– E assim disse o Diretor de Ética da CBF…

Lembram que a CBF contratou o deputado Marcelo Aro para dirigir seu Departamento de Ética e Transparência? Seu avô e mais recentemente seu tio foram presidentes da Federação Mineira de Futebol, e saíram da entidade afastados por corrupção.

Pois disse o nobre parlamentar sobre Eduardo Cunha:

Vossa excelência é uma esperança de lutar por um país melhor”!

Está bem representado o futebol em Brasília, não? Haja ética, transparência e cara-de-pau!

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– Enquanto alguns passam fome…

A FAO (organismo da ONU que cuida sobre o tem “alimentação”) informa: 1/3 da comida do mundo é desperdiçada!

Desde pequeno aprendi que se deve comer o necessário (embora a gula prejudique), mas nunca jogar resto de alimento, pois “comida é algo sagrado“.

E é mesmo! Quanta gente passando fome e a gente ignorando isso. Fato!

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– Torcida da Portuguesa assume a base do time para evitar o encerramento das atividades e incentivar o profissional. A do Paulista poderia fazer o mesmo?

Um grupo de torcedores da Portuguesa se une para salvar a base da Lusa. Se o atleta não for 100% do clube, não joga. Eles administram os garotos e realizam outras ações pró-time. E assim a torcida assume o Sub 15, 17 e 20.

Tal modelo serviria ao Paulista?

Matéria do Estadão de domingo, extraído de: http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,na-base-portuguesa-ve-esperanca-em-meio-ao-caos,10000075079

NAS CATEGORIAS DE BASE, PORTUGUESA VÊ ESPERANÇA EM MEIO AO CAOS

Perto do rebaixamento à Série D, grupo de torcedores trabalha com os garotos para o clube renascer

Por Marcius Azevedo

A Portuguesa pode escrever hoje um triste capítulo em seus 96 anos de existência com o rebaixamento para a Série D do Brasileiro. A equipe torce por derrota do Macaé contra o Juventude, às 11h30, em Caixas, e depois tem de vencer o Guaratinguetá, às 19h30, no estádio José Liberatti, em Osasco – o Canindé foi alugado para uma igreja -, para chegar na última rodada com chances matemáticas de se manter na Série C.

O rebaixamento, se consumado, seria o quarto em três anos, fundo do poço para um clube tão tradicional em São Paulo. Mas não necessariamente será o fim da linha. Afundado em dívidas por gestões ruins que levaram até ao leilão de parte da área do Canindé – marcado para 7 de novembro e que o departamento jurídico busca impugnar -, a Portuguesa, enquanto sonha com um mecenas, vê esperança de alcançar o renascimento com o trabalho de um grupo de torcedores nas categorias de base, que historicamente sempre revelou garotos.

Apaixonados pelo clube, eles assumiram o controle do departamento em fevereiro. O cenário era de terra arrasada. “Não existia nem sequer controle com o nome dos jogadores que eram da Portuguesa, nenhuma ficha, nada”, comenta Cássio Esteves, coordenador administrativo da base.

Além de Cássio, o grupo, que não recebe salários, conta com Ricardo Alonso, Virgilio Cesar, Marco Aurélio Amaro e Rodrigo Eduardo Gonçalves. O único remunerado é Eduardo Gomes, que atua como supervisor técnico. O mentor é o pai de Cássio, Toninho, que era diretor da base quando Dener foi revelado. “É pelo amor”, comenta Cássio. “O nosso retorno é ver a Portuguesa no lugar que ela merece. Temos o nosso sustento, não vivemos disso”, completa.

No pente-fino realizado em fevereiro, o grupo limou jogadores que não eram 100% do clube. “Acabamos também com qualquer esquema de empresário”, diz Cássio, antes de explicar a situação. “Não brigamos com os empresários, eles podem trazer os atletas para cá. Se for bom, fica, mas ficamos com 100% dos contratos e direitos.”

Com pouca participação da Portuguesa, que arca apenas com transporte, taxas da Federação Paulista e salários das comissões técnicas, o custo mensal é de R$ 50 mil. Atualmente são 90 meninos nas categorias Sub-15, Sub-17 e Sub-20. A maioria é de São Paulo, já que os custos para alojamento são proibitivos. Os atletas estudam em escola pública. A alimentação, em grande parte, vem de doações. “Tentamos fazer os garotos gostarem de jogar aqui, terem amor pela Portuguesa”, diz Ricardo Alonso.

O trabalho é árduo, mas já dá resultado. Um garoto despertou o interesse do Internacional, faz teste em Porto Alegre nesta semana e pode gerar um ganho financeiro. “Vamos ficar com uma parte se der certo”, comenta Cássio. Em campo, segundo o coordenador, o retorno pode vir já em 2017. “Com uma espinha dorsal experiente, os garotos têm condições de ir bem na Série A-2 do Paulista e em uma eventual Série D.”

