– O desconhecimento da Regra da CBF

Leio no Uol Esporte que a Comissão de Árbitros da CBF, através de sua assessoria, afirma ter orientado seus árbitros para que o “tempo de cera” seja acrescentado no final da partida. Se realmente disse isso, esses senhores que formam a Comissão devem ser IMEDIATAMENTE DESTITUÍDOS de seus cargos. E o motivo é simples: a regra manda você acrescentar o tempo perdido com atendimento médico, substituições de atletas, paradas para hidratação e outras diversas. Entretanto, “fazer cera” é retardamento de reinício de jogo, onde a advertência deve ser verbal em um primeiro momento e com a aplicação do cartão amarelo na reincidência. Dessa forma, a “cera” deverá ser coibida e punida, NÃO ACRESCENTADA.

Já imaginaram uma partida onde todos os atletas fiquem enrolando dentro de campo e o árbitro seja conivente com isso? O árbitro dará 15 minutos de acréscimo? Claro que não.

Tudo isso surgiu devido a polêmica arbitragem de Rodrigo Raposo em Internacional 2×1 Santos, onde o árbitro foi infeliz em sua atuação e abusou do excesso de rigor com cartões amarelos e vermelho por retardamento (que não houve). A manifestação da CBF sobre “necessidade de acréscimos”, respeitosamente, parece equivocada.

Sobre o jogo, compartilho a análise em: http://wp.me/p55Mu0-15n .

Será que estamos precisando de um “São Tite” no comando da arbitragem?

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– Osiris provará que somos oriundos de micróbios extraterrestres?

O assunto é polêmico e será debatido entre cientistas, evolucionistas, criacionistas e defensores da TDI (Teoria do Design Inteligente): a sonda Osiris-Rex foi lançada pela NASA nesta semana para descobrir se a vida no planeta Terra surgiu de micróbios extraterrestres.

A missão será alcançar o asteroide Bennu, numa viagem que durará até 2018, colhendo amostras minerais e vasculhando micro-organismos. Segundo alguns, um asteroide como esse poderia ter se chocado com o planeta Terra e trazido matéria orgânica para cá. Desta forma, evoluímos dessas formas preliminares de vida vindas do universo.

O custo de tudo isso será de quase 1 bilhão de dólares. Além do valor alto, claro, fica a questão: não é “forçar demais a barra” querer que a Ciência prove algo assim (a origem da vida)?

Sem dúvida, alguns o fazem para tentar provar quão maravilhosa é a criação de Deus, que usa dos elementos do universo que Ele fez para dar origem à vida. Outros, justamente o contrário: provar exatamente a ausência dEle…

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– A Pressão sobre os Árbitros da Rodada 24 do Brasileirão. Que tal trazer estrangeiros?

O paulista Vinícius Furlan (que foi mal em Ponte Preta x São Paulo) volta a ser escalado em Flamengo x Vitória. Dirão, se errar contra o Flamengo, que é para ajudar o Palmeiras (e o Palmeiras jogará em sequência contra o Flamengo). Se for contra o Vitória, dirão que é para ajudar o São Paulo. E aí? Traremos juízes da Roraima e do Amapá para evitar ilações?

Raphael Claus, o árbitro do clássico da Vila Belmiro, estará igualmente pressionado: se errar para o Santos, é compensação. Se errar para o Corinthians, é comprovação da Teoria da Conspiração de que havia “armação”.

Claro que os árbitros querem dar o melhor de si. Mas com erros crassos de outros, alguns juízes têm que ser infalíveis!

Sugestão: árbitros estrangeiros! Que tal?

Ops: como o presidente Marco Polo Del Nero não pode viajar para o Exterior senão o FBI o pega, a contratação deles será por Walter Feldman…

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– O mundo está realmente preocupado com o teste nuclear da Coreia do Norte?

Os norte-coreanos festejam o 5o e mais impressionante teste nuclear realizado por aquela ditadura. O evento chegou a promover um pequeno terremoto sentido na Coreia do Sul.

O que o mundo tem feito para promover a paz entre as duas Coreias? Kim Jong-un é maluco, um presidente autoritário que trata o povo como gado, na mais fechada nação comunista do planeta. Alguém duvida que ele pode promover uma guerra? 

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– Os “Porquês” de Rodrigo Batista Raposo em Internacional 2×1 Santos.

Os números estatísticos podem enganar se analisados friamente, mas servem de indicativo. O servidor público brasiliense Rodrigo Batista Raposo, aspirante ao quadro da FIFA, havia apitado 4 jogos no Brasileirão: Sport 4×2 Grêmio, Botafogo 3×1 América, Flamengo 2×1 América e Fluminense 3×2 Figueirense. Com histórico de 4 vitórias do time da casa, em seu 5o jogo no torneio, não deu outra: Internacional 2×1 Santos.

O problema do árbitro foi disciplinar: confundiu autoridade com autoritarismo, deixando-se levar ainda pelo fator “pressão do time da casa”, que luta com todas as suas forças para fugir do rebaixamento.

Vide: no 1o tempo, o Santos levou 4 cartões amarelos e 1 cartão vermelho. Dos amarelos, 2 por retardar o jogo e 2 por reclamação. O 5o cartão, o Vermelho, por reincidência de retardamento da partida a Lucas Lima (eu não aplicaria esse 2o amarelo que gerou o vermelho pois não me pareceu cera, mas sim o início de uma jogada ensaiada com Vítor Buenofingir que vai cobrar e deixar para seu companheiro). Neste mesmo período, somente uma advertência por faltas duras, esta ao Internacional, a Anselmo, que DEVERIA ter recebido o 2o Amarelo e consequentemente o Vermelho por persistir em faltas duras, mas não recebeu.

Lucas Lima e seus companheiros não poderão jogar o clássico no domingo contra o Corinthians por estarem suspensos. Mas Raposo estará como 4o árbitro no Moisés Lucarelli na próxima rodada, para Ponte Preta x América.

Fica a dica: o Internacional, que costumeiramente reclama da arbitragem contra ele e coloca os lances em DVD, deveria juntar essa partida e a do jogo Ponte Preta x Internacional e enviar à CA-CBF. Ajudar a melhorar a arbitragem não é criticar somente os erros contra sua equipe, mas a favor também.

Em tempo: Raposo não apitou NENHUM JOGO da Série A em 2015, e somente 2 partidas em 2014 (com duas vitórias do time da casa também), mas está no quadro de Aspirantes à FIFA. Pode?

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