– Karaokê de Cúmplices de um Resgate

Coisas que valem a pena na vida: e quando afilhada e madrinha, sem ensaio, resolvem se divertir?

Por que nós, adultos, somos tão complicados… Há coisas tão bobinhas que trazem tanta alegria e amor…

Duas cantoras, com a versão “eu sou você amanhã” da Priscila e da Marina:

Entre borrachas / e mariolas / mora o meu grande amor…

Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=JWEreNue66g

– Salvem a Lusa! Mas ela se salvará?

Retomam-se as especulações de que o Audax do “mecenas” Mário Teixeira poderia salvar a Portuguesa de Desportos, cuja negociação envolveria o arrendamento do time e o estádio.

Cá entre nós: com tantos problemas, a Lusinha está em condições de exigir algo?

Uma pena que seja assim. A simpática Portuguesa usará da sua tradição para o convencimento da competência financeira dos interessados. No mais, nada poderá fazer.

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– 3 cenas da linda Sampa!

Uma vista à capital paulista ontem me obrigou a registrar quão bela é a região da Avenida Paulista, que as vezes passa despercebida:

A beleza da Arquitetura (Rua Frei Caneca, Paróquia do Divino Espírito Santo):

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A beleza da (Rua Brigadeiro Luiz Antonio, Igreja da Imaculada Conceição):

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A beleza das Luzes (“Paulista Avenue”):

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E nem sempre contemplamos…

– Brasil acolhendo Elefantes não implicará em Problemas Ambientais?

Cerca de 50 elefantes comporão um Santuário de Paquidermes na Chapada dos Guimarães.

Cá entre nós: um animal tão diferente em solo brasileiro se adaptará a um recinto tão diverso do seu Habitat Natural?

Inusitado.

Extraído de: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,chapada-dos-guimaraes-abrigara-1-santuario-de-elefantes-do-brasil,10000076733

CHAPADA DOS GUIMARÃES ABRIGARÁ 1º SANTUÁRIO DE ELEFANTES DO BRASIL

Duas elefantas da espécie asiática serão as primeiras moradoras do Santuário de Elefantes Brasil, uma instituição inédita no Brasil que será instalada na Chapada dos Guimarães, a 65 quilômetros da capital de Mato Grosso. Maia e Guida, que sofreram maus-tratos de seus antigos donos, mudarão para o novo endereço em outubro.

A fazenda, de 1,1 mil hectares, foi adquirida por meio de doações de organizações internacionais especificamente para abrigar elefantes. O espaço vai receber animais resgatados em situação de risco e oferecerá os cuidados necessários para que possam se recuperar física e emocionalmente da vida em cativeiro.
As duas elefantas foram confiscadas de um circo na Bahia e vivem há seis anos em Paraguaçu, no sul de Minas Gerais. Maia, que tem cerca de 44 anos, e Guida, de 42 anos, terão cuidado de veterinários no primeiro santuário para a espécie da América Latina.

De acordo com a presidente da instituição e uma das idealizadoras do projeto, Junia Machado, o espaço terá estrutura para receber até 50 elefantes vindos de todos os países da América do Sul. Inicialmente, a estrutura abrigará até seis elefantes. Nesta primeira fase, o custo mensal é estimado em até R$ 20 mil e será pago por doações e organizações não governamentais internacionais.

“Há 5 mil elefantes vivendo em locais de risco, como zoológicos e circos. Por melhor que seja um zoológico, em geral, ele isola o animal e causa um sofrimento agudo. Os elefantes são animais extremamente inteligentes, que vivem em grandes clãs, têm sociedades organizadas. Em alguns lugares em situações críticas, é possível perceber, a olho nu, o abalo emocional, por meio de movimentos repetitivos da cabeça e do corpo, e comportamento diferente dos elefantes que vivem na natureza. O santuário é um local criado e estruturado para dar proteção a esses animais”, explica Junia Machado.

A iniciativa aguarda a liberação do licenciamento ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso para começar a funcionar. De acordo com o órgão, o projeto já obteve as autorizações e as licenças prévia e de instalação. Nas próximas semanas devem ser liberadas a autorização de uso e manejo e a licença de operação.

A coordenadora de Fauna da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema), Danny Moraes, disse que haverá controle sanitário na origem do animal e também na chegada a Mato Grosso. No Santuário, o elefante passará por uma fase de quarentena, acompanhada por veterinários e especialistas. “Ele fica cerca de 40 dias em um piquete individual, se não apresentar nenhum sintoma, vai para um espaço maior”, afirmou.

Danny Moraes ressalta que, para a liberação do licenciamento, a secretaria também avalia aspectos sanitários dos animais, como a possibilidade de transmissão de doenças. “Há uma avaliação nesse aspecto para garantir a segurança da região. O estado de Mato Grosso é uma zona livre de febre aftosa, mas a doença atinge outro tipo de animais, como bovinos, ovinos e caprinos. O elefante não é hospedeiro de febre aftosa, então não é uma fonte de preocupação. Tuberculose é uma possibilidade de transmissão, tanto para os animais quanto para o ser humano, mas o espaço não compreende os fatores de risco e já tem os controles sanitários de origem”, disse. “Tudo é avaliado para não termos riscos”.

Visitas. O Santuário não será aberto para visitação pública, mas será mais do que um espaço de reabilitação dos elefantes. Segundo Junia Machado, a instituição terá, futuramente, um centro de visitantes, com dados sobre aspectos biológicos, físicos e comportamentais dos elefantes. Além de fornecer informações para pesquisas e estudos, ocorrerão palestras e acesso à imagens das câmeras, que transmitirão ao vivo, das áreas internas do santuário. Essas imagens estarão também disponíveis na internet.

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– Política e Religião se misturam? Sobre a “IURP”.

Ancelmo Góis, articulista do jornal “O Globo”, cutucou uma ferida. Escreveu sobre o Senador Marcelo Crivella – sobrinho de Edir Macedo, o dono da Rede Record e do conglomerado Igreja Universal do Reino de Deussobre a sua candidatura (e provável vitória) à Prefeitura do Rio de Janeiro.

Interessante (abaixo, extraído de Blog do Paulinho, original de “O Globo”):

IGREJA UNIVERSAL DO REINO DA… POLÍTICA

O senador e engenheiro Marcelo Crivella, carioca, 58 anos, é um homem cordial. Educado, cavalheiro e afável. É um moço de fino trato, como se dizia antigamente. Acho, honestamente, que ele tem o perfil daquele tipo, como dizia Tancredo Neves (1910-1985), de “político bom para casar com a filha da gente”. A sua fala mansa, suave até, lembra pelo timbre a de muitos sacerdotes, o que no seu caso talvez seja herança do tempo em que foi missionário na África por dez anos. A missão ajudou a igreja fundada por seus tios Edir Macedo e R. R. Soares, em 1977, a se tornar um potentado mundial — uma multinacional brasileira da fé.

A Universal importou o modelo americano de telepastor e montou sua própria rede de comunicação (TV Record, a segunda maior do país). A exemplo de pastores de outras correntes neopentecostais, Crivella também entrou para a política. A máxima antiga de que “crente não se mete em política” ou “política e religião não se misturam” foi substituída por “irmão vota em irmão”, que está no DNA da forte bancada evangélica. Repete a fórmula adotada no passado pela Igreja Católica, que criou, em 1933, a Liga Eleitoral Católica (LEC). Hoje, a igreja do Papa Francisco é “um organismo apartidário”, como disse esta semana o cardeal Dom Orani, que tem recebido educadamente visitas de políticos, inclusive de Crivella.

A Universal também copiou da Igreja Católica medieval um modelo mais sofisticado, diga-se, da abominável indulgência. Durante o pontificado do Papa Leão X (1513-1521), essa prática atingiu o seu auge. A fornicação era, por exemplo, “perdoada” com o pagamento de 219 moedas da época.

A igreja do bispo Macedo, com base em textos religiosos, convoca as pessoas a contribuírem com dinheiro, o que ajudaria a obter a misericórdia divina. As pedras importadas de Israel para a construção, em São Paulo, do Templo de Salomão — maior espaço religioso do país e reprodução do primeiro templo citado pela Bíblia — foram compradas com grana de muita gente que vive abaixo da linha da pobreza. Por outro lado, diga-se a seu favor, a Universal ajudou com sua pregação religiosa, notadamente nas zonas mais pobres, a moldar um caráter melhor dos seus fiéis, acho. E isto não é pouco.

Neste contexto, o papel de Marcelo Crivella na Universal sofreu mutação. No início, até pela sua bagagem intelectual, pensava-se que ele seria o delfim, o herdeiro da “igreja da família”. Depois da vida de missionário na África, ele retornou ao Brasil, onde fez uma carreira de sucesso como cantor gospel. A parte política foi entregue a outro fundador da Universal, o bispo Rodrigues. Só que o tal bispo acabou preso, envolvido em vários casos de roubalheira. Crivella assumiu esta tarefa e começou sua carreira política não como candidato a vereador de Rio das Flores, berço fluminense da sua família, mas concorrendo já para o Senado, derrotando os medalhões Leonel Brizola e Artur da Távola. Soube aproveitar o fato de que, entre os fluminenses, 29,37% se declaram evangélicos, enquanto a média nacional é de 22,16%.

