– Borboletas ou Jardins?

Mário Quintana foi um dos grande poetas do nosos país. E uma de suas belas citações é:

“O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!”

Belo e profundo. Interprete como você quiser.

Trabalhar paciente e corretamente para o sucesso/ felicidade pode ser um desses entendimentos.

Ou não?

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– O Preço Real da Água! Deveria ser barato ou caro?

Leio no caderno Sustentabilidade da Época Negócios, uma bacana entrevista do financista Mark Tercek, autor do livro “Capital Natural”.

Ele fala sobre valores dos recursos naturais, e, em especial, da água.

E quanto deveria custar a água?

A água que bebemos deveria ter preço irrisório, já que é um direito humano básico. Mas sendo barato demais, o preço é desprezado pelo comportamento irresponsável de algumas pessoas.

para a indústria deveria ser caro, pois é um insumo para se obter lucro. E o exemplo utilizado é assustador – o quanto se gasta para fabricar um refrigerante! Veja só a Coca-Cola, que para se produzir um litro da bebida é necessário:

– 1 litro de água para o preparo da bebida em si;

– 1 litro de água para a produção e a lavagem;

– 10 litros de água para fabricar a embalagem;

– 200 litros de água para a produção do açúcar.

Ou seja, 212 LITROS DE ÁGUA PARA SE PRODUZIR UMA COCA-COLA!!!

Assustou? Eu também.

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– Mancini do Tricolor de Jundiaí e o do Morumbi

Nos tempos de Paulista FC, Vagner Mancini era o grande capitão do time jundiaiense dentro de campo. Apitei vários jogos-treinos do Galo da Japi e saibam, foi ele quem orientava os garotos que subiam da base e puxava a orelha quando necessário (incluindo o, na época jovem e displicente, Nenê).

Quando Mancini deixou o gramado, substituiu Zetti no comando técnico do Paulista (em 2004, o goleiro são paulino levou o time ao vice-campeonato paulista, perdendo a final para o São Caetano de Muricy Ramalho) e começou o ótimo trabalho como treinador, culminando no título da Copa do Brasil (Nenê já não estava mais no Galo). Mancini houvera transformado o experiente zagueiro Anderson Batatais no capitão do time, fazendo a mesma coisa que fizera outrora com os jovens que escolhia a dedo para subirem da base.

Me recordo bem que, no começo da sua carreira, sempre primou pela disciplina na conduta dos jogadores, prezando a experiência dos atletas e moldando cuidadosamente os novatos. O vestiário, tanto como jogador quanto como treinador, “era dele”! Por isso, dizia-se em tom de previsão que, um dia, Vagner Mancini faria esse mesmo trabalho de treinador “paizão bom e bravo” do Tricolor de Jundiaí para o Tricolor do Morumbi! Embora, saibamos, foi parar no Tricolor Gaúcho e demitido invicto por não aceitar certos pedidos de escalação por superiores cartolas.

Pois é: quem é aqui da cidade se recorda que muitos diziam que o Mancini tinha o perfil do São Paulo na década de 2000 – lembrando o próprio Muricy como comportamento intra-campo.

O mundo deu voltas, o Paulista FC perdeu todo o trabalho realizado, Mancini se enveredou por outros rumos (fez cursos no Exterior reciclando-se) e chega no Morumbi para fazer algo que sabe: lidar com veteranos e jovens em formação, trazendo seu parecer à diretoria que o subordina.

Pense: Nenê (que tem sido um problema) foi capitaneado por Mancini; Diego Souza (que não rendeu como o esperado) foi convocado para a Seleção Brasileira quando Mancini era seu treinador; e, enfim, Willian Farias (uma contratação surpreendente) era jogador de confiança do Mancini no Vitória.

Não teria Raí levado tudo isso em conta? Para segurar ego de veteranos e fazê-los produzir em campo, além de conter a euforia desmedida de jovens em formação, um bom nome.

O inevitável será: se Jardine cair, Mancini será o “Pintado” da vez. Ou o Milton Cruz da oportunidade!

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– Ser Feliz no Trabalho!

Compartilho o ótimo artigo sobre bem-estar e clima organizacional, produzido pela i9 Consultoria Empresarial. Nele, a boa e inteligente discussão sobre crenças e mitos do ambiente de trabalho, bem como relacionamentos e condutas.

Vale a pena ler!