O presente, ao que tudo indica, será marcado por mais um rebaixamento, mas ainda há esperança de um futuro melhor no Canindé.

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– Fiuza misturando religião e política, alhos e bugalhos!

Coitado do Papa Francisco… até para ele sobrou em decorrência do “Fla-Flu” que se tornou a sociedade brasileira na briga entre petistas x peessedebistas.

Já escrevi em outras oportunidades que me enoja o radicalismo. E o famoso colunista da Revista Época, Guilherme Fiuza, abusou das teorias conspiratórias. Chamou o pontífice de “falso demagogo progressista” e que ele apoia a presidente Dilma Rousseff!

Nada a ver… na gíria popular, “viajou na maionese”. O Papa pediu simplesmente orações ao nosso país devido ao inegável momento de turbulência política, e o colunista criou suas ideias mirabolantes contra Francisco.

Leia abaixo e diga se há ou não um absurdo e cego fanatismo de Guilherme Fiuza.

Extraído de Revista Época, edição 12 de setembro de 2016, pg 26.

O GOLPE DO PAPA

O papa Francisco, de maneira indireta e dissimulada, portanto covarde, está fazendo coro com a militância ideológica que grita contra o golpe de Estado.

O papa Francisco cancelou sua viagem ao Brasil em 2017 afirmando que o país “vive um momento triste”. Vamos traduzir essa tristeza: o líder máximo da Igreja Católica está apoiando Dilma Rousseff, a despachante da quadrilha que depenou o país entristecido. Mas a tristeza sentida pelo sumo pontífice não é com o roubo, é com a punição aos ladrões.

O papa Francisco, de maneira indireta, portanto dissimulada, portanto covarde, está fazendo coro com a militância ideológica que grita contra o golpe de Estado – esse em que a criminosa golpeada dialoga com os golpistas (e ri com eles), sob a regência constitucional da Corte máxima do país. Uma bandeira de mentira, fajuta e imunda, que agora é levantada também pelo papa Francisco.

Isso não teria a menor importância num mundo que soubesse distinguir um líder espiritual de um mercador da bondade. Mas a demagogia supostamente progressista – na verdade reacionária – é hoje a commodity mais valorizada do planeta, e nenhum candidato à popularidade perante as massas admite mais abrir mão dela. Até a alemã Angela Merkel, guardiã quase solitária da responsabilidade europeia, andou fazendo proselitismo com o tema dos refugiados. Se você não der ao menos uma bicadinha na vitamina populista, você morre.

A gangue que inventou o golpe no Brasil para brincar de resistência democrática – e se encher da preciosa vitamina demagógica – está quebrando tudo. Durante 13 anos quebraram por dentro, agora estão quebrando por fora – o que é bem mais prático e leve. O caixa da revolução está cheio, após a proverbial transfusão da Petrobras, dos bancos públicos e dos fundos de pensão. O lanche é mortadela por questão de estilo, poderia ser caviar. E não existe vida mais fácil: você recruta um bando de inocentes úteis e não inocentes alugados e manda todo mundo para cima da polícia. Fustigar a boçalidade das polícias militares é brincadeira de criança para essa turma. Não tem erro.

O caixa da revolução está cheio. O lanche é mortadela por razão de estilo, mas poderia ser caviar

O papa Francisco e sua falsa tristeza apoiam essa depredação teatral – que tem consequências reais e sujas de sangue. O religioso bonzinho, com seu gesto grave – vamos repetir: grave – de desistir da visita ao Brasil por causa do impeachment, jogou uma tocha nessa gasolina. Não adianta fugir dessa responsabilidade. Não adianta rebolar na retórica. Não adianta fazer cara de piedade. O papa abriu mão da missão de paz do estadista para entrar num jogo partidário. Se meteu num conflito político nacional para exacerbá-lo – para dar sua contribuição incendiária.

A política existe para organizar a vida das sociedades. Só isso, mais nada. Não é um campeonato de siglas, cores e credos, nem um palco para apoteoses românticas. No caso do Brasil, o governo canastrão do PT incensou todos esses símbolos emocionais e fulminou a organização social e institucional. Isso não é política, é contrabando.

O governo Temer assumiu no cenário de terra arrasada e está repetindo o governo Itamar (por questão de sobrevivência): dando espaço a quem entende de administração pública, substituindo militância partidária com o dinheiro dos outros por trabalho. É o PMDB, há os caciques velhos, há a podridão – mas os principais cargos de comando foram entregues aos bons. Assim como fez Itamar, no mesmo PMDB.

Há 23 anos isso deu no Plano Real – o momento mais significativo da história recente em que a política serviu para organizar a sociedade. Os veículos da mudança foram o PMDB e o PSDB, mas a virtude não estava neles. Estava nos homens. Sempre está.

