– O Perigoso Consumo de Certos Energéticos

No Brasil, vemos um sem-número de marcas de bebidas energéticas sendo lançadas. Do tradicional Red Bull ao Burn da FEMSA / Coca-cola, passando pelo TNT da Petrópolis / Itaipava, o mercado cresce muito. Até a AmBev lançou o seu, à base de “Guaranaína”.

Tais bebidas têm certas quantidades limites de cafeína, taurina e estimulantes, todas controladas pelos órgãos de saúde. Algumas marcas desconhecidas usam doses acima do permitido e estão na praça. Outro costume é o de jovens misturarem a mesma com bebidas alcoólicas.

Mas o que surpreende é o seguinte: nos EUA, uma determinada marca de energético está causando mortes, devido ao seu consumo desregrado e formulação!

Extraído de: http://super.abril.com.br/cotidiano/energetico-virou-caso-policia-eua-622557.shtml

ENERGÉTICO QUE VIROU CASO DE POLÍCIA

por Carolina Cimenti

Cafeína, taurina, guaraná e três vezes mais álcool que a cerveja dentro de uma só lata. Conheça o Four Loko.

“O gosto era péssimo, mais doce que xarope pra tosse. Mas o efeito era ótimo. Era a melhor bebida para curtir as festas da faculdade sem ficar dormindo por aí”, conta a estudante Christine Chiang, 23, da Universidade de Nova York. Ela está se referindo ao Four Loko – um superenergético que combina 156 miligramas de cafeína (o dobro de uma lata de Red Bull) e 12% de álcool, quase o triplo da graduação alcoólica da cerveja. Além de forte, era barato: custando menos de US$ 1 a lata, logo virou a principal escolha de quem queria ficar “bem louco” gastando pouco. Mas isso logo deu margem a excessos. “A pessoa continuava alerta, mesmo depois de ingerir o que seria equivalente a várias doses de bebida destilada. E por isso acabava bebendo mais, até desmaiar”, conta Christine. Criado e fabricado por uma empresa até então desconhecida, a Four Energy Drinks, o Four Loko ganhou o apelido de “apagão em lata” e começou a criar polêmica nos EUA. Em Washington, 7 jovens foram hospitalizados com sintomas de coma alcoólico depois de consumir o produto numa festa, e a polêmica chegou ao auge no final do ano passado, quando um rapaz de 19 anos sofreu um ataque cardíaco na Filadélfia, supostamente provocado pelo consumo da bebida. Tudo isso fez com que o governo dos EUA proibisse a comercialização do Four Loko. As latinhas que já estavam no mercado foram recolhidas e enviadas para uma refinaria na Virgínia – onde a bebida está sendo destilada e transformada em álcool para carros.

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– O pênalti de 2 toques de Griezmann já aconteceu no Morumbi!

O 2o gol do Atlético Madrid no confronto decisivo da Semifinal da Champions League contra o Real Madrid, surgiu de um pênalti cobrado irregularmente: Griezmann escorregou na hora que chutou, a bola bateu no outro pé e foi para o gol. Seria tiro livre indireto para os merengues, mas passou despercebido pela arbitragem.

O curioso é: em Outubro de 2013, na partida entre São Paulo x Vitória pelo Brasileirão, o lateral esquerdo Juan cobrou do mesmo jeito.

Relembre, extraído do Blog “Pergunte ao Árbitro” de 06/10/13:

O PÊNALTI EM DOIS TOQUES DE SÃO PAULO X VITÓRIA

Responda rápido: é válido um gol de pênalti em dois toques?

Surpreenda-se com a resposta: sim (tocado de um jogador para outro)! Mas não como o de Juan na partida no Morumbi, válida pelo Brasileirão da série A (tocando “em si mesmo”).

Entenda: o tiro penal deve ser sempre cobrado por um jogador identificado (não vale um ameaçar cobrar e outro chutar, como em cobranças de falta ensaiadas) e sempre tocando-a para a frente (não necessariamente para o gol). Euller, o “filho do vento”, que começou a carreira no América-MG, se aprimorou nesse detalhe no final da carreira: nas cobranças de pênalti, um companheiro chutava a bola em diagonal, ele usava a sua velocidade, dominava-a e chutava para o gol. Estratégia arriscada, mas válida, em pênalti convertido por dois toques.

O que não pode é um mesmo jogador tocar seguidamente a bola, e isso vale para qualquer cobrança de tiro (Tiro Inicial e Tiro de Reinício de Jogo; Tiros Livres Direto e Indireto; Tiro de Meta e Tiro de Canto; e, claro, Tiro Penal).

