– O Pastor Fernandinho Beira-Mar 

O mega-traficante Fernandinho Beira-Mar é um “preso do bem”. Ou não?

Sabiam que ele teve a pena reduzida em 173 dias?

Motivo: leu 10 livros no presídio e fez uma resenha sobre todos eles. E como bom presidiário, já fez curso de mecânica automotiva e tecnologia da informação. Em breve, terminará a faculdade de Teologia! E tudo dentro do xilindró, em Rondônia, aproveitando o benefício de redução de penas dado a quem estuda.

Teremos um ex-presidiário quite com a Justiça e reintegrado honestamente com a sociedade?

Aliás: 173 dias de redução por tantos estudos é muito ou pouco? Independente de quem é o beneficiário, acho pouco.

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– Os 5 melhores do mundo e a opinião de Romário sobre Messi e Maradona.

Há duas segundas-feiras, Romário esteve no Fox Sports em entrevista. Quando questionado se Messi era melhor do que Maradona, lembrou que dentro da área, ele próprio, Romário, era melhor do que os dois. Mas citou que Maradona estava à frente de Messi pela história na carreira.

E destas comparações, surge uma particular provocação: se o número 1 do Brasil (e do mundo, para muitos) é Pelé, quem seriam os 5 maiores de todos os tempos brasileiros?

Para mim: Pelé, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo, Zico e Romário. Neymar ainda tem tempo para entrar nesse Top 5 (e provavelmente chegará). Aliás, é difícil imaginar que Garrincha, Didi Folha Seca, Rivaldo, Leônidas da Silva e tantos outros não estejam sendo citados por muitos apaixonados por futebol; afinal, é difícil comparar futebol de épocas diferentes.

E os 5 primeiros do mundo?

Aqui falaremos de Pelé, Di Stefano, Maradona, Messi, Eusébio, Cruijff, Cristiano Ronaldo…

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– Até quando o Hopi Hari sobreviverá?

Hopi Hari e sua crise infinita: devendo para a CPFL, para os funcionários e com público de 160 visitantes!  Vai aguentar até quando?

Extraído de Estadão.com (http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,sem-luz-sem-seguro-e-com-r-700-mi-em-dividas-hopi-hari-esta-perto-de-fechar,70001768813), abaixo:

SEM LUZ, SEM SEGURO E COM R$ 700 MI EM DÍVIDAS, HOPI HARI ESTÁ PERTO DE FECHAR

Na semana passada, direção chegou a tirar site do ar para evitar venda de ingressos e planejou interromper funcionamento. ‘Sei do risco que é operar sem seguro, mas meu compromisso é não fechar’, diz proprietário

Por Renato Jakitas

Autoapelidado de o lugar mais feliz do mundo, o parque de diversões mais famoso de São Paulo, o Hopi Hari, se aproxima dos 18 anos de existência à beira da pane seca. Está atolado em uma dívida de R$ 700 milhões, com a luz cortada, sem seguro e “aviso prévio” para fechar as portas. Os quase 300 funcionários não recebem salários desde o dia 5 de fevereiro. 

Em abril, o parque teve o fornecimento de energia cancelado por causa de uma conta de R$ 580 mil em aberto com a CPFL. Se não levantar R$ 100 mil nesta semana, o novo proprietário José Luiz Abdalla terá de devolver na segunda-feira os geradores alugados justamente para evitar o fechamento das portas. 

Para piorar, desde 25 de março o Hopi Hari opera sem cobertura de seguro para acidentes com frequentadores ou eventuais danos aos equipamentos. Abdalla vem batendo na porta das seguradoras, mas não encontra uma única empresa que encare o risco do negócio, tanto do ponto de vista da segurança dos brinquedos como da capacidade de pagamento da apólice. “A gente não tem crédito na praça”, reconhece o empresário.

A situação é tão crítica que até o processo de recuperação judicial, solicitado em 24 de agosto de 2016, está praticamente paralisado, já que o parque não conta com um profissional que saiba lidar com esse tipo de processo – segundo Abdalla, o último especializado, o advogado tributarista Julio Mandel, retirou-se por falta de pagamento.

