– A incompreensível insensibilidade humana!

Perceberam que, em meio a tanta tristeza por conta do desastre em Brumadinho (que não é apenas um crime ambiental, mas logicamente fruto de descaso da fiscalização responsável), as pessoas ousam transformar as redes sociais em plataforma política?

“A culpa é da Dilma; ou do Bolsonaro; ou do Lula; ou até mesmo do Ministro do Meio Ambiente recém-empossado! Ou do Fernando Pimentel! “, dizem os internautas militantes e fanáticos.

Claro que existem culpados que devem ser responsabilizados. Infelizmente, a vida das centenas de vítimas mortas não se recuperarão mais. Entretanto, existe mais a preocupação em se escrever tal episódio lamentável em narrativa politco-eleitoral do que humano-solidária…

Triste até onde chega o fanatismo!

Resultado de imagem para Brumadinho

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– As Habilidades socioemocionais versus Conhecimentos específicos.

As atuais carências observadas pelas empresas na contratação dos funcionários: job readiness.

Você está pronto para trabalhar? Muitas pessoas, não (e nunca estarão).

Sobre a necessidade de funcionários com mais personalidade no ambiente corporativo,

Extraído da Folha de São Paulo, edição de 28/01/2018, Caderno Mercado, pg A20

PERSONALIDADE SUPERA TÉCNICA NO TRABALHO

Empresas passam a dar mais importância para habilidades socioemocionais do que para conhecimentos específicos.

Por Érica Fraga

A relação entre a educação e o trabalho passa por uma espécie de crise existencial.

Ela é evidenciada por constantes revisões do perfil profissional buscado pelas empresas, que se torna cada vez menos técnico e mais focado em traços da personalidade, como persistência e facilidade de relacionamento.

Outro sintoma do distanciamento entre o universo acadêmico e o laboral é a elevada parcela de profissionais que termina em empregos fora de sua área de formação (leia texto na pág. A21).

Essas tendências –apontadas por duas pesquisas da FGV Clear – indica que o país pode estar desperdiçando recursos investidos na educação que, se fossem mais bem aplicados, talvez elevassem a baixa eficiência da economia.

Um dos estudos, feito pela instituição em parceria com o JPMorgan em 2017, mostra que 85% das empresas no Estado de São Paulo, nos setores de saúde, tecnologia e alimentos, reveem as necessidades de treinamento dos funcionários o tempo todo.

O percentual atinge 90% entre as grandes empresas.

O mundo do trabalho tem mudado muito, e as empresas não sabem bem o que querem. Vão na base da tentativa e do erro“, afirma o economista André Portela, um dos autores da pesquisa.

O esforço para adequar o perfil dos funcionários às rápidas mudanças tecnológicas esbarra em barreiras.

Quase 80% das 417 empresas entrevistadas pela FGV e pelo JPMorgan relataram enfrentar problemas para contratar empregados para vagas de perfil técnico, e 36% disseram que a dificuldade é alta.

PERSONALIDADE

As entrevistas feitas com as empresas mostram que conhecidas deficiências do ensino ajudam a explicar seu desencontro com o trabalhador. Indagadas, por exemplo, sobre as competências que dificultam as contratações, as empresas mencionaram questões que aludem à formação acadêmica.

No setor de alimentos, falta de conhecimento e escolaridade foram, respectivamente, a segunda e a quarta fragilidade mais citada.

As empresas de tecnologia e de saúde também listaram problemas como escassez de conteúdo técnico e falta do domínio da escrita.

Mas o que chamou a atenção dos pesquisadores foi que, nos três setores, competências mais próximas de traços da personalidade do que de conteúdos técnicos foram citadas pela maioria.

As empresas não reclamam tanto de habilidades técnicas, mas da chamada ‘job readiness’ [prontidão para o trabalho em tradução livre]”, afirma Portela.

Entre as carências mais comuns, foram mencionados pontos como “postura profissional”, “competências comportamentais”, “ética”, “falta de comprometimento” e “comunicação”.

Já entre as características imprescindíveis, “ser disciplinado e perseverante” e “trabalhar em grupo” foram mencionadas por quase a totalidade das empresas.

As habilidades socioemocionais apareceram na frente de “se comunicar em língua estrangeira” até nas respostas do setor de tecnologia, em que a demanda por profissionais com ensino superior técnico é bem mais alta do que nos outros dois.

A percepção da importância de característica como perseverança, autocontrole e facilidade de relacionamento aumenta à medida que pesquisas mostram que seu impacto no desempenho acadêmico e no sucesso na vida adulta é igual ou até maior do que a inteligência medida em testes cognitivos tradicionais.

Com isso, a demanda por profissionais com essas habilidades tem se tornado explícita. Foi o que percebeu o grupo Kroton Educacional ao analisar anúncios de vagas no portal que mantém para conectar seus graduandos com empregadores.

