– Um Time pode Pedir ou Vetar Árbitros?

Nos últimos dias, alguma polêmica sobre pedidos de árbitros estrangeiros por times brasileiros e/ou “importação” de árbitros de outros estados nos regionais, para os jogos decisivos.

Ao contrário do que muitos pensam, um clube pode (em tese) não aceitar um árbitro em seu jogo. Pode até escolher quem ele quiser para apitar suas partidas.

Isso acontece pelo fato de que os árbitros não são profissionais em quase todo mundo (as exceções notórias são Inglaterra e a semi-profissionalização na Argentina).

Quando você assiste a qualquer jogo do Brasileirão, você vê jogadores, treinadores, médicos e preparadores físicos profissionais. O árbitro não, pois ele é apenas federado e não é empregado de nenhuma entidade formal do universo futebolístico.

Isso ocorre pois as federações e confederações não querem assumi-los como funcionários, fugindo das responsabilidades trabalhistas e financeiras. Dessa forma, para apitar um jogo profissional, o árbitro deve ser federado (isso indica que ele foi capacitado por uma federação) e que está apto a ser contratado por uma equipe.

Você leu corretamente: CONTRATADO. Os juízes de futebol assinam um documento dizendo que são prestadores autônomos de serviço, trabalhando para os clubes filiados à FIFA, em suas competições amadoras ou profissionais”.

Sendo assim, os clubes são os responsáveis por fornecer a arbitragem de um jogo. Para isso, eles pedem às Comissões de Árbitros que indiquem os oficiais.

Teoricamente, numa partida entre Flamengo x Santos, o clube carioca é quem contrata o árbitro, indicado pela CBF, CONMEBOL ou FIFA, com sua aprovação. No jogo de volta, o time santista se encube.

Na prática, sabemos que não é bem assim. Mas é nisso que um clube se apega ao alegar ter direito de escolher um árbitro para a sua partida.

Se o árbitro fosse funcionário das federações, ou se os departamentos de arbitragem fossem independentes, certamente a situação seria outro…

Pena que não seja esse o modelo desejado por sindicatos e cooperativas da categoria.

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– Ambientes de Trabalho Descontraídos

Vejam só: escritório com mesa de sinuca, guitarra e cerveja!

Regalias?

Não, liberdade para pensar e agir! Um modismo positivo.

Veja, extraído de: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/180/noticias/o-preco-da-descontracao

O PREÇO DA DESCONTRAÇÃO

Oferecer benefícios descolados virou moda nas empresas brasileiras, mas isso atrai um tipo específico de profissional. Resta saber se esse é o seu perfil

Mesa de sinuca, guitarra, baixo, bateria, teclado e uma geladeira recheada de cerveja. Poderia ser um bar, mas é um escritório. Poderia estar no Vale do Silício, nos Estados Unidos, mas fica em Salvador, na Bahia.

Na sede do JusBrasil, site de informação na área de direito do trabalho, ninguém anda de terno. Além do kit roqueiro, a empresa oferece jogos eletrônicos e happy hour às sextas-feiras.

“Desde o começo, queríamos que fosse uma empresa com pouca hierarquia, onde os estagiários tivessem acesso aos chefes sem problemas”, diz Rodrigo Barreto, de 30 anos, sócio e diretor financeiro e operacional. “A autonomia é tudo para nós”, afirma Rafael Costa, de 30 anos, CEO da companhia.

A oferta de ambientes descontraídos tornou-se tendência nas empresas de tecnologia no Brasil e costuma despertar o interesse de jovens profissionais. Só em 2012, o arquiteto Edo Rocha, dono de um dos principais escritórios de arquitetura corporativa do Brasil, desenvolveu 26 projetos de escritórios descolados.

Empresas que colocam esse tipo de benefício à disposição do funcionário visam passar a mensagem de que se preocupam com o bem-estar de todos. Mas, conforme esses ambientes se popularizam, cresce a percepção de que nem todo profissional sente-se confortável neles.

A coach Taynã Malaspina, mestre em psicologia social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, investigou em sua dissertação de mestrado quatro grupos distintos de profissionais, sendo um deles de jovens que trabalham em agências de comunicação e empresas de tecnologia. Para esses trabalhadores, o principal valor é a liberdade para pensar e agir.

“Companhias de tecnologia vendem uma possibilidade de autonomia, como personalizar seu horário e tocar seu projeto com independência”, diz Taynã. Mas, se à primeira vista a decoração cria uma atmosfera de liberdade, num segundo momento a sensação provocada é de frustração.

Segundo Taynã, os profissionais se ressentem de não aproveitar os benefícios divertidos. Como resultado, muitos acabam se desapontando e deixando o emprego após um tempo. “A proposta se torna incoerente, e eles preferem sair”, afirma Taynã. “Eles querem trabalhar num lugar onde haja identificação de valores.”

Para uma ex-gerente do Buscapé, site de comparação de preços, produtos e serviços, se não for feito um trabalho com os gestores para que eles estimulem o clima de liberdade, não adianta oferecer opções de descontração.

A sede do Buscapé, em São Paulo, tem pebolim, pingue-pongue, cesta de basquete, redes para descanso e até um boneco de boxe para socar nas horas de estresse. A executiva diz que não regulava sua equipe, mas se lembra de ouvir outros gerentes criticando quando um funcionário deles descansava na rede. “Muitos achavam improdutivo usar a área de descompressão”, afirma a gestora.

Uma das consequências mais comuns dessa política de manter muitos atrativos na empresa é que as pessoas ultrapassam o horário regular do expediente. De acordo com Christian Barbosa, especialista em gestão de tempo e produtividade e fundador da Triad PS, de São Paulo, se por um lado os benefícios trazem felicidade ao escritório, por outro são uma maneira velada de a empresa manter os funcionários por perto.

“O intuito é que isso se traduza em produtividade, o que nem sempre acontece”, diz Christian. “Queremos tirar qualquer impressão do trabalho como um lugar ruim ou hostil. Os profissionais se sentem bem e nem querem sair daqui”, diz Rafael Costa, do JusBrasil.

Ambiente informal, jogos e alimentação saudável amenizam o peso das tarefas e a pressão por resultados e fazem o profissional passar mais tempo no escritório, restringindo as relações pessoais aos colegas da empresa. Quem opta por essa rotina acaba se esquecendo de que a vida não é só trabalho.

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– Cruyff Equivocado ou Não?

Há exatos 4 anos…

Johan Cruyff (ou simplesmente “Cróife”, para os que não ligaram o nome à pessoa, ex-jogador holandês mítico do Barcelona) disse que Neymar terá muita dificuldade em jogar ao lado de Messi.

Respeito, mas corroboro com o jornalista Flavio Prado, que disse:

“Quem jogou com André, Patito, Miralles e Zé Love, vai ter problemas com Messi?”

Sem comentários. Até um cabeça de bagre, em meio a craques, cresce. No caso do Neymar…

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– Celulares Proibidos para Pedestres

Fort Lee, cidade americana do estado de Nova Jersey, quer diminuir os atropelamentos. Para isso, investirá na fiscalização contra os pedestres. Estudo da Prefeitura local apontam que os acidentes acontecem por culpa de quem está a pé, e não dirigindo. E uma das causas principais é a atenção fixa no celular enquanto caminha. Tanto que se estipulou uma multa de US$ 85.00 para o cidadão que estiver desatento enviando SMS ou teclando na Internet.

E aí: a Prefeitura de Fort Lee está com ou sem razão?

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– Gasolina Formulada versus Gasolina Refinada

A Revista Combustível & Conveniência, Ed maio/2012, pg 40, traz uma importante matéria, intitulada “Gasolina Formulada: mais barata, mas com menor rendimento”.