Com tantos problemas, o público sumiu e o parque – que chegou a receber 24 mil pessoas em um único dia, no segundo semestre de 2011 – tinha 160 visitantes no sábado. No dia anterior, uma sexta-feira, foram 20 pessoas. 

Alvo de uma investigação do Ministério Público, que apura relatos de que o parque, em diversos dias, conta com poucos brinquedos funcionando, apesar de vender os passaportes normalmente e sem nenhum tipo de aviso aos visitantes, a direção do Hopi Hari redobrou os avisos. Já no estacionamento, que cobra R$ 55 por carro, o funcionário de uma empresa terceirizada recomenda a atenção do cliente. “Eu peço que todo mundo vá até a placa lá fora e veja quais os brinquedos que estão parados. Uns 20% vão embora direto”, diz. 

Na bilheteria, que foi aberta exclusivamente para atender a reportagem, mais um aviso. “Você quer mesmo entrar? A gente está só com esses brinquedos aqui”, alerta a funcionária, indicando um papel colado no balcão com 12 atrações abertas em quase 60 possíveis – 3 para o público adulto. O passaporte custa R$ 99. 

No sábado, ao entrar no parque, o Estado se deparou à primeira vista com uma cidade fantasma do velho oeste americano. Somente depois de caminhar por alguns minutos encontrou um grupo com cinco visitantes, vindos de São Paulo. “É triste de ver o estado do parque”, lamentou o visitante Ricardo Cipriano. Um pouco mais à frente, Luiz Antonio Corol reclamava em frente a uma fonte de água adornada por personagens da Warner Bross. “Só para estar aqui com a minha família eu gastei mais de R$ 600.”

Dois dias antes, a direção do parque estava decidida a não abrir as portas. Segundo relatos de pessoas ligadas à gestão, o dono do parque chegou a retirar o site do Hopi Hari do ar para evitar compras. Após uma reunião na noite de quinta-feira, contudo, a direção recuou. “O Abdalla não pode abrir, mas também sabe que, se fechar, corre o risco de não abrir mais”, diz uma pessoa que pediu para não ser identificada. 

“O que é que eu vou fazer?”, indaga Abdalla. “Sei do risco que é operar o parque sem seguro, mas o meu compromisso é não fechá-lo”, conta o empresário, egresso do mercado imobiliário e de uma família de banqueiros (o pai, Anésio Abdalla, foi sócio do BCN). 

Ele comprou 80% do Hopi Hari de Luciano Correa, seu amigo de infância, por R$ 0,01, assumindo todo o histórico de passivo de R$ 700 milhões na pessoa física, uma operação inédita e que deixou representantes do mercado com o queixo caído. “Eu não sei como esse Abdalla consegue dormir a noite”, diz um operador do mercado. “É dívida para a vida inteira e para muitas outras gerações.”

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– Outra Copa do Mundo na América do Sul?

O Presidente da Conmebol, Alejandro Domingues, esteve reunido (na última semana) com dirigentes das diversas federações do continente no Chile, em um congresso da entidade. Lá, falou sobre o desejo pessoal de que a Copa de 2030 seja na América do Sul. Mas e se em 2026 ela ocorrer na América do Norte, com a fortíssima candidatura de México, Estados Unidos e Canadá?

Teria chance de seguidamente o Sul da América sediar um Mundial?

Mais ainda: sendo que o Brasil sediou recentemente em 2014, numa Copa tão inchada como deve ser em 2030, seria absurdo acreditar em uma tripla candidatura por aqui também? Argentina, Uruguai e Chile, ex-sedes, poderiam se reunir? Isso justamente no Centenário da Copa de 1930…

O que você pensa sobre isso? Lembrando que a Argentina e Uruguai, finalistas de 30, manifestaram em Outubro de 2016 o desejo de sediar o Mundial conjuntamente. No final do ano, também o Chile se anunciou desejoso, e, no último final de semana, foi a vez da China dizer que gostaria de ser sede da Copa comemorativa de 100 anos.

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