– Você conhece o Santuário da Mãe Desatadora dos Nós?

Tornou-se muito popular nos últimos anos uma veneração à Virgem Maria sob o título de Nossa Senhora Desatadora dos Nós. E como devoto mariano que sou, fomos em família participar da Missa no Santuário dedicado a ela, no Jardim Santa Genebra, em Campinas.

Que surpresa!

A Igreja era a antiga boate Rhodes (ou algo escrito assim, do tempo que ela e a Pachát eram famosas na cidade). Tudo reformado, transformado num local de paz, espiritualidade e acolhimento.

A celebração ocorreu com todos os simbolismos mais tradicionais possíveis (afinal, é um templo católico e não faz nada de diferente que o Vaticano possa se queixar). A riqueza nos ritos coincide com a simplicidade da fé. Maravilhoso! Sem contar os inúmeros quadros de passagens bíblicas, a decoração cuidadosa e a própria arquitetura.

Vale a pena rezar nesse “pedacinho do Céu”. Saímos em Comunhão Plena com Cristo, fortalecidos em espírito e sabedoria!

Aqui, rápidas fotos: um velário bonito, a Capela do Santíssimo, o Altar da Santa e a Oração tão bonita:

– Doe Sangue por Amor! Um vídeo muito importante:

Se você ainda não se conscientizou suficientemente sobre a necessidade em ser um doador de sangue, vale a pena assistir esse filme.

É rápido e tocante. Você vai gostar! E lembre-se: DOE SANGUE, a vida agradece.

A seguir, em: https://www.youtube.com/watch?v=a5cvIpEpnsw

– Índia: e o absurdo Machismo

Esse texto, abaixo, tem 9 anos. Mas não tem como não se impressionar…

Sobre as mulheres na Índia, compartilho:

MACHISMO INDIANO

Muito me assustou uma matéria publicada pela Revista Superinteressante deste mês de Junho/2009. Nela, há uma reportagem a respeito das Castas Indianas (tema que ficou na moda devido a novela da Globo). Mas o que impressiona são os números e hábitos das mulheres locais!

Na Índia, é um fardo para as famílias criar uma menina. Muitos abortos são cometidos, pois ter uma filha é um custo alto: a maioria das mulheres não trabalha, e ao crescer, ela é entregue a um novo e o pai dela deve dar presentes à família do noivo, o que inclui desde pedras preciosas até veículos!

Naquele país, apenas 48% das mulheres são alfabetizadas (e entenda alfabetizada na Índia o fato de apenas escrever o próprio nome.

Lá, abortar uma menina não é um pecado, mas uma “providência” (que absurdo!). Tanto que o governo proibiu que os médicos divulguem o sexo do bebê nas ultrassonografias, a fim de evitar o aborto. Muitos aceitam sacrificar sua filha, para que o primeiro filho seja homem e o pai possa “reencarnar” nele.

Devido a isso, hoje há 9 homens para cada mulher. Casar tem sido difícil, o que faz com que exista  o comércio cada vez maior de “compra de esposas”. Nas vilas pobres, troca-se mulher por búfalos. Amor no casamento? Lá não é assim… Amor se constrói aos poucos, depois de casado.

Quando a mulher fica viúva, ou o seu cunhado a toma por esposa, ou ela faz voto perpétuo de castidade. Ou seja, casamento de mulheres viúvas, não existe!

Em caso de divórcio, a mulher só tem direito as jóias que ganhou. Nada do marido deve pertencer a ela. E, como é perceptível até na novela, a esposa é proibida de citar o nome do esposo. Apenas deve chamá-lo de “Marido”. Em alguns vilarejos, ela só pode fazer as refeições depois do marido, pois é sinal de submissão a ele.

Modos e hábitos diferentes dos nossos. O que mais impressiona é que, para eles, nós somos os diferentes…

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– Universitários e Drogas: um número alarmante!

Leio que a Secretaria Nacional de Política sobre Drogas divulgou um número arrepiante! Em sua última pesquisa, anunciou que 48,7% dos estudantes de ensino superior já usaram drogas ilícitas (pesquisa que envolveu 18.000 universitários em 27 capitais). Destes, 20% correm risco de dependência.

Sou Professor Universitário na Área de Administração. E é inimaginável entrar na sala de aula e crer que metade dos meus alunos já experimentou drogas ilícitas… Talvez os números da pesquisa, se feitos no Interior, tenham outro resultado. Não creio que cidades como Jundiaí, Itu, Salto e outras da nossa região tenham esse indicador.

O problema é a facilidade de acesso às drogas. No meu tempo de estudante, nunca víamos drogas com frequência. Felizmente, nunca tive o desprazer nem a vontade de experimentá-las.

A banalização do problema faz com que os jovens vejam as drogas com mais naturalidade, o que é ruim. Os universitários são o futuro da nação, pois eles têm o privilégio de frequentar os bancos acadêmicos e pertencerem a uma minoria populacional de padrão intelectual mais elevado. É uma pena que isso ocorra entre eles.

E você, universitário? Acredita que esse número seja alto na sua faculdade?

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– 6 cliques para um sábado de paz!

Bom dia amigos! Me divertindo em cliques logo cedinho, unindo a paixão pela fotografia com a necessidade de ter inspiração!

Para tanto, fui fazer meu cooper matutino. Já correu também? Motivando no clique 1:

Durante o treino, conversando com o Céu pela intercessão do Imaculado Coração de Maria. Corpo, Mente e Alma devem estar sadios em plenitude… Meditando no clique 2:

Pós-treino, alongando no jardim. E a beleza e delicadeza das nossa roseiras? Contemplando no clique 3:

E para espairecer, 5 minutos admirando o infinito que amanhece. Você quem escolhe a foto melhor –

… o 4o clique do dia com a luz da alvorada:

… ou o 5o clique com o brilho imenso do sol:

Não importa qual o clique mobgráfico preferido, o que vale é esse sorriso, abaixo, que me fará feliz. Depois da atividade física, minha caçulinha Estela acordou e verdadeiramente se embebedou de leite! Que delícia!

O clique 6 de fofurice, bem engraçadinho da bebê, aqui:

Ótimo sábado a todos nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby