– A denúncia contra a Ministra sobre sua filha indígena

Sabe aquela história “mal contada”, que sempre nos deixa com uma pulga atrás da orelha?

Pois bem: a Ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, é mãe adotiva de uma menina indígena (que por várias vezes já apareceu junto a ela, demonstrando muita felicidade). Só que agora surge uma matéria investigativa bombástica da Revista Época, dando a entender que, quando bebê, Lulu (a menina) foi levada a contragosto da  sua família por Damares. Teria sido roubada?

E aí? Neste assunto delicado, sempre prefiro ouvir os dois lados e a 3a parte (muitas vezes, a fundamental): o desejo / bem estar da criança.

Se verdade, seria uma loucura: Defensora dos Direitos Humanos sequestrando menor de idade não dá. E se foi um grande mal entendido produzido pela parte dos índios?

Muita calma nessa hora…

Abaixo, extraído de Época.com.br:

A HISTÓRIA DE LULU KAMAYURÁ, A ÍNDIA CRIADA COMO FILHA PELA MINISTRA

Índios do Xingu narram a partida da menina há 15 anos. “Chorei, e Lulu estava chorando também por deixar a avó”, diz a hoje octogenária Tanumakaru, apontada na aldeia como a “verdadeira mãe de Lulu”

Por Natália Portinari e Vinícius Sassine

Desde que a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, assumiu uma cadeira no primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro, uma ferida de 15 anos atrás voltou a arder no Xingu. A aldeia Kamayurá, no centro da reserva indígena no norte de Mato Grosso, é o berço de Kajutiti Lulu Kamayurá, de 20 anos. Damares a apresenta como sua filha adotiva. A adoção, porém, nunca foi formalizada legalmente. A condição em que a menina, então com 6 anos de idade, foi retirada da aldeia é motivo de polêmica entre os índios.

Lulu nasceu em 20 de maio de 1998, segundo seu registro. ÉPOCA foi ao Xingu ouvir dos kamayurás a história da menina que foi criada pela avó paterna, Tanumakaru, uma senhora de pele craquelada, cega de um olho. Eles afirmam que Damares levou a menina irregularmente da tribo. Alguns detalhes se perdem na memória dos índios, mas há um fio condutor que une o relato de todos eles. Lulu deixou a aldeia sob pretexto de fazer um tratamento dentário na cidade e nunca mais voltou. Contam que Damares e Márcia Suzuki, amiga e braço direito da ministra, se apresentaram como missionárias na aldeia. Disseram-se preocupadas com a saúde bucal da menina.

“Chorei, e Lulu estava chorando também por deixar a avó. Márcia levou na marra. Disse que ia mandar de volta, que quando entrasse de férias ia mandar aqui. Cadê?” Questionada sobre se sabia, no momento da partida de Lulu, que ela não mais retornaria, foi direta: “Nunca”.

A ministra Damares Alves procurou ÉPOCA quando a reportagem ainda estava no Xingu. Disse que estava “à disposição para responder às perguntas (…) sobre nossas crianças, sobre minha filha e sobre as famílias”. “Não temos nada a esconder. Mas insisto: tratem tudo com o olhar especial para estes povos, para as mães e crianças que sofrem”, afirmou, via WhatsApp.

Em Brasília, no entanto, ela se recusou a dar entrevista e respondeu apenas parcialmente a 14 questionamentos da revista. “Todos os direitos de Lulu Kamayurá foram observados. Nenhuma lei foi violada. A família biológica dela a visita regularmente. Tios, primos e irmãos que saíram com ela da aldeia residem em Brasília. Todos mantêm uma excelente relação afetiva.” Perguntamos por que Damares não devolveu a criança à aldeia após o tratamento. “Lulu Kamayurá já retornou à aldeia. Ela deixou o local com a família e jamais perdeu contato com seus parentes biológicos.” A questão sobre não ter adotado formalmente Lulu foi ignorada.

A assessoria de Damares diz que a ministra conheceu Lulu em Brasília, e não na aldeia, como dizem os índios.

