– Dia de Solidariedade!

Hoje é dia de doar plaquetas. Muito me agrada ser doador voluntário de sangue e hemoderivados, é uma bandeira que abraço.

Eu não sabia o quão importante é essa causa. Aprendi na marra, mas você pode fazer espontaneamente. Ajude também, seja solidário. Não dói e faz bem para a alma.

Se eu que sou medroso doo sem problemas, por que você não pode fazer o mesmo?

– A Vez dos Office “Velhos” nas Empresas

Vejam que bacana: ao invés de office-boys, em São Paulo surge uma nova categoria: os office-velhos. Remuneração razoável, carteira registrada e alguns benefícios que os agradam são os atrativos. Abaixo:

Extraído de: http://is.gd/3lOj0w

FILA ESPECIAL E ÔNIBUS GRÁTIS SÃO ATRATIVOS PARA O AVANÇO DOS “OFFICE-VELHOS”

por Mariana Sallowicz

Apesar de estar aposentado há cinco anos, o auxiliar administrativo Nilson Lúcio, 64, não pensa em parar. Ele trabalha como “office-velho” -como vem sendo chamado o profissional da terceira idade que atua como contínuo. Ele vai a bancos no centro do Rio ao menos duas vezes por dia para pagar contas, fazer transferências e depósitos da empresa em que trabalha. Também faz outros serviços administrativos. A categoria vem crescendo na medida em que os idosos têm prolongado a permanência no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, 40% dos homens com 60 anos ou mais estavam ocupados em 2011. Já as mulheres somavam 17%. Para as empresas, além da vantagem de ter um profissional mais experiente e responsável, os “office-velhos” representam economia de tempo e dinheiro já que, dependendo da idade, têm acesso à fila especial nos bancos e gratuidade no transporte público -válida a partir dos 65 anos em São Paulo e Rio. Em São Paulo, o benefício no ônibus começa aos 60 anos. “O número de empresas que contratam idosos para fazer serviços bancários tem aumentado. O problema é que muitas não empregam formalmente”, afirma João Batista Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados. Não foi o caso de Lúcio. Ele foi registrado após ter ficado quase um ano desempregado. “Quando aposentei, não consegui me acostumar, fazia bicos. Até que me chamaram para fazer esse serviço.” Segundo ele, um dos pontos que contaram a seu favor foi a experiência. Quando vai ao banco, usa a fila especial. Um dia, conta, um rapaz ficou gritando quando ele entrou na fila de idosos. “Ele achou que eu não tinha 60 anos. Algumas pessoas não respeitam quem está na fila especial, olham feio, mas não me importo.” Inocentini confirma que há reclamações. “Já estamos discutindo a possibilidade de criação de outra fila, para idosos que trabalham.”

SAÚDE

A economista do IBGE Cristiane Soares diz que os profissionais têm prolongado a permanência no mercado devido ao envelhecimento com mais saúde. “A expectativa de vida vem aumentando com avanços na área de saúde.”

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– MC Biel: quem é a figura? Oi e Tchau!

Leio que o cantor MC Biel encerrou a carreira. Por pura ignorância, não conheço uma só canção do rapaz, mas sei que ele se envolveu em polêmicas das mais diversas, como, por exemplo, chamar negros de “pretinhos fedidos” ou que estupraria uma jornalista bonita que o entrevistou.

A você fará falta na MPB?

A mim, não. E deve ser uma bela jogada de marketing para se relançar.

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– Ratificando ou Retificando o Vermelho de Vanderlei

Já era um assunto de outras discussões e voltou à tona: o lance de expulsão de Vanderlei, goleiro do Santos, contra o América-MG, foi correto DE ACORDO COM AS REGRAS ATUAIS?

Defendi que, de acordo com as novas regras, foi equivocado pois este foi em disputa de bola. No caso recente do goleiro Cássio, do Corinthians, tão polêmico quanto, deveria ser vermelho pois este não foi em disputa de bola, mas no corpo do adversário. As devidas considerações estão no link do meu blog em: http://wp.me/p55Mu0-12k.

Pois bem: esta postagem já estava rascunhada logo após a didática explicação citada, esperando um pequeno debate. Por um simples motivo: dias atrás, entre amigos de arbitragem, falamos sobre a nova regra só valer ou não para a tripla punição, ou seja, em lances EXCLUSIVOS DENTRO DA ÁREA, segundo manifestações de muitos. Dessa forma, se Vanderlei fizesse o que fez dentro da área, deveria-se, a partir desse entendimento, aplicar o Amarelo. Fora da área, como acontecido, Vermelho.

Então vamos ao mea culpa condicional desse humilde ex-árbitro e apaixonado estudioso por regras: houve meu equívoco, onde rEtifico: há o acerto do árbitro já que, se fosse dentro da área, o Amarelo seria aplicado e aconteceria a marcação do pênalti. Como foi fora da área e se marca tiro livre direto, deve-se (como foi) aplicar o Vermelho.

Entretanto…

Digo que meu atestado de erro é condicional pois não estou ainda convencido. Por um simples motivo: continuo entendendo de outra forma e rAtifico minha opinião pelos seguintes estudos da regra:

– No original em inglês, entendo que a situação clara e manifesta de gol com amarelo em disputa de bola e vermelho nas questões de agarrão, uso indevido de mão, conduta violenta e jogo brusco grave INDEPENDEM de ser ou não na área penal. Não consigo achar textualmente a exclusividade da grande área citada (pode ser por descuido meu). A única manifestação oficial foi a da CBF, através do Manuel Serapião Filho. Pesa contra, ainda, o fato da CBF não disponibilizar as Regras em Língua Portuguesa (sim, acredite, os árbitros não tem um livro de regras atualizado em nossa língua). Só há diversas publicações de Manual de Diretrizes com auto-louvação, estatísticas inúteis e guias de vários processos burocráticos para a arbitragem (sempre com Del Nero na contracapa). Mas livro de regras 2016/2017, neca de pitibiriba.

