– O Torpedo do Juízo Final é apenas o reinício da Guerra Fria por Trump e Putin?

Não gosto de coisas como essa que leio no G1: a Rússia está promovendo uma nova arma nuclear intercontinental, chamada de “Torpedo do Juízo Final” (que nome tenebroso!) e os EUA responderão, segundo Donald Trump, com o desenvolvimento de novos armamentos acabando com a pasmaceira dos últimos anos provocada por Barack Obama.

Voltaremos à corrida armamentista de Estados Unidos e União Soviética, somando-se agora a China e a Coréia do Norte?

Extraído de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/qual-a-ameaca-real-do-torpedo-do-juizo-final-a-arma-nuclear-da-russia-que-preocupa-os-eua.ghtml

QUAL A AMEAÇA REAL DO ‘TORPEDO DO JUÍZO FINAL’, A ARMA NUCLEAR DA RÚSSIA QUE PREOCUPA OS EUA

Em documento com novas diretrizes para sua estratégia nuclear, o governo Donald Trump cita um sistema russo que está em desenvolvimento como uma das ameaças aos Estados Unidos.

Sigiloso, implacável e devastadorassim é descrito o Sistema Oceânico Multipropósito Status-6, uma arma nuclear russa que está em fase de desenvolvimento e que tem preocupado os Estados Unidos.

Em sua Revisão de Postura Nuclear (NPR, da sigla em Inglês) divulgada em 2 de fevereiro, o Departamento de Defesa americano incluiu a arma como uma das ameaças que justificam os EUA modernizarem seu arsenal atômico.

O presidente dos EUA, Donald Trump, acredita que o país está sendo alcançado por seus grandes concorrentes – Rússia e China – por causa do que considera “anos de abandono da era Obama”.

A NPR, que dita o plano de atuação do governo em relação às armas de dissuasão, caracteriza o Status-6 como “um novo torpedo intercontinental autônomo e submarino, de combustível e armamento nuclear”.

Já a Rossikaya Gazeta, o jornal oficial do governo russo, o batizou como o “artefato do dia do juízo final”.

EXPLOSÃO NUCLEAR

O Pentágono garante que a Rússia desenvolve ao menos outros dois sistemas de alcance intercontinental (Foto: US Navy )

O Status-6 foi projetado como um veículo autônomo capaz de atravessar o Oceano Pacífico e lançar um ataque radioativo mortal sobre a costa oeste dos Estados Unidos.

Ele é adaptado para mergulhos tão profundos que se tornaria invisível a sistemas de detecção. Sua carga incluiria ogivas nucleares de alta potência.

“Sua detonação provocaria uma enorme nuvem radioativa”, explica à BBC Mundo, o serviço em espanhol a BBC, Pavel Podvig, autor do blog Russian Forces, que divulga informações sobre armas nucleares, controle de armas e desarmamento na Rússia, baseadas em análises científicas.

O plano russo é contar com o que os especialistas chamam de “arma de terceira onda” definitiva.

Caso tanto os mísseis balísticos terrestres como submarinos fossem neutralizados por um hipotético ataque inimigo, leia-se americano, o Status-6 teria a capacidade de lançar uma resposta atômica em terreno adversário.

Ele seria lançado a partir de um submarino adaptado para isso.

Hans Kristensen, da Federação de Cientistas Americanos, destaca que os “Estados Unidos têm capacidade para perseguir os submersíveis inimigos, mas, uma vez que se lança um torpedo, a história é diferente”.

“Se essa arma fosse concluída, certamente causaria danos enormes”, diz Podvig.

Mas a dúvida é justamente essa, se o Status-6 será realidade algum dia.

Apesar de ter sido oficialmente reconhecido como uma ameaça pelo Pentágono, os especialistas encontram muitas razões para ceticismo.

“Não está claro que ele vá ficar operacional”, diz Podvig.

Os Estados Unidos e seus aliados souberam dos planos de desenvolvimento dessa arma durante um encontro do presidente russo Vladimir Putin com seus generais na cidade de Sochi, na Rússia.

Em imagens divulgadas por canais controlados pelo Kremlin, é possível ver rapidamente um dos militares mostrando um documento confidencial a Putin. A folha continha desenhos e detalhes do Status-6, desenhado pela Rubin, uma fabricante de submarinos nucleares de São Petesburgo. Logo surgiram especulações sobre se a divulgação das imagens foi acidental ou estratégia para intimidar potenciais adversários.

Kristensen lembra que “os russos fazem frequentemente essas coisas, de manter, durante anos, programas dos quais posteriormente não sai nada”.

“Eu não acho que vai ser operacional da maneira como foi descrito”, reforçou Podvig.

Então, por que os estrategistas do Pentágono o incluíram em um documento oficial como uma ameaça real para a segurança nacional?

“O Status-6 é tecnicamente possível e, na comunidade de inteligência, eles acham melhor estarem preparados para algo assim”, ressalta Podvig.

Kristensen descarta que esse sistema de armas em desenvolvimento tenha sido uma das razões para a revisão da política nuclear de Washington.

“Eles o usaram como um dos exemplos assustadores de que os russos são maus e podem obter suas próprias armas para respaldar o argumento de que os Estados Unidos precisam melhorar suas armas nucleares.”

De acordo com informações recentes divulgadas pela agência de notícias Bloomberg, Trump espera que o Congresso aprove um aumento de 7,2% no orçamento da Defesa para o próximo ano.

Em seu discurso sobre o Estado da União, relatório que os presidentes americanos apresentam anualmente aos parlamentares, ele pediu a construção de um arsenal nuclear “tão forte e poderoso que possa impedir qualquer tentativa de agressão de outro país”.

OUTRAS AMEAÇAS

Embora o NPR tenha citado, além do Status-6, “pelo menos dois outros sistemas de alcance intercontinental”, os especialistas fizeram poderações em relação à fala de Trump sobre uma deterioração das capacidades dos EUA.

“O fato de que a Rússia estava há algum tempo modernizando seus equipamentos não significa que os EUA não o fizeram também, mas que isso aconteceu muitos anos antes”, diz Povdig.

Agora, depois de anos de política de não proliferação de armas nucleares em Washington, essa corrida parece prestes a recomeçar.

“Já na época da Guerra Fria sempre se citava as armas da grande potência alheias como justificativa para as próprias. É assim que sempre funciona.” 

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Submarino russo Yuri Dolgoruky: O sistema nuclear da Rússia deve ser lançado a partir de submarinos adaptados (Foto: AFP)

 

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– Uma Privada de Ouro ao invés de um Van Gogh para Trump?

Eu pensei que era alguma trolagem, mas não era! O presidente Donald Trump pediu um quadro de Van Gogh ao Museu Guggenheim. Só que seu pedido não foi atendido, e como alternativa, foi oferecido uma obra escultural de Maurizio Cattelan: um vaso sanitário de ouro!

Olha só, do Washington Post: https://www.washingtonpost.com/local/dc-politics/the-white-house-wanted-a-van-gogh-the-guggenheim-offered-a-used-solid-gold-toilet/2018/01/25/38d574fc-0154-11e8-bb03-722769454f82_story.html?utm_term=.b93e5c75c777

THE WHITE HOUSE ASKED TO BORROW A VAN GOGH. THE GUGGENHEIM OFFERED A GOLD TOILET INSTEAD.

The emailed response from the Guggenheim’s chief curator to the White House was polite but firm: The museum could not accommodate a request to borrow a painting by Vincent van Gogh for President and Melania Trump’s private living quarters.

Instead, wrote the curator, Nancy Spector, another piece was available, one that was nothing like “Landscape With Snow,” the 1888 van Gogh rendering of a man in a black hat walking along a path in Arles, France, with his dog.

The curator’s alternative: an 18-karat, fully functioning, solid gold toilet — an interactive work titled “America” that critics have described as pointed satire aimed at the excess of wealth in this country.

For a year, the Guggenheim had exhibited “America” — the creation of contemporary artist Maurizio Cattelan — in a public restroom on the museum’s fifth floor for visitors to use.

But the exhibit was over and the toilet was available “should the President and First Lady have any interest in installing it in the White House,” Spector wrote in an email obtained by The Washington Post.

The artist “would like to offer it to the White House for a long-term loan,” wrote Spector, who has been critical of Trump. “It is, of course, extremely valuable and somewhat fragile, but we would provide all the instructions for its installation and care.”

Sarah Eaton, a Guggenheim spokeswoman, confirmed that Spector wrote the email Sept. 15 to Donna Hayashi Smith of the White House’s Office of the Curator. Spector, who has worked in various capacities at the museum for 29 years, was unavailable to talk about her offer, Eaton said.

The White House did not respond to inquiries about the matter.

Cattelan, reached by phone in New York, referred questions about the toilet to the Guggenheim, saying with a chuckle, “It’s a very delicate subject.” Asked to explain the meaning of his creation and why he offered it to the Trumps, he said: “What’s the point of our life? Everything seems absurd until we die and then it makes sense.”