Leia em ÉPOCA desta semana a reportagem completa sobre a saída de Lulu Kamayurá de sua aldeia no Xingu e a atuação da ministra Damares Alves em comunidades indígenas, a partir do relato de índios que vivem nesses lugares, de famílias atendidas que defendem esse trabalho, da Funai e de documentos de investigações.

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– E por quê se fica quieto contra o Irã, Venezuela, Coréia do Norte…?

Existe muita hipocrisia em nosso país na defesa do próximo. Quer uma prova disso?

Há movimentos radicais que reclamam da violação de Direitos Humanos. Não os critico, pois, afinal, são pessoas sensíveis que lutam, como o próprio nome diz, pelos direitos das pessoas.

Entretanto, àqueles que defendem os Direitos Humanos MAS estão atrelados aos partidos políticos de ideologia simpática ao fanatismo lulo-político (preste atenção: não citei a pessoa filiada ao PT, mas o “doente apaixonado por Lula”), parece que tais atos de luta pela igualdade são, conforme agem, de acordo com a posição política e não ao sofrimento de quem tem os direitos violados.

Veja só o que o Irã está fazendo contra a democracia e a covardia de como tratam as mulheres por lá: você viu a falsa corja de intelectuais tupiniquins reclamando disso?

Observe a miséria e a humilhação da indignidade que Hugo Cháves e depois Nicolas Maduro deixaram na Venezuela: aqueles que sempre aparecem na TV e que defendem Lula e esses seus amigos (não nos esqueçamos: o Brasil de Luiz Inácio fazia tudo para os vizinhos que abusavam da ditadura de esquerda) não aparecem condenando essas barbaridades?

Por fim: vide os comunistas da Coréia do Norte, regidos por um louco que se gaba por ter um dedo pronto para apertar um botão nuclear! Como o povo é tratado como gado, num mundo fechado em um paupérrimo lugar, confinados a ali morrerem. Quem dos defensores de Direitos Humanos “de interesse político” aparecem para gritar?

Saúdo aos defensores interessados de defender a humanidade sem estarem atrelados a legenda política. Aos outros, com interesses escusos, não há porque deixar de criticar.

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– Dois Arns no Céu

Uma das pessoas que eu considerava SANTO já nesse mundo era a Dona Zilda Arns, que à frente da Pastoral do Menor salvou milhares de vidas de crianças carentes que nasciam desnutridas. Faleceu vítima do terremoto do Haiti, onde levava uma palavra de esperança ao pobre povo daquele local.

Ontem, 14 de dezembro (Dia de São João da Cruz) veio a óbito seu irmão, Dom Paulo Evaristo Arns, um religioso de coragem e muita ação social. Uma das figuras mais relevantes do nosso Brasil, tão santo quanto sua saudosa irmã.

Para os mais jovens que não o conheceram, um relato bem fiel sobre esse ilustre brasileiro, extraído do Portal “Klick Educação”:

DOM PAULO EVARISTO ARNS, “O CARDEAL DA ESPERANÇA”

Vinte e oito anos à frente da segunda maior comunidade católica do mundo, a Arquidiocese de São Paulo, com cerca de 7,8 milhões de fiéis, perdendo apenas para a da Cidade do México, dom Paulo Evaristo Arns foi uma das mais expressivas lideranças religiosas do Brasil. Logo que assumiu o cargo de arcebispo da cidade, em 1970, vendeu o Palácio Episcopal por 5 milhões de doláres e empregou o dinheiro na construção de 1.200 centros comunitários na periferia. Impressionou o país e o mundo pelas suas atividades em defesa dos direitos humanos durante o período da ditadura militar, quando combateu a intransigência do regime militar e agiu em favor das vítimas da repressão. Defendeu também os líderes sindicais nas greves, apoiou a campanha contra o desemprego e o movimento pelas eleições diretas. Sua luta em defesa dos direitos dos pobres e pelo fim da desigualdade social lhe valeu dezenas de prêmios no mundo: título de doutor honoris causa em universidades dos Estados Unidos, Alemanha, Canadá e Holanda; prêmio do Alto-Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (1985), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), entre outros. Filho de pequenos agricultores, nasceu em Forquilhinha, interior de Santa Satarina, e ordenou-se padre em 1945. Religioso com formação erudita e ligado ao setor progressista da Igreja, doutorou-se com o mais alto grau acadêmico, três “honorable”, em Letras pela Universidade de Sorbonne, em Paris, na França, com a tese A Técnica do Livro de São Jerônimo, em 1952. De volta a Petrópolis, trabalhou como professor de Teologia, como jornalista e como vigário nos subúrbios da cidade. Foi promovido à condição de bispo em 1966. Quatro anos depois, o papa Paulo VI nomeou-o arcebispo de São Paulo, e, em 1973, cardeal. Pediu demissão do cargo de cardeal-arcebispo em 1998, como determinam as normas da Igreja. Incentivando a integração entre padres, religiosos e leigos, criou 43 paróquias e apoiou a criação de mais de 2 mil Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) nas periferias da metrópole.

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– Papa põe o Dedo na Ferida em Cuba

Parabéns ao Papa Bento XVI pela coragem de criticar a ditadura marxista-castrista em plena Havana!

É essa coragem que se espera de um líder mundial pela paz. Nada de discursos à distancia, mas sim proclamação da necessidade de mudança e respeito aos Direitos Humanos cutucando o problema in loco, ou seja, estando em Cuba!

E há um sem-número de políticos brasileiros que idolatram a ilha de Fidel e seus mandatários…

– Yoani Sánches não poderá vir ao Brasil

A blogueira que contesta mundo afora o regime castrista e a ditadura em Cuba, Yonai Sánches, não poderá visitar o Brasil. Seu país negou o pedido. Dilma, que esteve por lá nessa semana, também não a recebeu, embora deu visto de entrada.

É em nessa nação que o nosso Brasil quer investir? Tenha dó…

Extraído de: http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2012/02/03/cuba-nega-permissao-para-yoani-visitar-o-brasil/

YOANI TEM O VISTO NEGADO

A ditadura de Cuba negou o pedido da blogueira cubana Yoani Sánchez para viajar ao Brasil. A própria jornalista trouxe a novidade à luz por meio de nota veiculada em seu twitter.

Yoani anotou: “Não há surpresas. Voltaram a me negar a permissão de saída. É a ocasião de número 19 na qual me violam o direito de entrar e sair do meu país.”

A jornalista viria ao Brasil para participar, na Bahia, do lançamento de um documentário que inclui depoimento dela. Por ordem de Dilma, a embaixada brasileira em Havana concedera o visto de entrada.

É datado de 25 de janeiro. Uma semana depois, Dilma voou para Cuba. Na ilha, foi instada a comentar o caso. Saiu-se com uma frase protocolar: “O Brasil deu seu visto para a blogueira. Agora, os demais passos não são de competência brasileira.”

Àquela altura, a decisão já estava tomada. Embora divulgado apenas nesta sexta, o documento que formaliza a resposta negativa da ditadura é datada de 27 de janeiro. Quer dizer: foi expedida dois dias após a emissão do visto brasileiro. Antes da visita de Dilma.

Yoani solicitara uma audiência com Dilma. Não foi recebida. Esperava que a mandatária brasileira intercedesse por ela junto ao regime dos irmãos Fidel e Raúl Castro. Dilma não se animou a fazê-lo.

– Dilma em Cuba

Dilma Roussef disse que:

Direitos Humanos só podem ser discutidos multilateralmente (…) todos violam os direitos humanos

E essa verdade é para ser aceita passivamente? Claro que não: uns violam mais, outros menos. E Cuba, que indubitavelmente viola bastante, foi poupada no discurso da presidente.

Aliás, como esses caras gostam de Cuba, hein? Ninguém do Governo Brasileiro fala que lá é uma ditadura? A quem interessa tal laço de amizade tão íntimo com um país pequeno, falido e comunista?

Deveríamos gastar tempo, recursos e fala com coisas mais úteis.