– Vontade demais ou desleixo notório?

Avalie quem errou mais no Mineirão, no clássico entre Cruzeiro x Atlético

  1. O árbitro Wanderson Alves que, percebendo que se machucou, insistiu até o fim em continuar apitando o quente jogo (saiu pois mancava muito);
  2. O quarto-árbitro Ronei Cândido que, ao ter que substituir o juiz, não estava preparado a contento (demorou para estar equipado).

Aqui vai a observação de quem viu deveras vezes tais situações: os árbitros não querem dar o “braço a torcer” que se lesionam, mas querem ir até o final do jogo para não permitir que as Comissões de Árbitros deixem-os de colocar nas escalas. Dessa forma, corre-se o risco de comprometer a partida por deficiência física (que reflete nas outras qualificações necessárias para o seu trabalho).

Por outro lado, além do serviço administrativo, o quarto-árbitro é substituto imediato do árbitro central e deve estar com seu equipamento de arbitragem pronto para entrar em campo. Estariam todos os árbitros-reservas prontos para assumir a direção da partida?

Futebol é coisa para profissional – de todos os lados, incluindo a arbitragem (que na prática não é por força da cartolagem).

Boa sorte na recuperação de Wanderson Alves e que não tenha prejudicado a lesão ao forçar sua permanência em campo por minutos a mais.

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