– A nova política da Petrobras: redução do preço da Gasolina e do Diesel?

Uma grande novidade pode estar sendo preparada para o ramo dos combustíveis: a Petrobrás, enfim, deixará o viés político de lado e poderá se tornar de fato uma empresa voltada ao mercado exclusivamente.

Devido ao rombo do Petrólão e a não concretização das expectativas da extração do Pré-Sal, a companhia sofreu inúmeros e grandes prejuízos. Dessa forma, a expectativa de aumento de preços era iminente. O último reajuste foi em Setembro de 2015, e a necessidade de sanear as finanças da empresa com o aumento dos derivados de petróleo (em especial depois do reajuste do gás) era esperado.

Entretanto, a BR anuncia que trabalhará com a política de preço com paridade no mercado internacional. Hoje, a Gasolina brasileira está sendo vendida a 30% a mais do que deveria, se comparada à queda do preço do barril de petróleo. Dessa forma, duas medidas poderão ser tomadas:

  • a Redução do preço dos combustíveis;
  • o Desinvestimento em até 25% em 5 anos.

Tudo isso será feito para sanear a empresa. Entre elas, vender participação dos ativos da Petrobras em outros negócios. Segundo o presidente da BR, Pedro Parente, a idéia é alcançar 74 bilhões de dólares em economia e alavancagem de vendas para cobrir o déficit.

Muito dinheiro, não?

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– Angelina Jolie e Brad Pitt param a Internet. E o “kiko”?

Sabe aquela piadinha de “o kiko” (o “qui que eu tenho a ver com isso”)?

Serve para a história da separação dos mega astros de Hollywood Angelina Jolie e Brad Pitt, que tomou conta do noticiário. O problema é deles, lógico. É notícia para tablóides e coisas do gênero. Mas me chamou a atenção: uma das causas de separação é por conta do excesso de consumo de maconha do marido com os filhos em casa…

Caracoles! Como qualquer vício é ruim para a convivência, não? Um milionário homem de sucesso como ele precisa usar drogas?

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– O Debate dos Candidatos a Prefeito de Jundiaí da OAB e JJ no Anchieta

Acompanharam o debate desta 3a feira envolvendo os postulantes à Prefeitura de Jundiaí?

Vários pontos a discutir:

Ótima iniciativa da Ordem dos Advogados do Brasil e Jornal de Jundiaí na promoção. Pena que o som do Auditório do Anchieta estava muito ruim. Via Rádio Difusora, apesar dos esforços da emissora, não era tão bem audível. Pelo site da rádio, melhor (o aplicativo não funcionou…)!

Todos os candidatos estavam bem preparados. Me surpreendi positivamente pelo Prof Paulo Tafarello, do PSOL, que tocou em algumas feridas que não se costuma falar tão abertamente.

– A lamentar nenhuma transmissão de TV do evento, somente pessoas e correligionários que ali estavam fazendo por conta própria pelas Redes Sociais.

– Muitíssima negativa a “torcida radical” dos 3 candidatos que mais se destacam na corrida (via Facebook). Vivemos uma democracia de “emoções a flor da pele”. Nada contra os “torcedores de candidatos”, mas o radicalismo assusta. Para alguns, Pedro Bigardi parece ter sido o melhor prefeito de todos os tempos; para outros, Luiz Fernando Machado é o deputado nota 10 que transformou Jundiaí; e para outros ainda, Ricardo Benassi está na terra como Jesus Cristo está no Céu!

Calma, minha gente. Sejamos ponderados. Todos os candidatos têm seus méritos e seus defeitos. Potencializar virtudes de quem se deseja eleito e contrapor as fraquezas como pecados mortais de quem não se votará ao extremo como tem sido feito, é péssimo para o processo eleitoral.

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– O quão é determinante o “fator casa” no futebol?

Árbitros de futebol sabem que, em determinados estádios, o “fator casa” pode ser determinante para sua atuação: desde a qualidade dos vestiários e a proximidade da torcida até as invasões ao seu recinto de preparação. Isso é uma visão amadora que persiste em alguns locais, como a pressão do time mandante oferecendo o que há de pior para assustar o juizão.

Lógico: se o apitador for fraco, aceita tudo isso e tende a ser caseiro. O bom árbitro não se deixa intimidar, consegue resistir e não permite tais interferências em seu trabalho.

E para os clubes, isso também é verdade?

Claro que sim. O bom time vence cânticos e gritarias da torcida visitante, gramado ruim, erros de arbitragem e adversário inferior. Se jogar em sua casa, onde está mais acostumado com o ambiente físico e emocional de jogo, ótimo. Caso contrário, pela qualidade técnica, vence em qualquer outra praça esportiva.

Existem alguns exemplos que podem ou não comprovar essa tese: o Flamengo, por exemplo, virou um time cigano no Brasileirão e é vice-líder. Será que se o Mengão estivesse jogando no Maracanã, seria líder do Torneio? O Palmeiras venceu o Corinthians em Itaquera, quebrando uma grande invencibilidade do Timão em seu estádio.

Algumas pessoas podem citar outros casos: o Guarani de Campinas jogou a série C em 2015 quase totalmente fora do interditado Brinco de Ouro da Princesa e fez campanha pífia. Em 2016, com seu estádio liberado e com ótimo público, briga pelo acesso à série B e é o melhor time do certame até agora. Culpa do estádio ou dos investimentos diferentes (em especial, do trabalho do surpreendente Marcelo Chamusca, o treinador desconhecido por nós que está fazendo sucesso)?

Se estádio ganhasse jogo sempre e fosse o determinante máximo do futebol, como explicar o Maracanazzo proporcionado pelo Uruguai na final da Copa de 1950 ou do vergonhoso 7×1 para a Alemanha no Mineirão em 2014 que a Seleção Brasileira nos proporcionou?

Talvez a exceção tenha sido a Coréia do Sul em 2002, chegando às semifinais do Mundial daquele ano. Ou o “fator casa” não tenha sido tão determinante, mas outro obscuro? Os italianos não esquecem disso até hoje, em especial do fator “árbitro equatoriano Byron Moreno”…

E aí: jogar em casa é muito ou pouco determinante para o sucesso de uma equipe? Particularmente, penso que time bom ganha de tudo e de todos (mas jogar em casa pode ajudar em alguns casos). O fator maior é: qualidade técnica e tática!

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– Que seja uma ótima 4a feira!

Ao acordarmos e percebermos que estamos (ainda) vivos, já é motivo para alegrarmos. Assim, vale a pena viver intensamente!

Repetindo o costume, fui correr logo na madrugada, buscando endorfina para a qualidade do corpo e da mente. Nossa foto-motivação:

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Durante o cooper, pensando nas coisas do Alto. Hoje, pedindo a intercessão da Virgem Maria à Jesus, sob a invocação de Nossa Senhora da Penha. Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando entre as flores. Um singelo “beijinho” como foto-contemplação:

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S’imbora trabalhar, mesmo com frio e o tempo nublado (mas não menos belo). Nossa foto-admiração:

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Ótimo dia a todos.