mesmo, ou o seu procurador está jogando uma desnecessária pressão ao tentar transformá-lo em um boleiro que ainda não é (ou não será)?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=TMlB9-_X2eY

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– A história da Cocaína mostra: Todo uso Indevido é Prejudicial…

Usar uma coisa destinada a um fim benéfico, mas que se desvirtua para outro propósito, sempre é prejudicial à sociedade.

Quer um exemplo dos dias de hoje?

A cocaína era usada em laboratórios científicos desde o século XIX. Foi introduzida no tratamento da dor de dente, flatulência e stress. Porém, em 1898, o vencedor do Prêmio Nobel de Química, Richard Willstätter, descobriu sua ação devastadora na saúde (no uso como narcótico dopante em doses até mesmo diminutas e seus efeitos colaterais).

Mais de 100 anos depois, há ainda quem use e defenda a sua liberação, assim como o de outras drogas… Foi assim também com o LSD, usado contra a esquizofrenia e que mais tarde se descobriu os trágicos sintomas de dependência.

Complicado. Só quem tem parentes viciados sabem o quão maléfico é o processo.

Droga é sempre uma droga. E ponto final!

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– Posso bater rápido uma falta a meu favor, sem esperar o apito?

Foi há oito anos, mas o assunto é atual. Vide abaixo:

Na quarta-feira (17), um lance inusitado na partida Porto (POR) X Arsenal (ING): Após um recuo de bola do time inglês ao seu goleiro, o árbitro sueco Martin Hansson (aquele mesmo de França X Irlanda, do gol de mão de Henry – que fase, hein juizão!) assinalou tiro livre indireto a favor dos portugueses. O esperto centroavante pegou a bola, colocou no chão e cobrou rapidamente, fazendo o golNaquele momento, o goleiro e a defesa do Arsenal estavam desarrumados e desatentos. O gol foi confirmado.

Veja: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/portugues/0,,MUL1495243-9850,0.html

E a pergunta: pode?

Claro que pode, e aí uma curiosidade: Quem é que disse que precisa esperar a barreira? Onde está a barreira na regra? E o apito do árbitro, tem que esperar?

Vamos lá: o time que cobra a falta tem o direito de exigir as 10 jardas de distâncias (9,15m). Nada impede que ele abra mão desse direito. Se o fizer, e a bola atingir o defensor, segue o jogo. Afinal, o adversário não teve tempo de se posicionar a 9,15 metros. Não teve culpa. Não precisa esperar o apito.

Entretanto, se o adversário se posicionar em frente a bola, e impedir propositalmente a cobrança, ficando a menos de 9,15m, e a bola bater nele, repete-se a cobrança e aplica-se o cartão amarelo por não manter a distância regulamentar e/ou retardar o reinício de jogo.

Perceba que são situações diferentes: no primeiro lance, ele não teve tempo de se posicionar. No segundo lance, ele fez questão de não se posicionar.

Mas e quando o time que fez a falta “pede barreira“? Aí outro mito do futebol: o infrator não tem esse direito, ele tem o dever de dar a distância. O que acontece muitas vezes é que os batedores de falta exigem a distância de 9,15m, e as defesas se agrupam como “paredões”, “muralhas” ou, como conhecemos, “barreiras”. As barreiras não existem na regra; é que a própria regra não vê nada de ilegal no fato dos atletas se agruparem a 9,15m.

Outra curiosidade que você não costuma observar: se o atleta quer bater a falta rapidamente, e o adversário fica na sua frente, ele pode tirar grande proveito disso: a regra permite que ele “tabele’ com o adversário, ou seja, posso chutar nesse atleta que está me atrapalhando, a fim de recebê-la de volta e sair eu mesmo jogando! Quantas vezes você viu esse lance em campo? Dizem que Pelé fazia isso, mas com a bola rolando, não em lance de bola parada.

E quando vemos o gesto do árbitro mandando esperar o apito para cobrar a falta?

Normalmente ocorre pela exigência da equipe que cobrará a falta em querer a distância. O árbitro indica que irá contar a barreira, e por estar de costas e o jogo paralisado, precisa indicar aos atletas quando o jogo deve ser reiniciado (ou melhor, a falta cobrada). Alguns batedores de falta exigem a barreira, por ela ser um ponto de referência a eles. Usam e treinam com esse artifício. Vale lembrar que também o árbitro poderá desautorizar a cobrança caso tenha que tomar alguma providência (como o atendimento a um atleta que se lesiona gravemente, por exemplo).

Mas o que a zaga deve fazer? Resposta simples: estar atenta! Ou se arrisca em tomar um cartão amarelo de árbitro que cumpra fielmente as regras do jogo, permanecendo em frente a bola e torcendo para que o adversário exija a barreira (se o adversário chutar, toma o amarelo e aí tem que esperar a barreira e o uso do apito mesmo, não pode mais cobrar rapidamente).

Parece severo, mas atende ao Espírito do Jogo, que juntamente com as Regras, norteiam o futebol: nunca beneficiar o infrator!

Assim, vale a pena os atacantes estarem espertos e estudarem a regra. Poderiam marcar mais gols.

Especificamente, no lance do Porto X Arsenal: um amigo me perguntou se vale o gol, já que o árbitro não teve tempo de levantar o braço para indicar tiro livre indireto. Vale sim! É que quando há tiro livre indireto e a bola é chutada direto ao gol, sem o braço do árbitro estar levantado, volta a cobrança (pois, teoricamente, o atleta não foi informado pelo árbitro que era em 2 lances). Se o braço estivesse levantado e a bola entrar no gol diretamente, tiro de meta. (Claro, como o lance foi dentro da área e a bola foi tocada, tudo bem).

Vale a lúcida colocação do atacante do time londrino, Fábregas: Nós estávamos desatentos…

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– A Kombi voltará como ID Buzz

Uma notícia que agradará muita gente! A Volkswagen confirmou que deverá produzir (nos EUA ou na China, e de lá para o mundo inteiro) o seu novo veículo: a ID Buzz, cuja ideia é preencher a lacuna deixada pela Kombi.

Aqui está o modelo final (fonte Jornal do Carro, encarte do Estadão):

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– Que seja uma ótima 3a feira!

Bom dia para quem cedo madruga!
Já de pé para sacolejar o esqueleto. Vamos para o cooper-corujão? Saúde nos interessa (e muito).

Nosso clique motivacional 1:

Durante a atividade física, correndo, meditando e conversando com Deus:
Ó Jesus, vivo e presente em todos os sacrários da face da Terra, tende piedade de nós, ó Senhor. Amém.”
(Capela do Santíssimo Sacramento da Catedral #NossaSenhoraDoDesterro).

Nosso clique reflexivo 2:

Pós-treino, no fim da corrida, relaxar!
Cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores. Hoje, nossa rosa branca (clicada ontem).

Nosso clique de inspiração 3:

Enfim, depois de suar, admirar o nascer do sol! Acorde, Terra da Uva, da Serra do Japi e do Paulista de Jundiaí!

Nosso clique contemplativo 4:

Ótima 3a feira para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby