– Entardecer…

Com a bela paisagem do final deste sábado, despeçamo-nos desse dia e aguardemos um ótimo domingo.

Boa noite com a bonita foto da tardezinha de hoje:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

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– Recordar é Viver!

Aparecendo essa foto na minha Timeline do Facebook, dando aquela coceira de rememorar: um jogo num domingo à tarde qualquer pelo Campeonato Paulista – no “antigo” Estádio Palestra Itália, na partida entre Palmeiras x Guaratinguetá.

Árbitro: Élcio Pascoal Borborema
Bandeira 1: Luis Henrique
Bandeira 2: Márcia Simionato
Quarto Árbitro: Rafael Porcari

O treinador palmeirense era Caio Jr, o do Guará era Toninho Cecílio. Destaques do jogo eram Edmundo, Valdívia e o paraguaio Florentin (salvo engano, faleceu em acidente de carro).

– A Genética da Mulher do Circo

Não costumo postar tal assunto, mas esse é muito curioso. Lembra daquelas propagandas de circo: “Hoje a mulher barbada é a atração!”?

Pois bem: cientistas chineses conseguiram descobrir porque existem mulheres barbadas.

Extraído de: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gArSJzUFTYn738Rhw6pczB4OfQ2g

WASHINGTON, EUA (AFP) CIENTISTAS DESVENDAM O MISTÉRIO DA MULHER BARBUDA

Cientistas chineses identificaram o problema genético que está na origem da síndrome da “mulher barbuda”, cujas vítimas foram consideradas monstros e chegaram, um dia, a ser expostas em feiras.

O caso mais famoso da história da medicina remonta ao século XIX: Julia Pastrana tinha esta doença e foi explorada por um produtor de espetáculos que a levou para o mundo inteiro, lembrou um estudo publicado nesta quinta-feira na revista American Journal of Human Genetics, por uma equipe da Academia de Ciências Médicas de Pequim.

Pastrana sofria de “hipertricosis universal congênita terminal” (CGHT), um desequilíbrio hormonal caracterizado por um grande desenvolvimento do cabelo e do pelo do corpo, acompanhado por uma deformação do rosto e das gengivas.

“A mutação genética na origem da CGHT (…) ainda não havia sido descoberta”, disse um dos autores do estudo, o doutor Zhang Xue.

Os pesquisadores conseguiram determinar as anomalias genéticas do cromossomo 17q24.2-q24.3 responsável por esta doença.

Para realizar o estudo, difícil de concretizar pela raridade de casos, Zhang e sua equipe efetuaram análises em membros de três famílias chinesas que sofrem da doença.

Alguns apresentavam diferentes tipos de alterações de cromossomos gerando má-formações, outros tinham problemas de duplicação de genes, também fator de má-formações.

“Nosso trabalho determina claramente que a CGHT é uma desordem genética”, explicou Zhang, dizendo que “são necessários outros estudos para compreender os mecanismos moleculares exatos” desta doença.

Resultado de imagem para Júlia Pastrana

Acima, foto de Júlia Pastrana (1934-1960), durante apresentação em Londres. Um dos casos mais comuns de “mulher Barbada”, ou melhor, portadora da hiperticose generalizada congênita.

 

– As consequências do bullying nas notas das crianças

Um alerta para os pais: como o bullying está cada vez mais frequente nas escolas e como isso reflete no rendimento dos pequenos.

Extraído de Revista Veja, ed 2516, pg 84-85.

ALERTA: O BULLYING PROVOCA NOTA BAIXA

Estudo realizado ao longo de 25 anos comprova que agressões sofridas na escola prejudicam o rendimento acadêmico das vítimas

Por Filipe Vilicic, Talissa Monteiro

O bullying já foi apontado como causa de depressão, ansiedade, obesidade e sentimento de solidão em crianças. Ainda que o termo, cunhado nos anos 70 pelo psicólogo sueco Dan Olweus, descreva qualquer ataque que use a força ou a coerção para intimidar e ameaçar alguém, ele é frequentemente associado aos “valentões” que humilham meninos e meninas na escola. Gagueira, uso de óculos com lentes grossas, características físicas ou mesmo (ironia que a inveja pode explicar) um desempenho escolar acima da média costumam motivar as agressões — verbais em 77% das situações, físicas no restante. Estudos realizados pela Associação Americana de Medicina chegaram a revelar que o trauma pode ser tão grave que as vítimas têm até três vezes mais risco de pensar em suicídio. Uma nova pesquisa, da Associação Americana de Psicologia, divulgada na última semana, descobriu outro efeito preocupante do bullying: as vítimas tendem a se sair pior em provas escolares e a odiar experiências acadêmicas. A conclusão veio de um estudo conduzido ao longo de 25 anos por psicólogos da Universidade do Estado do Arizona.

Desde 1992 os cientistas têm seguido a vida de 190 meninos e 193 meninas, do jardim de infância ao ingresso em um curso superior ou ao abandono dos estudos. A cada ano, os participantes respondiam a questionários e realizavam entrevistas, por meio das quais os pesquisadores conseguiam detectar experiências de abusos verbais e físicos. A frequência do bullying era, então, medida em uma escala que ia de 1 (quando a prática “quase nunca” ocorria) a 5 (“sempre”). Cerca de metade das crianças nesse ranking ficou nos níveis mais baixos de incidência. Contudo, o trabalho identificou que 20% dos alunos estudados em algum momento se viram vítimas de ataques crônicos e severos. Ao final, chegou-se a um resultado alarmante: um em cada quatro jovens que foram alvo de bullying apresentou desempenho acadêmico decrescente e se revelou menos engajado nasatividades escolares. Pelos relatos das crianças aos pesquisadores, evidenciou-se a relação direta entre os ataques e a desmotivação com o aprendizado.

Disse a VEJA a psicóloga americana Becky Kochenderfer-Ladd, a principal autora do estudo: “Já tínhamos indícios da ligação entre o bullying e a perda de motivação acadêmica. Faltava, porém, um acompanhamento prolongado da vida desses jovens.”  Segundo os psicólogos por trás da
pesquisa, ao contrário do que aponta o senso comum, o problema é recorrente entre os que estão na idade de frequentar o que no Brasil se chama ensino fundamental, e não no ensino médio. A porcentagem de casos severos caiu de 20% em crianças para 7% entre adolescentes. “Isso nos traz esperança, pois indica que alguns conseguem enfrentar e vencer esse mal ao longo da vida”, afirmou o psicólogo americano Gary Ladd, também autor da pesquisa.
Sim, a maldade, direcionada ao próximo — em geral alguém “diferente” do agressor e da maioria —, existe desde sempre, em todos os lugares.

Mas a internet serviu tanto para escancarar a questão como para fazer surgir uma modalidade nova e de enorme potencial: o cyberbullying.

Em 2011, por exemplo, um vídeo postado no YouTube deixou clara a dimensão que o assunto havia tomado.

Nele, o estudante australiano Casey Heynes, então com 15 anos, aparecia sendo atacado pelos colegas de colégio por causa de sua obesidade. Naquele dia, ele resolveu reagir e agrediu os que o atacavam. Desde então, o vídeo foi visto quase 30 milhões de vezes e o caso se transformou em símbolo do problema. A história de Heynes, apesar de ter sido exposta na rede, ainda se enquadra na categoria mais comum de bullying: aquele cometido no colégio. Mesmo na era digital, é duas vezes maior o risco de uma criança ser agredida na escola do que na Web – por exemplo, por comentários maldosos no Facebook.

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– Acordando o sábado!

👊🏻Bom dia, gente boa!
Começar o sábado com um bom cooper faz com que tenhamos motivação por toda a jornada.
Vamos correr?
🏃🏻#Fui #RunningForHealth #run #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻Correndo e Meditando durante a atividade física:
Ó Sagrado Coração de Jesus, socorrei-nos. Amém.
#Fé #Santidade #Catolicismo #JesusCristo #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores. E a nossa rosa em formato de estrela?
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅Desperte, Jundiaí.
Que sejamos inspirados por este belo amanhecer!
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