– Se um mesmo lance dentro da área é amarelo, nas mesmas condições, fora da área, seria vermelho (apesar da marcação da penalidade)? Aqui se torna um contrassenso do espírito da regra. Torna-se algo incoerente.

Dessa forma, deixo a livre manifestação aos amigos nesse espaço. Claro, ninguém é absoluto dono da verdade e não viso expor ou impor uma condição, mas ajudar no debate inteligente e, acima de tudo, coerente sobre as Regras do Jogo.

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– Segundona!

Bom dia. E que seja mais uma ótima jornada.

Para dar tempo de todas as atividades, fui correr descompromissadamente com o relógio. Abaixo, nossa foto-incentivo:

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Durante o treino, a oração foi pela intercessão de São Domingos de Gusmão, um franciscano que viveu na mendicância em prol do serviço aos carentes. Nossa foto-meditação:

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Pós treino, alongar entre flores, minha “jardino-terapia. Aqui a foto-contemplação:

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S’imbora trabalhar. Mas como não se motivar com tal panorâmica foto-motivação?

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Que seja uma ótima semana!

– Vermelho ou Amarelo para Vanderlei, goleiro do Santos, contra o América?

Se falamos recentemente que o goleiro Cássio do Corinthians deveria ter sido expulso contra o Figueirense em falta fora da área, agora temos que explicar didaticamente porque o goleiro Vanderlei não deveria ser expulso contra o América.

Entenda: a Regra diz que um jogador que cometer falta EM DISPUTA DE BOLA não deverá mais ser expulso se evitar uma situação clara e iminente de gol. Ou seja: em faltas por imprudência e ação temerária que impeçam um gol claro quando se visa a bola não deve-se punir com o cartão vermelho.

Cássio, dias atrás, cometeu falta por jogo brusco graveabandonou a disputa de bola e foi no corpo do adversário. Isso continua sendo Vermelho (bem como um atleta de linha fazer uso das mãos para evitar o gol).

Vanderlei vai na bola, Vitor Rangel prossegue e acaba sendo tocado e derrubado imprudentemente pelas pernas do goleiro, ou seja falta em disputa de bola. Portanto, isso agora é cartão Amarelo.

Para o torcedor comum, pode parecer a mesma situação. Mas para a IFAB, a “dona das Regras”, são dois lances muito distintos: o do Corinthians, gol evitado com jogador visando o corpo do adversário; o do Santos, visando a bola mas pegando o adversário.

Mas algumas questões importantes:

1- O árbitro não estava convicto ou quis uma segunda opinião?

2- Ou ainda: juizão não quis se comprometer sozinho e jogou a “responsa” ao bandeira?

3- Mais ainda: porque houve tanta demora para a decisão? Será que o 4o árbitro soprou na orelha deles a repetição do lance às escondidas após alguém ver o replay na TV?

Tudo leva a crer que a decisão do árbitro (reforçando: equivocada) deveria ser mais rápida. Mas temos que acreditar que todo o tempo perdido foi por discussão calma sobre a cor do cartão a ser aplicado, sem muita preocupação com o relógio

ACRÉSCIMO: Ratificando ou Retificando o Vermelho de Vanderlei à luz das novas regras. Surge um interessante debate que prova: a Regra não é tão clara… Quero a sua opinião em meu blog. Em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/08/08/ratificando-ou-retificando-o-vermelho-de-vanderlei/

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– Momentos de Auto Estima Brasileira. Mas voltando ao Planeta Terra…

Todos maravilhados, (inclusive eu fiquei sob efeito do encantamento) com a espetacular cerimônia de abertura dos jogos Olímpicos Rio 2016. Mas que não nos esqueçamos: as obras foram caríssimas, houve superfaturamento da construção das instalações e sobrarão muitos elefantes brancos. Essas coisas serão marcantes também, apesar do show de luzes, alegria e paz assistidos na sexta-feira à noite.

Sinceramente, sem hipocrisia (e olha que sou esportista nato): eu trocaria os Jogos Olímpicos por mais leitos hospitalares e pagamento de menos impostos no dia-a-dia.

O “belo contraditório” do espetáculo foi: nós, brasileiros, pedimos ao mundo: PAZ, RESPEITO SOCIAL E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

– Estamos fazendo isso?

E não é um azedume, mas uma reflexão:

  • paz nas nossas violentas cidades?
  • respeito entre os diferentes grupos sociais éticos, religiosos e sexuais?
  • preservação ambiental adequada na Floresta Amazônica, no Rio Tietê ou na Baía da Guanabara?

Fica o ponto de interrogação… 

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– Seleção Feminina e Masculina de Futebol, a incomparável Rainha e os “quase-reis”!

Que prazer em torcer para a Seleção Brasileira Feminina de Futebol, não?

Dá muito mais gosto do que a Masculina, em questões de vivacidade em campo e de empatia.

É claro que surgirão comparações das duas estrelas de cada time: Marta e Neymar. Uma é veterana, outro é novato. Mas são incomparáveis não pela idade, mas pelo conceito do que é “responsabilidade e imagem”.

Nos lembremos que a “Rainha Marta” dividia os palcos das premiações internacionais com Ronaldinho Gaúcho, “cracaço” que permitiu o descomprometimento da sua carreira e se tornou um showman em exibições. Nessa comparação, permitida, Marta é muito superior a R10, pois continua se destacando.

A comparação que devemos fazer é: Neymar será protagonista do seu clube como Ronaldinho Gaúcho foi?

Potencial para ser, ele tem. Mas será?

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– O sacrifício de um pai que perde o filho é mensurável ao de um batalhador que gera emprego e riquezas? Sobre Trump e Khizr Khan

A resposta a esta pergunta-título da postagem parece ser lógica, embora não seja para alguns. Se refere ao discurso emocionado de um pai paquistanês que perdeu o filho, que heroicamente serviu o exército dos EUA (morrendo por americanos). Para Donald Trump, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos e xenófobo, ele próprio, por ter se tornado um empreendedor rico e gerado empregos, está no mesmo patamar de sofrimento.

É mole?

Compartilho, em: http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/08/o-discurso-de-um-pai-expoe-os-absurdos-propagados-por-trump.html

O VERDADEIRO SENTIDO DE SER AMERICANO

por Flávia Tavares

O discurso de um pai expõe os absurdos propagados por Trump

Humayun Khan estava no Iraque havia três meses. Aos 27 anos, chegara a Baquba, a cerca de 50 quilômetros ao norte de Bagdá, como capitão do Exército americano. Em tão pouco tempo, com sua postura conciliadora e aberta, conseguira engajar iraquianos a ajudar na patrulha da região em troca de US$ 5 por hora – uma proximidade com a população local almejada pelos senhores da guerra e só possível porque Khan era muçulmano. Na manhã de 8 de junho de 2004, ele se dirigiu a seu posto nos portões da base militar mais cedo que seus homens, como de hábito. À frente de um batalhão de apoio à infantaria, Khan era responsável pela manutenção e pela segurança da base. Quando um táxi alaranjado com dois homens a bordo se aproximou das grades, em alta velocidade, Khan ordenou que seus comandados se atirassem ao chão. Gesticulou com o braço estendido para que o motorista parasse. Caminhou dez passos em direção ao carro, que explodiu. Khan morreu na hora – e impediu ali um ataque contra centenas de soldados que tomavam café da manhã num galpão metros adiante. Aos 27 anos, o rapaz muçulmano, que migrara dos Emirados Árabes para os Estados Unidos com 2, sacrificava sua vida em nome do país que o acolheu. Em nome da liberdade e da democracia.

Foi para honrar esse rapaz que seu pai, Khizr Khan, subiu ao palco da convenção do Partido Democrata em Filadélfia, no dia 29 de julho. Naquela semana, Hillary Clinton se consagrou a candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos. Discursos como o da primeira-dama, Michelle Obama, aclamaram as virtudes que o país deve perseguir e manter, a despeito da truculência do adversário republicano, Donald Trump. Mas foi o senhor Khan quem esparramou diante dos eleitores americanos, por vezes cínicos e desinteressados, a dor que uma decisão equivocada, uma frase mal colocada, um arroubo de um governante podem infligir. O senhor Khan, um advogado formado em Harvard, lembrou que há consequências para desmandos. Muito frequentemente, essas consequências provocam chagas incuráveis. É por isso que o posto de presidente dos Estados Unidos, ou de qualquer país, não pode ser encarado como uma aventura pessoal, uma massagem de quatro a oito anos no ego de alguém.

Com o sotaque pesadíssimo de um paquistanês que se mudou para os Estados Unidos em 1980, e a voz vacilante de quem está com lágrimas represadas por todo o corpo, o senhor Khan discursou por pouco mais de seis minutos. “Donald Trump, você pede aos americanos que confiem a você seu futuro. Deixe-me perguntar: você ao menos leu a Constituição dos Estados Unidos?” Sacando um exemplar do bolso, Khan prosseguiu. “Eu posso te emprestar a minha cópia. Neste documento, procure as palavras ‘liberdade’ e ‘proteção igualitária da lei’.” O senhor Khan se referia à proposta insana de Trump de banir os muçulmanos do país. A essa altura, o público da convenção já o ovacionava. Mas o senhor Khan não havia terminado. Ainda se dirigindo a Trump, ele perguntou: “Você já esteve no cemitério de Arlington?”. É lá que Humayun está enterrado, no fim de uma fileira de lápides de mármore. Ele foi a 66a vítima da guerra do Iraque a ser sepultada ali. O senhor Khan intimou Trump. “Vá olhar os túmulos dos bravos patriotas que morreram defendendo a América. Você verá todas as fés, os gêneros e as etnias. Você não sacrificou nada nem ninguém.” Essa última frase, ao sair da boca de um pai enlutado, não é ofensiva. É uma retaliação a quem há meses fala cada vez mais alto o que quer, sem considerar as repercussões na vida das pessoas.