Você sabe se o posto em que está abastecendo vende gasolina formulada ou refinada?

Pois é: a gasolina formulada vem ganhando mercado, custando R$ 0,20 a menos (não repassado ao consumidor, infelizmente). O produto é autorizado pela Agência nacional de Petróleo (ANP).

O principal problema é que essa gasolina é mais volátil, rende menos e pode levar o consumidor a grandes enganos.

A química Sonja Bárbara Barczewski, gerente técnica do laboratório CEFET/MG, alerta que essa gasolina, embora legalizada, é:

composta de resíduos de destilação petroquímica adicionada de solventes, com qualidade inferior ao combustível refinado pela Petrobrás.

Portanto, a grande dúvida é: por que não obrigar ao Posto de Combustível a informar ao cliente se sua Gasolina é FORMULADA ou REFINADA?

Vale a pena ficar atento!

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– Todos podem ser Batizados? Até Marcianos?

O Papa Francisco, desde os tempos como Cardeal Bergóglio na Argentina, incentivava para que se buscasse o Batismo. Mães solteiras, crianças abandonadas ou todo aquele que a própria Igreja pudesse questionar, deveriam ser batizados caso desejassem. Uma Igreja inclusiva, sempre foi essa a proposta!

A ideia é de que: se a pessoa deseja uma vida nova em Cristo, por quê fazer triagem sobre o desejoso fiel?

E sobre isso, disse:

Se amanhã aparecesse uma expedição de marcianos… por exemplo, alguns viessem até nós (verdes, com aquele nariz longo e as orelhas grandes, como desenham as crianças) e um deles dissesse ‘Eu quero o batismo’, o que aconteceria?” (…) o Espírito Santo sopra para onde quer. Então quem sou eu para colocar impedimentos”.

É isso aí! Papa atento aos anseios, questionamentos e propostas de uma sociedade cada vez mais complexa.

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– Venezuela e o Guru de Maduro

Você sabia que Nicolas Maduro, o ex-vice presidente de Hugo Chavez e que hoje é o mandatário da Venezuela, impondo uma ditadura sofrível e tornando o outrora rico país em uma sociedade comunista paupérrima, é seguidor do guru indiano Sathya Sai Baba?

Dessa forma, tornou-se um fanático místico, manifestando publicamente 3 “duvidosas” situações:

1) Disse que Chávez, falecido, lhe apareceu em formato de passarinho;

2) Atribuiu a eleição do Papa Francisco no conclave graças a intercessão de Chavez junto a Jesus; e

3) Criou a pedido de uma força superior o Ministério da Suprema Felicidade Social do Povo.

Tá bem o país vizinho ou não?

Enquanto isso, nossos irmãos venezuelanos cruzam a fronteira brasileira e, mesmo com o caos daqui, tentam uma vida melhor do que a Terra Natal deles, onde até papel higiênico falta!

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– O Monstro Mengele

Li a matéria da Superinteressante sobre o médico nazista Josef Mengele. E me assustei! Quando criança, eu me lembrava do Jornal Nacional falando das ossadas encontradas do “anjo da morte”, e sempre queria entender o que ele fizera. Ao ler a reportagem, me impressionei o quão maldoso, inescrupuloso e desumano ele era.

Em especial, as experiências com gêmeos, onde ele preservava uma criança intacta e dessecava a outra ainda viva! Sem contar os estudos de “higienização racial”. Nem precisa explicar…

Como ainda se pode chamar pessoas assim como humanos?

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– 3a corrida!

4 cliques em ritmo frenético:

1) Hora do cooper para buscar endorfina:

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2) Hora de rezar (em São Simão Stock, de vida eremítica e devoção à Nossa Senhora do Carmo):

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3) Alongando no meio do mato e de céu avermelhado:

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4) Indo trabalhar em meio ao clima lusco-fusco. Vai chover?

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Ótima labuta a todos!