Nove entre os dez atributos mais demandados são traços de personalidade, como disposição para o aprendizado contínuo, responsabilidade e comprometimento.

– Dia de Santa Ângela Mérici, protetora das crianças e adolescentes desregrados!

Pensa que “aborrecentes” – os adolescentes rebeldes – não tem uma santa protetora?

Conheça essa bela história (extraido da CancaoNova.com), abaixo:

SANTA ÂNGELA MÉRICI

Ângela Mérici nasceu no ano de 1474 no norte da Itália. De uma família muito honesta, materialmente pobre, mas espiritualmente riquíssima, amava muito Cristo e sua Igreja. Os filhos foram crescendo assim, com o testemunho dos pais, inclusive Santa Ângela que, desde pequenina, já tinha vida de oração e penitência, buscava amar, cada vez mais, Deus. Ela teve uma irmã e, com o tempo, seus pais vieram a falecer. Os filhos tiveram que sair de sua terra e morar com um tio. Ali, a irmã faleceu e, mais tarde, o tio. Quantas perdas! Mas Santa Ângela, mulher de oração, nunca acusou Deus, nunca se revoltou. Isso não quer dizer que não sentiu, não sofreu. Até Nosso Senhor, verdadeiro Deus, verdadeiro homem sofreu. Inspirada pelo Espírito Santo, retornou para a sua terra natal e ali começou a fazer um trabalho muito providencial, confirmado pelo céu, porque teve um sonho de ver jovens com coroas de lírios caminhando para o céu. Naquele discernimento, ela agarrou a inspiração e foi trabalhar servindo jovens que corriam riscos morais. O grupo daquele que se dedicavam a Deus foi crescendo, servindo no resgate à evangelização dos jovens e também na restauração das famílias. Ela foi com o coração aberto, cheio de amor para auxiliar, com as outras jovens, as famílias. Promoveu a restauração das jovens, das famílias, também foi ao encontro dos pobres e enfermos. O Papa aprovou esta nova congregação que foi consagrada a Santa Úrsula, por isso, eram chamadas ursulinas, pois a própria Santa Úrsula apareceu para Santa Ângela. Ela que, aos 66 anos, partiu para o céu, hoje intercede não só pelas ursulinas, mas por todos que são Igreja.

– Santa Ângela Mérici, rogai por nós!

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– Parabéns pela Solidariedade, Tricolor!

Eu estava sem tempo para escrever sobre a garotinha Larissa (que luta contra o câncer), apadrinhada pelos atletas Anthony e Gabriel durante a Copa São Paulo, e que faziam gols em homenagem a ela durante a competição. Mas o faço agora com rápidas considerações:

  1. Não é que os jovens atletas convenceram os demais colegas a rasparem a cabeça como a menina, que é careca logicamente por efeitos da quimioterapia necessária? Que maturidade dos jogadores!
  2. Parabéns à Diretoria do Sao Paulo que bancou a presença da menina na cidade de São Paulo, bem como a presença dela nos vestiários e na comemoração do título.
  3. O Palmeiras, dias atrás, fez algo parecido com o garotinho deficiente visual Nicolas, e estendeu aos demais colegas de tratamento dele a presença em seus jogos. Igualmente louvável e que se tornem comum aos clubes tais atos.

Do resto que gostaria de escrever, achei algo à perfeição que complementa o que penso. Abaixo:

Extraído de: https://blogdopaulinho.com.br/2019/01/26/sao-paulo-seria-campeao-da-copinha-mesmo-se-nao-tivesse-sido/

SÃO PAULO TERIA SIDO CAMPEÃO DA COPINHA, MESMO SE NÃO TIVESSE SIDO

O São Paulo, com algum sufoco, conquistou a Copa São Paulo de Juniores ao empatar com o Vasco da Gama, em dois a dois (vencia por dois a zero), superando os cruzmaltinos nos tiros livres da marca penal.

Um presente para o clube que comemorava, junto com a cidade que leva seu nome, a data de fundação.

Mas, mesmo que o título não tivesse ficado com o clube de Morumbi, o generoso gesto dos atletas tricolores, que entraram em campo com a cabeça raspada, em solidariedade à menina Larissa, que há dois anos luta pela vida, acometida por um câncer de cérebro, valeria como título.

O melhor momento do futebol brasileiro, contando todas as categorias (profissional, inclusive), neste início de 2019.

– Desperte, manhã!

Um domingo com cores e vida em abundância: é o que se pode desejar com o lindo amanhecer florido por essas bandas de Jundiaí.

Como #FotografiaÉnossoHobby, compartilho esse botão de rosa do nosso jardim nesta manhã dominical, desejando um bom dia a todos: