Leio no Uol Esporte que a Comissão de Árbitros da CBF, através de sua assessoria, afirma ter orientado seus árbitros para que o “tempo de cera” seja acrescentado no final da partida. Se realmente disse isso, esses senhores que formam a Comissão devem ser IMEDIATAMENTE DESTITUÍDOS de seus cargos. E o motivo é simples: a regra manda você acrescentar o tempo perdido com atendimento médico, substituições de atletas, paradas para hidratação e outras diversas. Entretanto, “fazer cera” é retardamento de reinício de jogo, onde a advertência deve ser verbal em um primeiro momento e com a aplicação do cartão amarelo na reincidência. Dessa forma, a “cera” deverá ser coibida e punida, NÃO ACRESCENTADA.
Já imaginaram uma partida onde todos os atletas fiquem enrolando dentro de campo e o árbitro seja conivente com isso? O árbitro dará 15 minutos de acréscimo? Claro que não.
Tudo isso surgiu devido a polêmica arbitragem de Rodrigo Raposo em Internacional 2×1 Santos, onde o árbitro foi infeliz em sua atuação e abusou do excesso de rigor com cartões amarelos e vermelho por retardamento (que não houve). A manifestação da CBF sobre “necessidade de acréscimos”, respeitosamente, parece equivocada.
Sobre o jogo, compartilho a análise em: http://wp.me/p55Mu0-15n .
Será que estamos precisando de um “São Tite” no comando da arbitragem?