Trump reagiu como uma criança de 6 anos. Em uma entrevista à rede ABC, ele questionou, inicialmente, o fato de a mulher do senhor Khan, Ghazala, ter se mantido em silêncio a seu lado no palco. “Ela estava ali, ela não tinha nada a dizer, ela provavelmente – talvez ela não tivesse permissão para ter algo a dizer, você me diz”, disse Trump. Dias depois, a própria mãe de Humayun tinha algo a dizer. “Caminhando por aquele palco, com uma foto imensa de meu filho atrás de mim, eu mal pude me controlar. Que mãe poderia? Donald Trump tem filhos que ele ama. Ele realmente tem de se perguntar por que eu não falei nada?” Mais adiante, em entrevista, Trump retrucou o senhor Khan. Sem nenhuma alteração no tom de sua voz, Trump disse: “Eu sinto profundamente pela perda de seu filho, mas o senhor Khan, que não me conhece, não tem o direito de ir diante de milhões de pessoas e dizer que eu nunca li a Constituição, o que é falso, e dizer outras coisas imprecisas”. Bem, pela Constituição americana, o senhor Khan tem, sim, esse direito… Trump, então, concluiu sua reação com o malabarismo que melhor o define: o “salto triplo de ego carpado”. Sobre os sacrifícios que ele fez pelo país, Trump – dispensado de servir na Guerra do Vietnã por ter um esporão no calcanhar – respondeu assim: “Eu fiz muitos sacrifícios. Eu trabalho muito, muito. Eu criei milhares e milhares de empregos, dezenas de milhares, eu construí ótimas estruturas. Eu tenho um enorme sucesso. Acho que fiz muito”. Na mente de Donald Trump, ter sucesso é um sacrifício comparável a perder um filho.

As pesquisas ainda não apontam o efeito da controvérsia com os Khans na candidatura de Trump. É possível que ele tenha subestimado o fato de que há um sentimento que une todos os americanos, de ambos os partidos: o amor à guerra e aos guerreiros que lutam pelos Estados Unidos. Maldizer os pais de um herói de guerra pode ser o sacrilégio definitivo, depois de muitos outros. Em sua campanha, Trump já chamou os mexicanos de estupradores. Disse não respeitar John McCain, ex-candidato republicano herói e prisioneiro de guerra, porque verdadeiros heróis não se tornam prisioneiros. Mais recentemente, convidou o presidente russo, Vladimir Putin, a hackear e-mails de Hillary Clinton. A cada novo desatino alguém do partido reprovava seu tom. Mas nada realmente grave acontecia. E ele cresceu, cresceu, até se tornar o candidato incontornável. Depois que o próprio McCain e o presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, desautorizaram a fala de Trump sobre os Khans, Obama cobrou: “A pergunta que eles têm de se fazer é ‘Se você está repetidamente tendo de dizer, em palavras fortes, que o que Trump disse é inaceitável, por que você ainda o está endossando? O que isso diz sobre o seu partido?’”. A aposta de analistas é que o eleitor indeciso vai questionar mais seriamente o temperamento de Trump daqui para a frente. Talvez tenha sido preciso que um pai que perdeu o filho derramasse sua dor publicamente para que os americanos percebessem isso.

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– China e seus Projetos no Futebol

O Dr José Renato Nalini, nosso conterrâneo jundiaiense e atual Secretário de Educação do Estado de São Paulo, contou em sua coluna dominical no Jornal de Jundiaí sobre seu bate-papo informal com o vice ministro chinês Liu Yandong, que veio prestigiar a Rio 2016.

Após falarem da iniciativa de ensino do mandarim em escolas públicas, o representante da China contou algumas coisas importantes: a meta do país asiático é continuar crescendo 6,5% ao ano, gerando assim 60 milhões de novos empregos anuais, e, fora da economia, querem ser a maior potência do futebol. Para isso, está em curso a primeira de três etapas:

1 – Transformar o futebol como o esporte número 1 jogado e assistido pela população (100 mil novos campos estão sendo construídos para o ensino e prática, sendo metade deles em 5 anos);

2- Sediar uma Copa do Mundo (provavelmente, gastarão muitos sino-dólares para 2026);

3- Vencer um Mundial da FIFA.

E qual a maior referência do futebol aos chineses?

Segundo o premier, ainda é… Pelé! Uma lenda viva que povoa o imaginário dos chineses (à frente de Messi, inclusive para os jovens).

Será que a China alcançará o objetivo de vencer uma Copa? Sediar, sem dúvida, o fará.

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– Amanheceu, Domingo!

Bom dia. Sempre com muita disposição, cá estamos para incentivar a busca da saúde do corpo, da alma e da mente. Para isso…

1- Fui correr no amanhecer! Ou melhor, antes dele, na madrugada, visando endorfina. Nossa foto-motivação:

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2- Durante o treino, pensando no Evangelho de hoje: Jesus nos avisa que “não sabemos nem o dia e nem a hora“. E você, sabe até quando viverá? Nossa foto-meditação:

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3- Pós-treino, uma leve caminhada para aliviar o cansaço, observando o lindo sol nascer. Sem filtros, nossa foto-inspiração:

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4- Por último, alongando no jardim. Me desculpem as plantas feias, mas beleza, nesse quintal é fundamental. Uma das nossas rosas na foto-contemplação:

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Ótimo domingo a todos!

– Hoje é dia da Transfiguração do Bom Jesus!

Hoje se celebra a Festa da Transfiguração de Jesus Cristo no Monte Tabor, à vista dos seus apóstolos. Nessa data a Comunidade Católica carinhosamente remete a invocação do Salvador como “Bom Jesus“. De tal título, sugiram outros nomes: Bom Jesus da Lapa, dos Perdões, de Pirapora

Compartilho um belo poema popular de tal homenagem:

Sou romeiro, com alegria no coração e na caminhada para o louvor,

pois creio no Bom Jesus,

minha luz,

que me faz Peregrino do amor.

Hoje é dia do Bom Jesus, que se transfigura no Monte Tabor.

Viva o Bom Jesus de Pirapora, de Nazaré, dos Perdões e de tantas outras invocações.

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– Os Lances de Gols de Chapencoense 1×1 Palmeiras

Wilton Pereira Sampaio não está tendo sorte nas suas últimas arbitragens. Desta vez, foi prejudicado pelo bandeira 1 Bruno Raphael Pires, além de ser iludido no final do jogo.