Repetindo a ruína do pós-Collor, a ruína do pós-PT abriu uma janela de oportunidade para quem quer usar o poder para organizar, e não para surfar. Os surfistas estão naturalmente desesperados, porque num país organizado as ondas de malandragem somem da política – ou ao menos ficam pequenininhas, sem força para impulsionar os proselitismos coitados e os heroísmos de aluguel. É preciso, portanto, bagunçar.

É claro que alguém que sai de casa para forjar um tumulto e posar de perseguido pela polícia não vale a mortadela que come. Mas o interessante é imaginar o que essa criatura pensa a sós com seu travesseiro. Se o país tivesse de repente um surto de dignidade, a fila do confessionário chegaria a Roma. Puxada pelo papa.

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– O imbrólho das pesquisas eleitorais e a polêmica dos números do Jornal da Cidade

A Eleição Municipal aqui em Jundiaí promete ser a mais quente dos últimos tempos. Quem defende um dos 3 candidatos mais notórios e/ou mais falados (Bigardi, Luiz Fernando e Benassi), jura de pé junto que o seu preferido vai ganhar. Enquanto isso, Professor Tafarello, Ibis e Marilena seguem meio que “escanteiados” na corrida. 

Pois bem: nessa época, o que mais surge são especulações. De números percentuais, de supostos crimes, de hipotéticos acordos, seja lá do que for!

Agora, uma pesquisa do Jornal da Cidade trazida no último domingo deu o que falar. Ela apontava Luiz Fernando Machado com mais de 30%, Pedro Bigardi com 20,7% e Ricardo Benassi com 8,5%. Apesar de registrada, não trouxe os requisitos aceitos pela Justiça Eleitoral, como: as 600 amostras vieram de que bairros?, especificamente.

Já fizemos uma sondagem eleitoral em nosso blog, com números parelhos até quase a última hora (que dispararam em prol um candidato no fechamento derradeiro). Mas aqui era uma sondagem entre amigos, com o viés de imprecisão por correntes indesejadas.

Fica a dúvida: o Jornal, por ordem judicial, foi recolhido por esse problema. De fato foi uma bobeada do Instituto de Pesquisa ou a empresa que fez a amostragem não é tão capacitada?

– A rodada 24 de erros e acertos do Brasileirão: sobre Atlético Parananense 2×1 Internacional e Sport 5×3 Santa Cruz

Bobagem falarmos o que já foi dito à exaustão, como, por exemplo, sobre os pênaltis equivocados no Morumbi marcados pelo árbitro FIFA Dewson Freitas (da terra do Coronel Nunes) ou do gol legal anulado do Cruzeiro na derrota por 2×0 para o Botafogo.

Quero me dedicar a dois jogos: o da Arena da Baixada e o da Ilha do Retiro. Vamos lá?

1 – Atlético Paranaense 2×1 Internacional

O árbitro sul-matogrossense Paulo Volkopf cometeu um erro gravíssimo: Nico Lopez entra na área e o goleiro Weverton o atropela. Pênalti claríssimo não marcado (e o flagra dos torcedores atleticanos falando inúmeras bobagens ao atleta do time gaúcho é de enojar). Fica a dúvida: como o Internacional reclamará de erro tão grave já que quando foi beneficiado uma rodada antes nada fez? Se reclamar, tem que mandar o DVD dos dois jogos para o bem do futebol.

2 – Sport 5×3 Santa Cruz

O árbitro gaúcho Leandro Vuaden apita uma falta de Apodi e aplica na sequência o cartão amarelo corretamente. Aí começa um bate boca de Diego Souza contra tudo e contra todos. Vuaden até o segura, tenta fazer com que ele evite uma bobagem e o poupa. Mas o atleta insiste, chama claramente o adversário para briga. Não tem o que fazer: é muito bem expulso! Mas infantilmente continua reclamando e tenta arranjar briga na saída do campo, sendo contido pelos atletas reservas do seu clube. Ridículo, cena pastelão.

A lamentar ainda mais: a selvageria de bandidos das torcidas organizadas dos co-irmãos recifenses. Viram as imagens? É briga entre membros das organizadas, eles se entendem e se odeiam. Mas as imagens nos fazem questionar: são humanos ou bichos raivosos? Aqueles idiotas tem condições de viver em sociedade?

O que fazer com um imbecil que espanca prazerosamente um outro indivíduo por conta do futebol? É alienado ou não? Gostaria muito de vê-los na cadeia.

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– E que seja uma ótima segunda-feira!

Começando bem a semana, já pensando no final dela. Enquanto isso, vamos vivendo. E para iniciar a jornada, um ótimo cooper. Nossa foto-incentivo:

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Durante o treino, pensando nas coisas do Alto. Hoje, em São Pedro Claver, o homem santo que por 40 anos cuidou de escravos e pobres. Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando entre as flores. O destaque de hoje é o nosso lindo girassol. Nossa foto-contemplação:

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Terminado tudo, hora de trabalhar. S’imbora para a labuta, curtindo o dia nascer nesta bela paisagem do amanhecer. Nossa foto-inspiração:

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Ótima segundona a todos.