Extraído de: http://i9consultoriaempresarial.blogspot.com.br/2014/01/o-cracha-da-felicidade.html

O CRACHÁ DA FELICIDADE

por Cristiana Almeida, psicóloga

Será que a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? Se você já conversou com pessoas cujo repertório resume-se a reclamações e a angústias quanto ao ambiente corporativo, certamente notou que, para elas, a satisfação profissional é utopia. Mas será possível viver esse sentimento em um contexto onde as subjetividades caminham juntas às metas a cumprir?

Onde é preciso atuar diante de incertezas e de exigências de desempenho cada vez mais elevadas? No qual os relacionamentos são pautados pela diversidade de pensamentos e de valores pessoais e em que são necessários inúmeros malabarismos para prover o mínimo de dedicação à vida pessoal?

A resposta para essas questões dependerá das percepções que temos a respeito da nossa vida profissional que, muitas vezes, estão posicionadas sobre destrutivos paradigmas. Dentre as várias crenças que impedem o bem-estar no ambiente de trabalho, existem três muito comuns. Desde já, pense em deletá-las!

A primeira é a de que “Trabalho serve para ganhar dinheiro e só!“. Ela também pode ser observada em frases como “A parte boa do trabalho é o dia 5 e o dia 20” ou “eu sou somente um número“. Por essa ótica, é evidente que a pessoa não enxerga o significado nem a importância do trabalho que executa, porque sua visão está “embaçada”. É necessário romper essa barreira para recobrar a consciência em relação ao significado dele. O trabalho deve ser emancipador, mas não apenas sob a ótica financeira e sim pelo crescimento que traz ao nos colocar diante de desafios e de situações inesperadas. Lembre-se de que a atividade profissional deve ter o sentido de contribuição e de prestígio para a própria pessoa que a desenvolve. Isso traz felicidade!

A segunda crença a ser eliminada é aquela em que se condiciona a felicidade profissional a fatores sobre os quais não é possível exercer controle. Os portadores desse tipo de convicção manifestam seus sintomas por frases assim: “Esse trabalho seria muito bom, não fosse o meu chefe, o colega, o sistema, o cliente etc.” ou por falas como: “Se as coisas voltassem a ser como antes, aí sim”.

Tais profissionais posicionam-se como vítimas das circunstâncias e vivem em função de suas próprias reclamações. Eles se esquecem de que sempre há pelo que agradecer, a começar pela própria oportunidade de trabalho, passando pelo convívio com os colegas, pelos impasses que geram aprendizado, pelo salário e pela saúde para trabalhar. A gratidão desperta a felicidade! Além do que, não há tempo mais apropriado do que agora para mudar sua história. Desavenças não podem ser prioritárias ao ponto de desestimular a satisfação no contexto profissional. Se havia maior felicidade no início da carreira, é preciso refletir sobre quais elementos eram responsáveis por esse sentimento, a fim de que ele seja rapidamente resgatado.

A terceira crença leva seu adepto a imaginar que as pessoas são coadjuvantes de sua própria história. O chamado “perfil conformista” é notado em falas como “O meu tempo já passou, olha a minha idade!”; “Aqui é difícil crescer, não vou perder tempo me esforçando, nem dinheiro com estudos”; “Eu não penso em sair daqui porque todo lugar é a mesma coisa” ou ainda “O sol brilha somente para alguns”.

Os antídotos para os efeitos dessa crença estagnante são posicionar-se como protagonista de sua trajetória, assumir o controle, não se dar prazo de validade, ousar se desconfortar, pensar em mudanças, e, principalmente, provocá-las. Quando a pessoa acredita ser a única responsável por “fazer acontecer”, percebe que o crescimento no ambiente de trabalho depende de suas próprias atitudes e entende que os limites são impostos por ela mesma, a satisfação profissional aparece, sem demora!

A felicidade no ambiente de trabalho existe e é uma responsabilidade pessoal, que não pode ser delegada a terceiros ou atribuída a todo tipo de circunstâncias, como a sorte. Então, quanto à pergunta: a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? A resposta é simples: depende de você!

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– Os cuidados sobre o Azul e Rosa!

Convencionou-se, desde a muito tempo, relacionar cores azuis para meninos e cores rosas para meninas. Se os pais quiserem usar verde, amarelo, vermelho, tudo bem. Mas não é usual a mamãe sair da maternidade com o seu bebezinho de rosa nem a sua bebezinha de azul.

Digo isso em cima da polêmica criada sobre a frase da Ministra dos Direitos Humanos Damares Alves, de que “agora os meninos vestem azul e meninas vestem rosa”. Se você ver o contexto, ela está se referindo a apenas uma metáfora para dizer que a nefasta ideologia de gênero (aqui algo raríssimo que tenho em comum com a ministra: sou contra a sexualização / erotização precoce das crianças inocentes) deixará de existir.

O problema é que novamente ela usa mal as palavras e acaba dando a entender que faz apologia à homofobia! Ela, Damares, já foi vítima de si própria por mal formular suas ideias. Se não sabe usar bem a língua portuguesa, faça o básico e de maneira clara! Vide o episódio de “Jesus na Goiabeira”, onde era indiscutível ter sido uma pobre criança que quase se suicidou, e por um conjunto de palavras virou injustamente deboche.

(Relembre aqui esse acontecido: https://professorrafaelporcari.com/2018/12/14/o-insensivel-deboche-de-jesus-na-goiabeira-e-a-sensibilidade-afeitada-com-battisti/)

Agora, no caso das crianças, poderia ter ficado quieta do que se expressar imprudentemente. Criança é criança, não é devido querer forçar a vida sexual precoce delas, sendo que a inocência da idade infantil (que sempre nós, adultos, gostaríamos de ter novamente) deve ser algo preservado. E se quando crescerem demonstrarem comportamento homossexual, já serão responsáveis por si.

O que não pode é: forçar a barra dizendo que quem é gay de fato não é; mas, na mesma proporção, condenar o fato de que a maioria heterossexual da população é ignorada e que deseja que seu filho homem vista azul, um dia case com uma mulher e tenha seus filhos. E vice-versa aos pais de meninas!

Aliás, se fosse o contrário, quando falamos de referência sexo/cor, não teríamos as nobres campanhas do Outubro Rosa e Novembro Azul! Os pais dariam bonecas aos seus filhos e escolheriam carrinhos para as suas filhas. E nos chás de bebês? Alguém escolhe rosa para revelar que é menino ou azul para revelar que é menina?

Quanta bobagem discutida, não?

Por fim: chega de radicalismos! A Ministra não deveria ter dito o que disse com a empáfia proferida, chateando a comunidade LGBTQ+, mas também não deve ser condenada por dizer que menino é menino e menina é menina, sendo ambos providos de falta de malícia e a isso usando como expressão as cores.

O meu medo é que se confunda respeito a causa dos homossexuais com a perda de uma identidade heterossexual das pessoas. Parece ser crime para uns defender que a maioria dos homens gosta de mulher e a mulher, na sua maioria, gosta de homens.

Sem homofobia e sem heterofobia, por favor. E tome cuidado com o mal uso das palavras, dona Damares. O Governo não é para parcelas de minoria ou maioria, é para todos os brasileiros!

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– Quem corre seus males espanta! Em 4 cliques:

Bom dia! Como de costume, gastamos a adrenalina com um bom cooper matutino. S’imbora correr?
Motivando na foto 1:

Durante o treino, lembrando que hoje é dia da Epifania de Jesus.
Sabe o que é essa celebração tão bonita da Igreja Católica (cuja solenidade seria realizada no domingo)? Compartilho aqui: https://t.co/8uriRkGLRu.
Meditando na foto 2:

Depois do treino, alongando no jardim e contemplando a maravilha das cores vermelhas. Olha só que maravilha,
Admirando na foto 3:

Por fim, vendo o dia amanhecer. Que beleza de sol que a natureza nos proporcionou hoje!
Inspirando na fotografia 4:

Ótima 6a feira para todos.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Porto PE

Para a 2ª rodada da Copa São Paulo, um árbitro com 10 anos de carreira, mas que não tem apitado jogos importantes no profissional: o professor de Educação Física Samuel Aguilar de Lima, de 40 anos de idade, mas que apitou pela última vez em agosto, pelo Campeonato Paulista Sub 20 da 2ª divisão. Espero que esteja com ritmo de jogo!

O bandeira 1 tem apenas 1 ano como árbitro assistente formado pela FPF: é Antonio Ibiapina Alvarenga, de 34 anos de idade. E aí a contradição: a bandeira 2 será a competente Luciana da Silva Ramos, nossa vizinha de Franco da Rocha, que tem 38 anos de idade e 15 temporadas de carreira, tendo trabalhado muito na A3 e A2. Normalmente, o bandeira mais capacitado é o número 1 justamente para correr do lado dos bancos dos treinadores. Nessa, quem escalou bobeou!

José Donizete Gonçalves da Silva, 31 anos, completa o quarteto (tanto ele quanto os bandeiras trabalharão às 16h na partida Red Bull x Vila Nova).

Desejo uma boa arbitragem a todos e um grande jogo.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Porto pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado às 13h45 – mas a jornada esportiva começa a partir das 13h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!