He declined to reveal the cost of the gold it took to create “America,” though it has been estimated to have been more than $1 million.

“I don’t want to be rude. I have to go,” the artist said, before hanging up.

It is common for presidents and first ladies to borrow major works of art to decorate the Oval Office, the first family’s residence and various rooms at the White House. The Smithsonian loaned the Kennedys a Eugène Delacroix painting, “The Smoker.” The Obamas preferred abstract art, choosing works by Mark Rothko and Jasper Johns.

On the face of it, President Trump might appreciate an artist’s rendering of a gilded toilet, given his well-documented history of installing gold-plated fixtures in his residences, his properties and even his airplane. But the president is also a self-described germaphobe, and it’s an open question whether he would accept a previously used toilet, 18-karat or otherwise.

Cattelan’s “America” caused something of a sensation after the Guggenheim unveiled it in 2016, drawing more than a few headlines.

“WE’RE NO. 1! (And No. 2)” was the New York Post’s front-page offering, the huge lettering over a photograph of the toilet. The tabloid’s coverage included a reporter’s first-person account (“I rode the Guggenheim’s golden throne”) and a photograph of that reporter seated on the toilet (reading the New York Post, naturally).

“More than one hundred thousand people” had “waited patiently in line for the opportunity to commune with art and with nature,” Spector wrote in a Guggenheim blog post last year. The museum posted a uniformed security guard outside the bathroom. Every 15 minutes or so, a crew would arrive with specially chosen wipes to clean the gold.

Cattelan, 57, is well known in the art world for his satirical and provocative creations, including a sculpture depicting Pope John Paul II lying on the ground after being hit by a meteorite. Another was a child-size sculpture of an adult Adolf Hitler, kneeling. The artist’s works have sold for millions of dollars.

Cattelan has resisted interpreting his work, telling interviewers he would leave that to his audience. He conceived of the gold toilet before Trump’s candidacy, though he has acknowledged that he might have been influenced by the mogul’s almost unavoidable place in American culture.

“It was probably in the air,” he told a Guggenheim blogger in 2016 as “America” went on display.

Cattelan has also suggested that he had in mind the wealth that permeates aspects of society, describing the golden toilet “as 1 percent art for the 99 percent.”

“Whatever you eat, a $200 lunch or a $2 hot dog, the results are the same, toilet-wise,” he has said.

Cattelan is not the first artist to immortalize a bathroom fixture. In 1917, Marcel Duchamp, the French dadaist, unveiled “Fountain,” a porcelain urinal that was rejected when he initially submitted it for exhibition. A replica is owned by the Tate galleries in London.

At the Guggenheim, when Cattelan raised the notion of a gold toilet in mid-2015, Spector embraced the idea and got approval from the museum’s director, Richard Armstrong. Asked whether Armstrong supported the curator’s offer of the toilet to the White House, the Guggenheim’s spokeswoman replied, “We have nothing further to add.”

Spector, in blog posts and on social media, has made plain her political leanings.

“This must be the first day of our revolution to take back our beloved country from hatred, racism, and intolerance,” the curator wrote on Instagram a day after Trump’s election in 2016. Her post was accompanied by a Robert Mapplethorpe photo of a frayed American flag.

“Don’t mourn, organize,” she wrote.

In August, as Cattelan’s “America” was approaching its final weeks on display at the museum, Spector wrote on the Guggenheim blog that Trump had “resonated so loudly” during the sculpture’s time at the museum. She described his term as having been “marked by scandal and defined by the deliberate rollback of countless civil liberties, in addition to climate-change denial that puts our planet in peril.”

A month later, the curator crafted her response to the White House’s request for van Gogh’s “Landscape With Snow.” She explained that the painting — “prohibited from travel except for the rarest of occasions” — was on its way to be exhibited at the Guggenheim’s museum in Bilbao, Spain, and then would return to New York “for the foreseeable future.”

“Fortuitously,” Spector wrote, Cattelan’s “America” was available after having been “installed in one of our public restrooms for all to use in a wonderful act of generosity.”

She included with the email a photograph of the toilet “for your reference.”

“We are sorry not to be able to accommodate your original request,” the curator concluded, “but remain hopeful that this special offer may be of interest.”

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– Uma 3a Guerra Mundial por conta das Coréias?