Um jogador só poderá tocar na bola novamente após cobrar um tiro (qualquer que seja) depois de um toque de qualquer outro atleta (companheiro ou adversário). E tocar não significa que seja voluntário, pode ser um toque por domínio claro, leve resvalão ou desvio inesperado. Mas atenção: tocar na trave, na bandeira de escanteio ou em alguém da arbitragem não vale, pois são neutros.

Se um jogador cobrar um tiro livre (ou penal, como Juan) e a bola simplesmente relar nele antes do toque de outro adversário, é marcado um tiro livre indireto para a equipe adversária no local onde aconteceu o “bi-toque”. E um detalhe: se o segundo toque for na mão, é tiro direto.

Agora, pense: quantas vezes você viu tal lance em uma partida profissional? Situação realmente inusitada… Juan cometeu infração ao escorregar e a bola bater nele no chute, mas passou batido para o juizão e acabou prejudicando o time baiano.

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O lance do pênalti cobrado por Griezmann

– A primeira mamada a gente não esquece…

Mais um passo para o caminho do lar-doce-lar: com 20 dias de vida, nossa Estelinha saiu da UTI para a semi-UTI e já mamou no peito da mamãe (a primeira vez foi um momento emocionante para minha esposa – e para mim também)!

Papai do Céu tem sido bondoso conosco: depois de tantos contratempos na difícil gravidez, nos agraciou com um nascimento bendito e uma santa recuperação.

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– O Brasileirão começará. Quem são, de verdade, os times grandes?

Vou ser bem direto: para mim, pela força econômica atual (entenda-se: apelo midiático, torcida, receitas), histórico de títulos e importância dentro de campo, temos 12 grandes clubes no futebol brasileiro: Os 4 paulistas, os 4 cariocas, os 2 mineiros e os 2 gaúchos. Outros importantes clubes (como Bahia e Atlético Paranaense, que já foram campeões brasileiros) formariam um 2o grupo de importância (pela historicidade e periocidade na disputa da série A1).

Claro, são “grandes” pelos fatores mencionados acima. Mas, logicamente, vivem bons e maus momentos ao longo da história. As “fases” de bonança ou carestia podem ser duradouras ou curtas.

Entretanto, como criar critérios para rotulá-los? A unanimidade não existe, e vale um bom e respeitoso debate.

O Nuremberg é um dos maiores vencedores do Campeonato Alemão de todos os tempos, mas seus títulos pararam na década de 60. Ele é um “grande”? O Nottingham Forest, da Inglaterra, foi bicampeão da UEFA Champions League! E hoje…

Com o início do Brasileirão nesta próxima semana, vale o debate: os supostos 12 grandes “ainda são grandes”? Ou melhor, 11, pois o Internacional foi rebaixado. O Botafogo está na mesma grandeza do São Paulo? Flamengo e Corinthians se equiparam? Fluminese e Palmeiras “é pau a pau” em grandeza? E Vasco, Santos, Atlético Mineiro, Cruzeiro, Internacional e Grêmio?

Enfim: temos 11 favoritos ao título de Campeão Nacional?

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– A polêmica da arbitragem do último FlaFlu do Cariocão 17.

Muita polêmica na final do Campeonato Carioca 2017, domingo passado.

No FlaFlu decisivo, Rever (FLA) vai cabecear a bola e faz a carga faltosa em Henrique (FLU). A “redonda” sobra na pequena área e Guerreiro finaliza para o gol.

E por quê o árbitro Wagner Magalhães (que fez um bom trabalho ao longo do Cariocão) não marcou?

Justamente porque estava exatamente de frente à jogada. Se estivesse de lado, teria visto o lance irregular. Ele ficou de um “lado cego” no seu posicionamento.

Também recaiu sobre o árbitro a suposta “comemoração” do gol. Claro, isso foi um flagrante retirado do contexto e que ilude o mais fanático: o juizão se comunica questionando o seu Árbitro Adicional Assistente (o AAA da linha de meta), a fim de saber se viu alguma irregularidade (e o AAA também erra, pois não viu a falta por estar preocupado com a área pequena).

Veja o lance questionado e a reação do árbitro em: https://www.youtube.com/watch?v=jAdV3IXEOcY

– E deu tempo de manter a rotina diária!

Logo cedinho, coloquei a postagem da alvorada desta 4a feira, imaginando que não sobraria um tempinho para correr. Sobrou sim! Nossa foto-motivação:

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Durante o treino, pensando nas coisas do Alto. Hoje em São Máximo, conhecido como “O Confessor” – santo que até o próprio olho lhe foi arrancado para negar a fé cristã e mesmo assim não sucumbiu às torturas. Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Que tal nossa foto-inspiração?

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Enfim, hora de trabalhar. Boa e corrida jornada para todos!