Agora, pode se tornar a primeira autoridade religiosa evangélica a comandar uma metrópole do tamanho do Rio. É claro que, antes, tem de enfrentar a rejeição — que já foi bem maior no passado — pelo vínculo de sangue com a Universal. Para isso, licenciou-se da igreja e omite em sua propaganda eleitoral qualquer referência a ela. O senador fluminense se defende dizendo ser vítima de preconceito contra evangélicos, o que existe, em parte, na elite ligada ao catolicismo. Só que ele não é um evangélico qualquer. É da cúpula da igreja. É como se Dom Orani pedisse licença da Igreja Católica e, com a ajuda das 260 paróquias do Rio, fosse candidato a prefeito.

E olha que Dom Orani não é sobrinho do Papa.

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– “O Juramento” é literatura obrigatória para quem gosta de futebol. 

Estive no lançamento do livro de ficção do jornalista Flávio Prado, intitulado “O Juramento“, nesta última segunda-feira no Club Homs.

Gente de bem ali presente, várias personalidades importantes do futebol brasileiro, além de outras notórias pessoas – dos treinadores Leão, Muricy Ramalho, Milton Cruz até o Padre Marcelo Rossi. Claro, além de vários colegas de profissão do Flávio.

Sobre o livro: uma imensa viagem no imaginário! Que leitura agradável, trazendo alguns exemplos de fatos verídicos do futebol com desfechos alternativos.

Quer que eu conte algum? Nada disso, compre o livro que valerá a pena!

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– E a cápsula nazista do tempo?

NAZISMO NUNCA MAIS.

Já ouviu falar em cápsula do tempo?

É um cilindro que algumas autoridades costumam colocar documentos e fatos históricos de sua época, para serem abertos décadas depois! Dessa forma, as gerações futuras podem ter mais intimidade com os acontecimentos passados contados por viventes daquele período.

Pois bem: na Polônia, encontrou-se uma cápsula do tempo nazista, com 80 anos de idade, que houvera sido enterrada para perpetuar valores de Hitler à população que a encontrasse.

Abaixo, extraído de BBC Brasil:

A CÁPSULA DO TEMPO NAZISTA ENCONTRADA NA POLÔNIA APÓS 80 ANOS

Um grupo de arqueólogos armados com martelos derrubou parte da estrutura de uma antiga adificação nazista até dar de cara com uma cápsula de cobre há 82 anos enterrada na cidade polonesa de Złocieniec.

“Foi muito emocionante finalmente encontrar o lugar onde ela estava escondida”, disse à BBC a arqueóloga Alicja Witowiak, que participou da descoberta.

Ela conta que as primeiras buscas foram iniciadas na década de 70 por soldados da antiga União Soviética que ocupavam a construção – um antigo campo de treinamento nazista.

Porém, as tentativas fracassaram. “Fizemos uma investigação documental exaustiva para identificar o local preciso”, disse Witowiak.

O mais surpreendente, segundo Witowiak, foi encontrar documentos que descreviam com detalhe a criação da escola de Krössinsee, erguida no mesmo local antes da Segunda Guerra Mundial.

O cilindro guardava jornais datados de 21 e 22 de abril de 1934, que divulgavam a inauguração do instituto – um dos três fundados para formar os futuros combatentes nazistas.

Foram preservados um convite para a abertura do local e um programa com as celebrações que foram realizadas na então cidade de Falkenburg – a hoje Złocieniec -, no noroeste da Polônia.

E por que os nazistas queriam enterrar objetos e documentos daquela época?

A arqueóloga explica que o objetivo era aprisionar o tempo no qual a ideologia nazista começava a ser posta em prática. A cidade de Zlocieniec fez parte da Alemanha até a derrota nazista em 1945.

Na cápsula também estavam fotografias de Adolf Hitler, várias cópias do seu manifesto Minha Luta (Mein Kampf, no original em alemão), moedas e fotos da cidade, assim como um folheto publicado por ocasião dos seus 600 anos e um caderno ilustrado que incluía informação sobre a mesma.

O conteúdo foi divulgado recentemente pelo Museu Nacional de Złocieniec, onde as peças históricas foram exibidas.

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– Os bancos quase não precisam mais de bancários

A Greve dos Bancários continua, embora, nesses dias tão digitais, há várias opções para driblar as agências fechadas. Afinal, se faz de tudo pela Internet.

A verdade é que a categoria de trabalhadores em bancos se tornou quase, de fato, dispensável pelos banqueiros. Prova disso? Viram as propagandas do Itau em que o correntista abre a conta pelo celular, escaneia seus dados e nem precisa de mais nada? É através do App “Itau abrecontas”.

Aliás, quanto custam os infinitos anúncios feitos em folha dupla nos jornais e revistas de grande circulação?

Tudo isso ajuda o cliente, pois é mais prático. Mas há outro fator: o cliente acaba, em muitos casos, trabalhando para o banco, pois com as tarifas que pagamos… tudo vira self service!

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