Não, não teremos uma Guerra Mundial aos moldes das duas anteriores em breve. Teremos um conflito localizado entre Coréias do Norte e do Sul, atingindo Japão e EUA, por conta de Washington, Seul e Pyongyang. Entretanto, com a atual tecnologia armamentista, as proporções de catástrofes são maiores. O Mundo não estará participando ativamente da Guerra, mas sofrerá consequências econômicas por isso.

Uma bomba atômica norte-coreana, já possível, seria considerada “pouco potente”. Porém, nos dias atuais, esse ‘pouco potente” equivale a 8 vezes o poderio da que foi lançada em Hiroshima. Imaginem só as muito potentes dos Estados Unidos o que podem fazer…

Uma pena que nesse imbróglio não serão o jovem ditador enlouquecido Kim e o milionário turrão Trump que lutarão e sairão machucados, mas sim os inocentes comandados por eles.

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– Uma MOAB americana lançada no Afeganistão

Donaldo Trump não está brincando em serviço.

Sempre ouvi que, para movimentar a economia local, uma guerra seria importante para os EUA, movimentando a indústria bélica e repondo estoques de armas.

Pois bem: eis que nessa semana os americanos lançaram a “mãe de todas as Bombas”, chamada de MOAB, a bomba mais poderosa não nuclear já fabricada.

Extraído de : notícias.uol.com.br

EUA LANÇAM PELA PRIMEIRA VEZ SUA BOMBA NÃO NUCLEAR MAIS POTENTE.

Os Estados Unidos usaram nesta quinta-feira (13), pela primeira vez em um conflito, sua maior bomba não-nuclear, a chamada ” mãe de todas as bombas”, ao lançá-la contra um complexo de túneis do Estado Islâmico (EI) na província de Nangarhar, no Afeganistão, informou o Pentágono.

Pela primeira vez, os americanos utilizaram a bomba GBU-43 Massive Ordnance Air Blast (MOAB), um gigantesco projétil de 10 toneladas, criado para destruir complexos de cavernas e túneis subterrâneos.

O lançamento, normalmente feito por um Hércules C130, foi anunciado poucas horas depois de acontecer no distrito de Achin às 19h32 (horário local, 12h02 de Brasília), uma rapidez pouca habitual em operações deste tipo.

A província de Nangarhar, no leste afegão e perto da fronteira com Paquistão, é a remota região na qual os jihadistas do EI se assentaram para estender sua presença na que chamam província de Khorasan (parte de seu autodeclarado califado).

“O bombardeio foi pensado para minimizar o risco para as forças afegãs e americanas que realizam operações sobre o terreno nessa área, ao mesmo tempo que maximiza a destruição de combatentes e instalações do EI-Khorasan”, explicou o Pentágono em um comunicado.

“Esta é a munição adequada para reduzir os obstáculos e manter o ritmo da ofensiva contra o EI-Khorasan”, acrescentou o general John W. Nicholson, comandante das forças americanas no Afeganistão, que lembrou que os jihadistas estiveram trabalhando em defesas subterrâneas e bunkers.

O uso da “Mãe de todas as bombas”, que mata com a imponente pressão de ar que gera, indicaria que a área estava amplamente ocupada por operativos e instalações do EI, sem evidente presença civil.

O Pentágono assegurou hoje que “foram tomadas as precauções para evitar vítimas civis”, apesar de o projétil, que é guiado ao alvo apenas durante a queda, não ser considerada de precisão.

Além disso, o uso deste projétil é uma mensagem de combate clara para o EI e serve de amostra ao mundo do poderio militar americano.

Segundo a emissora “CNN”, o Pentágono enviou drones de reconhecimento e está utilizando satélites para quantificar o dano e resultado do lançamento da bomba.

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– O que EUA e Coréia do Norte farão?

Donald Trump não quer papo com a Coréia do Norte e ameaça o ditador Kim Jong-un. Ele, por sua vez, promete uma surpresa onde os jornalistas não deverão levar nem “isqueiros” (palavra dele).

O mundo volta a correr risco de destruição, de ver inocentes mortos e com sequências catastróficas por conta de poderosos bem armados?

Meu Deus…

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– Você acredita que Trump resolverá a paz no mundo com a força das armas?

Ao ver as repercussões negativas dos mísseis lançados pelos EUA na Síria, e a movimentação de turcos, chineses e principalmente Putin, o todo-poderoso da Rússia, fico pensando: a guerra se resolverá com mais guerra?

Se alguém falar que sim (e muitos dirão ser um mal necessário), por quê não criar uma força de paz multinacional comandada pela ONU para assegurar a garantia de estabilidade na região?

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