Gol da Chape: Kempes está à frente do penúltimo jogador. Portanto, impedimento, em lance difícil (aqui fica a máxima: bandeira bom deve ser vesgo, para enxergar a linha do penúltimo zagueiro e ao mesmo tempo o momento do toque na bola cruzada). Gol irregular.

Gol do Verdão: Cleiton Xavier está no ataque, entra na área e é tocado levemente pelo zagueiro. Ao sentir o contato físico, desaba e o árbitro entra na simulação. Lembre-se: nem todo contato físico é faltoso, e aquele leve toque não causa desequilíbrio. O atacante palmeirense usou de esperteza e se atirou. Errou o árbitro ao marcar o pênalti que resultou em gol.

Enfim, 1×1 em Gols, e por tabela, 1×1 em erros relevantes da arbitragem.

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– Cuidado com o Yaz e Yasmin, o anticoncepcional que resultou em trombose à estudante.

Parabenizo a jovem Juliana Pinatti Bardella, que corajosamente denunciou de maneira pública os efeitos colaterais do anticoncepcional que quase lhe tirou a vida.

Em tempo: seu uso era de acordo com orientações médicas, a moça é saudável e de família respeitável (que temos o prazer em conhecer).

Não é fácil por passar por tal situação, tampouco ela escrever esse depoimento. Compartilho abaixo:

Extraído de: http://pt.aleteia.org/2016/08/04/yazyasmin-o-anticoncepcional-que-quase-matou-uma-brasileira/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt

YAZ/YASMIN: O ANTICONCEPCIONAL QUE QUASE MATOU UMA BRASILEIRA

Bom para acne? Melhora TPM? Talvez. Mas também pode matar você.

Reproduzimos, a seguir, o relato de Juliana Pinatti Bardella e sua experiência com o uso do anticoncepcional Yaz:

*  *  *

Última cartela. Último comprimido.

Começou com uma pequena dor de cabeça. A dor foi aumentando gradativamente durante três semanas, até ficar insuportável.

Fui ao hospital em Botucatu, onde a médica me receitou remédios para enxaqueca, não pediu nenhum exame e não quis me encaminhar para um neurologista (mesmo com minha insistência), pois disse que não era o caso.

Era sexta-feira, dois dias após ter ido ao hospital. Acordei pela manhã para ir à aula, quando fui levantar da cama minha perna direita não respondeu ao meu comando, mas com algum esforço levantei. Escovando os dentes percebi que minha mão direita também não estava normal. Tentei me vestir, sem sucesso. Aquilo estava muito estranho, então não fui à aula e resolvi esperar passar. Não passou.

Alguns minutos depois peguei o celular para fazer uma ligação, mas foi muito difícil, fiquei muito tempo olhando para a tela sem saber o que fazer, como se tivesse esquecido como manusear um telefone. Deixei o celular de lado e fui ao banheiro, e para o meu maior desespero não sabia mais usar o banheiro, fiquei olhando pela porta e não sabia mais por onde começar, como isso era possível?

Minha visão começou a ficar turva depois de algum tempo. Já não conseguia fazer nada sozinha, não realizava nenhum raciocínio básico.

Minhas amigas que moram comigo me socorreram, me ajudaram a usar o banheiro, fizeram as ligações que eu precisava, me ajudaram a comer, e principalmente, me mantiveram calma para esperar até que minha mãe, vindo de outra cidade, chegasse.

Meus pais resolveram me levar com urgência para um hospital em São Paulo, na viagem o efeito do remédio para enxaqueca havia passado, a dor voltou muito mais forte.

No hospital realizei alguns exames, administraram três medicamentos para a dor, sem sucesso, a dor continuou forte. Em poucas horas fui chamada para saber o resultado dos exames e na ressonância magnética foi diagnosticada trombose venosa cerebral.

Foi um choque, não consegui entender bem o que estava acontecendo, o médico me perguntou se eu tomava anticoncepcional, eu disse que sim, há cinco anos, e então ele disse que essa poderia ser a causa do problema.

Cinco anos de YAZ, três ginecologistas diferentes, e nenhum me alertou sobre a trombose, mesmo perguntando a respeito, nenhum falou que seria um risco. Não tenho histórico familiar, não sou fumante, e os exames de sangue estavam normais, não tinha predisposição a ter trombose.

Foram três dias dentro da UTI, e um total de quinze dias de internação. A causa era mesmo o anticoncepcional, um remédio que era pra estar me ajudando, mas que ali poderia ter me causado uma sequela irreparável ou até mesmo algo pior.

De certa forma me culpei por ter ignorado as notícias sobre a trombose que via na internet ou que ouvia falar. Confiava demais no YAZ, confiava demais em mim mesma, pensava que aquilo não iria acontecer comigo.

Após o diagnóstico, parece que virei um ímã de histórias de trombose, ouvi incontáveis casos como: a amiga que teve trombose na perna ou no braço, a outra amiga também com trombose venosa cerebral que teve que realizar cirurgia, a menina que tem que tomar anticoagulante pro resto da vida por causa da trombose, e o pior, como a amiga que morreu de tromboembolismo pulmonar.

Todos os casos eram mulheres jovens e que tomavam anticoncepcional.

Não sou contra o anticoncepcional, acredito que ele traga benefícios sim, mas sou contra a negligência de se receitar anticoncepcional indiscriminadamente sem informar adequadamente seus riscos, e da própria negligência de tomar um medicamento durante tantos anos sem desconfiar que poderia ser prejudicial e poder levar até mesmo à morte.

Mulheres, preocupem-se, pesquisem e perguntem!

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– Hoje tem Futebol Esporte Show. Contamos com a sua audiência!

E hoje tem Futebol Esporte Show! Com Marcel Capretz, Orlando Gaeta e Rafael Porcari.

Aqui, no SBT – Vtv e TvSorocaba. Tudo sobre o Futebol Nacional e Internacional, além dos times da região. Prestigie!

Campinas e Região: 12h15
Baixada Santista: 12h15
Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15.

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– Sexta-Feira de Inspiração!

Mais um dia de vida, começando logo cedo!

Madrugando para correr, buscando muita endorfina e queimando adrenalina. Vamos lá? Nossa foto incentivo:

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Durante o treino, rezando ao Imaculado Coração de Maria para que interceda por nós ao seu Filho Jesus, nosso único Salvador. Nossa foto-meditação:

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Terminado o cooper, o clique do Amanhecer Caipira que tanto nos motiva. Nossa foto-inspiração:

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Que seja um ótimo dia a todos nós!

– Alarcón fora? Enfim se mudará a Arbitragem Sulamericana? Ainda sou cético.

Depois que Alejandro Dominguez, o atual chefe do futebol sulamericano (e último presidente da Conmebol a não ser preso) ter anunciado que Wilson Luiz Seneme seria o presidente da Comissão de Árbitros da entidade (vide aqui em: http://wp.me/p55Mu0-LQ), e ele nunca ter exercido de fato o seu poder (relembre isso neste outro link, em: http://wp.me/p55Mu0-SD), a própria entidade escancarou que era “tudo mentirinha”.

Enfim, em nota oficial, a Conmebol comunica que após 30 anos no poder, Carlos Alarcon, o paraguaio envolvido em corrupção, deixará o cargo (que supostamente já havia deixado).

Você acredita que agora é pra valer?

O comunicado pode ser lido abaixo, em:

http://www.conmebol.com/es/carlos-alarcon-deja-la-presidencia-de-la-comision-de-arbitros-de-la-conmebol

CARLOS ALARCÓN DEJA LA PRESIDENCIA DE LA COMISIÓN DE ÁRBITROS DE LA CONMEBOL

Tras más de una década al servicio del fútbol sudamericano desde un puesto clave, el doctor Carlos Alarcón Ríos deja la presidencia de Comisión de Arbitros de la Confederación Sudamericana de Fútbol, CONMEBOL.

El doctor Alarcón Ríos, paraguayo, inició su tarea en el ámbito de la conducción de mundo arbitral en 1986, cuando se integró como miembro de la Comisión de Árbitros de la CONMEBOL y, desde el 1991, formó parte de la Comisión de Arbitros de FIFA, en representación de la Confederación Sudamericana de Fútbol, llegando ser el miembro mas antiguo de esa organización de la FIFA.

La carrera dirigencial del doctor Alarcón incluyó su presencia en 4 Copas del Mundo de la FIFA (Estados Unidos 1994; Francia 1998; Japón-Korea 2002; Sudáfrica 2010 y Brasil 2014).

Carlos Alarcón se encuentra este mes de agosto formando parte de la comisión arbitral de los Torneos de Fútbol de los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro 2016. “La presencia en estos juegos olímpicos, junto a mi participación en la reciente Copa América Centenario, conforman el broche de oro a mi prolongada carrera al servicio de la CONMEBOL y del fútbol mundial”, afirmó a conmebol.com el doctor Alarcón Ríos.

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– Festa do Dia do Padre (São João Maria Vianney)

Festeja-se nesse dia 04 o Dia do Padre, em alusão a São João Maria Vianney.

Conheça sua história, extraída de CancaoNova.com

O CURA D’ARS

Também conhecido por Cura D’Ars, João Maria Vianney nasceu na França no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.

Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia “acertar” o passo com o seu batalhão.

Ele era um cristão íntimo de ‪#Jesus Cristo, servo de ‪#Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e escrever somente com 18 anos de idade).

João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia “pagã”, chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da Graça, a coragem. Com o Rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no Sacramento da Reconciliação.

Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um Confessionário alimentando-se de batata e pão). Portanto, São João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de ‪santidade, de ‪dedicação e ‪perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de ‪Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.

‪São ‪João Maria ‪Vianney, rogai por nós!

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– Caju cometeu pênalti ou não em Santos 0x0 Flamengo? Entendendo a Regra:

Um erro da língua portuguesa poderia estar atrapalhando os brasileiros a entender o que a IFAB quer na interpretação da mão da bola?

Mais um lance polêmico nessa situação, agora na Arena Pantanal. O Flamengo está no ataque, a bola é cruzada e Fernandinho cabeceia a bola que toca na mão do santista Caju, logo a sua frente.

1- Havia tempo e espaço para evitar o contato do braço do atleta do Santos?

2- Bateu sem querer ou ele foi de encontro a ela intencionalmente?

3- Foi um lance de “intenção disfarçada, agindo com os braços de maneira anormal só para tocá-la?

Para mim, acerto do árbitro Dewson Freitas ao não marcar pênalti. Entenda: ali houve movimento natural de impulsão (ninguém pula com os braços grudados ao tronco), não é movimento antinatural de quem pula a fim de tirar proveito intencionalmente para ampliar o espaço e tocar na bola (que é a intenção disfarçada).

Não gosto quando se utiliza o termo “correu o risco ou não” para explicar a jogada, pois isso remete a ideia de imprudência. E a infração do uso da mão na bola deve ser avaliada exclusivamente pela INTENÇÃO (as demais, na regra do futebol, devem ser por imprudência, intenção ou força excessiva).

O mau uso da língua portuguesa no futebol pode ocasionar essa confusão que se faz. Correr risco é ser imprudente. EVITE O TERMO!

Aliás, quem inventou esse termo “correr o risco”? Só vejo a CBF usando. Quem corre risco é imprudente e, insisto, no caso da mão na bola, não é infração.

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– E que venha a 5a feira em 6 clicks!

Bom dia! Como toda 5a feira sempre é complicada para mim, passo aqui no blog para deixar a mensagem de encorajamento rotineira, repleta de cliques mobgráficos!

Sendo um dia tão atarefado, nada melhor do que acordar cedo. Dessa forma, madrugar para o cooper diário se faz necessário. Olhe a foto-meditação:

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Durante o treino, vale pensar nas coisas do Alto. Durante as orações, colocando a intercessão de São Pantaleão a Jesus, um médico santo que morreu degolado como mártire do Cristianismo. Nossa foto-meditação:

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Depois de 6k bem corridos, uma leve caminhada para começar a relaxar o corpo. Correr é desafiar a si mesmo, fazer com que a mente relaxe por alguns bons minutos. Veja nossa foto-conquista:

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E enfim, vai nascendo o céu, mansamente, embelezando a alvorada de hoje. Nossa foto-contemplação.

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Por fim: alongar entre as flores. Não escondo de ninguém que aqui em casa “jardinagem é nosso hobby”! Nossa foto-inspiração

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Chega de fotografias. Me despeço com esta derradeira, da pequenina com sua dogzinha: um colírio para a alma, alegrando meu dia. Nossa foto-fofurice:

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Ótima 5a feira à todos.

– Pokemon Go chegou ao Brasil. Mais um modismo…

Para quem gosta, momento de êxtase. Para mim, irrelevante e uma grande “enchição de saco” dos fanáticos caçadores de bichos virtuais: chegou o Pokemon Go, enfim, ao Brasil.

Haja paciência… 

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– Cuidado com GHB (ou G), a droga que está chegando ao Brasil!

Já ouviu falar da G (pronuncia-se Dji), a nova droga das baladas?

Ela é diluída nas bebidas, traz euforia e amnésia momentânea. Uma espécie de “Boa Noite Cinderela” mais moderna. A diferença é que nesta droga, ao invés de alguém colocar às escondidas na bebida de outro para algum golpe, é o próprio usuário que a usa para buscar euforia.

Claro, como qualquer outra droga, há o risco inevitável de dependência e de perder a vida.

A G vem de GHB, sigla de ácido gama-hidroxibutirato, e que originalmente era para ser usado como analgésico.

Infelizmente, novas porcarias como NBome, Mdma ou Maconha Sintética se somam às outras tradicionais já existentes e acabam com nossos jovens...

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– Pelé e a Pira Olímpica

Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, nunca disputou uma Olimpíada. Como atleta do século XX e brasileiro de Três Corações, acho justo que ele seja escolhido para acender o Fogo Olímpico.

Só uma questão: ele titubeou dizendo que precisaria negociar com seus patrocinadores e com a empresa que detém sua marca.

Fico na dúvida: isso é real (e sendo assim, desagradável), ou é apenas “charminho” (e dessa forma, aceitável para criar o suspense)?

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– Vaidade e Humildade

No último domingo, as leituras da Missa nos falaram sobre as vaidades humanas e a necessidade do desapego dos bens materiais. E isso me marcou durante a semana.

Recordo parte da homilia: “a obsessão pelo dinheiro pode corroer o coração humano. O Evangelho cobra o cuidado contra a ganância”.

E qual é a ganância que nos maltrata? Do poder? Da titulação? Do rótulo de sucesso? Do dinheiro?

Ah, “Vaidade das vaidades”… diz o Eclesiastes. Como nos devemos policiar contra ela.

Esta semana, por um despreparo meu, sei que deixei um grande amigo chateado. Contra a vaidade, exerci a humildade, e sei que isso traz consequências. O problema sempre é e será: usar previamente a humildade para falar das nossas limitações antes de deixar a vaidade dos nossos prazeres tomar conta.

Sim, um mundo mais espiritual e de valores familiares é a chave contra o materialismo imposto.

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– Parabéns ao Serra por não fazer média com o ditador venezuelano Nicolas Maduro

Costumamos criticar as atitudes dos políticos em nosso blog. Mas nessa deve-se reconhecer o mérito: José Serra, Ministro das Relações Exteriores do Brasil, foi incisivo quanto ao desgosto da posse da Venezuela na Presidência do Mercosul. Reclamou que Maduro não tem condição de assumir a liderança do bloco econômico político e que nem democracia o país é.

Ufa, enfim alguém não ficou fazendo politicagem com tal mandatário. Aliás, coitado do nosso país vizinho, mergulhado em uma crise desde o demagogo Hugo Chávez, que transformou o país numa ditadura miserável.

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– Por quê o Futebol é um “Patinho Feio Olímpico”?

Os Jogos Olímpicos Rio 2016 começarão no próximo dia 05, oficialmente. Mas dois dias antes já teremos partidas de futebol.

Por que tal esporte tem que ser diferente?

Dirão que o calendário é curto e que há muitas equipes. Ora, dever-se-ia otimizar o número de participantes ou datas. É um desrespeito ao Espírito Olímpico que já tenhamos futebol sendo jogado antes da Olimpíada se iniciar.

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– Trabalhar honestamente vale a pena!

Em mais uma fiscalização-surpresa da Cia Ipiranga em nosso Posto de Combustível, com satisfação fomos atestados com 100% de Qualidade em nossos produtos.

É muito bom trabalhar dessa forma e passar tranquilidade aos nossos clientes e amigos. 

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– Use o Cérebro!

Essa eu retirei do Twitter do amigo prof José Renato Santiago Sátiro:

A inteligência é como o ferro: por falta de uso, enferruja.” (Eugene Ionescu)

Alguém duvida?

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– Jesus Cristo no Octógono do UFC?

João Carlos Assumpção, tempos atrás, no Jornal Lance (24/01/2012, pg 32), escreveu sobre o proselitismo religioso no esporte. E na sua coluna semanal, sob o título CRISTO NO OCTÓGONO, falou sobre atletas agradecerem a Deus após suas vitórias no Vale Tudo (MMA): 

O sujeito quebra o maxilar do rival, arranca seu rosto, abre a testa, tira sangue da orelha, faz o adversário cair, e sai comemorando e agradecendo a Jesus, dizendo que o mérito foi dele”.

Concordo com ele. Deus tem coisa mais importante a fazer do que se preocupar com quem vai ganhar uma luta

E você, concorda ou discorda? Deixe seu comentário:

– A Política não transmite seriedade… E alguns Negócios do mundo empresarial, idem.

A gigante EMS acusa Delcídio Amaral de extorsão. Mas por quê só agora?

Extraído de: http://www.jb.com.br/pais/noticias/2016/07/30/maior-fabricante-de-medicamentos-do-pais-acusa-delcidio-de-extorsao/

MAIOR FABRICANTE DE REMÉDIOS DO PAÍS DENUNCIA CORRUPÇÃO

Maior fabricante de medicamentos do país, o laboratório EMS acusa o ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) de extorsão. Citada na delação de Delcídio, a empresa apresentou na semana passada sua defesa, detalhando a ameaça do senador para que fosse efetuado uma dívida de campanha de R$ 1 milhão, segundo informações da Folha de S.Paulo deste sábado (30).

Aos investigadores da Lava Jato, Delcídio disse que tinha uma dívida deixada por sua campanha ao governo do Mato Grosso do Sul, em 2014 e que, por orientação de Edinho Silva, tesoureiro da campanha da presidente Dilma Rousseff, o orientou a pedir às empresas credoras para apresentarem notas fiscais em que aparecesse como tomadora de serviço a EMS, que faria o pagamento. As credoras eram as agências de comunicação FSB e Black Ninja. Com o nome da EMS no noticiário da Lava Jato, as agências recuaram e cancelaram as notas, arcando com o prejuízo.

Na versão da EMS, um assessor de Delcídio procurou um de seus diretores no final de 2014 e pediu à empresa para quitar a dívida. Diante da resposta negativa, o assessor teria tentado intimidar o diretor: “Você sabia que Delcídio é senador e amigo pessoal da presidente da República?”, registrou a defesa do laboratório em documento enviado à 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, onde tramita uma apuração preliminar contra Edinho baseada na delação de Delcídio.

Dias após a conversa, o diretor do laboratório recebeu as notas por e-mail. A EMS sustenta que não pagou, o que teria levado ao cancelamento das notas.

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– Qual filosofia o São Paulo vai adotar na escolha do novo treinador?

Há times que tem identidade marcante: o Barcelona é um deles. O Santos, por exemplo, se diz ter “DNA” ofensivo. Mas quem tem distorcido sua imagem ultimamente é o São Paulo!

Ao escolher Osório (e perdê-lo para a Seleção do México), mostrava que era um time de ataque. Depois escolheu um novato bem diferente dele: Doriva, que logo foi demitido. Aí optou por Bauza (que vai para a Argentina), conhecido retranqueiro dos Hermanos.

Com o cargo vago, qual a opção do Tricolor do Morumbi? Manter Pintado (que já está lá), dar continuidade à defensividade de Bauza ou voltar à linha científico-ofensiva de Osório?

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– Com quem você costuma se relacionar?

Conhece tal dito popular abaixo?

Passarinho que anda com morcego, de tanto ser visto com tal companhia, corre o risco de um dia dormir de cabeça para baixo. E mesmo que não durma, um dia dirão que dormiu.”

Pois é. Quando se anda com picaretas, se você não tomar cuidado, se contagiará e poderá agir como um. E mesmo que tenha personalidade e se segure, poderão te confundir pela intimidade com eles. Dessa forma, se perceber que o meio em que está inserido é de péssima credibilidade, mesmo sendo você ético e honesto, procure influenciá-los à mudança. E se a luta for inglória, abandone-os e se junte com gente de bem, como você próprio.

E se o assunto começou com um ditado popular, lembro-me de outro bíblico:

Diga-me com que tu andas que direi quem tu és.

Dessa forma, lembre-se: é muito bom andar de cabeça erguida, podendo conversar com todos e sobre tudo, sem se esconder nas esquinas e becos escuros. Tampouco se sentir constrangido quando encontrar com diversos elementos.

Vale a dica. Por experiência de vida, apesar da juventude de idade.

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– Surto de Catapora

Após 31 dias de férias, eis que à beira da volta às aulas e… PINTINHAS!

Há um surto de catapora aqui em Jundiaí, segundo a médica do Pronto Socorro. Portanto, mulheres grávidas e crianças que ainda não pegaram varicela, valem os cuidados!

Até emoji de catapora já existe… Mais uma semana à espera da escola. O sarro foi: ao médico perguntar se ela foi em algum lugar público, respondeu:

Não, só na Missa, no Boliche e em um Estádio de Futebol…

kkk

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